I Think I'm In Love Now.


Por Feh.
Script e betagem: Biia.



Capítulo 1


- Hey! , olha lá a com aquele gatinho.
- É uma safadinha essa piriguete.
- Dude, a fila do banheiro ‘ta um inferno. - chegava comentando com as amigas. – Hey, cadê a ?
e apontaram para um canto, onde viam a amiga aos amassos com um desconhecido. Elas beberam mais algumas cervejas, esperaram a amiga se desgrudar do menino para poderem voltar para casa. Afinal amanhã elas tinham faculdade e tinham que trabalhar pra variar. fazia faculdade de direito, fazia medicina, de jornalismo, e , biologia marinha, mas também jogava vôlei e todas trabalhavam, quando possível, como modelos. Não, elas não eram aquelas modelos magérrimas como vemos na TV, estavam mais para modelos de biquíni.
- Dude, como eu estou cansada. - Falava abrindo a geladeira para comer alguma coisa.
- Bolha... Não para de comer e é toda seca. - deu um pedala na amiga e depois pegou uma pêra para comer. - Good night, girls. - subiu as escadas e foi para o quarto dormir. As outras ligaram a TV viram um pouco de desenho animado e foram dormir também.

**

- Wow, dudes. Olhem lá o Danny com aquela gata. - Harry ria enquanto via o amigo flertar a garota, que num piscar de olhos já estavam se agarrando.
- Der, Harry, se liga. Depois o Danny fica se gabando. Ela só ficou com ele porque ela sabe que ele é famoso. - Tom deu um pedala em Harry. Dougie soltou uma gargalhada.
- Mas, Harry, não fala isso para ele, ‘ta? Por que senão a gente vai ter que ficar escutando ele pro resto da vida falando idiotices.
- E quando é que ele não fala? - Ponderou Tom, rindo.
- Então, dudes. Vocês não queriam ir embora? - Danny chegava todo vermelho na boca, e colocava na carteira um papelzinho que havia o número do celular da hot girl que ele havia ficado.
Quando saíram do pub. Foram assediados, como sempre eram.
- Dudes, não agüento mais fãs tentando me agarrar. - Harry abriu a porta da casa e se jogou no sofá.
A casa estava toda suja, tinha caixa, e mais caixas de pizzas no chão, e é claro que cervejas também.
- Falou o pegador agora. - Dougie jogou uma almofada na cara de Harry.
- Seu anão de jardim. - Harry subiu as escadas e foi dormir, e os amigos fizeram o mesmo.

**

- Ah, porra. Já tem telefone tocando nessa casa? - reclamava, mandando as outras desligarem o celular.
-Hey, donzela. É o seu telefone que ‘ta tocando. - respondeu jogando o aparelho na cara da garota.
- Ai, droga. Desculpe. - A garota sorriu desajeitada para a amiga.
- Vou tomar banho. - se espreguiçava, enquanto abria a cortina de seu quarto.
- Vou fazer o café da manha. - saiu às pressas para a cozinha.
- Ferrou, vai todo mundo morrer hoje. Foi um prazer conhecê-las. - ria da amiga.
- Ah é?! Então passa fome. - berrou da cozinha.
- A ! Tu sabe que eu te amo. - veio correndo e deu um abraço na amiga, fazendo ela cair no chão.
- Montinho! - se empolgou e se jogou em cima das duas.
- Shit, tira seu pé da minha cara, , ‘ta doendo. - reclamava.
- E você tire essa sua bunda da minha cara, . - ria sem parar.
Elas se levantaram retomando o fôlego e foram se arrumar. Tinham o dia lotado. Faculdade, trabalho, estudar, trabalho.
- Hey, . Quem era no telefone? - vinha descendo as escadas já tomada banho.
- Era da agência. Vai acontecer um casting para um desfile, que acontecerá aqui, vai ser às quatro da tarde. Vocês vão poder ir?
- Eu vou. - berrou lá de cima.
- Eu também. – Responderam e ao mesmo tempo.
- Great. - fez “joinha” e começou a comer o café da manha, que já estava na mesa. Depois que acabaram, foram escovar os dentes para irem à faculdade. pegou seu carro, que seu pai havia dado dinheiro para ela comprar depois que se mudou para Londres com as amigas, e foram à luta pelo dia.

**

- Já estão todos acordados? - Tom batia na porta dos guris para ver se respondiam. - Porra, acordem, dudes, temos que ensaiar, vamos tocar na abertura de um desfile este fim de semana.
- Opa. Desfile igual à mulher gostosa. - Dougie vinha da cozinha com a boca cheia de biscoito e leite.
- Eita porco. - Tom deu um pedala em Poynter, que lhe mostrou o dedo do meio.
Quando deram duas da tarde, foram ensaiar. Tocaram até às quatro horas.
- Fuck, esqueci! Temos que ir lá ao casting que está acontecendo na agência, para falarmos das músicas que tocaremos e já arrumar algumas coisas.
Os Mcguys correram e foram se trocar. Harry ligou o carro e foram até a agência.

**

- Hey, girls! Come here. - acenava para as amigas. - E aí, foram contratadas?
- Of course, honey. - Responderam as três juntas para a amiga.
- Peruas, tenho notícias. - fez suspense. Deixando as meninas nervosas. – Ah! Acho que vou deixar para o dia do desfile.
- Fala logo. - falou para a amiga.
- ‘Ta bom, calma, . Nossa só faltava me matar, que medo. Então...
- Fala de uma vez. - Disse impaciente.
- O McFly vai tocar na abertura do desfile. - A notícia fez os olhinhos delas brilharem, e ficarem imaginando como iria ser perfeito. As garotas voltaram para casa fizeram seus afazeres, e teve um surto, queria por que queria jogar vôlei, as amigas atenderam o desejo da amiga e foram jogar. Elas moravam em um condomínio, pode até parecer chique, mas, elas se esforçavam muito para manter, estavam sempre se esforçando, na faculdade, na agência, faziam alguns trabalhos, como trabalhar em lojas, e quando acontecia, era chamada para algumas competições nas qual o prêmio era dinheiro, daí mesmo que ela jogava para valer. Foram até a quadra e bateram uma bolinha, e voltaram para jantar, tomaram o banho e foram “dormir”.
“Tomara que amanhã dê tudo certo no desfile...” pensava enquanto sorria.
“Ai, o que eu vou fazer de interessante amanhã?” boiava totalmente.
“Ah! Que vontade de comer um Subway.” , óbvio, estava com fome. apenas pensou no que havia feito hoje.

**

Harry acordou primeiro o que era muito estranho, estava tão desocupado que foi acordar os outros de maneiras muito estranhas. Primeiro acordou Tom, depois Dougie e por último Danny, que mandou o tão famoso dedo.
- ‘Ta, dudes, agora temos que nos arrumar, o desfile vai começar logo. – Tom falou já subindo as escadas.
- Mas eu ‘to com fome. - Dougie falou passando a mão na barriga.
- Então, me come. - Danny disse gay para o amigo, que começaram a fazer ceninhas obscenas. – ‘Ta bom, já chega, cansei.

**

- Ai, gente. Acordar cedo e não poder comer é foda. - reclamava enquanto se vestia.
- Mas pelo menos vamos ganhar dinheiro. - Falou deixando a garota mais animada, e lembrando que seria um desfile de Valentino, com o McFly presente.
- Hei, babes.Vamos! Já estamos atrasadas. - apressava as amigas enquanto ia em direção ao carro.
Chegaram ao local do desfile que estava completamente lotado, cheio de garotas berrando com cartazes para o McFly.
- Fiquem aí berrando, enquanto nós entramos e vemos eles bem de pertinho. - ria das garotas que berravam pelo guys.
- Vamos. Vocês têm que ir para o camarote fazer maquiagem, cabelo. Rápido, rápido. - Uma das organizadoras empurrava as garotas para dentro.

**

- Fuck. Essas fãs vão nos incomodar. - Harry reclamava já vendo as garotas berrarem o nome da banda e correrem para cima do carro. Umas choravam e se jogavam na frente do carro, berrando o nome dos garotos e se declarando para eles.
- Concluí que fãs são doidas. – Danny falou.
- Demorou pra concluir algo inteligente, que pena que acontece apenas uma vez a cada ano. - Tom zoou com o amigo.
- Por que vocês gostam de zoar comigo?
- Porque você da brecha. - Dougie e Tom deram um pedala na cabeça do menino.

**

- Senhoras e senhores, agradecemos à presença de todos vocês neste incrível desfile da grife Valentino. Agradecemos a banda McFly, por vir abrir o nosso desfile. Aproveitem! - O moço fez uma reverencia com as mão e uma cortina caiu, dando agora para ver Harry batendo as baquetas.
- 1,2. 1, 2, 3,4. - Os guys começaram a tocar e o desfile começou, as meninas gritavam loucamente para os meninos que estavam do lado de fora do desfile, pois não queriam fãs doidas pulando na frente das modelos. As pessoas comentavam as roupas das modelos. Os meninos não podiam negar, estavam adorando o desfile. Eles tocaram umas sete músicas, bem no finalzinho de Star Girl, , , e , vinham andando iguais. Parecia que tinham ensaiado a semana inteira para fazer apenas aquilo. Elas estavam com roupas chiques, bonitas, no meio delas estava Valentino que cumprimentou os presentes e se retirou. Atrás nos camarotes, estava tudo uma loucura, muitas câmeras, entrevistas, e fotos.

**

- Dude, arrasamos na passarela. - falava toda empolgada.
- Hey, mas quem não arrasa na passarela quando se tem o McFly tocando durante o desfile? - Falou , elas não apenas achavam eles só bonitos, admiravam o talento dos meninos. As meninas concordaram com as cabeças. De repente muitas câmeras caíram sobre elas, muitas pessoas tiravam fotos, perguntavam sobre o desfile, o que acharam das roupas, entrevista e mais entrevistas.

**

- Harry, você tem baba aqui! - Danny pegou um pano e limpou a boca do garoto.
- Er... Seu tosco, pára.
- Harry, eu vi sua cara quando aquelas quatro, gostosas e hots meninas entraram. - Tom ria do amigo. - Você ficou olhando aquela de olhos verdes e cabelos encaracolados.
- E você também não pode dizer nada. - Harry retrucou. - Vi você de olho naquela.
- ‘Ta, todo mundo olhou pras gostosas, grande merda. - Dougie colocou ordem na casa.
- Quais gostosas? - Danny tentou se fazer de desentendido e levou três pedalas ao mesmo tempo. – Ai, porra. Eu tava brincando. - Os amigos riam da cara dele.

**

- Então, meninas, agora que os holofotes saíram de cima de nós, vamos nos arrumar para irmos à festa que vai ter depois. - estava empolgada tirando a maquiagem do rosto.
ligou o rádio e colocou Blink182 no máximo para elas escutarem enquanto se trocavam. Os meninos escutaram uma música conhecida e foram checar. Danny chegou e abriu a porta com tudo pra ver quem se encontrava no camarote. Levou um susto, com os berros das garotas, que estavam semi-nuas.
- Shit, sorry, girls. - Danny falou encabulado, e fechou a porta imediatamente.


Capítulo 2


- Porra, Danny. Tinha que abrir a porta daquele jeito?! - Dougie brigava com ele.
- Hei. Shut up! Vocês não viram? Eram as modelos que entraram com o estilista.
- Sério?! - Harry deu um sorriso malicioso.
- Olá garotos. Vocês vão à festa que a Valentino irá dar? - uma moça da organização perguntou aos meninos.
- Vamos sim. – Tom respondeu sorrindo.
- Então quando estiverem prontos, me avisem. - Eles concordaram, e foram se arrumar.

**

- Eu estava alucinada ou eu vi Danny Jones abrir a porta do camarim? - estava petrificada.
- Não, amiga. Eu também vi. - os olhos de brilhavam.
- Certo, certo, acho que todas nós os vimos. Agora vamos nos arrumar. - acalmava as amigas. Elas demoraram algumas horas para se arrumar.

**

- Dougie, eu te amo. - uma menina se jogou na frente do carro, dando um susto no motorista.
- Essas fãs não têm vergonha na cara. - Harry reclamava.
- É, e eu arraso corações aqui se você já notou.
- Senhores, chegamos. - o motorista anunciou. Eles desceram do carro e mais fãs vieram gritar pelos meninos. Entraram no salão de festas às oito horas da noite.

**

- Chegamos! - exclamou , com um grande sorriso. Elas entraram no salão, e chamaram muita atenção, estavam de vestido longo e cabelos soltos. Todas ficaram envergonhadas, enquanto eram aplaudidas e parabenizadas. Elas foram beber champanhe, e foram “atacadas” pelos flashes das câmeras.
Os Mcguys bebiam cervejas em um canto.
- Dudes, olhem! Tem alguém famoso ali. - Dougie apontou para o tumulto. Viram seguranças tirarem as câmeras de perto das garotas. Elas não se importavam, na verdade estavam adorando, não era sempre que se destacavam em um desfile, queriam apenas curtir o momento.
Quando as câmeras foram afastadas, Valentino foi até as meninas e bateram um papo, chegou a oferecê-las um contrato de dois anos para trabalharem para ele, mesmo sendo uma oferta tentadora, negaram.

- Ah, não vou deixar esta chance me escapar. Vou fazer algo para elas notarem a gente. - Harry fez cara de safado.
- Só não vai tirar a roupa. Não quero ter pesadelos de noite. – Dougie tirou palha do amigo, fazendo os amigos rirem.
Harry chamou um garotinho e lhe entregou um bilhete, dizendo para quem deveria entregar.

**

- Olha que menino fofinho. - falava para as amigas. O garoto entregou o bilhete para .
- Foi aquele moço que mandou. - o garoto apontou para Harry fazendo, ela olhar para ele que deu um sorriso maroto, fazendo-a ficar vermelha rapidamente. ”Hi girls. Vocês querem beber algo com nós? McFly”.
ficou ali parada olhando o bilhete. As amigas olhavam preocupadas para ela.
- Amiga, o que aconteceu? - cutucava a amiga.
- ! Wake up! - e berraram no ouvido dela.
- Oi! Ai, porra! Tinha que berrar?
- Tinha. Você parecia um morto vivo. E porque você estava olhando para Harry Judd? - perguntava safada.
- Se toca! Ela adora o Judd. - deu um pedala na amiga.
- Claro, né, dude. Isso e mais uma coisa. Ele chamou a gente para beber alguma coisa com eles.
- No way. Você deve estar brincando comigo. - arregalou os olhos.
- Não, não estou. Olhe você mesma. - falou calmamente.
- Me deixe ver isso. - arrancou o bilhete da mão de , e ao lê-lo ficou ali parada. – É, ela não está brincando.

**

- Dudes, elas estão demorando. - Danny falou impaciente.
- Hei, Harry. Por acaso passou pela sua cabeça, que elas talvez sejam como aquelas fãs malucas? - Tom perguntou com medo na voz.
- É... Então, nem passou pela minha cabeça. Mas que se dane, agora já foi. Afinal a gente só vai dar uns pegas nelas e dar o fora daqui.

**

- Ok, ok, estou indo lá e não me segurem. - caminhou em direção aos garotos, que se assustaram a ver a atitude da garota, e as outras a seguindo.

**

- Dudes, elas estão vindo. - Danny falou assustado.
- A gente já viu. - falou Tom com os olhos arregalados.
- Hi. - falou , sentindo suas pernas tremerem. Não poderia ter dia melhor na vida dela e das amigas, conhecer o McFly.
- Hi, girls, tudo bem? - Danny começou a puxar assunto.
- Estamos sim. - falou quase rouca. - E vocês?
- Bem, muito obrigado. - Falou Poynter dando o melhor sorriso, que fez quase cair.
- Querem uma cerveja? - Harry perguntou a elas, dando uma nas mãos de , que sorriu meiga para ele.
- Então, as meninas aqui são modelos, hein?!Como é? - Tom perguntou dando um sorriso, deixando aparecer sua covinha, olhar fixamente para o rosto do garoto, deixando ele sem graça.
- É muito divertido. Sofremos uma grande pressão, pensando em não cair na passarela, mas é legal. - respondeu , dando um gole na sua cerveja. Eles se olharam por um bom tempo.
- Sorry, girls. Agora temos que ir embora. - disse Dougie a todas. Já não agüentava ficar ali naquele silêncio. As meninas responderam decepcionadas. O que acabara de acontecer ali? Eles apenas as chamaram ali para nada.

**

- Shit! Eles foram muito bobocas, nos chamaram ali e ficaram calados. - se mordia por dentro.
- Ai, que raiva! - bufava junto com .
- ‘Ta, agora me decepcione total. Tudo bem que a gente não poderia esperar alguma coisa, com certeza eles queriam ver se a gente ia ceder a eles logo, para nos pegarem e irem embora. Nunca mais também. Vamos para casa. - ficou vermelha de raiva.


Capítulo 3


- Hm... Que cheirinho bom é esse? - vinha descendo as escadas. – Ah, eu quero um pouco.
- , bom dia para você também. - falou enquanto ajudava no almoço.
- O legal é que ela da prioridade para comida, e não para as amigas. - fazia biquinho enquanto cortava cebolinha verde. - E a bolha da , cadê ela?
- Ta dormindo ainda. Parece que morreu na cama. - disse rindo.
- Essa guria hiberna. São quase duas da tarde e ela ainda ta dormindo. Não sei como. - As meninas terminaram de preparar o almoço eram duas e quinze.
- A poia não acordou ainda? - perguntou as amigas.
- Não. Mas ela é sempre tão responsável, deve ter sido por causa do trabalho, faculdade, do desfile e da festa. Mas, hein... Tive uma idéia que tal nós irmos lá em cima acorda ela com um montinho? - perguntou as amigas com cara de cínica, que concordaram e foram até o quarto da amiga, parecia que tinha morrido mesmo. Estava meio esparramada na cama, parecia um bebezinho, as amigas contaram até três e pularam em cima da .
- Montinho na ! - As três berraram juntas. Elas se jogaram na amiga e de repente ouviram, um berrinho.
- Porra! Sai, tira o pé da minha cara, . - berrava ofegante. Elas riram que chegaram a chorar, aos ouvir os berros da amiga. Depois de rirem bastante resolveram descer para almoçar.

**

- Dudes, a pizza chegou!
- Harry, vai pagar lá! - Danny berrava da cozinha.
- Porra, por que eu? - Ele foi bufando pegar as pizzas.
- Ai, que fome, dá isso aqui pra mim. - Dougie arrancou as pizzas da mão de Harry.
- Ei, anão, devolve!
Os Mcguys comeram e beberam algumas cervejas, e ficaram morgando.
- Vamos sair? - Tom estava no sofá com cara de entediado.
- Vamos. - Os outros três responderam juntos.

**

- Gurias, vamos sair? É sábado. - tentava convencer as amigas de saírem.
- Ta bom. Mas só por que eu não agüento mais ficar em casa. , , vocês querem vir?
- Claro, honey. - falou piscando.
- O quê? Vocês não pensam que vou ficar em casa sozinha, né? - falou fazendo cara de monga.
- Sai da frente que eu vou tomar banho primeiro. - saiu correndo as escadas. Elas nunca demoraram tanto para se arrumar.
- Tem alguém querendo caçar hoje. - cutucava .
- Cala a boca, . Olha ali... Quem que caçar hoje é a senhora .
- Não sou atacada assim, não. - respondeu com raiva.
- Sei... Se lembra na nossa oitava série? Quem é que ficou de amasso, com um menino, por quase trinta minutos, e depois nem lembrou do nome do menino?
- Muito engraçado você lembrar. Quem é que foi no Banana e ficou com um boy lá, hein, hein?
- Ei! Deu. Nada a declarar. Vamos.

**

- Ei, garçom, vê uma cerveja aqui. Obrigado. - Harry pediu ao garçom.
- Oi, vocês são o McFly, não são? - Algumas meninas sentavam-se na mesa deles.
- Somos sim. - Respondeu Danny com um sorriso safadinho.
- Então, a gente queria saber se não podíamos pagar alguma bebida para vocês. Podemos? - Uma das garotas encarava Tom.
- Claro, por que não?! - Dougie, olhava para um das meninas, que estava com um decote.
Não demorou muito, Danny já estava nos amassos, como Harry também. Tom e Dougie apenas conversavam com as outras duas meninas que sobraram na mesa.
- Aqui estão os nossos telefones. - A tal menina entregou um papelzinho com o telefone de todas para Harry.
- Valeu. - Danny mandou beijinho para ela, enquanto elas saiam do pub.

**

- Vir morar em Londres com vocês foi a melhor coisa que eu fiz na vida. - falava com as amigas.
- Não imagino a vida sem morar aqui, sem vocês. Amo vocês muito!
- Ah, a gente também te ama! Abraço coletivo! - juntou as amigas e ficaram abraçadas ali por alguns segundos.
- Então para comemorar a nossa vida em Londres com as melhores amigas que alguém pode ter, uma rodada de cerveja, por favor! - falou, chamando o garçom.
Beberam algumas cervejas e resolveram sair do pub rápido, antes que quisesse beber tudo o que o barman tinha para oferecer.

**

All the small things
True care, truth brings
I'll take one left
Your ride best trip
Always, I know
You'll be at my show
Watching, waiting, commiserating

Say it aint so, I will not go
Turn the lights off, carry me home
Na, na......

Late night, come home
Work sucks, I know
She left me roses by the stairs
Surprises let me know she cares


- Dudes, que pena que eles se separaram. - Dougie lamentava, no carro.

**

- Ei! Deixa nessa música. Dá até um troço escutá-la. - pediu a amiga.

Light of course, like a flicker in the left eye
Push, move...could be perfect if you walk by
I got lots of pictures in my head
You better not turn off the projector
I got lots of pictures in my head
You better not save them up for later

And maybe I, oh get me on fire
Could take your picture, oh you could get one to
And maybe I, oh get me on fire
But keep me on don't switch me off, ooh
(Sneaky sound system, Pictures)


- Essas músicas me lembram velhos tempos. - ria.
- É verdade, curtia muito essa música. - dançava dentro do carro.
- Eu vivia cantando ela, quando tinha, me deixa ver, quatorze anos. - cantava junto com as amigas, enquanto dirigia.

**

- Dude, você entrou na contramão. - Tom berrou para Harry.
- Shit! Olha esse doido na contramão. - berrou no carro e freou, mas não adiantou nada. Eles se bateram, e o carro das meninas bateu em um poste de leve.
- Sujou. Vai, sai do carro e vê se as pessoas ali estão bem. - Tom empurrava Danny para poder sair.
- Ah não, dude, olha o meu carro. Tinha que acontecer logo comigo?! - lamentava o estrago.
- Hei, girls, sorry. - Harry vinha preocupado para ver como as garotas estavam. - Vocês estão bem?
- Estamos, não precisa se preocupar. - respondeu com raiva, enquanto tentava acalmar .
- Você deveria prestar mais atenção, poderia ter acontecido alguma coisa pior... Nem quero imaginar.
Ela estava tão irritada que não via com quem falava.
- Danny, olha as modelos. - Dougie apontou discretamente.
- Vocês? - Harry perguntou sorrindo.
- Vocês? - vinha com e , que já estava mais calma. - Mas... Dude, no way.
- Harry...? Ok, como vamos resolver isso? - não sabia como reagir naquele momento; não sabia se começava um escândalo ou ia falar de boa com o garoto.
- Vocês se lembram de nós? - Tom perguntou já perto das garotas que formavam uma pequena rodinha com Jones, Poynter e Judd.
- Lembramos sim. - respondeu tranqüila, como se não fosse nada.
- Voltando o assunto.... e os carros? - perguntou, já perdendo a paciência.
- Hm... Desculpe mesmo, a gente pensa em algo para resolver isso. - Harry falou rindo.
- Não é engraçado, é sério.
- Calma, , a gente já resolve. Calma. - tentava acalmar a amiga, que se afastou e sentou na calçada. “Agora, pouco me interessa se eles são famosos, meu pai me mata se souber que bati de carro. E afinal eles foram arrogantes no dia da festa. Por que seriam gentis agora?!” ficou pensando olhando para o céu.
- Que menina irritada. - Comentou Harry revirando os olhos.
- Você bateu no carro dela. Eu também ficaria irritado. - Falou Danny. - Vai lá falar com ela, que a gente fica aqui com as meninas.
- É, eu acho que ela gostaria que você fosse falar com ela, mas não se preocupe ela já deve ter se acalmado. Ela não gosta de estragar as coisas. - explicou ao garoto.
- Ok, vou lá falar com ela.
Ela estava na calçada ouvindo o seu mp4.
- Oi, ta escutando o que? - Harry perguntou cutucando a menina, e se sentou no lado dela.
- Como?
- O que você está escutando?
- Beatles. - Respondeu com um pequeno sorriso.
- Legal... Eu curto o som deles. - Ficaram em silêncio por alguns segundos. - Então, , posso te chamar assim?
- Pode.
- Sobre o carro, deixa que eu pago pelo concerto, ta bom? Afinal fui eu que entrei na contra mão.
- Não, não. Faremos o seguinte, a gente divide, ok?
- Ta, mas só se você permitir eu pagar o táxi de vocês de volta pra casa.
Ela não respondeu apenas deu um sorriso, que dava a entender um “sim” como resposta. Eles vieram andando juntos, falaram com os amigos, esperaram o guincho chegar e chamaram os táxis.
- Chegamos. - Anunciou o taxista e os meninos pagaram.
- Ei, . O número do nosso telefone, pra gente manter contato. - Tom deu um papelzinho.
- Obrigada, Tom. - A menina sorriu envergonhada.
- E você, não vai passar o número da casa de vocês? - Danny perguntou de dentro do táxi.
- Desculpe, como sou mal educada. É esse. Então a gente se vê por ai. - A menina sorriu e foi correndo enquanto as amigas a chamavam.
- Tchau, girls. - Berrou Dougie.
- Tchau, boys. - Todas falaram em coro.

**

- Dudes, I can’t believe. Elas são garotas legais, como a gente pode ser tão estúpido no dia da festa? - Dougie perguntou aos amigos.
- Ah, sei lá. A gente as julgou antes de conhecê-las. - Danny fez cara de pena. - E a culpa foi do Sr. Tom aqui, que colocou coisas na nossa cabecinha.
- Ei, vocês quiseram ouvir. Eu não obriguei ninguém a fazer nada. Harry, are you ok? - Tom perguntou preocupado com o amigo.
- Sim, estou. É que... Deixa para lá.
- Sei, sei. Ta pensando...
- Se você pensou na , pensou errado, Tom.
- Não falei nada, você acabou de se entregar.
- Shut up!

**

- Ah, droga! - acordou irritada.

________Phone_______
- Alô?
- Alô, quem fala é o Danny, posso falar com a ?
- É ela.
- Oi, . Tudo bem?
- Estava, enquanto eu não acordei e senti uma puta dor de cabeça. - Ela falou grossa.
- Ah, desculpa. Tchau. - Danny falou triste indo desligar o telefone.
- Danny! Desculpa é a TPM. Desculpa, mesmo. Mas, fala aí, o que você que falar?
- Ah, queria saber se a gente, você, as meninas, eu e os garotos, poderíamos fazer alguma coisa. Pode ser?
- Hm... A merda é que a foi para um jogo. Só volta de noite. Mas a gente pode fazer o seguinte vocês passam aqui em casa às oito horas da noite, e a gente vê uns filmes aqui em casa.
- Ótima idéia. Então, até. Beijos.
______Phone_____

- Quem era? - Acordou sonolenta.
- O Danny. Eles vão vir aqui em casa para a gente ver filmes conversar.
- , a foi para um jogo hoje. Você sabia? - falou levantando a sobrancelha.
- O que foi? - vinha do banheiro.
- O Danny ligou, chamando a gente pra sair e ela os chamou para virem aqui em casa. - explicava para a amiga.
- Você ta doida? A saiu para jogar vôlei, e se ela perdeu você sabe como ela vai chegar. Bem estressada.
- Ah, mas a gente explica para ela.

**

- Dudes, ta de pé. A gente vai ir pra casa delas.
- Aí, Danny! Fazendo algo prestativo. - Tom ria do amigo.
- Ei, eu sempre faço. Mas a não vai estar lá. - Danny olhou para Harry que estava com uma fatia de pão na boca.
- O que? Por quê? Ei, não olha assim para mim, dude. - Perguntou o menino todo embuchado.
- É, ela ta em um jogo, do que não sei.
- Que pena! O Harry vai ficar sozinho.
- E quem disse que eu to a fim da ?! - Harry falou com cara de irritado.
- Ninguém. Mas a gente faz acontecer, caro Harry, pode deixar. - Tom dava tapinhas nas costas do amigo.

**

- Alô? , vocês estão à espera de quatro garotos? - O porteiro perguntava a menina.
- Sim, pode deixar entrar. Ei, eles chegaram. Está tudo pronto?
- Sim, guria. - berrava da cozinha.
DINDON
- , atende! - berrou lá do quarto.
- Ta bom. - foi saltitando até a porta. – Oi, dudes.
- Oi, . - Dougie sorriu e deu um beijo na bochecha da garota. Depois deu oi para os outros e pediu para que sentassem.
- Então, a está na cozinha fazendo umas coisinhas para a gente comer durante o filme.
- Vou lá ver se ela precisa de ajuda. - Tom se levantou. - Pode me mostrar onde é?
- É logo ali, na porta a esquerda. - Ele agradeceu e foi na cozinha.
- Oi, pessoas. Tudo bem? - vinha correndo.
- Oi! - Todos os guys responderam juntos.

- Oi, . Tudo bem? - Tom abraçou a menina por trás, o que fez ela se arrepiar.
- Oi, Tom. Estou bem e você?
- To bem, xuxu. Então o que você está fazendo aí?
- Brigadeiro, pipoca doce. E eu to esperando a chegar para fazer uma caipirinha, vocês vão adorar.
- Isso nós vamos ver. Mas parece estar com uma cara boa. - Tom ia colocando a mão na panela para comer um pouco de brigadeiro, mas deu tapinha na mão dele.
- Ainda não, vamos lá para a sala.

- O que é isso aí? - perguntou.
- A gente trouxe alguns dvd’s. - Tom sorriu para a garota, que ao ver a covinha pensou: “Puta, que merda, que covinha.”

**

- Valeu, garotas. Até a próxima!
- Até, .
- , pode entrar.
- Obrigada, Carlos.

**

- She loves you and you know that can’t be bad, She loves you and you know you should be glad... - abriu a porta e levou um susto ao ver todos ali, rindo dela porque estava cantando. - Mas o que é isso? Não importa... Vou tomar um banho e já venho.
As amigas estranharam o comportamento da amiga ou ela tava bêbada, doente ou bateu com a cabeça.
- Ela está doente, só pode ser. Ela nunca chega feliz de um jogo, mesmo se elas ganham. - falava observando a amiga subir as escadas.
- Não se preocupa, . Ou as meninas do time colocaram alguma coisa na água que ela bebeu ou encontrou algum gatinho antigo. - falou rindo. – Afinal, quem não fica feliz ao encontrar um velho “amigo”?
- Mas ela fica irritada até quando ganha? - Harry perguntava mudando de assunto. – Afinal... o que ela joga?
- Falando de mim, Harry? - estava parada na porta da sala com as mãos na cintura, fez cara de braba e depois riu. – Oi, meninos! - Ela realmente estava feliz, deu um beijo na bochecha de cada garoto e se sentou entre Harry e Dougie.
- Er... Eu queria saber o que você joga. - Harry perguntou sorrindo para a garota.
- Eu jogo vôlei, baby.
- E ganharam o jogo de hoje? - perguntava ansiosa.
- Claro que sim. A gente sofreu, tive que dar alguns puxões de orelha, mas ferramos com aquelas pipoqueiras.
- Olha! Menina determinada, gostei, gostei. É esse tipo de amiga que eu gosto de ter. - Falou Danny piscando para a garota.
- Ok... Mudando de assunto. Qual filme a gente vai ver? - Perguntou que estava precisando fazer alguma coisa, menos conversar.
- Pode ser “De volta para o futuro”?
Todos fizeram joinha, foi até a cozinha pegou o brigadeiro e foi fazer a pipoca.
- , vem fazer a caipirinha!
- Já to indo! Já volto, gente. Porque agora eu vou fazer a melhor caipirinha da vida de vocês.
- , o que é caipirenha?
- Não é caipirenha, é caipirinha. É uma bebida da hora, uma delícia, vocês vão gostar. A faz a melhor.
- E o que é brigadeiro? - Perguntou Harry com uma cara estranha.
- É um doce. Tem leite condensado, chocolate em pó, manteiga, bota no forno e pronto.
- Vocês não podem ser daqui de Londres, né? - Tom perguntou.
- É, nós não somos. Somos do Brasil. - Respondeu com lágrimas nos olhos; sentia falta da família e amigos, da praia.
- Ah, a gente notou. E também já fomos fazer um show lá, faz um tempo. Só tem mulher gosto... - Danny foi interrompido pelo Tom.
- Elas já entenderam. Vocês nos conhecem?
- Conhecemos já faz um tempo. A gente estava presente no show que vocês fizeram no Brasil. A gente segurava um cartaz escrito “Dudes we LOVE U”. – falou e ficou vermelha.
- Eu vi esse cartaz! Eram vocês? Vocês são aqueles tipos de fans doidas, e só deixam a gente vir na casa de vocês por que somos famosos? - Harry perguntou assustado.
- Não, Judd, não somos. Afinal não nos importamos se vocês são famosos ou não, a gente trataria vocês da mesma maneira. Como na festa lembra? - falou tão rápido que ficou vermelha. - Vocês foram super estúpidos. E não gostamos nem um pouco.
- Sorry... A gente ficou com medo de... vocês sabem. - Tom falava envergonhado.
- Tudo bem. A gente perdoa. - Disse piscando para o garoto.
- Quem aceita uma caipirinha?
Todos voaram em que segurava uma bandeja com copos e uma jarra grande com caipirinha dentro. Eles viram uns cinco filmes, comeram o brigadeiro todo, que pelo visto os meninos haviam adorado, e a caipirinha também, isso porque a teve que fazer muita para satisfazer os meninos.
- Dude, essa caipirenha é muito boa. - Harry falava rindo.
- Pode crê. - Os amigos concordaram com ele.
- É, eles estão alegres. Tsc, tsc... - falava balançando a cabeça.
- Temos que dar um jeito para eles irem para casa. Vou chamar o táxi. - pegou o celular e chamou dois táxis. No primeiro foi , ,Harry e Tom, e no segundo , , Danny e Dougie.
- Cadê a chave da casa, Dougie? - perguntava para o menino que não estava nada bem.
- Com o Harry.
- , a chave ta com o Harry! - berrou para o outro táxi que já parava na frente da casa dos meninos.
- Harry, eu vou pegar a chave da casa de vocês, ok?
Ele não respondeu, apenas sorriu. pegou a chave da casa e pediu para os taxistas esperarem. Elas levaram cada um para seu quarto. Elas não acreditavam, estavam na casa do McFly, no quarto deles para ser mais específica. Deixaram os meninos na cama e todas colocaram um copo da água com uma aspirina na cômoda de cada quarto. Saíram da casa e voltaram para o condomínio.
Viram a bagunça que tinha ficado na sala, mas não importava estavam muito cansadas para arrumar a casa. Ligariam para uma empregada limpar amanhã, pois com certeza não teriam tempo de limpá-la. Elas tinham que ir para a faculdade e trabalhar.

**

- Ai, que dor de cabeça! - Tom levantava. “Puta, que merda, como eu cheguei ao meu quarto?” ele pensou.
- Tom, acordou? - Danny berrava do corredor. - Toma a aspirina que tem na sua cômoda.
- Ok, dude, pode deixar.
- Bom dia, galera. - Harry descia todo feliz. - Hoje temos que ensaiar. Bastante.
- Pode crê, dude. Estamos com a agenda cheia de shows. - Dougie falava passando a mão na cara enquanto comia um pão.
- Ei, vocês se lembram de como nós chegamos em casa? - Tom perguntava preocupado.
- As meninas nos trouxeram. Daí, elas deixaram aspirinas para nós nas cômodas. A me ligou para avisar. - Danny respondia com um sorriso.
- Sim, mas como sabiam o nosso endereço?
- Essa é fácil: eu tinha uma conta de luz na minha carteira.
- Você pagou a conta? - Harry perguntou para o garoto.
- Sim, calma, dude!
Os meninos ficaram a manhã toda vendo tevê. Almoçaram e ensaiaram até tarde.

_______Phone______
- Alô? Tom?
- Ei, Fletch. Tudo bem?
- Tudo. Já ensaiaram? Temos a agenda cheia esse mês, hein?
- Sim, sim. Já sabemos e estamos ensaiando bastante, valeu por lembrar.


Capítulo 4


Dois meses se passaram. As garotas não tinham sinal de vida dos Mcguys. Afinal o que elas queriam? Eles já devem ter se esquecido delas. Os meninos andavam ocupadíssimos com shows, noite de autógrafos, e essa coisa toda que pessoa famosa faz. Quando tinham tempo, acompanhavam os shows em alguns canais perdidos.
- Ai, gurias... A vida tá tão linda, tão perfeita. - vinha sorrindo.
- Fale por você. Eu ando me estressando altos na faculdade. - dizia irritada. - Mas, por que tá tudo tão colorido?
- É, . Fala aí pra gente... Qual é o babado? - e fitaram os olhos na amiga.
- Que medo, e Lai. Eu encontrei um amigo meu de muito tempo atrás: o Lucas. O estranho é que ele veio morar em Londres e a gente está saindo faz um tempo.
- Como assim? - havia sido interrompida pelas amigas. - Você não fala nada para nós, é? - falou indignada.
- É... Agora ela tá assim. - falou revirando os olhos.
- , relações cortadas. - falou virando a cara.
- Desculpa, mas eu não queria me iludir demais até ter certeza, e pelo menos eu to aqui falando. Mas a gente tá meio que ficando.
- A gente perdoa, então. - As três amigas falaram juntas.

**

- Dudes, a nossa vida tá agitada. - Tom se jogava no sofá.
- É. - Os amigos concordaram com ele.
- Sinto falta de ir ver filme e tomar “caipirenha”. - Harry falou fazendo cara de triste.
- Então tá com saudade da . - Dougie falou rindo. Harry não falou nada apenas levantou a sobrancelha. Não sabia se negava ou se falava que era a verdade. Ele passou os últimos dois meses pensando naquela menina, que ele conheceu, se sentia estranho na presença dela. - Mas eu também estou com saudades. - Falou Dougie.
- Não é só você. - Tom e Danny falaram.
- Ah, elas devem ter nos esquecido. - Tom olhou para seus pés.
- Mas a gente tem que arriscar ligar para elas. - Falou Danny empolgado. - Que tal a gente ligar amanhã?
- O Danny está cursando alguma escola especial, para estimular o cérebro? - Dougie falou baixinho para Tom.
- Nem sei, cara! - Ele falou rindo.
- Cala a boca que eu escutei. - Danny jogou uma almofada na cara dos amigos.

**

- Ai, amiga, que linda. Me deixa ver mais de perto. Mas já tão juntos há quanto tempo? - berrava puxando a mão de .
- Um mês. - respondia com um brilho no olhar.
- Meu Deus. É linda a aliança. - mexia no dedo da garota. - Mas e o Harry?
- O que tem ele?
- Você sabe, senhorita . Você o adora, e quando o conheceu se apaixonou mais ainda. - ia começar a fazer uma lista.
- Ei, quem te disse isso?
- Não precisa dizer. A gente nota. - Falou fazendo um “joinha” para a amiga.
- Muito engraçado. - Por um lado, talvez as amigas estivessem certas: ela não parava de pensar em Harry. Mas agora estava namorando com Lucas e não podia terminar com ele. Ele tinha acabado de pedi-la em namoro.
- Ah, mas vocês também são doidas pelos outros e não neguem. - falou tentando se defender.
- Nós nunca negamos, honey. E você acabou de admitir que ama o Judd. - falou provocando a amiga.
- Não falei não!
- Falou sim: “Mas vocês também são doidas pelos outros...”. Entregou-se. - ria da amiga.

**

Na noite.
- Alô?
- Quem fala? - Tom perguntou.
- Oi, Tom. É a . Tudo bem?
- Tudo sim, baby. E aí, vocês não querem vir aqui em casa?
- Pode ser. Mas... er... a pode levar uma pessoa? - Havia apreensão na voz da garota.
- Sim. Mas... Quem é?
- Bem, é o namoradinho dela. Mas não fala para “ninguém”. Se você me entende.
- Ah, claro. Saquei. Então, beijos. Até.

**

- Elas vão vir? - Dougie perguntava agoniado.
- Vão, dude, e vão trazer alguém com elas. Quem eu não sei. Vamos convidar o James, o Matt e o Charlie?
- Já é. - Danny pegou o telefone e ligou para os amigos.

**

- Já tão prontas, meninas? - Lucas estava na sala vendo TV.
- Estamos sim. Já vamos descer. - berrava do quarto.
- Deu. Oi, amor. - deu um selinho em Lucas. - Vamos.
- E aí, Lucas, ansioso para conhecer o McFly? - perguntava com os olhinhos brilhando, não via os amigos, e Dougie, é claro, há muito tempo.

**

TOC TOC
- Vai lá atender, Harry. - Dougie berrava da sala.
- Caralho, sempre eu. Oi? Quem é você? - Ele perguntou com medo da resposta. Não acreditava no que via: estava de mão dada com o estranho garoto, e com uma aliança em seu dedo.
- Oi, Harry.Este é o Lucas, meu namorado. - deu um beijo na bochecha de Harry e apresentou eles para os garotos. Ele ficou petrificado ali na porta, não sabia o que fazer. Os Mcguys estavam de boca aberta.
“Tadinho do Harry, dude.” Danny pensava enquanto via a cara de raiva e de choro, que ele fazia ao mesmo tempo.
- Ah!Oi, Lucas, prazer. - Tom apareceu na porta para quebrar o silêncio. não podia negar, mas Harry estava lindo e ela ficou muito mal, talvez não tivesse sido uma boa idéia trazer Lucas até ali. Mas agora a merda já estava feita. Eles conversaram alguns minutos, e a campainha tocou novamente. Harry levantou rapidamente para atender a porta, não se sentia a vontade na sala vendo Lucas junto de .
- Oi, Matt.Tudo bem?
- Judd, tudo bem. - Ele cumprimentou o resto das pessoas no sofá.
- Oi! - As quatro meninas falaram juntas, assustadas, e com a boca aberta com direito a baba e tudo. Sim, era a banda Busted, que elas também adoravam.
- Prazer aí, girls e dude. - Charlie sorriu e se sentou ao lado de , o que a fez ficar sem ar. Elas ficaram lá a noite toda, comeram pizzas e beberam cervejas, e beberam mais cervejas, e alguns indivíduos já estavam alegres.
As garotas nunca pensaram que em algum dia elas estariam na casa dos McFly com James, Matt e Charlie, só em seus sonhos mais malucos.
- Ai, amiga, calma. - batia nas costas de que havia se afogado.
- Nossa, alguém ajuda ela aqui! - James tentava ajudar com a amiga, mas parecia que ele estava mais interessado na amiga no que na outra que se afogava.
- Tenho... Que ir... Na... co... zinha. - falava sem parar de tossir.
- Quer que eu vá com você, amor? - Lucas perguntava se levantando.
- Não precisa. Afinal, ela nem sabe onde é a cozinha. - Harry se levantara mais rápido e guiou a garota até a cozinha. Ele lhe deu um copo de água e ficaram ali.
- Ah! Obrigada, Harry. - agradeceu ao menino sorridente, mas ele não se mexeu ficou ali encarando a menina com cara de mal. - Judd. Tudo bem?
- Se eu estou bem? Pensa, mas pensa bem. Você aparece com um desconhecido que se diz seu namorado na minha casa, como se não fosse nada, fica de agarro com ele, e eu tenho que estar bem?! - Harry levantou a voz enquanto ia falando. se irritou junto e explodiu.
- Qual é a sua, Judd?! Ele é meu namorado, e foi permitido que eu o trouxe-se para cá. Eu não teria a cara de pau de trazer ele sem permissão. E desculpe se eu fui grossa ao beijar ele de vez em quando, e desculpe se você se sentiu incomodado com a situação. O porquê eu não sei. Então, não altere a voz comigo.
- Não é óbvio? Você é burra ou o quê?
- Não me chame de burra, Harold, você não...
- Você é ingênua mesmo, hein, garota?! - Harry saiu da cozinha com muita raiva.
- O que esta acontec... - foi interrompida por Harry que esbarrou nela sem querer. No momento em que ela se virou para ver a amiga, ela já estava no chão aos prantos. Elas se despediram dos garotos e foram para casa, mas antes deixaram Lucas na frente de seu prédio.
- Tchau, amor. Amanhã eu te ligo. - Lucas deu um selinho e foi subindo as escadas.

**

As meninas chegaram a casa e o silêncio tomou conta. subiu as escadas e trancou sua porta com uma porrada e se jogou na cama e começou a chorar.
Depois de uns quinze minutos de tentativas de sonos, as três amigas resolveram ir falar com a garota. Elas precisavam dormir, tinham faculdade amanhã.
- , tudo bem? - ia abrindo a porta devagar.
- Amigas, eu quero ficar sozinha... - Ela foi interrompida por .
- Sim, mas você tem que parar de chorar. Amanhã você tem faculdade e trabalho, e nós queremos a palhaça de volta. Então é melhor você desabafar com nós.
- Tá, mas, dude, que raiva! - contou a pequena discussão que ela tivera com Harry na cozinha. As amigas ficaram ali escutando a amiga falar alguns palavrões.
- Mas, amiga, por que chorar deste jeito? Foi só uma briguinha. - passava as mãos nos cabelos da amiga.
- Eu sei, mas se você tivesse visto o jeito que ele me olhava com arrogância, na voz dele a raiva, e tinha uma ponta de choro... Vocês não entendem.
- Nós entendemos sim, . - levantava a cabeça da amiga. - Você sente alguma coisa a mais pelo Judd.
- Não pode ser. Eu amo o Lucas e não o Harry. - As amigas a olharam com cara de reprovação. - Eu já nem sei mais... Só sei que quando eu estou com o Harry eu... eu me sinto mais leve, me sinto segura,o toque dele faz eu me sentir nas nuvens como se nada mais importasse. Já com o Lucas eu gosto da presença dele do beijo dele, da beleza dele. Mas tenho medo de ser apenas mais uma na lista do Harry.
- Não diz essa besteira, guria. Ele com certeza te ama. Talvez, não agora. Mas isso passa com o tempo. - tentou falar alguma coisa que confortasse a amiga, mas suas palavras fizeram com que ela chorasse mais. – Ai, amiga, desculpa eu não quis.

**

- Dude, sujou. Aconteceu alguma coisa na cozinha. - Dougie comentava com os amigos na sala.
- É, eu sei. Mas mudando um pouco de assunto... Aquela garota, a , ela é tão legal e divertida e bonita. - Matt comentava. Todos notaram a expressão de Dougie mudar repentinamente.
- Gamou, é?! - Charlie cutucava o amigo.
- Talvez, talvez.
- É, mas olha o que você quer com ela. Eu não quero ver a minha amiga machucada. - Dougie falou com a cara fechada.
- Vocês também, né?! Nem ligam para o amigo que está lá no quarto, triste... - Danny mudava de assunto para que aquela adorável conversa não virasse uma treta.
- É, o Danny tem razão vamos lá ver o Harry. - Tom se levantou e subiu as escadas e foi logo seguido pelos outros.
- Harry?! - James entrava no quarto onde se encontrava Harry sentado na cama jogando vídeo-game com os olhos visivelmente inchados. - Quer conversar? [n/a: ta pode até parecer gay meninos quererem conversar sobre essas coisas, mas amizade é uma coisa foda.]
- Não. - Harry respondeu tão seco que os amigos fizeram cara de nojo.
- Tem certeza, Judd? - Dougie perguntava ainda parado na porta.
- Tenh... Tá, porra. Aquela guria é uma burra. Como ela não nota? Ela quer que eu berre, que eu desenhe o que eu sinto por ela?
- Calma, dude. Você só a conhece faz quatro meses.O que você esperava? - Danny tentava acalmar o amigo que só faltava se levantar da cama e quebrar alguma coisa.
- Eu não sei. Mas esses meses que a gente passou junto, foram especiais. Tá bom que às vezes ela se acha, e eu odeio isso, e que a gente passou um tempo sem se ver, e foi quando eu mais senti saudades dela, que ela é toda irritada, o que eu amo. Mas os defeitos dela somem quando eu olho para aqueles olhos verdes, aquele sorriso, quando escuto aquela voz. Mas agora ela tá namorando e eu não sei o que eu faço.
- Simples, fala com o namorado dela. - Tom tentava aconselhar o amigo, mas foi interrompido pelo mesmo.
- Ah, claro! Vou chegar no dude e falar “então eu amo a sua namorada, termina com ela agora, seu merda.” Simples e sutil.
- Deixa eu terminar. - Harry balançou a cabeça. – Então, como eu ia dizendo, fala com o namorado dela. Ela com certeza gosta de você, não é só eu que acho isso.
- Como você sabe, Fletcher? - Danny perguntou curioso. Matt, James e Charlie estavam boiando naquela conversa, Matt pensava em e James em , e Charlie... Sei lá.
- Porque as amigas dela me contaram que ela sempre procura falar do Judd. Quando o namorado não esta perto, é claro. - Harry ao ouvir o que o amigo disse ficou empolgado.
“Talvez ela goste de mim, também.” Ele pensou, uma ponta de esperança cresceu, mas sua cabeça fora tomada por pensamentos negativos. “Mas talvez seja apenas como amigo, shit! Ou talvez ela só...”


Capítulo 5


- Ai, merda! Meu dedo. - estava na cozinha preparando o café da manhã. Tinha levantado feliz e empenhada.
- Que barulheira é essa, em plena cinco e meia da manhã?! - entrava na cozinha com os olhos um pouco fechados. – Porra, , para quê?! Que felicidade toda é essa?
- Ah, amiga, queria fazer um café da manhã bem gostoso para nós. E nem sei da onde eu tirei tanta felicidade e empenho.
“Caramba, que cheiro bom é esse?”, acordara com o cheiro de biscoitos fresquinhos.
- Acorda, poias! - batia na porta do quarto das outras amigas. – Nós temos faculdade.
- Já acordei, já acordei. - tomou um susto com a batida na sua porta.
Todas estavam prontas e desceram para conferir o que a perua tinha feito lá embaixo.
- Tcha-nã. Sirvam-se!
As amigas não acreditavam no que estavam vendo, a mesa estava cheia de coisas boas: suco de mamão, iogurte, salada de frutas, bolo de chocolate, biscoitos de chocolates, muffins de framboesa, cuca, leite e panquecas com mel e açúcar.
- Caneidions, . Como você fez isso tudo? - estava comendo um biscoito.
- Ah, filha, sei lá. Mas vê se vocês comem direito.
Não foi preciso segundo convite todas já estavam sentadas na mesa, devorando tudo.
Ao terminarem, subiram escovaram os dentes e foram para a faculdade.

**

- Tom, tá de parabéns! Essa panqueca ta da hora. - Dougie falou cuspindo um pedaço na cara de Harry.
- Mas eu não preciso que você mastigue e jogue na minha boca, Dougie. - Harry reclamou rindo.
Os garotos tomaram o café e foram ensaiar. Para falar a verdade ensaiaram a tarde toda, sem parar.
- Shit! Meus dedos. - Danny parou de tocar junto com os outros.
- Como eu to cansado !Wow! Já são sete horas da noite, dudes. Ensaiamos aquele tempo todo? To com fome.
- Leu minha mente, Dougie. - Tom passava a mão na barriga.

**

(Na Faculdade)
- Alô?
- Alô, quem fala?
- É o Matt. Posso falar com a ?
- É ela mesma, mas agora não da eu estou no meio da...
- Olá, senhorita . Com quem você fala ao telefone? É tão importante a ponto de parar a minha aula?
- Desculpe, senhor.
“Puts, fuck. Desculpa, , depois eu te ligo.” Ouvia a voz de Matt do outro lado da linha.
- Me entregue o celular, e se retire da sala. Você me fará um trabalho sobre o celular e o seu uso inadequado, este terá que possuir 120 páginas e será entregue nesta quarta feira. Passe bem.
A garota fez sim com a cabeça e saiu da sala com algumas risadinhas. “Merda. Agora to ferrada, tarefas, trabalho. O Matt é um perdido, qual é a dele?! Vou matar esse sem noção.” pensava com cara de que imaginava a cena dela batendo em Matt.

**

- Oie, posso falar com o Lucas? - encarava uma loira, que lhe recebeu com muita simpatia.
- Claro, ele está lá em cima. Olhe, aí está ele! - A loira oxigenada lhe respondeu dando um sorriso.
Lucas descia as escadas, arrumando o cabelo e seu terno. - Eu vou indo, Lucas. Xau, baby. Xau, honey. - A garota se despediu dando um tchauzinho e uma piscadinha para Lucas. “ Vadia, cachorra, piranha. Lucas, seu monte de merda tu ta fudido...” xhingava os dois.
- Oi, amor. - Lucas ia dar um beijo na namorada que lhe virou a cara.
- “Oi, amor” o cacete! Quem era aquela va... Aquela garota que saiu daqui? E o que ela fazia no SEU apartamento?
- Querida, ela era uma cliente, estávamos discutindo o caso dela... - Lucas era advogado e era mais velho que . Foi interrompido pela garota.
- Caso... sei, sei. Está escrito na minha testa “trouxa”? Porque eu não sou. Eu saio da faculdade mais cedo para te fazer uma surpresa e uma loira oxigenada me recebe? E eu vejo você descendo as escadas arrumando o cabelo e o terno.Você quer que eu pense o que?
- , você esta insinuando que eu estou te traindo? Você é doida ou o quê?
- Não, eu não sou doida e não estou insinuado... Estou afirmando. Estou seriamente pensando em dar um t...
- Shh. Não termine esta frase. Você sabe que se eu não tivesse interesse em você, nunca teria te pedido em namoro. Eu te amo, , e você sabe disto.
- Como posso saber se isto é verdade? Se você passa-se a confiança que o...
- ! - Lucas soltou um berro enquanto chorava. – E, afinal, você não pode falar nada. O que você e aquele garoto têm? E eu sei que você sente algo por ele. Você vive falando dele, eu sei que vocês são amigos, mas se toca, guria, ele é um tapado. Ele é de uma banda, sua desligada, só quer curtir com você e depois te largar em um canto. Talvez seja isso que você queira, vocês são um par perfeito. Por que você não vai lá com ele, porra?!
não acreditava no que havia ouvido. Sim, ela sentia alguma coisa por Harry, mas também por Lucas, talvez os sentimentos por Harry falassem mais alto. Mas de qual quer forma, ele não precisava ter sido grosso deste jeito.
- Amor, descul... - Lucas viu que havia falado um asneira e começou a chorar.
- Não. Não te desculpo, grosso, estúpido.
A garota saiu correndo, entrou no carro e escutou Lucas berrando seu nome.

**

- Ai, como eu me enchi! - Harry soltava um arroto, enquanto passava a mão na barriga.
- Tom, o telefone ta tocando. - Dougie cutucou o amigo.
- Ta bom. Fuck! - Ele levantou e foi atender. Ele não falava nada, só escutava e balançava a cabeça, todos os três que estavam na sala ficaram olhando o garoto. Ele desligou o telefone, pegou o casaco a chave do carro.
- Dudes, era a no telefone, disseram que precisam de nós lá na casa delas e que era urgente. E falaram que precisam principalmente de você, Harry.
Todos olharam para o garoto que ao ouvir o amigo, arregalou os seus olhos azuis.

**

- , deixa a gente entrar. - batia na porta preocupada, a garota chorava alto.
- Chegamos. - Danny veio ofegante. – Oi, girls.
- Então, o que aconteceu? Cadê a ? - Os olhos de Harry mostravam medo. As garotas apontaram para a porta trancada.
- Harry, eu acho que só você para tirar ela daí de dentro. Ela está chorando umas três horas. Eu sei que vocês brigaram, mas ela não responde para nós e pensamos que, talvez, você fosse a nossa salvação. - falou ao garoto. Judd ficou encarando a porta por alguns minutos.
- Vai, Judd. Fala alguma coisa. - Dougie empurrou o amigo.
Ele colocou o ouvido na porta e escutava a garota chorando, partia seu coração ouvi-la daquele jeito.
- Espera... ? - Quando ele falou com ela, não se houve mais nenhum choro. - ? É o Harry, pode abrir a porta? - Ele tentou de novo. De repente a porta foi destrancada, os amigos olharam aliviados. Os seis resolveram descer e ficar na sala conversando.
- Ainda bem que o Harry conseguiu tirar ela de lá. - falou passando as mãos no rosto.
- É verdade. - Os amigos concordaram.

DIN DON
- Oie. - Matt falou sorridente ao ver .
- Oie, perdido. - Ela fez menção para os outro entrarem.
- Como vocês descobriram a nossa casa? - perguntava com os olhos arregalados.
- A gente perguntou para os guris aí. - Charlie respondeu se jogando no sofá.
- Cadê o Harry e a ? - James perguntou com cara de safado.
- Não pensa merda, James... - Dougie explicou o que estava acontecendo.
- Ei, , o que aconteceu lá na faculdade? - Matt perguntava meio apreensivo.
- Então, Matt, você vai me ajudar a fazer um trabalho de 100 páginas para quarta-feira.
- Mas... É para a próxima, né?
- Não, e não adianta dar desculpa esfarrapada. E o senhor vai recuperar meu celular.
- Shit! Ta bom, a gente faz o trabalho amanha as...
- Seis da tarde, você passa aqui em casa.
Matt concordou. Dougie estava com ciúmes, mas não sabia por que; era apenas sua amiga nada mais, mas bem que ele queria, ele sentia esse sentimento crescer cada vez mais.
- Querem algo para beber? Água, cerveja suco? - oferecia aos meninos que pediram cervejas.
Estavam bebendo e conversando e rindo de piadinhas sem graça que Danny fazia. Do nada ouviram alguém descendo as escadas, e viram Judd e juntos. Eles desciam as escadas rindo. A garota estava toda vermelha, conseqüência das horas de choro.
- E aí, ? Tudo bem? - Danny perguntou berrando o apelido dela.
- Estou melhor, obrigada. - Sorriu a garota.
- É isso que a gente quer ver, xuxu. O sorriso colgate nesse seu rosto. - abraçava a amiga e fez ela sentar ao lado de Harry.
Eles conversaram e riram, comeram pipoca. Tentaram convencer e as garotas a fazerem caipirinha, mas elas fizeram. Não queriam, mais tarde, ter de cuidar de sete meninos bêbados.
- , você quer sair comigo no sábado? - James perguntou ao ouvido da garota que estava ao seu lado.
- Sim. - Ela respondera com um sorriso enorme.
- Nós temos que ir. , até amanha.
Os meninos se despediram das garotas e os mcguys fizeram o mesmo.
- , já que o Matt cortou o nosso clima aqui, amanhã te ligo. Tchau. - James beijou a garota na bochecha e saiu pela porta junto com os outros.



Capítulo 6


- Harry, a pergunta que não quer calar: como você tirou a do quarto? - Tom perguntou lançando um olhar de interessado ao amigo.
- Eu... Não sei.. Tipo.
- Pára de gaguejar e fala de uma vez. - Danny deu um tapa no braço do amigo.
- Tá. Tá bom, bando de curiosos. Eu entrei no quarto e vi ela deitada na cama com a cara enterrada no travesseiro, ela estava chorando bem baixo. Eu sentei ao lado dela e depois de um tempo ela se sentou também. Me abraçou e começou a me pedir desculpas, pois a gente tinha brigado, eu afastei ela e pedi para me contar o que havia acontecido, ela hesitou primeiramente, mas depois me contou. Daí, ficamos um tempo lá, fiquei consolando ela que não parava de chorar. Perguntei qual era a musica preferida dela daí ela falou “Walk in the Sun”, comecei a cantarolar a musica e ela se acalmou um pouco. - O garoto terminou já cansado, e vieram mais perguntas.
- Mas, afinal, qual era o problema? - Dougie perguntou curioso.
- Porra, se curiosidade matasse, vocês estavam todos mortos. Com tudo, eu vou contar para vocês, mas não falem para ela que eu contei - os meninos concordaram com a cabeça olhando para Harry que continuou. - Ela brigou com o Lucas. Porque ela foi a casa dele e quem atendeu foi outra mulher, ele tentou se explicar, disse que estavam discutindo um caso, ele é advogado, tão lembrados? Ela ficou meio assim, tinha quase certeza que ele havia traído ela, ele a xingou de burra e doida. Daí de algum modo eu entrei na história, ele chamou eu e a de trouxa, de certo ele ficou com ciúme de mim, disse que eu e ela éramos um par perfeito e que somos feito um para o outro.
- Que guri idiota. A é gente boa. - Dougie falou fazendo careta.
- E que gente boa. - Danny falou, e levou um olhar sério de Harry.
- Ele que se dane. Eu não gosto de ver ela desse jeito. Me parte o coração.
- Você realmente se importa com ela, né, dude? - Tom perguntou ao amigo com um pequeno sorriso.
Harry concordou com a cabeça. Ele realmente gostava dela, nunca havia se sentindo assim sobre uma garota, nunca se apegara deste jeito, principalmente porque ela era uma fã. Ela e as amigas já haviam deixado isso bem claro.

**

- Oi, Matt. Entre. - abriu espaço para que o garoto passasse.
“Wow. Como ela esta bonita.” Foi a única coisa que ele conseguiu pensar ao vê-la.
- Então, vamos começar. Você faz a introdução, e eu o desenvolvimento e a conclusão.
Matt e foram para o quarto da garota. estava sentada na escrivaninha pesquisando as coisas para o trabalho.
- Matt, vou imprimir isso e você faz a introdução a partir disso. - falou entregando uma caneta, uma folha branca e a outra que foi imprimida.
Depois de três horas fizeram um trabalho, qual o professor pelo menos levasse em consideração.
- Então, Ju. É isso. - Matt sorria bobo na porta.
- Então, até algum dia. - deu um sorriso, e antes que pudesse fechar a porta, sentiu Matt a puxando pela cintura e sentindo a respiração do garoto perto de seu rosto e logo em seguida os lábios dele encontravam-se com os seus. não deu muita pilha e quebrou o beijo depois de um minuto.
- Desculpe, . Mas eu não consegui me segurar. Tinha que ver se você sentia o mesmo por mim.
- Não, Matt, eu que tenho que me desculpar, não é você, sou eu, você é um cara legal e tudo, mas eu...
- Tudo bem, eu entendo. Você não tem que se explicar. Eu sei que você gosta do Dougie.
- Caham... Como...? Por favor, não conte pra ele. Mas como...?
- Eu vi o jeito que você olha ele, e te digo que ele sente o mesmo por você, e que ele é um cara de sorte por ter uma garota como você a fim dele. Não se preocupe, eu não irei contar.

**

A semana passou rápido para todos.
Depois do acontecimento com , eles não se falaram mais, apenas e James tinham se visto.
entregou o trabalho, que não se sabe como, mas o professor ficou impressionado com ele. já havia deixado a par dos acontecimentos durante o trabalho, deixando as amigas de boca aberta.

**

- Caneidions! Cadê o meu short? - procurava desesperadamente pela roupa.
- O que foi, xuxu? - entrou no quarto que já estava todo revirado.
- O meu shorts sumiu!
- Não, baby, não sumiu. Eu usei ele na quarta! - entrou no quarto rindo.
- E cadê ele?
- Calma, dude. Tá aqui.
- Ai, valeu, . - colocou o short xadrez e uma blusa pólo branca, pegou um scarpin preto e se enfiou no banheiro.
- Que correria toda é essa? - entrou no quarto da amiga.
- Ela tá se arrumando, vai sair com o James hoje. Esquecida! - deu um tapinha no braço da amiga.
- Nossa, é verdade! Já tinha me esquecido.
- E aí, estou bonita? A roupa tá legal? A maquiagem tá muito exagerada? E o cabelo? Preso ou solto?
- Calma, . - falou rindo com cara de assustada.
- É, xuxu. Tá bem hot! - fez joinha para amiga.
- É, também concordo. Mas isto tudo para sair com o James? E o Danny, como fica? - perguntou.
- A , é do James Bourne que estamos falando. E a gente só vai sair como amigos.
- É? E ele sabe disso? - perguntou levantando a sobrancelha. - A nossa amiga , aqui, fazendo o trabalho ganhou uns pegas.
- Cala a boca, . - deu língua para a amiga.
- É... Bem... Claro que ele sabe.
- É, senhorita , você não abre os olhos, não. - balançava a mão para a amiga.
- Vocês sabe que o Danny vai ser sempre O MEU FAVORITO. - falou dando ênfase nas últimas palavras.
- Sim, mas o James não. Então trate de não dar muito pilha pra ele. Se mostre interessada apenas na amizade dele. APENAS NA AMIZADE. Entendeu? - repetiu a frase para ver se a amiga capitava. – Porém, boa sorte.
DINDON.
- Vai lá! - As três falaram dando tapinhas na amiga.
- Oi, James. - O garoto ficou ali parado olhando a menina na porta.
- O-o-oi, . - O menino falou gaguejando, e saindo um pouco de transe. Ela estava realmente muito bonita, apesar de estar com uma roupa simples. Ele se segurou para não agarrá-la ali mesmo.
– Então... Vamos? - falou um pouco encabulada, notou do jeito que o amigo tinha olhado para ela.
- Claro. Venha, meu carro está ali.
- Aonde você vai me levar?
- É surpresa.
- Ah, seu chato. - mostrou a língua para o menino. Como ele adorava aquele jeito espontâneo de : sempre alegre, e divertida.
O silêncio tomou conta do carro. James estava sempre olhando de canto para , que estava batucando em sua perna.
- James, posso ligar o som?
- Pode sim.
Ela ligou e começou a tocar uma musica do Arctic Monkeys.
- A gente tá chegando? Estou agoniada já.
- Calma, curiosa. Já estamos quase lá.
Os dois foram se soltando ao tempo. Conversando, rindo e cantando.
- , feche os olhos?
- Tá bom. Mas para quê?
- É surpresa.
James riu e saiu do carro abriu a porta de e a tirou do carro com suas mãos tampando os olhos da garota.
- Vou contar até três, daí vou tirar as mãos. Um, dois, três!
se espantou quando viu aquilo. Ele havia levado ela no St. James Park, nele havia uma mesa para dois com velas e rosas ao chão.
“Nossa como está lindo. Ai, meu Deus, ele quer alguma coisa a mais comigo, só pode ser. O que eu faço? Como falo para ele que não quero nada a mais do que a amizade?!” pensava ainda sem nenhuma reação.
- Gostou da surpresa? , você está bem? - Ela sentiu a mão do garoto tocando seu rosto o que a tirou do transe.
- Desculpe! Amei, está tudo muito bonito. - deu um pequeno sorriso. Lembrou do que tinha lhe dito.
A noite estava realmente muito linda; a lua estava grande e o céu muito estrelado.
- Venha se sentar. - assentiu com a cabeça e foi até a cadeira. - Eu e os garotos adoramos vir aqui à noite, espairecer os pensamentos. Nosso lugar preferido.
- E, agora, com certeza um dos meus também.
- Fico feliz que tenha gostado.

**

- Tom, podemos ir aí na casa de vocês?
- Pode sim, .
- Muito obrigada. Daqui a pouco estamos aí.
- De nada amor, até.
sentiu borboletas no estomago quando ouviu Tom a chamando de amor. Não deu muito importância, talvez tenha sido apenas um friozinho na barriga.
- E aí... Vamos poder ir? - perguntava com os olhos arregalados.
- Sim.
- Eba! Vou lá me arrumar.
subiu as escadas “voando”, para o seu quarto.
- , você vai querer ir?
- Não sei, , acho que não. Vou sair e dar umas voltas pela cidade.
- Tá bom, mas olha o que você vai fazer. - falou lançando um olhar de como soubesse o que ela tinha em mente.
- Então, eu acho que você já sabe o objetivo desta volta. Depois desse olhar que você me mandou, parece até que leu minha mente. Mas vou querer falar pra vocês duas. Peraí! ! Desce um pouquinho! Quero falar com vocês – ela gritou.
- Caramba, que goela, . - apenas riu do comentário da amiga. Ela tinha gritado muito alto mesmo.
- Cheguei , cheguei. Fala aí, dude.
- Tá, vou falar o que vou fazer hoje de noite. Vou lá à casa do Lucas...
- Não. Na-na-ni-na-não! Você não vai pedir desculpas para aquele trouxa.
- Posso terminar?
- Desculpa.
- Vou lá falar com ele. Nada de pedir desculpas, não se preocupe, . Vou terminar com ele. Descobri que com ele não estou feliz, e isso só vai fazer eu sofrer mais ainda por causa do Harry. Afinal meus sentimentos por Harry, talvez, sejam maiores.
- É o melhor que você faz, ! Mas os seus sentimentos pelo Judd... COM CERTEZA são MAIORES! - abraçava a amiga como um sinal de aprovação da ação da amiga, estava feliz que ela iria assumir de uma vez por todas seu verdadeiro amor. Ela sabia que o sonho da amiga era ter Harold Mark Christopher Judd para ela, que ele fosse dela, o seu mcguy dos sonhos.
- Eu sabia que você era mais Judd. - se reuniu ao abraço.
- Sempre, né, honey? Sempre. - fez cara de óbvio.


Capítulo 7


- Dudes, elas estão vindo para cá.
- Não brinca, Tom. - Harry estava no sofá vendo tevê.
- Não estou brincando. Levanta e ajuda a limpar essa bagunça toda. Vocês dois também.
Os três se levantaram e começaram a limpar a casa.
- Nossas brasileiras estão para chegar.
- Você quis dizer , não, Danny?
- Então, eu acho que sim. Acho não. SIM! E você a , Poynter.
- É, eu sei, eu admito de primeira, não tenho que pensar. Ah, desculpa, você não sabe o significado desta palavra. - Danny mostrou o dedo do meio para o amigo. - E o Harry a . - Dougie continuou.
- Há-há-há, engraçadinho. Ela tem namorado.
- Mas eles estão dando um tempo... Não?
- Estão?
- Eles brigaram, anta velha.
- De qualquer jeito... Continuando, o Tom está esperando a .
- Quem? - Tom perguntou fingindo não ter escutado.
- Não se faz de desentendido, Fletcher. - Harry jogou um almofada no amigo.
DINDON
- Chegaram! - Danny levou um susto.

**

- Aquele dia foi muito legal. Me lembro como se fosse ontem. - ria que se acabava. Estava contado uma história de quando era pequena.
- Ai, , adoro esse seu jeito espontâneo, esse sorriso, olhos.
- James, por favor...Não me faça...
- Não, deixe que eu tomo a iniciativa.
- Não. James! Eu... Eu gosto de você apenas como amigo. É pelo Danny que sinto algo mais.
Quando falou aquelas palavras o brilho que havia no rosto de James desapareceu aos poucos, sabia que talvez levasse um fora, mas não daquele jeito.
- Me desculpa, James. - Ela não queria que tivesse contado assim.
- Não, não precisa se desculpar. Eu sabia que teria uma resposta, mas não assim, tão na lata. - viu uma lágrima descer pelo olho do garoto.
- Ai, desculpa mesmo eu sou uma grossa. Eu fiquei dando esperanças, não queria que tivesse sido assim, acredite em mim, de qualquer jeito menos assim, é o meu jeito. Não chore, James. - se levantou e abraçou o amigo. Ele realmente tinha se apaixonado por ela, à primeira vista.
- Desculpe, não deveria estar chorando. - James secava as lágrimas.
- Não tem problema. Hey, mas podemos ser amigos ainda, não é?
- Claro que sim, . - James lhe eu um beijo na bochecha.
- E outra coisa. Sobre o Danny não conte para ele.
- Que você gosta dele? Pode deixar eu não farei. Você tem minha palavra.

**

- Cadê a ? - Danny perguntou não vendo a garota.
- Foi resolver seus casos de vida amorosa... - Harry ao ouvir aquelas palavras da boca de se sentiu muito triste. “Mesmo depois de tudo que ele fez com ela, ela ira voltar com ele? Não é a garota que eu pensei que fosse.” Harry pensava. - Ela vai terminar com ele.
- Como? - Harry pulou de felicidades por dentro ao ouvir aquilo.
- É, ela vai terminar com ele.
- E a ?
- Você é curioso, hein, Jones? Ela saiu com o James apenas como amigos, não se preocupe, Danny.
- Viu, eu te falei. - Dougie falou alto fazendo todos olharem para Danny e rirem.
- Parem de rir, poxa. E você, Poynter, não tinha que contar nada, tapado.
- Ah, tudo bem. Mas eu te garanto que um pé na bunda você não toma. - falou como um impulso. - Ops, falei o que não tinha que falar.
- Viu, viu? - Dougie ainda ria.
- Tom, por que você não fala com a ? - estava sussurrando para ele.
- Não sei. Como você sabe?
- Todo ser do universo já sabe.
- Vou lá ver a . Posso? - Harry perguntou com medo de receber um não.
- Pode sim, Judd. Mas você vai ter que esperar ela chegar.
Harry pegou a chave do seu carro e foi para o condomínio.

**

- Lucas, pare de agir deste jeito. Parece que nunca terminou com alguém.
- Você não é só alguém, você é o MEU amor.
- Lucas, você não pode me forçar a gostar de você. Entenda isso. O que eu sentia por você mudou completamente. Depois da briga e antes também.
- Por quê? Me diz por quê? - Lucas começou a chorar.
- Eu já sofri demais por você é isso, eu ia viver levando chifres. E não diga que não porque é. Eu vi você com outras mulheres.
- Mas eu não queria. Diante delas você é a que mais me interessa a que eu mais amo. - Ele falava de joelhos segurando a mão de , que não hesitava em segurar a do menino, que chorava sobre ela.
- Então, por que você ficou com as outras? Se eu que lhe interessava mais, se era eu que você realmente amava? Por que você não deu mais valor, porra? - Lucas se levantou e sentou no sofá com as mãos no rosto.
- EU NÃO SEI... INSEGURANÇA. TINHA MEDO DE TE PERDER PARA O HARRY.
- Me desculpe, Lucas, mas isso não é motivo nenhum.
- Confesse, , um pedaço do motivo de você estar terminando comigo é ele não é?
- Já que você quer ser sincero... Sim.
- Então, tá bom. Se é assim que você quer. AGORA VÊ SE ME ESQUECE, ME DESCARTA DA TUA VIDA, PARA MIM VOCÊ NÃO EXISTE MAIS, E QUE SEJA O MESMO PARA VOCÊ. AMIZADE O CARALHO, NÃO QUERO MAIS NADA VINDO DE VOCÊ. - Lucas colocou as mãos sobre a cabeça, chorava como uma criança que tivera o doce roubado de suas mãos.
- Tá bom, se é assim que você quer. Digo o mesmo, então. Tchau. - tirou a aliança do dedo colocou na mesa, deu um beijo na cabeça de Lucas, e sentiu que ao fazer aquilo ele chorou mais ainda, se era possível. Mas ele deu uma grande soluçada, e escutou caminhar até a porta e fechá-la.

**

chorava enquanto ia de volta para casa; não iria à casa dos meninos, não queria aparecer lá toda vermelha, por ter chorado de novo. Sentiu-se mal quando viu Lucas chorando, ele era seu amigo. Era.
Estacionou o carro na garagem e quando chegou à frente de sua casa, viu Harry sentado no chão esperando por ela, talvez.
- ! Você está bem? - Harry perguntou se levantando, vendo que a garota estava chorando um pouco.
- É, posso dizer que sim.
- Ah, , não fica assim. Vem cá. - Harry a puxou e a abraçou com força. fechou os olhos e o abraçou também. Ela deu graças por estar abraçada naqueles braços, daquele menino, que lhe passava segurança, confiança e a aquecia como nunca. E chorou um pouco. - Você quer entrar? - Harry perguntou limpando uma lágrima no rosto da garota. Ela balançou a cabeça tirou da bolsa a chave da casa e eles entraram.
- Quer alguma coisa para beber?
- Não, pequena. Obrigada.
- Vocês não têm show para fazer essa semana? - tentava puxar assunto, queria se distrair um pouco. Os olhos de Harry já ajudavam bastante.
- Não, estamos em um tipo de férias.
- Hm...
- O que foi? Tá com vergonha de conversar comigo?
- Não, não é nada. - deu um sorriso de canto. - É que eu gosto da sua presença, você me acalma. - sentiu os olhos de Harry atravessá-la, então deitou no colo dele.
- Que bom que a minha presença te dá essa sensação de segurança, . - Harry falou com um grande sorriso no rosto, e começou a passar as mãos no cabelo da garota.
- Você não quer dormir aqui? Não tô querendo ser atirada nada.
- Não precisa se explicar. Mas gostaria sim, pequena.
Eles botaram a conversa em dia, e ambos davam leves indiretas. Com o tempo caiu no sono no colo de Harry.
- Meu Deus, o que é isso? - falou sussurrando.
- Shiu! Ela tá dormindo, e eu vou dormir aqui, tá bom?
- Tá bom. Mas ela te convidou para dormir?
- Sim, é que ela terminou com o Lucas.
- Hm, é verdade. James, entra um pouco aí.
- James? Dude, o que você tá fazendo aqui?
- Eu e a saímos juntos. Mas não pensa merda, não.
- Calma, eu sei. Você não faria uma coisa dessas com o Danny.
- Aqui tá o copo da água. Harry, você não quer levar ela para dormir?
- Quero sim.
- O quarto dela é o penúltimo à direita, resumindo: o mais organizado.
- Tá bom. Boa noite. . James. – Harry pegou no colo subiu as escadas e foi até o quarto da garota e a tampou. Tirou sua própria blusa e seus tênis e se deitou com a menina.
- , eu vou indo.
- Tá bom, então. Obrigada por tudo. E desculpa.
- Ei, você prometeu que não ia mais pedir desculpas. E eu é que agradeço. Beijos.
Dez minutos depois que James saiu, e chegaram em casa com os outros três McGuys.
- , cadê o Harry?
- Lá em cima com a , ele vai dormir aqui.
- Ah, Harry ligeiro. - Danny fez cara de safado.
- Nada disso que você pensa, Jones. Eu encontrei eles aqui no sofá com a tevê ligada e a dormindo, ela convidou ele para ficar. Deixa eles que eles já devem estar dormindo.
- Tá. Então, obrigada, meninos, a noite foi divertida.
- De nada, garotas. Sempre que quiserem apareçam. - Dougie , Tom e Danny deram beijos nas meninas e foram embora.
- Hey, , eu sei que você já saiu hoje, com o James, mas você não quer sair comigo amanhã?
- Como... Sim, eu aceito, Danny boy. Boa noite.
- Porra, que mel é esse, guria? - perguntava com cara de abobada.
- Não é mel, é poder.
- Não se acha, . - deu um tapa no braço dela. – Hey, que tal a gente dar uma olhada na ?!
- Ela está lá com o Harry...
- Vamos, ? Por favor?!
- Tá bom.
As três amigas subiram até o quarto da amiga, e encontraram a porta entreaberta. Colocaram as cabeças para dentro, formando um tipo de escadinha.
- Ai, que fofo! - As três exclamaram juntas quando viram Harry e juntos, dormindo. - Eles ficam tão bonitinhos juntos.
- Concordo com você, .
- Eu também. - sorria boba, tinha acabado de pensar no Danny,e que no outro dia iria sair com o SEU McGuy.

**

- Quem tá me ligando a essa hora? - acordou esfregou os olhos e sorriu ao ver Harry deitado ao seu lado. - Alô?
- Oi, posso falar com ?
- É ela, quem fala? Quem gostaria?
- Mana! É o Kaio!
- AI, MEU DEUS! KAIO!
- , está tudo bem? - pediu para que Harry esperasse.
- Mana, que saudades!
- Eu também. Faz tanto tempo... Como você tá?
- Eu tô bem. Mas, ei, adivinha onde eu estou?
- Aonde?
- No aeroporto de Londres! Quer vir me buscar?
- Já to indo. Beijos, até.
- Vai, Harry, se troca que a gente vai sair.
- Que berreiro é esse? - , e entraram no quarto da amiga.
- Não sei. Ela me acordou com esse berro. E agora ela está aí, correndo pra lá e pra cá. - Harry olhava assustado para .
- Meninas, o Kaio está no aeroporto. Vamos lá buscar ele?
- VAMOS! - As três amigas berraram.
- Harry, você vem com nós, né? - fez cara de pidona.
- Com essa carinha linda, eu não posso dizer não. - Harry apertou as bochechas de deixando-a sem graça.

- , aqui! - Kaio balançava os braços freneticamente no ar, para ela localizá-lo, o que não era necessário, pois ele estava realmente diferente. Estava alto, e com o porte físico bem bom.
As quatro garotas correram até ele.
- Que saudades, Kaio! - Todas abraçavam e apertavam ele.
- Amor, demais. Amor, demais!
- Nossa, Kaio, como você esta... Alto e forte. - disse impressionada olhando para o amigo.
- Gurias, como vocês estão GATAS! - Kaio fez uma forma de violão com as mãos.
- Caham...
- Desculpa, Harry. - puxou o menino. – Kaio, esse é o Harry. Harry, esse é o Kaio.
- Harry? Harry. Não é o baterista da banda que vocês amam? E ele era o que você sempre quis conhecer, ? E elas falavam dos outros que eu lembro.
- É verdade, ? - Harry ficou meio abobado ao saber que sempre quisera conhecê-lo. - E vocês, meninas, de quem falavam?
- Deixa que essa eu respondo. - Kaio falou todo empolgado. - A falava do Tom, a do Dougie, e a do Danny. E a minha maninha aqui falava do você.
- Que vergonha, dude. Pra que, Kaio?
- Ai, , por que ficaram vermelhinhas?
- Então... Vamos? A gente liga para os outros passarem na casa de vocês pode ser?
- Claro, Harry! - e falaram ao mesmo tempo.

**

- Gurias, que condomínio, hein?! Tá chique o negócio aqui.
- O seu quarto é lá em cima, e tem um probleminha: você vai ter que passar o dia sozinho.
- Por que, ? Vocês não me querem aqui? - Kaio fazia doce.
- Não, não é isso. A gente te quer aqui, mas nós temos faculdade.
- Mas não tem problema, dude, você pode passar comigo e os outros lá em casa.
- Mas vocês têm seus ensaios, shows e noites de autógrafos. Não quero incomodar.
- Mas não vai incomodar. Você pode ir com nós, vai até gostar, tem um monte gatinhas e essas coisas.
- Não se acha, Judd. - deu um pedala no menino.
DINDON
- E aí, dudes?
- Oi, Dougie. - foi abraçar o garoto.
- Então, vamos fazer o quê? Já que vocês nos acordaram cedo. - Danny reclamava.
- Cedo, Jones? São meio dia e quarenta e cinco. - dava uma bronca em Danny. - Mas apesar de tudo, vou apresentar vocês. Kaio, esses são Danny, Dougie e Tom. Guys, esse é o Kaio, veio lá do Brasil para nos visitar. - falou enquanto abraçava o amigo.
- E, ele vai passar os dias com nós. Temos que fazer ele aproveitar o máximo, por que só vai passar uma semana aqui em Londres.
- Pode ser, então. Daí, você vai ao show que vamos fazer em Bolton.
- Mas só se eu não for incomodar.
- Dont worry, dude. - Dougie fazia joinha para Kaio.
- Então já é. Duda.
- Se fala “dude”. - Tom ria.
- D-u-d-e.
- Aí, isso mesmo, Kaio. Ei, vocês não querem almoçar aqui?
- Pode ser. - Harry respondeu pelos outros.
- Mas eu vou te ajudar na cozinha, .
- Tá bom, Tom.
- Ei, alguém ai quer caipirinha? - fazia cara de “Vamos, digam sim, porque eu tô querendo uma”.
- Sim. - Alguns responderam.
- Danny? ? Vocês estão bem? - passava a mão na testa dos dois.
- Estamos, por quê?
- Vocês rejeitaram caipirinha... - Harry falou como se fosse óbvio.
- É que hoje eu tenho um encontro.
- Pois é, Danny. Que horas você vem me buscar?
- Às sete e meia. Pode ser?
- Pode.
- Mudando de assunto... Vamos lá fazer o almoço, ?
- Vamos.
- Eu já to terminando a caipirinha. - veio equilibrando em uma bandeja alguns copos e a jarra cheia de caipirinha. – Cheguei! - Todos se serviram e se entreolharam.
- , tem algum CD bom aí?
- Acho que sim, Kaio, me deixa procurar. - foi até a estante e começou a procurar.
- Põe esse aqui. - mostrou um CD para a amiga, que colocou no som.
- Aí, ! Escolheu bem! - começou a dançar o funk que tocava.
Harry, Dougie e Danny não tinham a menor noção do tipo de música que estava tocando, mas era uma música que tinha uma batida que contagiava. Eles olharam , , e Kaio dançando, e foram tentar imitá-los.
Os quatro olharam os outros três garotos tentando dançar e começaram a cair na gargalhada.
- Meu Deus, Harry, pára, pára de “dançar”. Vem aqui que eu vou te ensinar como é que se faz.
- Para de rir, . Afinal, que tipo de música é essa?
- É funk. Música típica do Brasil. Vem, Danny, que eu também vou te ensinar.
- Tem alguma coisa que anima e contagia, dude. - Dougie falou sorridente enquanto ensinava ele a dançar.
- Harry, vem arrumar a mesa. - Tom berrava da cozinha.
- Não enche, Tom, eu to aprendendo a dançar.
- ! - berrou da cozinha.
- Fala.
- Arruma a mesa, por favor.
- Tá bom, . Vou lá arrumar a mesa, Harry, já volto.
- Então eu vou com você.
- Mas você falou para o Tom que não ia arrumar.
- Mas agora eu quero. Ei, Kaio, vem junto se não você vai ficar de vela.
- Tá bom, tá bom.

- , vê se tá bom o molho. - Tom trazia uma colher até a boca da garota.
- Tá uma delicia. Nossa, não sabia que você cozinhava tão bem!
- Nossa, existe pelo menos alguma coisa que alguma fã não saiba.
- Ah, é bom saber que eu sou só mais “alguma” fã, Fletcher. Muito obrigada.
- Não fica bravinha, amor...
- Nem vem, Tom, fiquei magoada. - desligou o fogão.
- Vira aqui. - Tom pegou nos braços da garota, fazendo-a se arrepiar, e virou-a para ele. - Você sabe que eu te amo. - A cozinha ficou num silêncio profundo.
- Opa, desculpa. Só quero avisar que a mesa já esta pronta. - , Harry e Kaio entraram na cozinha. Tom e nem fizeram menção de olhar para eles.
Os dois se entreolhavam como se nunca mais fossem se ver; como se fosse o reflexo um do outro em um espelho. Tom sentia a respiração acelerada de próxima ao seu rosto. “Nossa ela fica tão linda assim”, Tom se perdia em seus pensamentos. “Ai, meu Deus, Tom Fletcher a fim de mim?! Impossível”, pulava de felicidade por dentro.
Tom não agüentou mais nenhum minuto, e “roubou” um beijo da garota. Primeiramente ela ficou assustada, mas depois se entregou ao momento.

- Meu, eu não agüento mais dançar. A caipirinha acabou e eu estou morrendo da fome. - Kaio reclamou, e riu, ao ver Harry e sentados um ao lado do outro, de uma maneira bem estranha, como se estivessem com vergonha, enquanto Danny sussurrava alguma coisa para , fazendo-a rir. E Dougie e estavam no maior papo.
- Tá reclamando do quê, dude? - Tom e vinham da cozinha, um tanto vermelhos.
- A comida já esta pronta, vamos lá? - falou com um sorriso de orelha a orelha.
Todos foram para a mesa e começaram a devorar o almoço.
- Dude, esse macarrão com almôndegas tá uma delícia. - Danny pegava mais um pouco do macarrão.
- A lasanha tava uma delícia. - tomava um pouco de suco.
- Concordo contigo, mana. - Kaio falou batendo na perna da garota, como fazia antigamente.
- Eu também, . - Harry disse colocando a mão no seu ombro; ele ficou meio enciumado ao ver Kaio batendo na perna da menina.


Capítulo 8


- , por que o Tom te deu um selinho quando foi embora? - perguntou a amiga que estava no sofá.
- Eu fiquei com Thomas Fletcher.
- , pára, né?! Parece que nunca ficou com ninguém. - Kaio falou sério.
- , que LINDO! - As três amigas berraram juntas.
- Nossa...
- Ai, Kaio. É que tipo... Nossos sonhos se tornando realidade. - abraçou a amiga.
- Tá Mudando de assunto, quem vai me levar para conhecer Londres?
- Não da Kaio, vou sair com o Danny. - falou com um sorriso bobo no rosto.
- Eu vou ficar em casa. - disse meio abalada ainda.
- Eu tenho que terminar um trabalho. - falou subindo as escadas.
- Tá, eu levo você Kaio.
- Valeu, , porque essas pessoas não me querem aqui.
- Hahaha.Vou lá me trocar e já volto.
- Tá ferrado! Ela vai demorar pra caramba. - ria.
- É mentira, vai ser rapidinho.
- Viu? Eu falei pra você que ia demorar. - estava com e Kaio vendo tevê.
- Deu. Tô pronta, vamos?
- Para quê se produzir toda?
- Nunca se sabe com quem você vai se encontrar, né? Tchau, mais tarde a gente se vê, e a senhora cuidado com o que via fazer com o Danny-boy, hein?!

**

- Dude, eu estou com a minha garota. - Tom fazia uma dancinha.
- Não perde tempo, hein, Tom?! E hoje a noite será a minha vez. - Danny se vangloriava.
- E o Harry e o Dougie estão chupando o dedo. - Tom apontou para os amigos e começou a rir, o que levou Danny a rir também.
- Ei, vocês que estão adiantados. - Dougie se defendia.
- Nós respeitamos os limites das nossas respectivas garotas. - Harry fez cara de mau.
- Não, vocês são lerdos mesmo. - Danny ria que se acabava.
- Olha quem fala, né, cérebro de ervilha? - Harry falou rindo. E depois de um tempo todos riam sem parar. - Vou lá à cozinha pegar cerveja, quem vai querer?
Todos aceitaram. Eles passaram a tarde inteira ensaiando e enchendo a agenda. Já sabiam que iriam ter que cortar as saídas com as garotas por um tempo, mas poderiam mostrar para Kaio como era legal ter uma banda.
Danny passou a tarde inteira ansioso para se encontrar com . Kaio e estavam andando, ainda, por Londres.
- Dude, eu estou atrasado. Harry!
- O que foi, Danny?
- Empresta o carro?
- Tá bom, mas eu dirijo.
- O quê? Você quer ir no meu encontro com a ?
- Não, anta. A gente vai ficar na casa das garotas. - Tom deu um pedala em Danny.

**

- Ai, calma, . - e tentavam acalmar a amiga.
- Ui, tá bom, tá bom. Tô me acalmando. - espirava e transpirava.
DINDON
- CHEGARAM!
- Oi, . Meu, dude, como você está bonita. - Danny falou alto sem notar.
- Er... Obrigada.
- OPA! Nós viemos incomodar vocês. - Dougie entrou e se jogou no sofá ao lado de .
- Oi, xuxu. - Tom veio e deu um baita beijo em . Todos ficaram olhando. E interromperam eles.
- Caham...
E os dois se soltaram e começaram a rir.
- Tá bom, então. Cadê a ? - Harry perguntou procurando a garota com os olhos.
- Ela saiu com o Kaio. Foi mostrar Londres para ele.
- Ah é?! Vou dar uma volta, já volto. Tchau.
Harry saiu correndo e chamou um táxi.
- Merda, por que eu emprestei meu carro para o Jones?

**

- , como é legal daqui de cima.
- Pois é, eu não tinha andado aqui ainda, de noite. - e Kaio estavam grudados no vidro de uma das cabines do London eye.
- Ei, aqueles não são o Danny e a ?
- Meu Deus, é verdade. Eles ficam tão lindos juntos.
- Ai que romântico! Mas, mana... Me conta a história, como vocês se conheceram? Como, vocês, loucas por eles, conseguiram realizar o sonho de qualquer fã doida não realizaria?
- É uma longa história...
e Kaio desceram do London Eye, cumprimentaram e Danny, e ela começou a contar a história para o garoto enquanto passeavam pela cidade.

**

- , a namora o Kaio?
- Claro que não, né, Danny?! As meninas me contaram que eles são muito amigos. Bem chegados, a ponto de se chamarem de irmãos.
- Mas como? Por quê?
- É que ela me falou que, tipo, ela perdeu o irmão dela de dezoito anos quando ela tinha quatorze anos, mas ela tem uma irmã gêmea também, a Amanda.
- Que ruim perder um irmão, e tão novo assim. Mas pelo menos ela tinha a irmã gêmea, né?! E ela não vem pra Londres?
- Ela tá na faculdade e não curti muito trancar ela agora, para vir pra cá, mas eu acho que no aniversário da ela vem. Mas vamos trocar de assunto.

**

Harry ainda andava de táxi por Londres procurando e Kaio.
- PÁRA! - Harry berrou para o motorista quando viu os dois entrando em uma padaria.
- Meu caro senhor, seria bom se você nunca mais berrasse deste jeito. - O motorista falou com ar de sério.
- Me desculpe. Está aqui o dinheiro, muito obrigado por me suportar.
Harry desceu e foi até a padaria onde se encontravam os dois amigos, viu Kaio se sentando e indo até a o balcão encontrar algo para comer.
- Harry?! É você, dude? - Kaio perguntou meio hesitante.
- Kaio, nossa que coincidência! Você está sozinho?
- Não, estou com a .
- Harry?! O que você está fazendo aqui?
- Vim comer algo... Você se importa de eu me juntar a vocês?
- Não, claro que não.
Todas as garotas da padaria começaram a aglomerar na mesa onde se encontrava Harry, e de repente começou a virar um inferno. Todas pediam autógrafos, e fotos, umas ligavam para as amigas, e outras vinham da rua. Do nada uma das fãs agarrou Harry, e com o maior ciúme puxou o cabelo da garota.
- Sai de perto, sua inútil.
- Inútil? Olha quem fala, sua vadia. - A fã respondeu arrogante para , fazendo-a se contorcer de raiva.
- ... Não... - Kaio segurou pelo braço.
- Não vou fazer nada, não se preoucpe.
- Vem vamos embora. - Harry segurou a mão de , e um sorriso se estampou no seu rosto. Os três saíram da padaria, chamaram um táxi e voltaram para a casa das meninas

**

- , tá gostando do encontro?
- Amando, Danny. Tudo. - Os olhares dos dois se encontraram, e os dois ficaram ali se olhando.
- Eu sou o cara mais sortudo.
- Por que, Danny? - perguntou desviando o seu olhar do dele.
- Eu sou... Porque eu te conheci. Eu conheci a menina mais divertida, e linda de Londres. - ficou sem jeito. Eles estavam no Green Park, e a noite estava realmente, a mais linda que Londres podia lhes oferecer naquele dia.
- Cativado pelo jeito que você está essa noite, a luz está dançando em seus olhos, seus doces olhos... - Danny cantava para .
- Tempos como esses nós nunca esqueceremos, ficar fora para assistir ao pôr-do-sol, estou contente por ter compartilhado isso com você. - continuou.
- Você me liberta, me MOSTRA quão boa minha vida pode ser, como isso aconteceu comigo?
- Você quer saber como isso aconteceu com você, Jones? - Danny apenas disse sim com a cabeça. - Porque você é o homem que merece minha alegria, meu carinho, meu amor. - disse e abaixou a cabeça, mas não durou muito tempo e ela sentiu a mão de Danny em seu ombro, botou uma música lenta e a tirou para dançar.
Ficaram ali dançando lentamente.
- ... Eu realmente mereço sua alegria, carinho e o mais importante, seu amor?
- Sim, eu tenho, agora e sempre a certeza do mundo, você merece me ter.
- Você gosta de mim também então?
- Sim, eu gosto, me apaixonei pelo verdadeiro Danny, o por trás das câmeras e da fama, o Danny que eu me apaixonei é querido, fofo, engraçado, amigo e que sempre esteve comigo e sempre vai ter um lugar no meu coração que cresce a cada dia, a cada mês que passamos juntos.
Danny a olhou até as ultimas palavras saírem de sua boca, a boca que ele ansiava beijar a alguns meses atrás. Ele percebeu que gostava dela e que ele tinha que ter o amor dela somente para ele e mais ninguém. Foi quando ele a beijou enquanto dançavam, era um beijo carinhoso, mas intenso, como se nunca mais fossem pará-lo.

**

- Estou preocupada. Já são uma e meia da manha e o Danny não trouxe a ainda. - andava de um lado para o outro.
- Calma, , eles estão bem. O Danny às vezes é apressado, mas com a é diferente ele realmente se importa e respeita ela. - Tom tentava acalmá-la.
- ... Você tá acordada? - Dougie perguntou à garota que estava deitada em seu colo, passando as mãos em seus cabelos. - É acho que não.
- Leva ela para o quarto dela, Dougie. - pediu ao garoto. - O quarto dela é o primeiro, subindo as escadas.
- Tá bom. - Dougie pegou a menina no colo e a levou para o quarto dela. Quando ele abriu a porta se deparou com um quarto onde havia muitos pôsteres de Blink 182, alguns do McFly, e fotos dela com familiares e amigas. Ele viu uma foto onde estava ela, , e o que parecia duas s, ele pegou a foto e levou até os amigos.
- ...Quem é essa menina aqui?
- É a Amanda. Por quê?
- Ela é igualzinha a . - Dougie botou a mão na cabeça.
- É minha irmã gêmea, né, besta?! - disse rindo encostada em Harry e Kaio.
- Deixa eu ver isso... - Harry arrancou o porta retrato das mãos de Dougie. - Meu Deus, idênticas! Imagina se ela estivesse aqui, a gente ia confundir vocês um monte.
- Hahaha. A gente ia confundir mesmo. - Agora Tom olhava a foto.
- Ah, dudes, não é pra tanto. - Kaio disse olhando a foto. - Depois que você as conhece, você vê como elas são diferentes. Mas, ei, quando vocês bateram essa foto?
- Antes da gente se mudar para Londres. Nós fomos em um barzinho e passamos o último dia no Brasil juntas, mas ela vai vir para cá no nosso aniversário.
- Falando em foto... , eu vi a foto de um menino em cima da sua cômoda. Quem é ele? - Harry perguntou curioso, e levou um cutucão de Kaio. E um olhar fatal de . abaixou a cabeça e saiu da sala. - ... O que foi?
- Agora vai lá se resolver com ela. - Disseram Kaio e .

**

estava deitada na cama de seu quarto olhando a foto a qual Harry havia comentado. Chorava sobre ela, e às vezes sorria.
- Posso entrar? - Harry abria a porta devagar para não acordar . – , desculpa, se aquela pergunta te fez ficar mal...
- Não, Harry, eu fiquei triste na hora. Ele era meu irmão mais velho. Morreu em um acidente de carro. - Antes de terminar de contar o porquê, ela caiu nos braços de Harry. - Eu e ele éramos super ligados, as vezes brigávamos, mas qual irmão não briga? Ele bateu e ficou em coma por um mês e pouco, estava melhorando e morreu perto do aniversário do nosso pai e dele.
- Ai, pequena, desculpa. Se eu soubesse, não teria perguntado. - Harry deitou a garota a abraçou e lhe deu um beijo na testa. - Dorme um pouco, tá bom? - Ela sorriu docemente para ele e fechou os olhos enquanto ele a tampava.

**

- , você fica tão linda dormindo. - Dougie havia subido para colocar a foto de volta no lugar, e se enfeitiçou ao ver a menina dormindo e se debruçou ao lado da cama e ficou a observando, ouvindo sua respiração.
- Hm... Dougie é você?
Ela acordou e deu um susto em Dougie.
- Sim, sim. Mas eu já estava de saída, desculpe.
- Não, volta. Eu estava sonhando ou você estava tocando em meu rosto e me chamando de linda? - perguntou sem jeito.
- Er... - Dougie não sabia o que responder. - É, não era um sonho.
- Por quê?
- Er... É que você, você, você me faz bem, o seu jeito de ser, suas manias, seu modo de viver, seus olhos. - Dougie já estava debruçado novamente no canto da cama, onde a garota ainda se encontrava deitada olhando diretamente nos olhos dele. Ela sorriu, e sentiu os lábios de Dougie encostando-se aos seus. Dougie dera o beijo que sempre quisera experimentar, da garota que ele havia sido enfeitiçado, que sentia o começo de um novo sentimento.

**

- Amém vocês chegaram! - Harry pulou ao vê-los. - A gente estava quase dormindo aqui.
- Vocês sabem que horas são? - Tom reclamava. - Quase três da manhã, Jones! Você sabe que amanhã temos que acordar cedo e ensaiar. Temos show essa semana. - Danny e apenas se olhavam e riam.
- Ah é? E nem para falar, não é, Thomas? - fez bico.
- Eu ia avisar, amor. Agora nós temos que ir. Cadê o Dougie?
- Tô descendo.
- Tchau, . A gente se vê. - Danny dizia um pouco abobado.
- É, a gente se vê. - Eles se deram um selinho. Assim como Tom e , e deixaram a casa.
- É, , amanhã você tem faculdade, e trabalho. Na verdade todas nós temos.


Capítulo 9


- Tom, tá acordado? - Danny batia na porta. - Tom?
- O que, Danny?
- A gente tem que ir à gravadora, e ensaiar, e... Tem um monte de recados do Fletch na caixa postal reclamando porque ainda estamos dormindo e que temos que nos apressar.
- Ai, saco. Acorda o Harry e o Dougie.
- Harry, acorda. - Danny sacudia o menino. - Acorda!
- Tô acordado, tô levantando.
- Tom, só falta acordar o Dougie, pega um balde de água gelada pra mim. - Tom riu maligno e foi pegar o balde. Harry ria já imaginando a cena.
- Vamos lá. - Harry abriu a porta do quarto devagar para não acordar Dougie.
- , não, não vai embora. Fica mais um pouco.
Os três mcguys ao entrarem no quarto do Poynter encontraram-no chamando por , e começaram a rir.
- Oh, Dougie, eu nunca vou te deixar... Eu te amo. - Harry tentava imitar a voz de .
- Eu também te amo. - Dougie fez bico como se fosse beijar Harry, e eles começaram a rir, e jogaram a água gelada nele. - FUCK! O que foi isso?
- “, não, não vá embora... Eu te amo”. - Danny tirava palha do outro todo encharcado.
- Fica sonhando como seria beijar a que chegou a fazer bico para o Harry. - Tom ria descontroladamente.
- Eu não fico sonhando, Tom, eu já fiz acontecer, diferente do Judd.
- Ei, cala a boca.
- Pois é, Harry, o que esta acontecendo com você, dude? Sempre conseguia a garota que queria. - Tom perguntou indignado.
- Porra, Tom! Até você? Meu, mas, dude, vocês não sabem... Ela não é qualquer garota ela é diferente, com ela tudo é diferente. É a primeira vez que me sinto intimidado, deste jeito, por uma garota. É como se ela fosse a condutora e eu o conduzido, ela tem um tipo de feitiço em mim.
- Hm, Judd, totalmente apaixonado. Mas fé, dude, que vocês logo estarão juntos, ela com certeza é a fim de você.
- Valeu, Dougie. Mas vocês também não escaparam do charme das nossas brasileirinhas, hein?
- É, isso eu não nego. - Danny se espreguiçava. - Então, momento Dr.Phil acabou, vamos nos arrumar que o Fletch tá irritado.

**

esperou todos saírem da sala e se dirigiu até a mesa de um dos seus professores de advocacia.
- Sr. Ruan, o trabalho que e o senhor me pediu já está concluído.
- Deixe-me vê-lo, por favor, Senhorita . - O professor olhou para o trabalho em suas mãos seriamente. - Você poderia se sentar...? Vai demorar um pouco. Vou querer lê-lo e comentá-lo com você.
apenas balançou a cabeça e se sentou na cadeira que se encontrava na frente da escrivaninha de Ruan. Ela ficou ali uma hora e meia esperando o professor terminar de ler o bendito trabalho.
- Senhorita ... - meio que levou um susto estava tarde, e ela já estava caindo no sono. - Estou impressionado com a sua objetividade e empenho na minha aula, e é claro na aula dos outros professores. Você tem muito potencial, garota. Deste jeito você vai longe, continue assim.
- Muito obrigado, Sr. Ruan. Fico feliz que meu esforço esteja valendo à pena. - falou com entusiasmo.
- E, senhorita , quero informá-la que em minha aula você já está passada, graças a seus esforços.
agradeceu ao professor e saiu da faculdade mais feliz que nunca. Ficou pensando se os outros professores pensavam o mesmo que Ruan.

**

estava na sala do diretor principal da faculdade, estava sentada na cadeira super nervosa, ela tinha sido chamada pelo diretor mas não sabia o porquê, não tinha feito nada de errado.
- Boa noite, Ricardo. - se levantou e apertou a mão do diretor.
- Sente-se, . Gostaria de falar com a senhorita. Os professores têm falado muito de você, mas não se preocupe, eles falam muito bem sobre você. Eles andaram elogiando muito seu empenho nas aulas e provas, trabalhos... Afinal, tudo que você faz, você as faz com garra e vontade e sempre termina com grandes resultados. Suas notas são as maiores da turma, melhor do colégio. Você se mostra uma pessoa capaz de se transformar em uma ótima médica. Fiquei sabendo que em um de seus estágios você foi a região de crianças com câncer e as fez rir, acreditando que isso as faria se sentirem melhores e realmente fizeram.
- E isso é bom?
- Claro que sim, . Estamos felizes por ter uma pessoa tão bem empenhada e com grande carisma em nossa instituição.
- Obrigado, senhor. Muito obrigada.
saiu da faculdade e se encontrou com umas amigas da faculdade em um barzinho ali perto.

**

- Graças a Deus! Lar doce lar. - se jogava no sofá onde se encontrava vendo E!News.
- O que você esta vendo, meight?
- Os meninos vão dar uma entrevista que vai passar nesse canal.
- Hm, legal. Vou lá fazer pipoca.
- Perdemos alguma coisa? - e entraram juntas em casa, tinham se encontrado na volta do colégio.
- Ah, já sei! O Tom me mandou uma mensagem falando que eles iriam fazer uma entrevista com a Sophie, e um show particular para uma vencedora de um concurso e tal. - respondia a pergunta de .
Elas ficaram uns dez minutos esperando começar o programa. E começou a chamar que estava na cozinha fazendo pipoca.
- , vem rápido que vai começar.
- Já tô indo. Ai, pipoca salgada e doce.
- “Boa noite queridos telespectadores, hoje teremos aqui conosco, em uma entrevista especial e ao vivo a banda mais badalada do últimos tempos McFly.” – Aplausos. -“Olá, garotos.”
- Olá.
- Então, por onde vamos começar? Temos muitas perguntas a serem feitas...
- Que tal começar pelo começo? - Harry falou com um sorriso no rosto.
As perguntas cretinas se estenderam alguns minutos, depois vieram as das fãs, e depois mais alguma das pessoas da platéia.
Uma moça de meia idade perguntou a Danny
- Meu querido, algumas fãs ouviram, não apenas ouviram, há provas de que você andou se encontrado com uma garota, ela é sua nova namorada? - A apresentadora colocou uma foto de Danny e em pé dançando e se beijando no Green Park.
- Puta que merda, olha isso! SOU EU NA TEVÊ.
- Então, ela é o meu mais novo amor, ainda não pode colocar como namorada. Mas espero logo poder chamá-la assim. - Quando escutou aquilo foi um pulo só.
A apresentadora continuou.
- Mas não é apenas o Danny que tem tido alguns casos amorosos, nosso outro vocalista também tem novos amores. Essa seria a na foto onde se encontra Tom e ela em um pub se dando um doce beijo. E parece que nesta também temos não um casal, mas um triângulo amoroso. - Foi colocada uma foto de Harry segurando a mão de e Kaio também segurava. - E o que vocês têm a falar disso, garotos?
- Nada, Sophie, muito obrigada. - Harry e Tom responderam envergonhados e com raiva, não queriam que as garotas fossem expostas deste jeito, elas tinham a vida delas. E Kaio estava junto deles atrás dos bastidores quase se enterrando.
- Mas o quê? Quem essa mulher pensa que é? - ficou vermelha de raiva ao ver a foto dela com Tom.
O programa passou e houve mais algumas perguntas cretinas com respostas cretinas onde os meninos às vezes faziam piadas.
e ficaram todas alvoroçadas por terem aparecido na TV, menos que ainda não havia sido “descoberta” pelos paparazzi.
Os meninos foram fazer o show acústico para as fãs, e Kaio foi junto. Ficou na platéia aonde a maioria eram meninas, alguma, para a surpresa de Kaio, eram brasileiras. Todas berravam como doidas, mas ele notou em uma garota diferente ela estava lá na frente, mas apenas cantava olhando atentamente para os meninos tocando, parecia estar fascinada.
- Olá.
- Oi.
Os dois conversaram um pouco aos berros. Depois foram para trás dos bastidores, onde poderiam se conhecer melhor.
- Nossa, eu pensei que só tinha eu de brasileira aqui.
- Eu pensei que eu era o único aqui, meu! Mas, e aí, por que você não estava que nem as outras fãs?
- Não sei, tipo eu adoro eles, as letras e o jeito que eles cantam, é tudo muito sincero.
- Hm... Tá parecendo que você tem uma banda, eu observei você lá, olhando como eles tocavam.
- É você me pegou. Ah, e me desculpe, eu não falei o meu nome. Flávia, prazer.
- Kaio, o prazer é meu. - Kaio beijou a mão da garota deixando-a um tanto envergonhada. Harry falou que nenhuma garota inglesa resiste à um beijo nas mãos. Mas parece que não era só as inglesas que não resistiam, as brasileiras aparentam adorar também.
Algumas horas depois que os meninos terminaram o show Kaio e Flávia estavam no camarim dos McGuys se beijando.
- Wow, dudes, desculpem. - Kaio levou um susto quando eles abriram a porta. Flávia se levantou e se arrumou rapidamente.
- Nem se preocupe, Kaio. A gente que pede desculpas, mas e aí, a gente tava querendo passar na casa das garotas depois do nosso banho, pode ser? -Tom o convidou.
- Ah, pode ser. Flávia vai querer ir com a gente? Flávia?
A garota estava petrificada. Ela estava frente à frente com a banda que inspirou ela a fazer uma, a banda que ela achava a mais legal, e mais inspiradora de todas, pertinho dela.
- Ah... Pode, pode. Mas, hein, Kaio? Nem pra falar que conhecia o McFly.
- Desculpe, é que não achei necessário. Mas em todos os casos, aí estão eles.
Os guys acenaram e sorriram simpáticos para ela, e foram tomar banho. Enquanto Harry tomava banho eles conversavam, Flávia tirava suas dúvidas sobre músicas e instrumentos.

**

- Ai, meninas, eu acho que vou dormir. Se o Kaio chegar, pede para ele ir lá em cima me dar um beijinho de boa noite pelo menos.
- Fica aí, . Mas... Tá a gente avisa. Boa noite, piruá. - mandou beijo para a amiga.
DINDON
- Porra, foi só eu querer ir dormir.
- ! - Quando ela abriu a porta, se deparou com Harry de braços abertos e um baita de um sorriso no rosto. Ele a levantou e a abraçou. Mas ela apenas riu.
- ! - Danny disse o nome da garota cantado. Ele a viu sentada no sofá e se sentou ao se lado e lhe deu um abraço apertado, e Tom fez o mesmo com . Dougie entrou meio envergonhado e ficou vermelha ao vê-lo e abaixou a cabeça.
- Oi, . - Doguie se sentou ao lado dela, levantou o rosto da garota próximo ao dele e lhe deu um selinho. ficou feliz por ele ter levado a sério o que havia acontecido no quarto na última noite.
- Mana, essa é a Flávia. Ela é brasileira também. - Kaio entrou com Flávia de mãos dadas. Ela estava meia envergonhada, primeiro estava de amasso com Kaio e o McFly os viram. Depois os conheceu pessoalmente, coisa que ela nem sonhava direito, e agora estava na casa das ficantes, assim podemos dizer, dos guys.
- Hm... Mas que legal. Prazer, eu sou a .
- Eu sou a .
- Eu a .
- Eu sou a . Sinta-se em casa. Senta. E se quiser alguma coisa é só pedir.
Eles passaram o resto da noite conversando, fizeram amizade com Flávia, e parecia que a coisa ficava séria entre ela e Kaio. Ela, realmente, parecia ter gostado dele, não desgrudava do menino.
estava cansada ,era sexta feira e a faculdade tinha sido um tanto exausta.
- Gente, o papo tá bom, mas eu não agüento mais de sono. Boa noite. E, Flávia, foi um prazer te conhecer. Boa noite.
- O prazer foi meu. Algum dia a gente se encontra.
- Dudes, vou lá falar com ela. Ela parece estar meio estressada.
- Harry, ela tá mesmo. Mas ela é meio louca, fica irritada por qualquer coisa. Boa sorte. - comentou.
- A é tão estressada. Ela tinha que ser mais calma, aproveitar a vida.
- Danny, não é simples assim, né?! Ela é meio revoltada, mas fazer o quê? Ela tem os seus dias e temos que respeitar. - defendeu a amiga.
- Falou bonito, amor. - Tom lhe deu um selinho.
- Mas eu não gostei de eu ter aparecido na tevê, Fletcher. - disse virando a cara.
- Ah, , acostume-se.


Capítulo 10


Naquela noite todos dormiram na casa das garotas.
Era quinta-feira e os meninos tinham que fazer três shows, e as meninas faculdade para ir.
O despertador de tocou, ela se levantou e viu Tom em sua cama. Eu sou a pessoa mais sortuda do mundo, ele é tudo o que eu achava e mais um pouco, ela pensou consigo sorrindo, e foi se arrumar para a facul.
Um tempo depois o despertador de tocou. Quando ela foi para descer da cama se deparou com Harry debruçado no canto da cama. Ela levantou e pediu para ele subir na cama. Ele tinha passado a noite inteira ali, ele ia falar com ela, mas nem ameaçou porque ela já estava dormindo.
Ai, tadinho. Eu sou tão estressada e má com ele, tenho que deixar de ser deste jeito, ser mais feliz. Ele fica tão lindo dormindo assim. Ela tampou-o e foi se arrumar, depois de um tempo foi acordar e , que para sua surpresa encontrou os dois casais dormindo juntos.
A casa estava em um tipo de clima de romance, mas com toda razão os dias dos namorados estava perto.
- Bom dia, . - disse super sorridente.
- Bom dia. E aí, dormiu bem?
- Claro, né? Parece até um sonho.
- Pois é, e tudo acontecendo, felizmente, com nós.
- É verdade. E você tem que deixar de ser tão má com o Judd e dar uma chance para ele.
- Nossa, eu pensei isso quando eu o mandei subir na minha cama, você é vidente. Tadinho ele dormiu a noite toda no chão.
- Bom dia. - vinha com o maior brilho de todos.
- E aí, gatinhas, qual é o papo? - abriu a geladeira e pegou o suco.
- Eu estava falando para ela que ela tem que dar uma chance para o Harry. Ele dormiu debruçado na cama dela esta noite, sabiam, garotas?
- Meu Deus, , que malvada! E a tem razão.
- Eu sei, , mas e se eu for apenas mais uma na lista dele?
- Deixa de ser doce e fresca, . Você sabe que tem ele na sua mão.
- Até parece, . Mas tudo bem eu vou dar uma chance quando achar que for a hora certa para isso. Agora vamos encerrar o assunto não quero que eles ouçam.
As meninas concordaram com um sorriso de satisfeitas no rosto e tomaram o café da manhã. deixou na geladeira um recado para Dougie, deixou um para Danny, para o Tom, e um para Harry, pedindo desculpas. Antes de sair ela subiu até o quarto de Kaio e acordou Flávia para deixar um recado para o amigo: ela queria deixar os meninos dormirem, eles tinham show para fazer e o Kaio com certeza iria acompanhá-los.

**

- Senhores e senhoritas, hoje vocês serão dispensados mais cedo, devido ao feriado dos Valentine’s day, que está próximo.

Telefone...
- ?
- Fala, .
- Você já foi dispensada?
- Já!
- Então, vamos fazer umas compras?
- Ta pra rolo.Eu vou convidar a Flávia, tudo bem?
- Tá.
As meninas combinaram de se encontrar na frente do Harrods.

**

- Quem era no telefone, baby?
- As meninas me chamaram para ir às compras. Você pode me levar, Kaio? Lá na frente do Harrods.
- O problema é que eu não sei onde é.
- Não se preocupe, dude, a gente leva.
- Valeu, Danny.
- Eba! Vou lá me arrumar.
- Não te falei, Kaio, que você ia gostar de freqüentar os lugares onde vamos!
- É verdade, Harry. Ela é tão legal.
- Wow! Calma, dude, você conheceu ela ontem. - Tom alertou vendo o modo que ele falara da garota.
- Eu sei, Tom. Mas ela mora no Brasil e tal, vou ter mais tempo para conhecê-la.
- E aí, vamos lá? - Flávia desceu as escadas correndo; queria muito ir às compras em Londres.
No final das contas todos combinaram de ir juntos. Os garotos iam ficar um pouco com as meninas e iam para a gravadora ensaiar para os shows.

**

- Tô avisando, Dougie: mulher fazendo compras é o bicho.
- É um risco que eu vou correr para ficar mais perto de você antes de viajar.
- Vocês vão viajar, Tom? - disse fazendo bico.
- Vamos, mas a gente volta. - Tom a abraçou por trás e lhe deu um beijo na bochecha bem estalado.
Todos estavam no maior clima, menos e Harry que estavam meio encabulados.
As meninas entraram em todas as lojas possíveis de Londres. Até que parou na frente da Giorgio Armani. Ela implorou para entrar, os meninos estavam com pressa, mas cederam.
Os olhos das garotas brilharam quando entraram na loja. Ficaram babando nas roupas nos sapatos e bolsas, um mais lindo que o outro que dava vontade de chorar, e o preço também.
pediu para o funcionário o casaco que havia adorado, custou 1.200, chegou a fazer careta ao ouvir o preço. Tom ofereceu a ajudar a pagar, mas ela não aceitou, ela achava que seria muito folgada da parte dela, sofreria um pouco para pagara o casão, mas tinha que tê-lo. Ao terminar de pagar foram para casa.

**

- Amor, eu tenho que ir mais eu volto logo.
- Ai, Danny, vou sentir muitas saudades. - Os dois se beijavam como se nunca mais fossem se ver. – Cuide-se lá. - Você podia sentir o amor que um sentia pelo outro apenas no modo que eles se olhavam, era um amor verdadeiro e puro.
e Dougie também se beijavam, eram o casal mais fofo entre eles.
Tom e os mais “formais”, mas mesmo assim assanhadinhos, também se beijavam.
Kaio e Flávia iriam voltar para o Brasil depois dos shows, que os meninos iam fazer.
e Harry se abraçavam toda hora, não queriam se desgrudar. Judd sentia uma grande necessidade de cuidar da garota. Quem olhasse e não soubesse que eles eram apenas amigos, pensariam que eram namorados. chorava muito enquanto abraçava Harry.
- , não chora, eu vou voltar, te prometo. Você sabe que eu te amo. - Harry sussurou estas palavras no ouvido de , levantou se rosto e secou as lágrimas que ainda escorriam,e fez um sinal para , e ela colocou para tocar “Hero”, uma versão onde Harry a cantava.
Ele beijou a testa da garota, que ficou olhando nos olhos dele, aqueles olhos que pareciam um mar, onde você poderia nadar para sempre, que te hipnotizavam.
sentiu que aquele era o momento, momento de mostrar a Harry que ela queria ter uma chance com ele, para mostrar seu amor ao garoto. Ela beijou-o delicadamente, todos os amigos que estavam em volta olhavam aquela cena, aplaudiam e assoviavam.
Depois as meninas foram se despedir de Kaio e Flávia, e foi mais um mar de lágrimas.
- Prometam que vocês vão voltar para nos visitar. - falava com os olhos marejados.
- Cuida bem dele lá no Brasil, hein, Flávia! Meu mano tem que ficar bem.
- Pode deixar, , e eu cuido bem dele, , não se preocupe.
- Meninas, não chorem, eu volto. Eu adorei conhecer o McFly, conhecer Londres. E falando nisto, vocês quatro têm muita sorte de terem essas meninas, elas são especiais.
- Oun... - Todas abraçaram Kaio e Flávia, e ficaram ali, não queriam que eles fossem embora.
- Dudes, desculpe estragar o momento, mas o Fletch está ligando, e nós temos que ir. - Tom falou meio triste.
Os meninos estavam realmente atrasados, já havia passado das quatro horas e não tinham dado nenhum sinal de vida, apenas para as fãs que os encontraram enquanto as meninas faziam compras.


Capítulo 11


Os meninos fizeram os três shows e nem preciso dizer que eles arrebentaram. Eles voltariam na semana dos dias dos namorados.
Planejaram fazer uma surpresa para as garotas. Tom ainda hesitava, pois era uma coisa séria, envolvia seus sentimentos, tinha medo de ser rejeitado.
É isso mesmo que você esta pensando, eles iriam pedi-las em namoro. Queriam pedi-las todos juntos, mas Harry achou melhor separados, seria muito estranho.

**

- Meninas, vocês arrasam! - Um estilista um tanto afeminado comentava.
Ele pediu contratos com as garotas, mas elas estavam na faculdade e não queriam desistir não para serem modelos, queriam ser pessoas batalhadoras; não que modelos não batalhem.
Aquele desfile em particular foi um sucesso, pois todos já sabiam que as namoradinhas do McFly estariam lá, e muitos pediam autógrafos e fotos, e fãs pediam para que elas cuidassem deles para elas.

**

- Minha brasileirinha! Tá em casa? - Doguie chamava .
- Tô sim, docinho de banana. Já tô indo.
- Hm, docinho de banana... - Harry apertava as bochechas de Dougie que lhe mandou o agradável dedo para ele.
- Dougie! - viu o garoto na porta de braços abertos e ela pulou, literalmente, no garoto envolvendo suas pernas na cintura dele, que por nada não desaba, e começou a lhe dar muitos beijos.
- Licença que nós também queremos carinho. - Danny falou empurrando os dois e entrando na casa. – ! ! Xuxuzinho, cadê você?
- Jones! – Ela desceu as escadas correndo e deu um susto no menino que caiu pra trás, mas a menina pouco se importou, pulou sobre ele e começou a abraçá-lo e beijá-lo.
- Shit! Cadê a ?
- Eu que perguntou: cadê a ?
Tom e Harry estavam doidos à procura das garotas.
- Dudes, se acalmem elas estão no quarto, tomando banho. - falou enquanto Dougie dava canguta para ela, e jogava ela no sofá.
- Hmm... - Os dois responderam e subiram as escadas correndo.
Harry chegou primeiro no quarto de , pois tinha derrubado Tom nas escadas.
Ao entrar no quarto, ela já estava de blusa e colocava um short. Ele a puxou pela cintura fazendo-a se assustar.
- Fuck... What... – Antes de terminar a frase ela soltou um gritinho. – Harry! - Ela o beijou. Beijou como se não se vissem há muito tempo. Certo, não se viam há muito tempo, mas era um beijo que você sentia o fogo, se você me entende.
Já Tom encontrou na cama deitada, dormindo. O garoto sorriu vendo aquela cena. Ela parece um anjo, assim descansando., ele pensou consigo enquanto passava as mãos pelo seu rosto e analisava cada traço dela. Não acredito que eu tenho ela só pra mim. Quer dizer tomara que eu a tenha só pra mim esta noite, e que ela aceite...
Enquanto ele passava a mão no rosto da menina, ela abriu os olhos devagar, não via ainda nitidamente quem estava ali acariciando seu rosto, mas sentia um friozinho na barriga ao sentir aquela mão macia em seu rosto.
- Quem é...? Tom! - acordou em um pulo e o abraçou fazendo-o cair sobre ela na cama. Eles ficaram ali se olhando sentindo a respiração um do outro, e se beijaram, docemente. Era lindo ver uma cena daquela, parecia cena de filme romântico.
Os meninos falaram para suas respectivas garotas que tinham uma surpresa para elas. Elas ficaram super animadas e foram se arrumar.
As meninas desceram as escadas todas juntas, todas vestiam vestidos, um mais lindo que o outro. Os meninos haviam dito que seria uma noite importante e romântica e que ela deveriam estar lindas, como sempre. usava um vestido preto um pouco acima do joelho, parecia uma estrela de cinema; usava um vestido lilás, também acima do joelho e com as costas abertas; estava de vestido vermelho, decotado e aberto nas costas e estava de branco também decotado com as costas bem a mostra.
Os McGuys ao verem suas garotas, ficaram de boca aberta, se elas fossem descer mais devagar, eles iam inundar a casa de baba.
Como minha brasileirinha está linda, perfeita, Douige pensou ao ver parando em sua frente um tanto envergonhada.
A minha parece uma estrela brilhando, Danny sorriu para si mesmo.
Oh, my God! Ela está... está... Não existe nenhuma palavra que descreva o quão linda ela é. Só que ela será minha esta noite e para sempre, Harry pensou, se ajoelhou e beijou a mão de .
... Ela definitivamente parece um anjo agora, Tom sorriu bobo vendo em sua frente com seus cabelos escuros e lisos caindo sobre seu ombro.
Eles levaram as meninas até seus carros, as colocaram dentro deles, antes de entrarem todas se entreolharam e sorriram de orelha a orelha.
- Agora é cada um por si. Boa sorte, dudes. - Harry disse muito sorridente.
- Boa sorte. - os outros três responderam juntos.

**

- Harry, aonde você vai me levar?
- Surprise, baby. - Harry disse colocando a mão na perna da garota. Ela pensou o que aconteceria se seu irmão, Luciano, visse isso, não iria sobrar nada de Harry, para contar a história. – Pequena, feche os olhos.
Sem hesitar a menina os fechou, estava ansiosa para ver aonde ele a levara. Ele saiu do carro abriu a porta para a garota, que ainda permanecia de olhos fechados queria realmente estar surpresa, com a surpresa.
- Quando eu contar até três abra os olhos. Um... dois... três.
Ela tirou as mãos do rosto devagar, e ficou de boca aberta. Sentiu seus olhos marejarem.
- Tcharam! - Harry disse super empolgado atrás da garota, e sentiu que ela chorava. - Por que você está chorando? Pequena?
- Não é nada. É que é tudo tão lindo.
Harry tinha levado ela para o Jardim Kew. Ele tinha seus contatos e meio que alugou aquele lugar apenas para os dois.
- Eu sei, pequena, e isso tudo para você.
Harry disse aquelas palavras e abraçou por trás. Ela se sentiu feliz por estar ali com ele, com o garoto que sempre sonhou.
- Vem quero te mostrar uma coisa. - Harry pegou na mão da garota e a levou até um campo de morangos.
- Não... acredito!
se deparou com muitas tulipas e lírios, suas flores preferidas.
- Como você sabia?
- Tenho minhas fontes. Agora vem. – Ele novamente puxou a garota pela mão e a levou no meio do campo de tulipas e lírios. Ali havia uma mesa com velas em cima, e próximos deles um som em cima de outra mesa.
Eles passaram o começo da noite ali, rindo, se olhando, brincando.

**

- Dougie, isso é tão, tão perfeito. - Ela o abraçou, fazendo-o se sentir o menino mais sortudo do mundo. Ele a levara ao Regent's Park. Estavam na parte onde havia muitas flores, e ali no chão havia um pano muito grande estendido no chão, com uma cesta e velas em cima.
Eles se deitaram ali e ficaram se acariciando, observando as estrelas e a lua. A noite estava realmente linda naquele dia dos namorados. Quer dizer ainda não era dia dos namorados, eles haviam feito um combinado de fazer o pedido exatamente à meia noite.

**

- , eu te amo. Sabia disso?
- Sempre soube, meu fofuxo. - deu um beijo nele, muito romântico.
Eles se sentaram em uma mesa, no meio das flores do Jardim Chelsea Physic, tudo muito bem organizado e romântico para aquela noite.
Eles se olhavam cantavam músicas melosas, sorriam bobos quando se davam indiretas... Pareciam dois adolescentes descobrindo o mais novo amor de suas vidas.

**

- Você é o anjo mais lindo essa noite. - Tom disse no ouvido de . Eles estavam deitados em um cobertor que tom havia trazido, estavam no Hyde Park. estava deitada sobre o peito de Tom, que fazia carinho em seus cabelos.
Quando ouviu aquilo, ficou toda sem graça.
- Eu me sinto feliz e sortuda por ter te conhecido, Thomas. Você me passa segurança, a sua voz me traz tranqüilidade, seu perfume me intoxica, de uma forma boa, é claro, seus olhos me hipnotizam. Você é a coisa mais importante na minha vida, aquele que faz continuá-la, que faz eu querer viver cada dia mais intensamente, sabendo que eu irei ouvir sua voz e poderei chamar seu nome de novo e de novo, assim fazendo com que meu dia se torne melhor. Eu te amo, Tom, muito.
Naqueles minutos ele sabia, tinha certeza de que ela realmente o amava e que ele não tinha mais nada a temer, deu um beijo em fazendo com que os dois ficassem com as famosas borboletas no estômago. Aquele beijo fez eles se sentirem únicos, e felizes, e o casal mais amado do mundo.
Então o relógio de tom desperta. Meia noite, e Tom quebra o beijo e olha diretamente nos olhos de . Eles se levantaram e Tom disse feliz:
- Quero te pedir uma coisa...
- Fale, Fletcher.
- ... - Ele disse mexendo no bolso da calça. - Você aceita ser minha namorada? - ela olhou para a mão do garoto que quando a abriu saiu uma borboleta branca de cima de duas alianças.
Ela realmente não sabia o que fazer naquele momento, se o beijava, se gritava, se dizia um belo de um “sim”. Então seguiu seus instintos e fez tudo junto, deu um hiper beijo em Tom, gritou um lindo “sim”, fazendo o menino sorrir mais do que sorria, se isso era possível. Ele colocou a aliança no dedo dela, e ela no dedo dele. Dentro da aliança havia o nome dos dois gravado e uma frase “My only Star Girl”.
era a menina mais realizada naquele momento. Tom colocou uma música lenta e eles foram dançar.

**

- , queria te pedir uma coisa. - Harry se levantava do chão fazendo-a se sentar.
Ela trancou a respiração e seus olhos brilharam como nunca. Ele tirou do bolso da calça meio desengonçado, estava nervoso.
- Caham... Você aceita ser minha namorada?
olhou para a mão do garoto e ali estavam aquelas duas alianças, as mais lindas na opinião dela. Ela disse sim enquanto abraçava e enchia o McGuy de beijos, logo depois eles se deitaram no campo de tulipas e lírios,e ficaram ali abraçados. tirou a aliança do dedo, e viu que havia seus nomes gravados e uma frase também “My sweet princess forever”.

**

- , dona do meu coração. Menina querida fofinha, brasileirinha, mais gatinha da minha humilde vidinha. Você aceita ser minha namoradinha? - sentiu uma lágrima cair em seu rosto, e Danny a secou. - Isso é um sim?
- É. - A garota respondeu feliz fazendo Danny mais feliz ainda que colocou a aliança em seu dedo e ela fez o mesmo com ele. “Only mine forever” era o que se encontrava escrito na aliança de junto com o nome dela e de Danny.
Danny a abraçou e a levantou começando a rodar a garota, eles riam como bobos, mas apaixonados.

**

- , tô nervoso. Mas, ai, vai... Você, brasileirinha do meu coração, aceita namorar com o seu docinho de banana?
A garota riu ao ouvir aquilo, e o abraçou forte, ele sentiu que ele realmente a amava e que ela sentia o mesmo por ele.
Na aliança dela estava escrito “My little baby”.
Todos haviam conquistado seus objetivos naquela linda noite em Londres. E voltaram pra casa com os maiores sorrisos de todos. Se alguém pudesse sorrir mais que eles, suas bocas estavam estouradas, porque não tinham como ficarem mais felizes, como eles estavam.


Capítulo 12


- A vida... é bela!
- O amor, finalmente, eu encontrei. - acordara junto, cantando.
- Fui para o paraíso e por lá fiquei... Anjos lá eu encontrei. - vinha descendo as escadas saltitante, também entrando na brincadeira de fazer uma musiquinha.
Agora que o amor eu achei, a vida eu realizei!
terminava de cantar e todas se jogaram no sofá e começaram a rir. A vida não podia ser melhor.
Elas começaram a contar com cada detalhe como havia sido a noite delas.
- Dude, eles combinaram de nos pedir em namoro à meia- noite, juntos, e no dia dos namorados. Ai, que lindo!
- Que besteira, ... - Todas olharam para , assustadas. - Tudo é perfeito, lindo, “cute cute”. - Todas começaram a rir de novo, por causa da cara de boba apaixonada que tinha feito.

**

Os meninos estavam em uma entrevista no PopWorld. Eram exatamente quatro horas e eles entraram no ar.
Fizeram algumas perguntas mais sérias nesta entrevista, coisas sobre seu novo álbum. Mas logo depois resolveram entrar de cabeça na vida pessoal dos McGuys. Perguntavam muito sobre essas misteriosas e sortudas garotas que haviam os conquistado, sobre seus planos para o futuro de seus relacionamentos. As perguntas vieram, pois os apresentadores viram as alianças nas mãos dos garotos.

**

As meninas estavam ao shopping. Lá elas encontraram Matt, James e Charlie, que já estavam a par dos acontecimentos da noite passada.
Eles estavam sentados na praça de alimentação tomando sorvete, algumas fãs vinham e pediam autógrafos e fotos para os meninos. Conseguiram matar as saudades dos amigos.
ligou para Dougie para avisar que não estavam em casa, e chamou ele e os outros para virem ao shopping, mas eles acharam melhor não, não queriam chamar muita atenção. Mais tarde elas iriam passar na casa deles, para passar o dia dos namorados com seus mais novos amores.
Ficaram por lá mais um pouco, mas foram embora rápido. Estavam doidas para ver seus McGuys.
Elas já sabiam que teriam que se acostumar com as turnês, entrevistas, talvez, invasões de privacidade, fãs doidas (apesar de um dia elas terem sido uma delas), e essas coisas que cantores e bandas tinham de fazer.
e avisaram a que viram Charlie olhando diferente para ela, e bota diferente nisso era como: “Uau, ela está tão linda, um anjo, uma deusa.” Essas coisas e que toda vez que ela falava alguma coisa, seus olhos brilhavam como se adorasse ouvir a voz dela.

**

- Dude, no way. Você viu aquela...
Antes que Danny pudesse terminar a frase Tom o interrompeu.
- Ei, Danny, se controla, você agora tem uma namorada.
- Eu sei, Tom! E ela é a mais perfeita para mim. Então elas vão ir para casa?
- Vão sim.
- Ei, vocês estão liberados. - Fletch avisava aos garotos. - Criem juízo.
O homem foi embora e eles continuaram a conversa.
- Ei, que tal a gente fazer um jantar para elas?
- É uma boa, Dougiester. - Danny dava tapinhas nas costas do amigo.
- Então, eu e o Tom fazemos a comida, e você e o Danny arrumam a casa. - Harry tinha pensado mais rápido, não queria, nem a pau, arrumar a casa, estava uma bagunça.
Danny e Dougie reclamaram um pouco, mas não deu em nada, e do mesmo jeito teriam que arrumar a casa.

**

- Girls, estão prontas?
- Já estamos indo, ! - berrava do quarto.
- Deu! Já podemos ir. - desceu as escadas seguida de , que se posicionaram ao lado de .
- ! - soltou um berro.
- Já tô indo... Shit! - Ela vinha descendo as escadas colocando seus brincos. - Você são as pessoas mais apressadas do universo, hein, dude?!
Elas riram, riam por qualquer coisa, estavam super felizes. Se dirigiram até o carro.
Demoraram um bocado para chegar à casa dos garotos; o trânsito estava um inferno.

**

- As flores? Cadê os buquês?
- Calma, Harry. A gente colocou lá no sofá da sala, vamos entregar junto com as caixas de bombom.
Os quatro estavam muitos nervosos, não sabiam por que, mas era uma sensação boa, ótima para ser mais específica.
A campainha tocou e Danny foi atender.
Todas as meninas deram “oi” para ele. Elas estavam simplesmente deslumbrantes.
Quando viu Danny, o puxou para um beijo imediatamente, parecia que beijar era um vício. foi até o quarto de Dougie. Ela não sabia por que, mas se sentia bem ao entrar naquela casa, naquele quarto, todas suas preocupações iam embora, era aconchegante e tinha um sentimento de felicidade interminável. E além do mais ali ficava o amor de sua vida, Dougie.
e foram até a cozinha, onde estavam Harry e Tom, dando o melhor de si para fazer o jantar.
- Os nossos chefes são os mais gatos do mundo, né, ?!
- Claro, , cozinheiros prodígios tenho que admitir.
As duas estavam abraçadas à cintura dos garotos e dando- lhes beijinhos na nuca deles.
- Os nossos amores gostam de nos mimar, Harry.
- Ah, Tom, mais isto é a melhor coisa desses anjinhos.
Depois de cinco minutos, a janta estava servida. Eles pediram para que elas sentassem- se à mesa e esperassem.
Os quatro se dirigiram até a sala e pegaram os seus buquês e caixas de bombom, e foram entregar a suas respectivas garotas. Elas adoraram tudo, as flores, os bombons, a janta estava realmente uma delícia.

**

acordou eram quatro e meia da manhã. Tentou se levantar, mas se deu conta de que Tom estava abraçado a ela e que estavam deitados no quarto dele.
Eles não fizeram nada demais, apenas adormeceram ali enquanto assistiam a um filme.
- Hm... ?
- Oi, Tom. - Disse a garota com um sorriso, adorava ouvi-lo falando seu nome, e lhe deu um beijo na testa.
- Não levanta... Fica mais um pouco, são... - Tom apertou os olhos para ver as horas - quatro da manhã! O quê? Não, não você vai ficar aqui na cama comigo, é muito cedo.
- Poxa, Tom, deixa.
- Não, não deixo.
Tom a abraçava, que cedeu. Adorava ficar perto dele daquele jeito, grudadinhos.

**

Dado cinco horas da manhã, Dougie se levantou com cuidado, para não acordar . Mas de qualquer modo iria acordá-la. Levantou-se e foi tomar um banho, se arrumou e foi à luta para acordar a menina.
- ... . Levanta, minha brasileirinha linda.
emitiu um som estranho, que fez o dois rirem, enquanto se espreguiçava.
- Que horas são, docinho de banana?
- Cinco e quinze da manhã. - Dougie disse com um sorriso bobo estampado no rosto.
- O quê? Você tá doido. É cedo...
- Mas eu quero te mostrar uma coisa. Vai, . Vem... Por favor, eu queria ver isso com você ao meu lado.
- Tá bom, mas só porque não resisito a essa sua carinha de pidão e fiquei um pouco curiosa para saber o que é.
Os dois desceram as escadas em silêncio, não queriam acordar os outros. Se dirigiram até a parte de fora da casa, e subiram até o telhado.
- Doug, que lindo!
- É, eu sei. Meu lugar predileto, venho aqui quando quero pensar.
- Mas cinco e meia da manhã?
- É, por que não? É muito bom olhar o sol nascer e pensar nas coisas. Ou em pessoas. - Dougie falou sem graça abraçando pela cintura. - Depois que te conheci, comecei a freqüentar mais o telhado da nossa casa. Vinha aqui e pensava, como você estava, o que iria fazer de manhã, como estava dormindo. E se você pensava em mim...
- Oh, Dougie. Você sabe que eu sempre pensei em você, até quando não te conhecia, mas sabia que se eu quisesse um dia, isto iria acontecer, mas não sabia que seria de uma forma tão perfeita como essa. - terminou de falar e fitou os olhos dele, não durou muito tempo eles se deram um beijo e, junto, o sol nascia. [n/a:imagine essa cena que romântica, sol nascendo, beijo com o Poynter *- *.]
Eles se abraçaram e ficaram ali juntinhos, um momento que não queriam que terminasse.
- Te amo, .
- Eu te amo mais, Doug.

**

- Dorminhoca! - Harry disse cantante no ouvido de . - Acorda.
Harry estava em cima de , com seu rosto grudado ao dela.
- Bom dia, pequena. - Harry deu um selo na menina que sorriu abobalhada. [n/a:nada melhor do que acorda com a visão de Harry Judd em cima de você com o rosto grudado,e ganhar um selinho dele logo pela manha.]
- Bom dia, meu Juddizinho.
- Fica aí, tá bom?! Eu vou lá fazer o café da manhã para você.
- Hm, eu tô ficando chique, ganhando café na cama... Me sinto uma princesa.
disse fazendo cara de menina chique, que causou algumas risadas de Harry.
- Mas é isso que você é, , minha princesa.
Ele desceu as escadas e ficou ali na cama dele, olhando de um lado para o outro totalmente abestalhada. Estava no quarto de Harry, mais especificamente deitada na cama dele, e ainda por cima era namorada dele. O mundo não poderia se mais perfeito.

**

- Ai, merda, cadê meu violão? Ah, aí está o desgraçado.
Danny se posicionou m cima de sua cama ao lado de e começou a tocar uma música que havia feito para ela. Ela acordou e se deparou com aquele ser vivo incrível ao seu lado, o seu Danny, cantando uma música que tinha sido feita especialmente para ela. Ela deu um enorme sorriso, que foi logo correspondido, com um belo sorriso de Danny e aqueles olhos, aqueles olhos. [n/a:nem falo nada né, musica feita especialmente para você por Danny Jones e aqueles olhos.]
- Bom dia, minha linda.
- Bom dia, Dannyzinho.
Danny lhe deu o melhor beijo que você pode imaginar pela manhã.

**

- Putz! Shit! Valeu, Fletch, se não fosse você, eu não saberia onde estaríamos. Tchau. Até.
- O que foi, Tom? - Danny perguntava interessado.
- Tem uns fotógrafos doidos de plantão aqui desde manhã.
- Sério?! - perguntou assustada.
- O que foi, ?- perguntou preocupada.
- Nada não, . É que nós hoje fomos ver o sol nascer.
- Oh, que romântico! - Todos na sala falaram em coro.
- Mas não se preocupem, eles chegaram faz uma meia hora.
- Tá e agora? O que a gente vai fazer? - perguntou se sentando no sofá.
- Vão ficar aqui com nós, oras. Querem se livrar de nós? - Doug fez um doce e abraçou pela cintura.
- Não, né, Poynter?! Mas a gente quer tomar banho.
- Tomem banho aqui em casa. - Disse Danny com cara de óbvio.
- E o quê?! Botar a mesma roupa de baixo? A gente não é porca não. - disse com cara de nojo e coitada ao mesmo tempo.
- Usem as nossas samba-canções. - Harry disse com cara de safado. - Vão ficar super sexies. Principalmente você, pequena. - Ele foi até e lhe deu um beijo.
Elas concordaram e foram tomar banho. Os meninos tomaram o café da manhã e foram ver tevê.

**

- ? Posso entrar?
- Pode, . Ai, guria...
Antes que ela terminasse a frase as duas se olharam e começaram a rir. Logo depois, e apareceram no quarto de Harry, onde se encontrava as duas rindo, e começaram a rir também.
- , você tá muito gata com esse samba-canção de lagartinho. - ria freneticamente.
- Sou mais o seu samba-canção de naves espaciais. - ria alto também.
- Olha o samba-canção da . É de coração! - apontou para a nova roupa que a amiga usava e se jogou no chão e começou a rir.
- E o seu é de... de macaco?!
Todas riam sem parar.

**

- Elas estão se divertindo lá em cima com as nossas samba-canções. - Doug disse olhando para a tevê e rindo de canto.
- Vamos lá? Eu tô doido para ver a com o meu samba canção. - Danny falou empolgado.
- Eu também, mas espera que elas já descem. - Tom falou mordendo seu pão.
- E aí, estamos hots, babys? - fez uma pose na frente dos garotos e logo foi seguida pelas outras.
Os meninos olharam e ficaram de boca aberta: elas estavam gatas, eles tinham que admitir. Depois começaram a rir com elas.
- Ei, esperem! Vou bater uma foto de vocês assim, isso tem que ficar registrado. - Harry correu até seu quarto, pegou uma câmera e bateu fotos das meninas fazendo pose. Depois, Danny deu a idéia de baterem fotos junto com elas. Ficaram ali se divertindo, batendo fotos e fazendo alguns vídeos sem noção o resto da manhã.
O dia foi cheio de brincadeiras, comida, filmes, beijos, e conversas jogadas fora.
As meninas se despediram dos garotos, quando viram que o índice de fotógrafos, na frente da casa dos garotos, tinha abaixado.


Capítulo 13


- Alô?
- , é você?
- Depende. Quem gostaria?
- É o Charlie. Tudo bem?
- Charlie! Tudo e com você?
- Também. Mas, ei, queria saber se você não tá a fim de sair hoje?
- Pode ser. Aonde iremos?
- Ah, sei lá. Na sorveteria, que tal?
- Pode ser. Então você me busca sete e meia?
- Ok. Até, . Beijos.
- Beijos.

- Quem era, perua? - olhava para a TV comendo uma tigela de cereal.
- O Charlie, ele me chamou para sair.
- O quê?! O Charlie?!
- O que foi, ? - apareceu na sala seguida de .
Quando chegaram à sala, viram em cima do sofá com uma cara de assustada.
- O Charlie chamou a para sair! - disse, escalando o sofá mais uma vez apontando para a amiga.
- O quê?! - e disseram juntas.
- Ah, gente, nada demais... Agora me dá licença que eu vou falar para o Tom. Afinal, ele tem que saber aonde eu vou e com quem.
- Acho bom mesmo, Srta.. - disse balançando a mão para ela.

- Tom?
- Oi, anjo. Tudo bem?
- Tudo, amor, e você?
- Melhor agora que falo com você!
- Haha! Então, eu te liguei para avisar que eu vou sair com o Charlie. Se não tiver nenhum problema para você, é claro.
- Olha, se você me prometer que não vão fazer nada d mais, eu deixo. Mas se eu descobrir algo...
- Ai, Tom, poxa! Confie em mim, né?! Você sabe que é o único homem em minha vida.
- Ai! Agora me apaixonei mais por você. Mas olha lá, hein?! Não quero sair machucado nesta história.
- Pode deixar, amor. Amanhã a gente sai, que tal? Só eu e você.
- É disso que eu tô falando! Então mais tarde te ligo, anjo. Beijos.
- Tá bom. Beijos.

- E aí, o teu amor deixou? - vinha da cozinha.
- Deixou, mas parece que essa idéia de sair com o Charlie não o agradou muito.
- Claro, né, filha! Ele é seu namorado e ficou com ciúme com certeza. Dãr! - batia na testa.
- É, se eu saísse com alguém, o Harry ficaria com ciúme, eu creio...
- Claro que ficaria, né, ?! Mas calma, né?! O Charlie é só meu amigo.
- Aham... E ele sabe bem disso. - disse rindo.
- Ah, fuck you!
- Também te amamos. - disse com um mega sorriso para a amiga.

**

- Ela vai sair com o Charlie. - Tom disse com voz de desdém.
- Cuidado, dude. O Charlie, você sabe como ele é. - Danny avisava o amigo.
- Mas a não faria isso comigo.
- Ela não. Mas o Charlie não iria pensar em você enquanto está com ela. - Harry disse com a sobrancelha arqueada.
- É, o Harry tem razão. E o Matt me disse que o Charlie contou para ele, que ele tava a fim da , cara.
- E você nem pra falar, né, Doug?! - Tom brigava com o amigo.
- Se eu fosse você, ia dar uma olhada nela.
- Nem pira, Tom. Cala a boca, Danny, que conselho burro é esse?! Tom, não escuta o Danny. Meninas não gostam de ser vigiadas. Isso só vai mostrar que você não confia nela, e vai irritá-la pra caramba.
- Concordo com o Harry.
- Você também só concorda. - Danny disse rindo.
- E você não tem conselho que preste.
- Tá, chega. Ela disse que se precisasse de resgate, ia me ligar. Resolvido, ok?
Todos terminaram o assunto e foram jogar vídeogame.

**

- Tchau, meninas.
- Tchau.
- Se cuida lá, hein? Ainda bem que você não tá toda produzida. - foi ver como estava a amiga.
- É claro, né? Não quero passar nenhuma mensagem errada para ele.
- É, porque o Matt me disse para te avisar pra ficar de olho aberto. Porque ele é meio a fim de você.
- Ah! Obrigado, , isso melhora muito a situação.

**

- Oi, . - Charlie se encontrava fora do condomínio.
- Oi, Charlie. - apenas disse e deu um abraço, nada demorado, nele.
- Vamos?
- Vamos.
Os dois entraram no carro e o silêncio predominou sobre eles. [n/a:Já viram que é sempre nesses momentos em que o silencio toma conta?!] Até que ligou o rádio onde passava uma musica do Tokio Hotel, “Ready set go.”
- Adoro essa musica. - Disse Charlie ainda prestando atenção no trânsito.
- Eu também.
Foram as únicas palavras que saíram da boca dos dois até a sorveteria. Ao chegarem lá eles, foram direto se servir, e ficaram lá conversando sobre música, a vida deles, histórias.
estava um tanto assustada. Ele dava muitas indiretas nela, sempre olhava nos olhos dela com uma certa doçura, como se estivesse apaixonado. Mas ela não correspondia.
- Vou ao banheiro e já volto.
- Tá bom, vou estar aqui esperando. - Charlie disse com um sorriso bobo. “Nossa, ela é tão bonita e legal. Que pena que ela tá namorando o Tom. Mas... Ele não esta aqui.”

- ?
- Tom! Ai, meu Deus! Me ajuda. Vem para cá agora. Preciso de você.
- Tá, já estou a caminho. Não deixa ele fazer nada com você.
- Tá bom, amor. Mas rápido, hein?!

- Voltei. - sorriu amarelo para o menino. - Vamos comer mais sorvete?
- Claro, vamos. - Charlie se levantou e pegou na mão da menina. Mas ela logo largou. Não podia deixar aquilo ir longe de mais.
Eles estavam na bancada de sorvete e Charlie começou a dar muitas indiretas.
- , foi muito legal eu ter te conhecido. Que pena que não deu tempo...
- Tempo?
- É tempo. Mas eu não posso falar nisso. Não agora. Mas sei lá, foi a melhor coisa, você é tão... tão legal, divertida, bonita.
Eles se dirigiram até a mesa e se sentaram. estava com vontade de sair dali correndo, berrando por socorro.
- Ah, que bom. Eu também gostei de te conhecer, você é legal. - “Merda, por que eu disse isso?! Se mata, . Agora!”
- Que bom! - Charlie roçou seu pé no dela, que sorriu e afastou o pé dela dali. - Eu devia ter te chamado para sair antes.
“Porra! Cadê o Tom?”, berrava por dentro.
Charlie colocou a mão dele sobre a da garota. Ela não sentiu aquilo e ficou daquele jeito com ele.
- Eu acho que temos que ir.
- Tá bom. Então vamos.
Eles pagaram o sorvete e foram até o carro de Charlie.
- ... - Charlie encostou a garota na lataria do carro. - Eu preciso te falar uma coisa e...
Ela estava prensada na lataria do caro de modo que não podia se mover, apenas mexer a cabeça. Ela sabia, sabia que ele ia tentar beijá-la. Ele começou a aproximar seu rosto do dela, e ela virava ele, até que Charlie segurou o rosto dela pelo queixo de uma maneira suave e ia a puxando para um beijo. Então, ela escutou um estrondo e não via mais Charlie se aproximando dela.
- Tom? Tom! - o abraçou e lhe distribuiu vários beijos.
- Dude, qual é a sua? Você sabe que ela é minha namorada! Pra que fazer isso?
- Eu não sei, Tom. - O menino se levantava do chão com o canto da boca sangrando. - Eu não era eu. Entende? E não precisava ter me batido.
- Eu tive, mas não queria. Eu te chamei um monte de vezes e você não escutava. E a estava quase morrendo, ao se debater, para não ser beijada por você.
- Me desculpe, Tom. E, , também. É que sei lá... Ela me encanta, ou melhor, encantava. Eu não queria que tivesse sido assim.
- A gente te desculpa, Charlie. Não é, Tom?- perguntou para Tom que estava meio armado ainda. Ele não era de ser agressivo, mas foi obrigado. Não ia ver a sua garota ser agarrada e não fazer nada a respeito.
- É, desculpamos. E eu tenho que pedir desculpa pelo soco também.
- Não foi nada, dude. Eu faria o mesmo. Eu vou indo. Tchau. - Charlie ia de cabeça baixa, abriu o carro, mas o virou e deu um abraço nele, e depois um beijo na bochecha. Ele ficou sem graça.
- Não precisa ficar sem graça e nem parar de falar comigo. Você é meu amigo e eu não quero acabar com essa amizade, ok?
Ele apenas sorriu e deu um tchau para Tom.
- Obrigada, Tom. E desculpa também.
- De nada, anjo da minha vida. Você não tem que se desculpar.
- Mas nem sabia que você era agressivo.
- Tomara que as fãs não saibam.
- Que engraçado, Thomas Fletcher. Mas que soco, hein?!
- Foi instinto de namorado. Eu te amo sabia?
- Eu sei disso, amor. E eu te amo mil vezes mais.
Os dois se beijaram e se dirigiram até o carro.
Tom deixou em casa e foi buscar os meninos, que aproveitaram a carona para ficar com as outras garotas. Eles foram embora, e as gurias já começaram a fazer um questionário para . Ela contou tudo que aconteceu, e deixou as amigas de boca aberta.
- Eu te avisei. - dizia rindo.
- Uh, que poder, hein, ? Fazendo o Tom bater no Charlie. - ria imaginando a cena do menino apanhando.
- Tadinho do menino, . Mas também ninguém o mandou tentar agarrar a . - comentava.
- Tá, agora que todas já sabem da história, que tal a gente ver um filme com brigadeiro e caipirinha e tudo que temos direito?
Todas soltaram um berro e foram fazer as coisas.

**

- Eu falei que um dia você ia usar o soco que eu te ensinei. - Danny se vangloriava.
- Tá, mas e o Charlie? Ficou muito puto da vida?
- Não, né, Harry... Mas ele ficou sem graça e tava quase correndo de vergonha dali.
- Ui, o Tom tá ficando agressivo. Agora além de ter que agüentar o menino mandão, vamos ter que suportar o temperamental. - Dougie disse rindo.
- Engraçadinho.
- Mas, tem outra coisa: quem é que quebrou meu record no vídeogame?
- Eu não fui. - Harry já disse levantando os braços.
- Nem eu.
- Não, não pode ter sido o Danny.
- Claro que sim. Fui eu! Ficava se vangloriando aí, que era o melhor, o bonzão, que eu não sabia jogar... Agora chupa essa!
- Quero ver então. Vamos jogar.
- Tá bom.
- É, a noite vai ser longa para eles. - Tom comentou para Harry enquanto via os dois jogarem com muita ferocidade.
- É. Vamos pedir uma pizza?
- Pode ser.

**

- ?
- Oi, chuchu.
- Então, eu liguei para avisar que nós, infelizmente, vamos fazer uns shows. E vamos ficar fora por bastante tempo.
- Ah, que saco. Mas quanto tempo?
- Então, são três meses.
- O quê? Três meses?!
- Eu sei, pequena. É bastante tempo, mas é o que fazemos.
- Ah, vou sentir tantas saudades.
- Eu também. Eu te amo, minha pequena, muito.
- Harry, eu também, demais. Mas vocês vão passar para se despedir, não vão?
- Claro, né! Tenho que ir, que nós estamos na gravadora resolvendo as coisas e depois temos que ensair, depois te ligo. Beijos, amor. Te amo.
- Beijos. Também te amo.

- Gurias!
- O que, ? Quem invadiu a casa? - vinha descendo as escadas correndo, seguida de e .
- Ninguém, viajona. Tenho uma triste novidade.
- Qual é, ?
- Calma, . É que os meninos vão ficar fora três meses.
- Mas como...? - disse triste se jogando no sofá ao lado de .
- Shit! - falou.
- Fuck!
- , pra quê? A gente sabia que íamos ter que passar por essas coisas. Eles têm o trabalho deles. Sim, eu sei que é bastante tempo, e que ficamos preocupadas, de todos os modos, por eles estarem longe da gente, mas a gente confia neles, e eles confiam em nós. Portanto, temos que aceitar.
- É, a tem razão. - concordou mas com cara de emburrada.
- Mas eles vão passar para se despedir, não é?
- Claro que sim, . Quando possível. Eles estão super ocupados arrumando as coisas.


Capítulo 14


O tempo passou rápido. E a viagem dos garotos chegara, junto com o inverno. Eles iriam fazer alguns shows, mas logos voltariam, mas para todos os oito isso iria durar uma eternidade.
- Não quero deixar você ir.
- Brasileirinha, eu não quero te deixar aqui sozinha. Mas eu juro que eu volto inteiro para você, minha vida. - Dougie dizia coisas doces para , que chorava sem parar parecendo uma criança.
- Ai, Danny, não me deixa. Por favor!
- Calma, , você sabe que eu nunca vou te deixar. I love you, baby, I always will.
- Harry... Promete que você volta. - tentava não chorar ao falar com Harry.
- Ah, pequena, eu prometo. You are my everything, and you know that. - Harry levantou no ar e lhe deu um abraço, e depois a colocou no chão. A tentativa da garota, de não chorar, não deu certo ela beijava Judd chorando, e aparentemente ele também fazia o mesmo.
- Se cuida, amor. E não me esquece. - dizia secando as lágrimas que desciam de seu rosto.
- Nunca vou te esquecer, meu anjo. E vou te ligar três vezes ao dia, para saber como você está ou para ouvir a sua respiração.
Todos se despediam aos prantos. Não queriam ir, mas era seu trabalho, e gostavam daquilo. E as meninas não queriam ser as culpadas pelo McFly não fazer mais shows ou turnês, e serem atacada por um bando de fãs doidas e revoltadas.
- Vamos, meninos, temos que ir. Oi, meninas.
- Oi, Fletch. - As quatro falaram em coro.
- Então, estão prontos? - Os quatro balançaram a cabeça e deram mais um beijo nas garotas.
Dentro do ônibus de viagem eles berraram:
- A gente ama vocês.
- E nós mais ainda. - As quatro falaram rindo, pelo fato de terem dito juntas, e chorando por verem seus garotos se distanciarem delas.

**

- Não fiquem assim. Quando menos notarem, estarão com elas de novo. - Fletch tentava animar os meninos. – Ei, qual é? Vamos, garotos! Vocês têm de ficar felizes, você vão ter de abraçar e beijar quando voltar, no meu caso, a única coisa que vou abraçar é o meu travesseiro.
Os meninos deram um pequeno sorriso e acordaram que tinham que aprender a conviver com a saudade, que de vez em quando ela ia aparecer, e que o Fletch tem razão, elas estariam esperando por eles, e eles tinham que dar o seu máximo no show, para poderem contar a elas que eles tinham feito tudo pensando nelas, e que arrebentaram nos shows.

**

- Ai, meninas, agora temos que esperar. - secava as lágrimas.
- É, pelo menos temos aquelas fotos que tiramos com eles quando estávamos com os seus samba-canção.
- É verdade, . Vamos lá dar uma olhada nelas e comer muita besteira. - se animava.
- E amanhã vamos fazer compras. - deu um salto animada.

**

- E aí, meninas, tô gata? - saiu do provador fazendo caras e bocas para as outras.
- , muito sexy! - ria das caras que a amiga fazia.
- Se o Danny não quiser, eu quero. - disse, também rindo.
- , de boa, muito linda essa roupa, se eu fosse você, eu levaria. E faria uma surpresa para o Jones. - Falou dando um tapinha nas costas da amiga.
estava com um vestido azul marinho, e um sapato da mesma cor que o vestido e uma fita amarrada fazendo um laço em seus cabelos compridos.
- Sério?! Ai, ... Eu vou comprar, mas e se ele não gostar?
- Cala a boca, . Ele vai gostar, senão, ele apanha de mim. - Disse enquanto olhava algumas saias com .
- Tá bom, então, eu vou comprar. Vou levar esse aqui, moça.
- Certo. Mais alguma coisa para suas amigas?
- Não, muito obrigada. - Disse simpática. - Se eu levar alguma coisa desta loja, eu vou à falência, isso se eu tiver dinheiro ainda. - disse baixinho para e que riram e balançaram a cabeça.
- Já paguei. Agora vamos dar o fora dessa loja. - disse puxando as amigas.

**

- Puta que merda, hein, Doug?!
- Tom, te acalma, foi só um arroto.
- É um simples a-rrooo-to. - Danny disse a palavra arrotando.
Ficaram fazendo mais algumas brincadeirinhas legais.
- Já volto aí.
- Tá bom, Danny. - Doug disse concentrado no videogame.

- Danny!
- ! Tô morrendo de saudades!
- Eu também.
- Querida, não chora! Já, já nós estaremos de volta. Mas, e aí, como vocês estão?
- Estamos bem, mas com muita saudade. E vocês?
- Vamos fazer o segundo show hoje. Estamos bastante nervosos.
- Hm, legal. Tenho tanto orgulho de você, Jones.
- Me senti especial agora, amorzinho.
- Pera aí... Tenho que ir, Danny-boy. Eu e as meninas vamos fazer caipirinha e brigadeiro. Te amo muito, muito, muito.
- É assim? Quer se livrar de mim? E ainda só fazem caipirinha quando nós não estamos aí!
- Claro que eu não quero me livrar de você, baby. E vocês não podem ficar bebendo.
- Tá bom, então. Te amo, chuchu.
- Beijos. Também te amo, berinjela.

- Shit! Vocês me assustaram.
- Liga para as meninas e nem fala para nós, seu rabugento? - Tom falava encostado na porta.
- Ah, é que...
- Mas nada, Danny, você não queria que nós falássemos com ela.
- Cala a boca, Harry. Por que vocês não ligam para elas?
- Montinho no rabujento! - Doug veio correndo e derrubou Danny.

**

Dias, semanas e meses passaram, e as meninas sentiam, cada vez mais, como a saudade era um sentimento ruim e amargo.
Elas já tinham voltado às aulas, e com isso se distraiam um pouco.
- ?
- ?! O que foi?
- , vem para casa agora.
- Tá, mas as meninas já estão aí?
- Já.

desligou o seu celular e foi o mais rápido possível para casa.
- ? Cadê você?
- Aqui no quarto da . Ela tá passando mal. - disse preocupada.
- O que aconteceu? - perguntou para que media a temperatura da amiga.
- Ligaram da faculdade para nós, e nos disseram que ela desmaiou quando ia embora. Ficou inconsciente por oito minutos. A mandamos para o hospital só por precaução, mas não era nada demais. Eles não quiseram me escutar, eu sabia que não era nada demais.
- , isso tudo é saudade do Danny?
- Eu sinto saudade dele, mas não é saudade, tenho certeza. Eu meio que fiquei mal depois do intervalo, fiquei tonta, com dor de cabeça fortíssima, e vomitei algumas vezes, não conseguia comer.
- E está com quarenta de febre. Vai ficar de repouso. Vou ligar para a sua facul.
- Mas você vai melhorar, . - disse abraçando a amiga. - E os meninos ligaram para vocês hoje à noite?
- Não, só antes do show. - disse com voz de quem estava estranhando.
- Eu também. Eles iam voltar hoje à noite. E o Harry, te ligou?
- Não. O Jones te ligou, ?
ao ouvir, sentiu uma pontada no peito e uma forte dor de cabeça, que foi bem visível já que ela soltou um berro agudo.
- ?! ! ! - começou a berrar assustada.
- O quê?
- Ela tá mal, soltou um berro! Ai, meu Deus, isso tem que passar. - disse enquanto deitava a amiga na cama. O telefone começou a tocar. - Vou lá atender.
desceu as escadas rapidamente; não queria ver a amiga se sentindo mal, não se sentia bem.
- Deu, estou melhor. - disse se sentando na cama de novo. e estavam medindo a temperatura dela de novo que, incrivelmente, tinha abaixado para trinta e oito graus. Então escutaram um berro de agonia de , vindo da sala.
As três desceram as escadas voando, e encontraram jogada no chão aos prantos.
, que antes passava mal, se ajoelhou ao lado da amiga.
- , o que foi? - As três olhavam assustadas para a amiga. Elas levaram até o sofá e a sentaram.
- Fala, . - disse apoiada nos joelhos da amiga.
- O... Os meni... meninos. - Ela tentava falar no meio do choro.
- O que têm eles?
- Eles... Eles so... Sofreram.
- Ai, não! - disse já pensando no que era.
- Eles sofreram um acidente.
, e ficaram paralisadas, enquanto chorava. Ela secou as lágrimas e se levantou, vendo as amigas em choque.
- Meninas, nós temos que ir ao hospital. Agora!
As três balançaram a cabeça, correram até o carro. foi quem dirigiu, pois era quem estava mais concentrada.

Ao chegarem ao hospital, elas se depararam com vários fotógrafos, fãs e outras pessoas. Elas desceram do carro com dificuldade. Ao entrarem ao hospital, foram até a recepção.
- McFly. Por favor. - disse angustiada para a secretaria.
- Sim, mas antes vocês têm de se indentificarem...
- Olha a nossa cara, porra! Nós somos as namoradas deles. Não temos tempo de nos identificar! - agora gritava de raiva.
- Se acalme, senhorita.
- Calma, . Por favor, só queremos ver nossos namorados. - dizia já chorando enquanto segurava .
- Deixem-nas entrarem, elas são quem dizem. - Fletch apareceu em cadeira de rodas.
- Fletch! - disse correndo em sua direção. - Você está bem?
- Sim, estou, , obrigado. Agora vão ver os meninos, eles estão lá. - Fletch apontou para um corredor.
Elas correram pelo corredor. Hhospital era uma coisa desagradável, muitas pessoas doentes, machucadas. não queria ter que passar, de novo, pela experiência de perder alguém que ela amava. , e , nem se fala, estavam todas apavoradas.
- Tom? Tom?!
- Aqui, amor! - Tom disse choroso.
- Tom! - soltou um berrinho. Ali naquela sala estavam apenas os meninos. – Ai, meu Deus, olha para você! - Tom tinha alguns cortes no rosto, e havia torcido um dos braços. – Ai, amor!
- Não chore, , vou ficar bem. Torci um dos braços, mas não foi nada demais. Eu te amo, , muito. - Tom disse com lágrimas em seus olhos, enquanto o abraçava e o enchia de beijinhos.
- Dougie, te amo, meu docinho de coco.
- Minha brasileirinha, te amo também e para sempre. - Dougie tinha quebrado a clavícula esquerda e tinha um corte no braço.
- Harry! - o viu e começou a chorar. Ela o fitava de longe da cama, lembrou de seu irmão, quando estava em coma. Harry começou a chorar ao vê-la. Ele esticou os braços em um sinal de que queria abraçá-la. Ela correu até ele e o encheu de beijos.
- Ai, ai!
- Desculpa, Juddizinho.
- Não dá nada, pequena. Eu te amo sabia?!
- Sim, e eu te amo mais ainda. - Harry estava com um corte muito profundo na coxa esquerda, mas nada muito sério.
estava ao lado de Danny chorando muito, fora do normal. Danny estava desacordado recebia soro, e sua cabeça estava enfaixada.
- Vou lá ver a . - disse dando um beijinho em Doug.
Quando chegou lá, e estavam com a amiga chorando. ao ver o estado do amigo, também caiu no choro. Tom, Doug e Harry também choravam, sabiam que o amigo estava com um machucado sério.
- Boa noite, senhoritas. - Um médico chegou ao lado da cama de Danny. - Quem está com ele?
levantou a cabeça, e secou as lagrimas.
- Eu. - Disse a garota fria.
- , não é? Você veio passar um dia como estagiária aqui.
- É.Você é o médico Artur.
- Bom, como amigo, digo que sinto muito pelo o que aconteceu com ele. E o mesmo para suas amigas. Como médico, digo que não precisam se preocupar. Não há nenhum risco. - O rosto de se apresentava preocupado, mas ao ouvir o que Artur tinha lhe dito ela abriu um grande sorriso, e seu rosto se iluminou. - Ele teve sorte.
- Mas como aconteceu?
- Bem, ele bateu com a cabeça no vidro, teve um corte na cabeça. Pensamos que ele tivesse com hemorragia, mas não. E o fato de ele estar inconsciente, é por causa da pancada. Mas ele deverá acordar daqui alguns dias.
- Que bom. Muito obrigado, Artur.
Elas deram a notícia para os outros McGuys, que ficaram mais felizes. Não queriam nem pensar da idéia de perder Danny, pois sem o Danny a vida não teria sentido, e sem Danny, não teria mais McFly, e McFly sem Danny, não teria a menor graça.


Continua...