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Rocking Life
Por:Nicole
Beta-Reader:Carol Silver



Capítulo 1 - Sanduíche de , , e Deus sabe o que.

Meu nome é , e eu acabei de me mudar para a casa dos McGuys. Eles estão no começo da carreira, e não são famosos mundialmente, ainda. Só a Inglaterra os conhece, mas isso não os atrapalha a ir ao shopping, ou tomar sorvete na rua.
Nós pintamos e arrumamos um quarto largado e mofado para ser meu. Ele é colado com o de , e nós temos que dividir o banheiro. O resto dos guys dormem em quartos no third floor.
Faz uns dois dias que eu já estou aqui, eles decidiram em me chamar para morar aqui, a partir do momento em que nós saíamos todo dia, e viramos muito amigos.
Hoje nós temos um festival de Rock‘n Roll em minha escola. E só a galera do primeiro ano para cima que vai. Dizem que até os formados vão, só para curtir. Não vai ser aquele tipo de festa de escola que os inspetores ficam te vigiando toda hora. Essa festa vai ser livre de adultos chatos, ouvi dizer que vai ter bebidas alcoólicas e maconha por lá. Não que eu fume sempre, mas é sempre excitante fazer uma social com ela.
Como vai ter um show de Rock, e eu e os guys vamos cantar, coloquei uma roupa bem roquinho sexy. Vesti uma blusa branca meio larga, mas que deixa meus peitos bem visíveis, e tem algemas desenhadas nela, de um jeito desfocado. Coloquei um short de cintura alta preto, e passei a blusa por dentro do short, e finalizei com um all star jeans velho e surrado.
Meu cabelo estava cheio, o que não é normal. O bom é que era um jeito sexy. Joguei ele de lado, e fiquei perfeita. Minha pele branca como uma névoa, ficava bem com o short preto, e minha boca vermelha natural, se destacava, fazendo com que os homens a desejem.
- Uau. – veio até meu quarto e chamou .
- Dude, precisa ver isso. – me puxou até o quarto de , era onde todos eles estavam se vestindo, e tenho que admitir. Eles estavam muito sexys.
Sentei na cama e passou a mão pela minha perna.
- Ainda é cedo, a festa começa só ás nove, e ainda são sete. Acho que nós podíamos brincar um pouco. – a malicidade dos olhos deles o entregavam. Ele queria sexo. E um formigamento de excitação passou entre minha pernas.
- Que tipo de brincadeira? – deitou na cama, só de cueca. Esse homem me mata um dia.
- Uma coisa bem excitante. – lambeu os lábios.
- Hm. – riu.
- Tipo o que? – Eu disse.
- Eu tenho uma brincadeira legal. Na verdade acabei de inventar. Mas é assim, você. – ele apontou para mim. – vai ter que nos excitar. Um de cada vez. E nós veremos qual pau levanta mais rápido.
- Uau. – riu. Todos riram. O formigamento só aumentava cada vez mais. Eu estava quase enfiando meu dedo em minha vagina.
- Tudo bem. – Eu tirei a blusa, e desabotoei o short, tirando-o. Fiquei só de calcinha e sutiã, e na verdade, eram bem sexy, sutiã de bojo leve, já que, modesta parte, meus seios são bem grandes, a cor do sutiã é roxa. E calcinha de um tecido bem fino, que num esbarrar em mim, ela já cai no chão. Roxa também.
Eu ajoelhei no meio da cama, e eles tiraram a roupa correndo e sentaram-se na cama, encostando na parede.
- Quem é o primeiro?
- Eu! – gritou.
Ele chegou perto de mim, e sentou na cama. Eu levantei e fiquei ajoelhada em cima dele, o que fez com que meus seios ficassem a altura de sua boca. Ele estava pelado, com aquela coisa dos deuses entre minhas pernas, não dentro de mim, por enquanto. Ele olhava fixamente para meus peitos. Peguei sua mão, e passei levemente sobre um seio. Coloquei sua mão, dentro do sutiã, e ele fechou os olhos. Olhei para baixo, e pude ver seu pênis levantando. Isso era excitante. Passei minha boca pelo seu pescoço e PAM. Seu pau encostou em minha vagina.
- Ficou excitado rápido demais senhor . – Sussurrei em seu ouvido, e ele tirou a mão de meu seio.
era o próximo, e ele fez o mesmo que . Ajoelhei me sobre ele e fui abaixando uma alça do sutiã de vagar. Ele olhava atentamente para meus movimentos. E de repente eu estava com os seios totalmente de fora. Nós estávamos sérios, e eu pude notar a gozação dos outros. Esfreguei meus seios sobre sua boca devagar, e ele abriu a boca para chupá-los. E dessa vez eu gemi. Meus quadris começaram a se movimentar lentamente como se eu estivesse com um pênis injetado em mim. Os movimentos de sua língua eu meu seio era delicioso. Até que PAM. Senti uma coisa em minha vagina de novo.
- Minha vez - engatinhou até mim, e sentou. e eu somos muito íntimos. Ele é o Guy que eu mais converso, e era muito gostoso fazer mas coisas do que conversar com ele.
Ajoelhei-me sobre ele, como todos os outros. Tirei meu sutiã e ele ficou doido. Fui pega de surpresa com sua mão passando pela minha coxa. Um toque leve e bom. Passei meus seios sobre sua boca, e ele, com uma olhar sexy para mim, não abriu a boca. Esfreguei-os então pelo seu peitoral, acariciando seu pênis com minha vagina. Era gostoso. Eu queria enfiar aquele pau dentro de mim. Então segurei-o com a mão, e quando ia injetá-lo, falou:
- Não pode, é só sexo oral. Senão, não vale.
- Mas assim é difícil.
- Você não consegue me excitar? – Disse
- Isso é um desafio?
- Claro. – Ele beijou meu pescoço, e ficou chupando-o. Gemi um pouco, e ele deu um sorriso abafado em meu pescoço.
Não agüentei e enfiei a porra do meu dedo na minha vagina. Ninguém viu, e eu peguei sua mão e passei pelos meus seios. Eu o olhava com uma cara sexy. Ele revidava. E eu mordi sua boca, carnuda, eu queria morde-lo todo. Queria comê-lo. Mas os outros guys estavam ali.
Comecei a ficar muito alterada e dei vários gemidos. continuava a passar as mãos pela minha perna, e beijar meu pescoço. Até que eu meu joguei, na cama, não em cima dele, mas do lado, e comecei a me masturbar, gemendo.
- Não agüentou meu corpo? – Disse .
- Cale a boca.
- , vou fazer um boquete em você. – disse .
- Não.
Ele abriu minhas pernas, o que foi bem hot. e seguravam meus braços, e olhavam para meus seios. Ele todos riam, e sua boca encostou em minha vagina. Isso deu um choque em mim. Sua boca era carnuda também, e ele a esfregava pela parte exterior de minha vagina. Depois ele colocou a língua para fora, e enfiou em minha vagina. Bem fundo. Foi muito gostoso, que gemi muito alto.
- Ah.
Ele balançava sua língua por dentro de mim, era muito bom, e ele colocou a cabeça para fora .
- Você ta gozando. – Disse ele.
- Foda-se, continua porra.
Ele lambia de um jeito muito bom, fazia muito tempo que eu não sentia aquele prazer. E comecei a gemer muito alto.
- Oh , oh .
começou a chupar meus peitos, e oh, eu estava no paraíso.
Eu continuava a gritar oh , e man, isso era muito gostoso. Precionei sua cabeça na minha vagina, e ele estava gemendo também.
- Porra, que gostoso.
- Acho que vou parar. – Disse ele.
- Não para, ai, ai ai.
Ele parou o boquete e subiu seu corpo, para o meu. Seu pênis entrou dentro da minha vagina e começamos um sexo de verdade. Eu estava louca, comecei a gemer, e me esfregar nele.
- Gente, vamos fazer sexo todo mundo. – Eu disse com uma voz deliciada.
- Não, eu não faço com homem. – disse.
- Foda-se, vem me comer.
veio, e foi pra cima de , se esfregando nele. Nós tombamos para o lado, e rimos.
Depois fizemos sanduíche, em baixo, eu em cima dele, e com o pau no meu cu. Era tudo tão bom. Eu gemia alto, e eles também. Eu me chupava, eles me batiam, tudo foi feito naquela hora, até e se juntaram, e eu fiz um boquete neles.
O paraíso acabou quando o celular de toca e é David, dizendo que a festa tinha começado. Nós nos vestimos rápido, e fomos para a festa.

2- O show

Chegamos a festa, ela estava lotada já. Os guys foram ver os equipamentos, eles vão tocar. Eu também. Mas não com eles, eu canto por mim mesma. Vou cantar uma música que tem tudo a ver com essa festa que se chama “Rock and Roll All Night”, que é do Kiss, meus ídolos forever and ever.
No carro, como não tinha lugar para mim, tive de ficar no colo de , o que foi bom, pois sua mão passava toda hora pela minha perna, e a minha pelo seu braço. Sobre a nossa intimidade, os outros guys não sabem nada sobre isso. Até porque, nunca passou disso. A não ser por hoje, mas alguns minutos não valem. Não é sexo de verdade, aquilo foi uma brincadeira.

Eles estavam perfeitos naquele palco. usava uma blusa social branca, justa, e com os botões abertos, dando para ver seu peitoral musculoso muito hot. Sua calça skinny, o que era difícil de o fazer usar, deixa seu documento, bem, vamos dizer, inchado.
Meu Deus, que homem.
Ele olhou para mim, e lambeu os lábios, claro que foi de brincadeira, mas eu gostei. Nós temos mania de brincar de provocar um ou outro. Pra ele é total brincadeira, mas eu amo isso, me deixa muito excitada. Não é a toa que minha calcinha já estava toda molhada, e eu tenho que limpar um pouco, senão sou capaz de enfiar o dedo em público mesmo. Se bem que esse público, é o publico certíssimo
Caras barbados, com touca, com olhos pintados de preto, passavam por mim. Uns davam umas apertadas em minha bunda, o que eu gosto. E, qual o problema, eu sou brasileira. Eu sei que as brasileiras. As britânicas são tão, sem graça. Eu bem sinto bem com meu corpo, eu gosto dele. Quando os guys não estão em casa, eu fico andando pelada, e devo dizer, tenho vários brinquedinhos, que... bom, me agradam. Ou então meus três dedos...
Um homem me puxou pela cintura, no meu caminho para o banheiro. Ele lambeu meu pescoço, e eu senti sua barba descendo para meus peitos. Claro. Isso é o que eles mais gostam. Peito e bunda.
Sua boca desceu para o decote de minha blusa, e eu me larguei dele, e continuei a ir ao banheiro.
Cheguei lá, havia várias mulheres colocando papel higiênico no sutiã. Ai ai, novatas.
- Se eu fosse você eu não faria isso. – Disse eu.
- Por que?
- Quando o cara for te levar para a cama, ele vai ver, fato.
- Eu queria muito ter peitos gostosos.
Eu entrei no boxe do banheiro. Ajeitei o sutiã. Sequei a calcinha, e enfiei um dedo rapidinho. Resolvi colocar outro dedo, pois aquele não era suficiente, e me dei conta que eu precisava ir, pois os guys já teriam acabado de tocar.

Cheguei a frente do palco, e várias pessoas pulavam, mulheres estavam sem blusa, e outras totalmente peladas. Bem que a escola deveria ser assim todos os dias. Meus guys vieram até mim depois do show deles, e me abraçaram, um abraço que eu sei que tem outras intenções, pelo fato de meu peito roçar no deles.
beijou minha orelha e falou:
- Daqui a pouco é você.
- Você vai me ver?
- Por que eu perderia?
- Talvez estivesse ocupado gemendo com outra pessoa.
- Não, eu sou fiel a você. – Ele riu. Eu sei que ele não faz sacanagem com outras pessoas, isso é uma piada interna.
Lambi sua boca de brincadeira e ele riu.
- Olha só o .
Olhei para ele, e ele já estava sem camisa, num sofá, no canto, se agarrando com uma menina. Ele parecia um macaco em cima da girl.
Virei para frente e me olhava. Fiquei sem graça.
- Eu tenho que ir para o palco – olhei para ele com outras intenções, de brincadeira.
- Vai lá. – ele me soltou, e eu dei um beijo na minha cabeça.
Subi no palco, e vi a loucura. Parecia um evento de tarados, mas meio roqueiros. Eu gostava disso.
- Vou cantar “rock’n roll all night” – Todos gritaram e comecei a cantar.

You show us everything you've got
You keep on dancin' and the room gets hot
You drive us wild, we'll drive you crazy

Meninos e meninas tacavam roupa no palco.
Peguei uma calcinha e coloquei na minha cabeça.
You say you wanna go for a spin
The party's just begun, we'll let you in
You drive us wild, we'll drive you crazy

Rebolei até o chão, fazendo todos gritarem. E comecei a rir.
You keep on shoutin', you keep on shoutin'
I wanna rock and roll all night and party everyday

Enquanto eu cantava essa parte, todos gritavam em coral comigo.

You keep on saying you'll be mine for a while
You're lookin' fancy and I like your style
You drive us wild, we'll drive you crazy
You show us everything you've got
Baby, baby that's quite a lot
And you drive us wild, we'll drive you crazy
You keep on shoutin', you keep on shoutin'


Quando terminei, todos começaram a gritar. Desci as escadas, e encontrei os guys. - , você canta melhor que o . – brincou.
- Fazer o que né – joguei meu cabelo para trás e nós rimos.

Conversamos mais um pouco, dançamos doidamente, eu e . Nós bebemos cerveja na garrafa de vidro, e escorregamos sempre, no final, eu já tinha perdido meu tênis.
Até uma hora que ele me puxou com força pelo braço e me levou até a parede. Pressionando-me contra ela, ele me fitou com os olhos, e me deu um beijo forte, e gostoso. Sua língua passava pela minha com uma habilidade incrível, elas se sincronizavam perfeitamente. Eu passei minhas mãos sobre seu peitoral musculoso, desabotoei os botões, e segurei-o pelo cabelo, puxando o mais forte possível.
Ele segurava minha coxa para cima, e conseguia fazer com que minha vagina se esfregasse em sua perna. Me deixando é claro, animadinha.
- Ai. – Disse com uma voz rouca e macia.
- Vem. – ele se esfregava em mim.
Eu o olhei com safadeza, e sabia o que iria acontecer after that. Sex,sex,sex, e... sex.
Parei de me esfregar nele, e nós fomos rindo, de mãos dadas procurar um lugar mais privado para fazermos isso. Claro que eu faria com qualquer outra pessoa, aqui no meio de todos, mas ele era o .
Chegamos perto do palco, e eu me lembrei do espaço vazio grande que havia debaixo dele. Sei disso porque já me convidaram para ir lá, mas eu recusei.
Chegamos lá, e entramos, debaixo do palco. Era cheio de botões, e escadas. Fomos para o fundo, onde estava bem escuro, mas dava para nos vermos. Ele sentou, e eu sentei em cima dele. Nós tiramos nossa roupa, mas deixei o sutiã para ele. Sei que ele adora fazer essa parte. Sua boca foi do meu pescoço, para meus mamilos, o jeito que ele fazia isso, era diferente de qualquer outra pessoa. Era especial. Sua boca estava num de meus seios, ele chupava, e mordia de leve, sua língua foi para meu mamilo, e ele começou a enlouquecer. Eu gemi, e ele sorriu. Sei que ele gosta de gemidos também. Sei muito sobre ele, pois nós conversamos muito, por isso viramos tão íntimos.
- Ai .
Eu deitei, e ele injetou o pênis em mim. Foi uma explosão de desejo e prazer. Minhas pernas pareciam ter sumido, e minhas pernas estavam muito abertas. E eu desejava abri-las mais. Ele ia para frente e para trás de um jeito gostoso, e eu gemia, e ele gozava.
- Isso, isso, aah que bom.
- Isso é gostoso?
- Ai cala a boca. – Eu o beijei e gemi mais. Até que ele começou a ir muito rápido, e os prazeres começaram a vir como um jorro em mim.
- Ooooh.
Minhas mãos estavam em meus peitos, eu os mexia e a boca de estava no meu pescoço.
- Porra.
- Ai ai – ele dizia baixinho, enquanto eu gritava.
- AAAH, AAAH, ISSO, ENFIA. – eu o puxava pelas costas.
Nós dois estávamos suando muito, aquilo estava sendo muito bom.
- Posso fazer oh em você? – Eu não comentei, mas no carro, nós nomeamos o ato de fazer boquete, como oh , pelo fato ocorrido mais cedo.
- Claro, faça o que você quiser, sou sua essa noite.
Sua boca passou pelos meu peitos, pela minha barriga, e ele pegou com dentes meus pentelhos da vagina. Passou a boca pela entrada do meu prazer, e começou. Sua língua passava rapidamente como a de . E sua mão, pressionava minha coxa com força, me fazendo querer bater.
- Aaai, isso , vai . – eu gritei – Porra. Porra.
Eu me retorcia toda pelo prazer.
- Oohh . , me fode.
Sua boca subiu, ele sentou. Eu sentei nele e enfiei o pênis em mim de novo. Dessa vez eu controlava a intensidade, e fiz o mais rápido que pude, nós gemíamos, e ríamos de nós mesmo. Eu balancei meus peitos para ele, e ele os lambeu. Seu olhar era intenso para mim, isso me fazia beijá-lo com força e gosto. Sua mão fazia um tour pelo meu corpo, ia ao cabelo, segurava minhas bochechas, ia para meus seios, depois para a cintura, e apertava minha coxa puxando para perto dele.
- , fica deitado, eu vou fazer uma dança pra você. Ele gemeu e eu me levantei. Ele estava deitado com a cabeça pra cima, eu fique em cima dele, em pé, com as pernas abertas, na altura de sua cabeça, e comecei a rebolar. Com minha vagina virada para ele, fui descendo devagar. Eu rebolava devagar, e senti um gozo escorregar pela minha perna. Fui rebolando até ficar agachada, e encostar a ponto de minha vagina no nariz dele. Cheguei pra trás, e enfiou sua boca em minha vagina. Ele começou a chupá-la, melhor do que antes, e eu a esfregava, com o joelho no chão, eu estava sentada na boca de . Ele estava gostando, pois seu pau estava lá em cima. Eu subi e rebolei para baixo novamente. Depois de fazermos poses diversas, nós paramos um pouco. Ele beijou meu ombro - Oh .
Ri e beijei seu rosto. Meu cabelo estava de lado, e me puxou para um beijo intenso de novo.
Ele deu um risinho, subiu em cima de mim e viramos a noite dentro do palco, fazendo coisas inesperadas.

3- A festa.

Quando acordamos, estava claro, e estávamos abraçados. Nos vestimos e quando estávamos saindo de dentro do palco, vimos um boneco irlandês de papelão, e tiramos foto com ele pelo iphone de . Ele postou no Orkut e fomos para casa.
Chegando lá nós demos a desculpa que eu vomitei e ele me levou ao médico.
No dia seguinte, tinha aula normal, e quando acabou, me buscou de carro.
- Oi.
- Oi . – sorri pra ele.
- Acho que vai ter uma festa hoje, quer ir?
- Você ainda pergunta?
- Talvez você não tenha roupa para ir, sabe como é, as mulheres tem sempre que comprar roupa uma semana antes.
- HaHaHa eu tenho roupa sim. Onde vai ser?
- Na casa do James. Ás nove horas também.

Já eram nove horas e eu estava me olhando no espelho. Estava usando um shortinho branco, e uma regata marrom de seda com um decote bem grande. E um sutiã preto. chegou ao meu quarto e me levou correndo para fora. Estávamos atrasados.
Decidimos ir, eu e num carro, e o resto no outro carro, já que estava levando uma outra menina.

Chegamos à festa e vi pela primeira vez a house dos pais de James. É muito grande e linda. Tem um espaço enorme, que era para ser o jardim, mas não tem grama, tem uma pista de dança enorme, que me contou que James mandou colocar só para essa festa. Tem uma piscina de um tamanho grande, a casa, é imensa. Cheia de portas de vidros e espelhos.
Numa mesa, vi James, David e Alan com uma garota. foi chegando perto e James nos apresentou ela. Seu nome é Lisa, e ela é amiga de James. Todos nos sentados na mesa.
- Vou pegar um Martini para nós. – Alan se levantou e foi pegar umas bebidas.
Os outros meninos estavam fumando algo que ninguém sabia o nome, só sabiam que era bom. Brincavam de uma brincadeira que cada um dava uma tragada no baseado, que eu pensei que fosse, e faz uma pergunta. Como em verdade e conseqüência, mas aqui não tem garrafa, e sim algo para tragar. Todos têm que responder corretamente a pergunta.
- O lugar mais estranho que você já transou. – James tragou o baseado e passou para a menina ao lado.
- Na escola.
- Uaau - todos disseram. Ela passou para .
- No quarto dos meus pais, em noite de natal. – ele fez cara de mistério.
- Na praça. – todos riram. – calma, foi discreto. – Alan disse, nos dando o Martini.
- Em baixo de um palco. – .
- Em baixo de um palco também. – soltei a fumaça em seus lábios.
Depois da brincadeira, viramos vários martinis, e fomos dançar. Já estávamos alterados, e ainda preparei uma caipirinha e bebia enquanto dançava.
Dançamos colados, uns nos outros. Entramos na piscina de roupa, depois saímos e continuamos a dançar. Tirei meu short de fiquei só de blusa e calcinha. Estava escrito “squeeze me” em minha calcinha.
entrou na piscina e eu fui junto. Acabou que começamos a nos beijar, e ele entrelaçou as pernas nas minhas, beijou meu pescoço, e eu tirei sua blusa. Ele me olhou significativamente e tirou minha calcinha, injetou o pênis em mim e nós rimos até eu dizer que aquele não era um bom lugar, todos estavam olhando.

Lembro-me de não gostar disso no , ele sempre quer transar comigo, tudo bem, nós conversamos e zoamos muito. Mas ele nunca disse algo romântico para mim, ou mostrou seu amor por mim. As vezes me pergunto se ele me ama, ou são só seus órgãos que me amam. Sempre paro para pensar nisso. Até que penso, eu nunca transaria com um garoto chato, que me incomode. Ele deve ao menos gostar de mim. Claro. Para ficar deitado do meu lado fazendo carinho em minhas curvas depois do amanhecer.
Sentei na borda da piscina, e vi James sentado, com uma menina em cada perna. Elas estavam se beijando, e ele falando algo com elas.
Isso me fez lembrar, no começo da minha adolescência quando beijei pela primeira vez uma menina.

Flashback on

Aos 14 anos, eu tinha uma amiga chamada Letícia, e ela morava com os avós. Fui para sua casa estudar, e fomos á piscina depois. Ela não era minha melhor amiga, mas nós conversávamos sobre tudo. Nosso primeiro beijo, sobre todo mundo de nossa sala de aula, da bunda do professor de matemática, tudo.
Fomos tomar banho na banheira dela e continuamos a conversar. Nós falávamos alto e ríamos, pois seus avós já estavam dormindo - sua casa era de dois andares - e o quarto dos avós era no segundo andar.
- Não acredito que você transou com o João! – Letícia colocou as duas mãos na bochecha.
- Você não sabe como ele é gostoso. A blusa da escola esconde todo o peitoral dele. – cheguei mais perto dela e falei mais baixo. – e você, é virgem?
- Mais ou menos. É que minha mãe me levou na médica, para tirar a pele que me faz virgem, não entendi por que. Então, eu sou virgem, mas nunca tive nada com nenhum menino.
- Meu biquíni está machucando, vamos tirar, você não tem vergonha não né?
- Você acha que eu, teria vergonha de ficar de pelada na sua frente? Ah minha filha, você tem muito que aprender. – Letícia disse rindo e tirando o biquíni de cima. Quando ela desamarrou, seus peitos, que eram os maiores da turma, balançaram. Eu tirei meu biquíni e perguntei:
- Como você consegue ter peitos tão... – arregalei os olhos. – grandes.
- Deixa eles em paz, pára de olhar. – ela fez uma voz fininha de criança e tacou água em mim e caiu espuma no meu olho.
- Sua escrota. – eu disse rindo, me levantei para jogar água nela, Letícia empurrou meu pé com seu pé e eu caí sentada nela. Eu segurei seus pulsos para ela não jogar água no meu olho de novo. Nós estávamos rindo, nossos ombros se batiam, e nossos peitos se encontravam. Meu joelho escorregou e eu fiquei literalmente sentada em cima dela, segurando suas coxas com minhas pernas.
- Você está presa. – sussurrei em seu ouvido de brincadeira.
- Vadia. – ela me olhou, parou de se rebater e passou seus dentes sobre seu lábio inferior.
Uma sensação estranha começou a latejar entre minhas pernas. Eu sabia que sensação era aquela, já tinha sentido uma vez, quando João tirou minha virgindade. Mas essa sensação, é nova. De descobertas, aventuras. Meu coração não bate do mesmo jeito que bate ao ver João. Com João, é amor e desejo. Com Letícia, é safadeza, e a descoberta de novas sensações.
Ela passou a mão na parte de dentro de minha coxa, e foi para a virilha. Eu estava parada ainda, sem saber o que fazer. Como começar. Senti sua unha passando lentamente pelos lábios de minha vagina. Peguei seu dedo, lambi lentamente, e levei-o ao meu mamilo. Estávamos em silêncio, nós duas com um sorriso no rosto. Peguei suas duas mãos e apertei meus peitos com elas, Letícia pressionou seus dedos nos meus seios e minha excitação aumentou.
Mordi minha boca e Letícia também, nós tínhamos a mesma mania. Cheguei perto, com minha boca aberta e molhada. A sua abriu e já enfiou a língua dentro da minha. Começamos a nos beijar, um beijo molhado, entre duas bocas carnudas e vermelhas, o barulho de nossa língua soava, abri mais minhas pernas, parecia um sapo em cima de Letícia. Rocei os lábios de minha vagina em sua perna.
- Você é muito gostosa garota. – sussurrei na boca de Letícia, mordi seu queixo, e chupei seu pescoço. Ela soltou um gemido, e puxou minha perna. Arranhando-a. Abaixei minha boca para seus seios e abri a boca para chupá-los, eles mal cabiam na minha boca de tão grandes, então mordi. Ela puxou a tampa que estava no ralo da banheira, e a água começou a descer. Eu deitei e ela abriu minhas pernas violentamente, e enfiou sua língua na minha vagina, entrando no meu clitóris. Gemi alto e ela riu, os movimentos que ela fazia com a língua eram, sinceramente, melhor do que João, e suas mãos abriam mais ainda minhas pernas. Meu corpo balançava, como se o excitamento tivesse possuído meu corpo, eu gritava puxava sua cabeça contra minha vagina.
- Ai, vem Lê, ai porra. – eu apertava meus peitos e esperneava. Letícia parou e deitou sobre meu corpo molhado, lambeu meus peitos, enquanto apertava fortemente minha cintura. Sua língua foi para minha boca, e me beijou mais forte.
- Como as lésbicas se fodem? – ela perguntou, com a respiração ofegante.
- Não sei. Não sou lésbica porra. Mas isso é gostoso. – ela esfregava sua vagina na minha barriga enquanto falava, com as mãos em meus seios.
- Você é muito gostosa, tem noção disso? – Letícia enfiou o dedo nela mesma e deitou no chão ao meu lado. Eu não estava satisfeita. Nada, além de sua língua, havia entrado em meu clitóris. Eu precisava me aliviar.
Me joguei em cima dela, abri sua perna, do mesmo jeito que João abre minha, e esfreguei minha vagina em sua, como se fosse dois lábios se beijando. Dois lábios vaginais. Era bom, não como um pênis, mas era gostoso.
- Abre mais... essa buceta. – eu gritava sem fôlego de tanto me balançar. Letícia se virou de costas, ela empinou sua bunda, e eu a abri com minhas mãos e lambi seu cu. Não era o que eu esperava, e me deitei nela.
Deitei ao seu lado, e respirei fundo um pouco. Olhei para Lê, sua boca estava vermelha, e bem inchada, virei meu rosto, e a beijei mais uma vez. Nosso beijo era molhado e lento. Ela brincou com minha língua, e eu chupei seu lábio inferior.
Assim foi minha primeira noite com uma menina. Depois, era só quando eu estava bêbada. Foi gostoso, mas nossa amizade acabou ali.

Flashback off

Percebi que eu olhava muito as duas meninas e desviei o olhar. Alan sentou ao meu lado e me deu uma bebida, virei toda e ele me deu outra. Eu queria ficar animada, mas não bêbada. Joguei o liquido do copo em meu colo – bem no meu decote.
Alan viu as gotas escorrerem do meu pescoço, á linha entre meus seios. Ele chegou perto e lambeu meu pescoço, passando a mão dentro da minha coxa. Mas eu não queria nada com ele. Eu estava pensando no . Se ele já havia dito que amava alguma menina. Ele nunca me diz isso, eu que digo para ele. Ele não me dá presentes, tudo bem, eu não gosto, mas eu adoraria ganhar flores.
- Estou menstruada. – menti para ele, e ele saiu para outra menina.
Estúpido. Eu tomo pílulas.
- Ei! – chegou e sentou no lugar de Alan. – Tenho um desafio para você.
- O que é?
- David tem uma amigo, que nós achamos que ele é gay. Mas ele esconde muito bem... até pega bastante mulher.
- E daí, o que eu tenho a ver com isso?
- Eu... quer dizer, nós, e , queremos que você, passe a noite com ele. Dizem que ele tem uma tatuagem na bunda, escrito “Sou gay com orgulho” e ele adora levar por trás.
- Hum, o que eu ganho com isso? – fiz uma proposta.
- Se você conseguir tirar uma foto dessa tatuagem, você não precisará fazer o almoço por uma semana.
- Um mês? – pisquei para ele.
- Não, uma semana. – Ele sussurou.
- , você sabe que é meu Guy preferido? Não é? – pisquei para ele e mordi seu queixo.
- Eu sei que é , e serão três semanas então. – ele saiu correndo, e o vi passar a mão no cabelo. Ele faz isso quando está excitado.
Pronto. Tenho que transar com uma bicha. E meu celular faz barulho para tirar foto, e agora?
Bom, vou precisar de vodka.

4 – Jeff

- Alan. Qual o nome dele? – eu gritei.
- Jeff. Aquele ali no canto. – Alan apontou para um cara que estava sentado de frente para o bar tomando alguma coisa. Ele é loiro e tem olhos azuis, eu estava perto, mas precisa me ajeitar fisicamente e psicologicamente. Eu precisa tirar foto de uma suposta tatuagem. Então eu preciso:
1 – Manter uma conversa para intimar ele. – fácil.
2 – Fazer com que ele olhe com excitação para meus peitos ou coxa. – fácil, se ele não for gay.
3 – Convencer ele de sair de lá e ir para um lugar mais privado. – fácil.
4 – Bom , já sabem...
5 – Foto. – A porra do meu celular pré histórico faz barulho quando tira foto. – difícil.

Bom, vou tentar né. Cheguei até o bar e sentei ao lado dele. Joguei o cabelo para trás e falei para o garçom. – sim, tinha um garçom na festa. E um bar. Open Bar.
- O que você tem de bom?
Olhei para a bebida e percebi que Jeff estava tomando... Milk shake.
- Tem vodka dentro. – ele disse, adivinhando o que eu estava pensando.
- Também quero um. – sorri para o barman, e olhei para Jeff. – Meu nome é , mais pode me chamar de .
- O meu é Jeff. E, acho que pode me chamar de Jeff. – ele deu uma risada que, realmente, mostrou claramente que ele é gay. O jeito que ele mexe no cabelo, a risada do tipo, “não é engraçado mais estou rindo para quebrar o silêncio”.
Jeff é bem diferente de todos os guys. Não que seja melhor. Ele é grande, tem os ombros bem largos, seu queixo é coberto por uma barba castanha, da cor de seu cabelo. E seu cabelo, bom, ele estava bem bagunçado. Jeff realmente não parecia no clima da festa, ele usava um casaco azul escuro, e calça jeans com chinelo no pé. Chinelo.
Cheguei mais perto dele, e fingi estar bêbada.
- Eai amigo. – passei meu braço pela sua nuca e sussurrei em seu ouvido. – quer ouvir uma piada?
- Opa. – não foi um opa, do tipo que ou diriam, foi um opa como meu avó diria se eu tropeçasse na sua frente. – calma aí.
- Acho que esse Milk shake com vodka não caiu muito bem. – dei uma risadinha.
- Mais você ainda nem tomou...
Droga.
- Droga. – sussurrei, sem querer.
- Hum, alguém deve ter posto algo em sua bebida, você está tonta?
Ah é, agora o cara acho que eu to drogada.
Agora é minha hora, vou dizer que estou tonta e que preciso que ele me leve para algum quarto. Ou ele ligaria para a ambulância... ou chegaríamos no quarto, eu tiraria a roupa e ele iria falar “ué, você não estava tonta?”
- Não estou tonta poooorra nenhuma – falei com tom de bêbada. – Eu só estou com vontade de fazer xixi. – dei uma risada e caí no chão. me diz que fico bem alegre quando estou bêbada.
- Você consegue andar? – Jeff disse. Puxei ele, e no desequilíbrio, ele caiu em cima de mim e começou a rir também, - você é maluca?
- Qual seu nome? – eu ri e rolei no chão. Jeff me pegou no colo e começou a andar comigo.
Não me pegou como os noivos fazem, ele me pegou como meu pai me pegava quando eu tinha 5 anos. Grudei minhas pernas em sua cintura, e passei meus braços pela sua nuca. Encostei minha cabeça em seu ombro e sussurrei em seu ouvido.
- Pra onde você está me levando, Fernando?
- Para o quarto, e meu nome é Jeff, ele disse olhando para meus peitos. Eu ri e apertei mais ainda minhas pernas em sua cintura.
Pensei que seria bom eu fazer algo com Jeff. Algo que eu faria com . Mas... não sei mais nada sobre minha relação com o . Nós somos como namorados, mas, ele não quer admitir isso. E, o que mais me irrita, é que vejo ele direto com outras mulheres, e meninas. Eu devo ser só uma delas para ele. É difícil pensar nisso, mas talvez seja a verdade.
Chegamos num quarto, a porta estava aberta e então entramos. Pensei que ele fosse querer dar uns amassos já, mas percebi que o quarto era suíte, e ele me deixou no vaso.
- Prefere que eu espere lá fora? – ele disse tirando o casaco. – você não parece em bom estado.
- Pode ficar. – ele virou e ficou de costas para mim.
Eu não queria urinar, mas já que ele esperava que eu fizesse isso, peguei o chuveirinho e fingir ser o xixi, lavei a mão e quando virei Jeff não estava no banheiro, ele estava na cama, sentado com a mão na cabeça.
Fui até ele, sentei em uma de suas coxas e perguntei.
- O que houve? – tirei sua mão de sua cabeça.
- Nada, só estava pensando numas coisas. – e ele olhou de novo para meu peito. O que eu posso pensar? Ele é ou não gay? Que eu saiba, gays não olham para o peito das mulheres.
- Esqueça tudo. – peguei seu rosto, agarrei minhas unhas em sua barba e comecei a beijá-lo. No começo eu até gostei, ele me pegou pela nuca e começou a me beijar. Mas... não era como . Ele não beijava maciamente, sua boca não era quente. Sua língua passava tão rápido pela minha, que parecia que estava havendo uma perseguição dentro da minha boca. O que é isso, ele quer fuzilar minha língua?
Sua barba, que eu achava sexy no começo, começou a me incomodar, ele esfregava seu rosto enquanto me beijava, e sua barba me espetava.
Afastei meus lábios dele e tirei sua blusa. Achei melhor ir logo para a foto.

5 – lágrimas.

Jeff estava em cima de mim, lambendo meu pescoço, meu peito, e então meu mamilo. De novo sua barba começou a me espetar.
Como ele é bruto. Não pode ser gay, nunca que ele seria. Por isso que ele estava sozinho no bar, ninguém quer fazer sexo com um homem que te espeta o tempo inteiro. Ele é como um casaco de lã feito pela sua vó, ninguém usa, pois espeta.
Sua língua fuzileira passou para meu umbigo, e num puxão forte ele abaixou meu short e começou a me lamber... você sabe. Ei, era pra eu estar tirando a calça dele.
Pelo menos na área de baixo ele sabe manejar bem, sua língua maluca passa a ser gostava por mim nesse instante, e sua barba desaparece. Suas mãos seguram com tanta força minha coxa, que sinto que vou ficar com marcas de seus dedos nela. saberia como lidar comigo. Quando estou muito excitada, principalmente quando há algo acontecendo dentro de mim, eu fico descontrolada. Fico me mexendo, e gemendo. Ás vezes me aperto, ou aperto .
Se estivesse aqui, ele não iria me espetar pra valer no rosto, depois passar bruscamente para meus mamilos, e então já enfiar a língua em minha vagina.
Eu ficaria a metade da noite beijando seus lábios macios e vermelhos, ele faria carinho em meu cabelo, até que eu mesma tiraria minha roupa para ele. Nós daríamos risadas, e começaremos juntos. Ele iria dizer coisas enquanto eu mordiscava seu pescoço, e outras coisas. Ele injetaria seu pênis em mim, e ficaria com o corpo suado e quente em cima do meu, nos unindo como a mesma pessoa. Gemeríamos, riríamos, diríamos frases românticas, juramentos, faríamos jogos, safadeza...
. Tudo com meu .
Jeff lambia minha barriga, sua barba e seus dedos apertados começaram a me perturbar seriamente, afastei-o de mim, e tirei suas calças com raiva. Ele gostou, pois achou que eu estivesse entrando no clima dele. Já que ele gosta de brutalidade, empurrei-o com força para a cama, com o bumbum virado para mim, vi sua tatuagem. Realmente, estava escrito a famosa frase. Ele não entendeu o que eu fazia sentada em suas costas, então comecei a me esfregar nele. Jeff gemia, então pensei que ele estivesse gostando.
O fiz ficar de quatro e me esfreguei atrás dele. Eu não gostava disso, me sentia um animal transando, mas eu faria qualquer coisa para tirar logo a foto e sair daqui. Não agüentava mais esse cara. Não agüentava mais nada. Não acredito que estava fazendo aquilo. Eu pertenço a . Ele pode não pensar nisso, mas eu posso fazê-lo pensar um pouco mais. Lágrimas escorriam dos meus olhos, e tudo o que eu queria era estar deitada em minha cama vendo clipes clássicos no VH1 com deitado ao meu lado, dizendo o quanto está frio do lado de fora.
Peguei o celular discretamente no bolso do meu short, e, como o botão de tirar foto fazia muito barulho, comecei a gemer muito alto, falsamente.
Eu e ele gemíamos, parecíamos dois coelhos transando, meu cabelo grudava em meu rosto pelo suor e pelas lágrimas. Eu batia em suas costas. Uma cena que, se eu visse na TV, ficaria horrorizada. Quando eu ia tirar a foto da tatuagem, eu ouvi uma porta bater.
- Puta que pariu. – sussurrou uma voz. A voz que eu nunca iria querer magoar, mas que agora, eu não saberia como pedir desculpas.

Continua…

N/a: Oi meninas, espero que vocês estejam curtindo, desculpem se estiver muito forte, ou entao muito fraca. Vocês podem comentar a vontade o que acham da minha fic, e podem dar sugestões e pedidos também! (ex: oi nicole, voce pode fazer uma cena de sexo na praia...)
Desculpem pelos nomes, prometo que só vou usar nomes estrangeiros agora! Beijão da Nic

N/b: Oiii galerinha!
Comentem muuuito aí viu?!
E não esqueçam: Erros? Avisem-me: cah.teague@gmail.com/@Donahue