Prom Of Masks
Por:Beatriz Noronha
Beta-Reader: Carol Silver
I Capítulo:
Segunda-feira.O dia mais odiado por todos.Por mim não.Para mim, todos os dias eram a mesma tortura.Então não havia motivo para odiar a pobre segunda-feira.O motivo dela ser tão odiada era a ressaca.As pessoas a odiavam porque passavam o final de semana inteiro se embebedando e na segunda-feira elas acordavam com aquela monstruosa dor de cabeça, mais conhecida como ressaca.E já como em meus finais de semana eu normalmente estudava ou ensaiava ballet, eu não ficava bêbada e conseqüentemente não tinha ressaca, portanto, não odiava a segunda-feira, como a maioria das pessoas.
Levantei-me já memorizando todo meu calendário do dia.Café, escola, ensaio de ballet, cama.Era assim quase todos os dias.Exeto quando minha mãe tinha algum evento social e eu ia obrigatoriamente com ela.Ou quando meu pai e eu acampávamos.Fora isso, meus dias eram assim.Meu pai costumava insistir para que eu saísse mais.Porém eu não gostava de arrumar confusão com minha mãe.Ela costumava dizer que garotas de respeito ficam em casa.Irônico isso, quase nunca vejo minha mãe em casa.
‘Vamos querida, não demore para tomar café, você conhece sua mãe.’Pude escutar a voz de Marry do outro lado da porta de meu quarto. Ela cuidava de mim, dês de quando minha mãe resolveu se dedicar exclusivamente para a auto-sociedade. Ou seja, desde sempre.
‘Um minuto e já desço. ’ Terminei de ajeitar a saia de meu uniforme e desci as escadas pulando de dois em dois degraus.Uma brincadeira infantil que eu costumava fazer quando criança com meu pai.Continuo a fazer até hoje.Velhos hábitos nunca mudam.
“Já disse para parar com esse costume idiota.” Disse Catharine me olhando com reprovação (mais conhecida como minha adorável mãe) ‘Isso te faz parecer mais desengonçada do que já é.’ Ela esbravejou.
‘Sempre delicada, mamãe.’ Falei irônica, sentando ao meu lugar, naquela enorme mesa.
‘E você sempre burra.’ Ela me olhou indignada. ‘Imagine se algum dia você cair e ficar como uma cicatriz no rosto?’ Ela gesticulava. ‘Seria o fim.’ Me perguntei mentalmente se poderia existir alguma mãe mais fútil do que a minha.Não.
‘Deixe a menina Catharine.’ Falou meu pai virando para me olhar. ‘Não ligue para sua mãe paranóica.’ Fui em direção a ele e falei um baixo ‘bom dia’ recebendo um beijo na testa.
‘Oh claro, vamos ver quem é a paranóica quando ela estiver com o rosto deformado.’ Catharine falou com todo seu exagero.
‘Que tal irmos acampar nesse final de semana com uns amigos do banco?’Ele sorriu para mim, ignorando os comentários de minha mãe.
‘Ela tem ensaio de ballet.’ Minha mãe falou rispidamente.
‘Ela pode perdê-lo.’Ele falou no mesmo tom.Eu sorri. ‘Então, o que acha?’
‘Eu adoraria.’ Sorri mais abertamente.
‘Ótimo.’Ele sorriu meigamente para mim.Minha mãe bufou e saiu da mesa.Meu pai riu baixinho da atitude infantil da minha mãe. ‘Acho melhor você ir querida.’ Ele beijou minha bochecha. ‘Posso ir buscá-la na escola hoje?’ Ele olhou pra mim novamente. ‘Acho que não irei ter muito trabalho.’
‘Mas é claro que pode pai.’ Sorri ‘Deve!’ Ele sorriu.Eu beijei o topo de sua cabeça e sai pela enorme sala. ‘Até mais tarde.’
‘Pronta para ir, senhorita?’ Jeph já segurava meu material em seus braços. ‘Sim, vamos.’ Entrei no carro sentindo um aroma agradável.Eu amava o cheiro daquele carro.
‘Já disse o quanto eu gosto do cheiro desse carro?’
‘Sim senhorita, e é por isso que eu sempre o mantenho assim.’ Vi seu sorriso satisfeito pelo retrovisor.Lembrei há quantos anos Jeph trabalhava para minha família.Muito tempo, lembro-me de que pequenininha meu pai o mostrou dizendo que ele seria meu motorista.E hoje ele tem seus poucos cabelos brancos e ainda me levava para todos os lugares que eu quisesse.Por um momento me perguntei se ele tinha família.Não lembro de tê-lo ouvido mencionar nada desse gênero.Senti o carro parando e vi a frente de meu colégio.Onde já haviam várias pessoas conversando em seus diversos grupos de amizades.
‘Devo vim buscá-la senhorita?’
‘Não precisa, meu pai vai me buscar hoje, você pode tirar uma folga.’ Sorri. ‘Tudo bem, tenha um bom dia.’ Ele abriu minha porta e entregou meu material. ‘Obrigada Jeph.’ Sorri e me direcionei a entrada da escola.
Entrei na escola e estranhei ao ver vários alunos com um folheto na mão, pareciam animados.Alguém jogou um folheto em minhas mãos e pude ouvir a voz animada de .
‘Meu Deus, preciso ver logo seu vestido!’ Fiz uma cara confusa.Foi quando finalmente li o que havia escrito no folheto. “Baile de inverno”.Fala sério, nós ainda estávamos no verão.
‘Pelo amor de Deus , ainda estamos no verão.’ Guardei o folheto na parte da frente de minha bolsa.
‘Idaí?’ Ela me olhou como se eu estivesse falando a maior besteira do mundo. ‘Você sabe que precisamos nos preparar bem antes.’
‘É, acho que temos alguns meses para isso.’ Revirei os olhos.
‘Você é tão irresponsável.’ Ela me olhou com reprovação. ‘No final você acabará tendo que ir com um vestido de ultima hora, tipo os daquela garota ali.’ Ela riu maldosa e apontou para uma nerd da nossa sala, que usava um péssimo vestido com um suéter azul cintilante por cima, sendo que o vestido dela era laranja cheguei. fez o sinal da cruz. ‘Deus o livre.’ Eu gargalhei fazendo o sinal da cruz também.
‘Não sou irresponsável, só gasto meu tempo com coisas mais importantes.’ Falei seguindo para nossa aula de biologia. ‘Como o quê?’ Ela me olhou irônica. ‘Ajudar os pobres? Entrar para o clube de xadrez? Fala sério né .’ Ela revirou os olhos.Enquanto andávamos e falávamos com todos que nos cumprimentavam, indo para nossa tediosa aula de biologia.
Até que enfim aquela maldita aula havia acabado.Sorri ao lembrar que estava na hora do intervalo. me puxava pelo refeitório enquanto rostos conhecidos continuavam nos cumprimentando.Popularidade tem seus lados bons.Porém tem seus lados ruins.Como pessoas em que você mal sabe o nome te chamam de ‘amiga’ e falam mal de você pelas costas.Isso era bem comum.Na verdade, se eu pudesse deixar de ser popular, eu deixaria.Mas isso parece ser realmente importante para , e eu não quero decepcioná-la.Ouvi gargalhadas altas vindas do outro lado do refeitório.Olhei para ver de onde vinha.E pude constatar que era da última mesa do refeitório.A chamada mesa dos ‘perdedores’.Era o que falava.Mas eu não achava, eles ficavam com várias garotas pelo o que eu ouvia falar, e eles eram bem bonitos.Eles poderiam facilmente ser um dos populares ou entrar para o time de futebol.Mas o que os tornavam ‘perdedores’ era sua aversão a popularidade.Eram o tipo de garoto que não se importavam em estudar ou passar boa aparência para os outros.Que não ligavam para as regras da escola ou para os diretores e professores.
‘Você pode parar de olhar para os perdedores?’ me deu uma cotovelada por debaixo da mesa. ‘As pessoas podem reparar.’ Olhei para frente enquanto comia meu sanduíche natural, que era a única coisa descente que se vendia na cantina da escola.Vi James correndo em minha direção e sorri para ele.
‘Hey pequena.’ Ele me deu um abraço e me ergueu no ar.E claro, todos os olhares raivosos das garotas estavam sobre mim.Ele era realmente cobiçado entre aquele colégio.
‘Príncipe.’ Sorri abraçada a ele.Eu o chamava assim dês de quando éramos pequenos.Quando eu ia para casa dele brincar.Nossas mães são muito amigas até hoje.Ele dizia que eu era a princesa dele, e eu dizia que ele era meu príncipe, e ficou assim até hoje.
‘Solicitação irrecusável para senhorita .’ Ele ficou com postura reta, como quando aqueles soldados entregavam cartas para o rei. ‘Depois da aula na casa do seu gostoso, maravilhoso, perfeito...’ Eu dei um tapa em sua cabeça, rindo.Ele fez uma careta.‘...Príncipe.’
‘Não vai dar.’ Fiz um careta triste. ‘Senhor vem me buscar, acho que vamos sair ou coisa assim.’ Eu sorri empolgada.
‘Estou sendo trocado por um velho barrigudo?’ Ele perguntou com os braços cruzados fazendo um biquinho.Eu gargalhei dando um tapa em seu braço. ‘Deixa ele escutar isso.’Ele sorriu.
‘Tio Charlie é o cara.’ Ele virou para mim. ‘Mas eu não me conformo em ser trocado por ele.’ Ele continuou com os braços cruzados e aquele biquinho.Era engraçado como nós havíamos crescido e ainda assim continuávamos nos tratando como crianças.
‘Amanhã eu prometo que vou te mimar tanto que você vai enjoar de mim.’ Falei apertando as bochechas dele.
‘Impossível.’ Ouvimos o alarme da escola soar, avisando que o intervalo havia acabado.
‘Isso é o que nós vamos ver.’ Dei um ultimo beijo nele e fui em direção a mais uma aula de história, mais conhecida como tortura.
A aula de história passou incrivelmente rápido.Ao ouvir o sinal bater, peguei minha bolsa e fui em direção a saída.Pude ver a mão de ao longe me chamando e andei um pouco mais rápido para alcançá-la.
‘Vamos ao Shopping.’ Ela segurou meu braço. ‘Hoje sai a nova coleção da Dolce & Gabbana.’
‘Não dá.’ Me soltei dela. ‘Senhor vem me buscar hoje.’
‘Senhor .’ Ela me olhou. ‘É tão difícil chamá-lo de pai?’
‘Senhor fica mais bonito.’ Eu sorri. ‘Ok, já vou.’ Vi o motorista abrir a porta do carro para ela.
‘Antes que aquela vadia da Brithany chegue primeiro.’ Ela disse fingindo vomitar e o carro partiu.Brithany era uma de nossas amigas no passado.Bem, isso foi antes dela ficar com o namorado da .E dês desse dia ela era o alvo de todos os palavrões de , não que ela falasse, mas eu sabia que ela pensava.Eu também odiava aquela garota, uma vadia assumida.
Estava tão destraida que nem vi o tempo passar.A escola já estava vazia e o céu estava negro.Provavelmente uma tempestade chegando, típico de Londres.Eu já estava começando a ficar preocupada com a demora de meu pai, quando sentir meu bolso vibrar. ‘Nova MSG de Papai’
“Surgiu um improviso em uma das empresas,
sei que você entende.Sinto muito,Papai.”
Oh claro, eu entendo.Eu deveria imaginar que ele não viria realmente.Lembrei que havia dado folga para Jeph e liguei para James, torcendo mentalmente para que ele estivesse em casa.Depois de chamar algumas vezes ouvi a voz de James.
‘Casa do gostoso do James, o mesmo falando, quem gostaria?’ Ele falou metido.Aposto que ele sabia que era eu por causa da bina.
‘Olá, sou a humildade.’ Falei, entrando na brincadeira. ‘Mas acho que liguei para a casa errada.’ Ele riu.
‘Ah sim, então aproveita e avisa para a beleza que eu estou esperando a ligação dela.’
‘Ela mandou você esperar sentado.’ Ouvi ele gargalhar.
‘Sua gorda chata.’
‘Seu feio fedorento.’
‘Vai a merda.’
‘Vai você.’
‘Então vamos juntos.’
‘Ótimo.’
‘To passando ai para te buscar então.’ Nós gargalhamos.
‘A que devo a honra da ligação da senhorita-ocupada?’ Eu sorri.
‘A senhorita-ocupada está indo pra sua casa, posso?’
‘Você não ia sair com seu pai?’ Ele perguntou confuso.
‘Longa história, te conto quando chegar.’ Fui andando, eram dois quarteirões apenas.
‘Onde você está? Quer que eu vá te buscar?’ Perguntou preocupado.
‘Não precisa, daqui a pouco chego ai, beijo.’ Desliguei sem esperar uma resposta.Comecei a andar mais rápido para não pegar a chuva.Mas foi inevitável, em alguns minutos fiquei completamente molhada.Ah que se dane, tomar um banho de chuva era até divertido.Quanto tempo será que eu não fazia isso? Depois de algum tempo andando consegui, finalmente avistar a casa de James.Toquei a campainha e após alguns gritos de ‘Atende a porta’ e ‘Atende você idiota.’ Vi a maçaneta girar.E ao contrário do que eu esperava ver, não era James na porta.Era um outro garoto, que eu reconhecia de algum lugar.Ele me encarou confuso.
‘Deixa , é pra mim e...’ Vi James surgir por trás do tal surpreso. ‘Meu Deus, você está toda molhada.’ Ele me puxou para dentro. ‘Você é louca de andar na chuva?' Ele me olhou com reprovação. 'Você podia ter me ligado.’
‘É só uma chuva James, não seja tão protetor.’ Eu dei um pequeno abraço nele, o deixando um pouco molhando.
‘Vamos subir, eu te empresto uma roupa.’ Ele me puxou escada a cima.Entramos no quarto e ele foi até o armário pegar uma toalha para mim.
‘Você pode tomar banho ali e depois é só pegar uma roupa no meu armário, você sabe.’ Ele me jogou a toalha. ‘Só por favor, deixe a porta do banheiro trancada, tenho quatro marmanjos cheios de hormônios sentados no meu sofá.’ Ele fez uma cara de assustado e eu ri. ‘E aliás, você se importa se eles ficarem aqui?’
‘Claro que não James, não se preocupe com isso.’
‘Então a princesa pode se misturar com os plebeus?’ Ele me olhou divertido.
‘Eu ando com você todos os dias, não ando?’ Ele gargalhou. ‘Agora, dá licença que eu preciso tomar banho.’ Falei empurrando ele até a porta.
‘Legal hein, estou sendo expulso do meu próprio quarto.Por isso que eu não gosto de gente abusada e...’ Ele continuou reclamando pelo corredor enquanto eu fechava a porta.
Entrei no banheiro e liguei o chuveiro deixando a água quente cair em cima de mim.Senti um leve tremor devido a troca de temperatura.Pensei em meu Charlie e Catharine.Em como nossas vidas mudaram.Ainda lembro do dia em que Catharine entrou gritando em meu quarto, dizendo que meu pai havia ganhado um emprego bom em uma empresa importante.Eu deveria saber que depois daquele dia muitas coisas mudariam.Coisas como: O limite de cartão de crédito de minha mãe, nosso carro básico que logo foi trocado por um de luxo, minhas roupas que antes eram compradas em promoções, agora eram todas de marca.Nosso pequeno apartamento que era localizado em um bairro de classe média, que agora era uma mansão localizada em um luxuoso condômino em um bairro nobre.Mas teve duas mudanças que foram as mais marcantes: O sorriso de minha mãe e o tempo de meu pai.Depois daquele dia tudo isso mudou.O sorriso de minha mãe não era o mesmo.Não era o sorriso feliz e divertido que eu via antes.Era um sorriso falso.Um sorriso morto.E meu pai, ele começou a trabalhar de mais.Ele queria que nós tivéssemos muito conforto.E eu ganhei muito conforto, mas perdi meu pai.Eu costumo dizer que em tudo se paga um preço.E esse foi o preço que nós tivemos que pagar.Que eu tive que pagar.Sem nem mesmo poder escolher se queria aquilo ou não.Hoje a família é uma família prezada.Conhecida por seus bens e posses.Uma verdadeira família de valores e aparências.Enquanto eu queria ser apenas aquela antiga família .Em que meu pai trabalhava em um restaurante e minha mãe era uma dona de casa, que pintava em tempo livre, para ajudar a pagar as contas.
Tomei um susto ao perceber que ainda estava no banho.Quanto tempo eu fiquei ali?
Desliguei o chuveiro, peguei a toalha e fui em direção ao armário de James.Peguei sua boxer preta que eu mesma havia lhe dado, e coloquei sua blusa escrita: “Im hot”, James era um poço de humildade.Quando estava secando meu cabelo com a toalha ouvi uma batida na porta.
‘Posso entrar?’ Era James.Assenti, ele entrou e riu ao ver a blusa que eu havia escolhido.
‘Ela fica bem melhor em você, sabia?’ Ele sorriu malicioso.Eu gargalhei e dei um tapa em seu braço.
‘O que aconteceu?’ Ele perguntou sério.
‘Como assim, o que aconteceu?’ Perguntei confusa com sua mudança repentina de humor.
‘Você não está feliz.’ Aquilo não era uma pergunta.Pensei em negar, mas James me conhecia bem de mais.
‘Ele me esqueceu.’ Abaixei o olhar para a mão de James e comecei a brincar com seus dedos. ‘De novo.’ Sorri triste.
‘Você sabe que ele é muito ocupado, .’ Ele me abraçou de lado.
‘Isso não é desculpa.’ Falei em um sussurro.
‘Eu sei que não é.’ Ele começou a brincar com a mecha de meu cabelo. ‘Mas ele trabalha para dar o melhor para você.’
‘Preferia não ter todo esse conforto e ter meus pais.’ Falei emburrada.
‘Você não sabe o que está falando.’ Ele passou delicadamente a mão em meus cabelos.
‘Você está do meu lado, ou não está?’ Perguntei irritada.
‘Claro que estou.’ Ele falou em tom de reprovação. ‘Eu só quero que você entenda o lado do seu pai também.’ Ele falou calmo.
‘E o meu lado, como é que fica?’ Perguntei inconformada.
‘Fica aqui, comigo.’ Ele me abraçou apertado. ‘Você sabe que sempre terá esse bobão aqui para você.’ Ele sorriu meigo e foi impossível não sorrir junto.Dei uma mordida em sua bochecha.
‘Você é perfeito, sabia?’
‘Mas é claro que eu sabia.’ Ele sorriu convencido.
‘Perfeito e humilde.’ Revirei os olhos. ‘E sabe o que pode te tornar mais perfeito?” Olhei sapeca.
‘Ih, lá vem.’ Ele me olhou desconfiado. ‘Eu sei que vou me arrepender de perguntar isso.’ Ele falou baixinho. ‘O que?’
‘Se você me levar de cavalinho até lá em baixo.’ Sorri já subindo em suas costas.Ele foi resmungado de como eu era gorda e de como ele teria sérios problemas na coluna no futuro,dramático.
Descemos as escadas e pude ver três garotos sentados no sofá jogando videogame e outro conversando com alguém na porta.
‘A pizza chegou.’ Ele virou para o James enquanto eu descia de suas costas.Ele carregava cinco caixas de pizzas com ele. ‘Espero que você goste de mussarela.’ Ele sorriu para mim. ‘ .’ Ele estendeu a mão para mim e eu a segurei.
‘ .’ Sorri em resposta.
‘Sim, eu sei.’ Ele riu e seguiu em direção a cozinha.Eu o segui com James em meu encalço.Os outros garotos também foram, provavelmente pela pizza.Ouvi um dos garotos tossir e James bufou.
‘, esse aqui é o .’ Apontou para o garoto que havia tossido.Ele sorriu me abraçando.Tomei um leve susto mas retribui o abraço, gosto de pessoas espontâneas.James bufou novamente.O que será que ele tinha?
‘Esse é o .’ Ele apontou para o garoto que estava com metade do corpo para dentro da geladeira procurando algo.Ele levantou a cabeça e acenou.Eu sorri. ‘Esse é o .’ e em um segundo todos já estavam ao redor dele.Devorando as pizzas.
‘Deixem um pedaço para ela, bando de animais.’ Ele foi para cima também e eu só pude rir vendo aquela cena.Pareciam quatro crianças.Talvez aquele dia pudesse realmente ser divertido.
II Capítulo:
Era realmente incrível a conexão entra aqueles cinco garotos. Não eram como os outros amigos do James. Aquilo parecia uma... família. Eu nunca tinha pensando em amigos por esse angulo. A única amiga verdadeira que eu tinha era , e mesmo entre nós duas não era a mesma coisa. O sorriso deles era diferente, como se não houvesse amanha para se preocupar ou algo assim. passou maionese no rosto de e o mesmo saiu correndo ao redor da piscina, e no final, os dois se jogaram na piscina, sorri involuntariamente. Se eu passasse maionese no rosto de , ela provavelmente ficaria meses sem falar comigo. E era isso que me deixava intrigada. Então era isso o que chamavam de amizade? Fiquei com uma pontada de inveja de James. Eu queria ter amigos legais assim.
‘Ei, besta’ James mordeu minha bochecha. ‘Posso saber o motivo desse sorrisinho idiota que está no seu rosto?’
‘Seus amigos...’ Falei olhando para as mãos de James, ele tinha mãos lindas. Não sei porque, mas eu realmente reparava nas mãos das pessoas.‘... paracem ser legais.’
‘E você morre de vontade de fazer coisas legais também, não é mesmo?’ Ele arqueou uma de suas sobrancelhas. ‘Eu já disse pra você parar com essa babaquice de ser popular e virar rebelde que nem eu.’
Olhei para ele, rindo.
‘Oh claro, um rebelde que ganha mesada e é popular.’
‘Não é culpa minha se mesmo eu sendo rebelde as pessoas me adoram, gata’ Ele piscou para mim. ‘Você precisa de mais aventura na sua vidinha cor-de-rosa.’ Ele sorriu sapeca pra mim. ‘Deixa eu te mostrar.’ James levantou e me pegou no colo rindo.
‘James, você pirou? Me coloca no chão!’
‘Não mesmo.’ Ele correu até a piscina onde os garotos estavam sentados na borda.‘Se você fizer isso eu juro que nunca mais falo com você!’
‘Mentira, você sabe que não consegue viver sem mim.’ Ele correu ao redor da piscina comigo em seu colo. Me debatia tentando me livrar dele. ‘James, não...’ E tudo o que eu senti foi frio, a água estava um gelo!
‘Eu vou te matar!’ Falei ao sair da piscina. Corri atrás dele, que corria pela borda da piscina. Estava correndo e não vi a blusa de um dos garotos que estava na frente e acabei escorregando nela. E tudo que eu pude ouvir foi a gargalhada de cinco garotos seguida da minha. Eu não sabia porque, mas tudo parecia tão divertido com eles.
‘Caramba, você está bem?’ estendeu a mão, rindo. E eu simplesmente não pude deixar de reparar nas mãos fortes e grandes que ele tinha.
‘Ficaria melhor se você não estivesse rindo de mim. Isso é falta de educação, minha amiga te mataria se você risse dela.’ Ele prendeu o riso.
‘Desculpe Sra.Educação, é que não estamos acostumados a ter senhoritas bem educadas como você aqui.’ Ele sorriu.
‘Na verdade, as únicas senhoritas que nós recebemos aqui, são aquelas ali.’ Ele disse apontando para a mesa em que os garotos estavam sentados.
Eu ri, o sorriso daquele garoto era realmente incrível. Nenhum clareamento artificial que a minha mãe fazia deixava os dentes dela tão brancos quanto os dele.
‘Eu não sei se você sabe, mas também é falta de educação olhar tanto tempo para uma pessoa sem falar nada.’
Eu deveria estar que nem uma idiota olhando para o sorriso dele. Ai Deus, porque eu tenho que ser tão estranha na frente de garotos bonitos?
‘É muito atrevimento da sua parte achar que eu estava olhando para você, na verdade eu não estava olhando para nada fixo.’
‘Oh sim, sei.’ Ele seu um sorrisinho de lado. ‘Você estava olhando para a camiseta preta do , não é mesmo?’
‘É, claro, a camiseta preta dele é realmente encantadora.’ Ele gargalhou e se levantou para pegar uma cerveja. Eu não entendi o motivo da risada até que olhei para , ele estava sem camisa. Oh merda.
‘Hey , a achou sua camiseta preta encantadora.’ Ele gritou para , rindo.
‘Que camisa, ?’ Ele falou confuso.
‘Nada , deixa para lá.’ Falei com as bochechar coradas. Me direcionei para a sala, pingando e molhando todo o chão da casa de James. Eu precisava trocar de roupa, se não pegaria um resfriado, já bastava a chuva que eu havia pegado mais cedo. Olhei para o relógio,já eram sete e meia. Quando foi que o tempo passou tão rápido, que eu mal havia sentido?
Peguei outra boxer do James e uma blusa escrita "I love London". James era realmente um típico londrino. Se eu continuasse assim, iria vestir todas as peças de roupa de James em um só dia. Passei um pouco do creme que eu havia deixado na cada dele na semana passada nos meus cabelos, tentando, sem sucesso, tirar um pouco do cloro da piscina deles. Estava muito frio para tomar outro banho. Desci as escadas, pulando os degraus, até a cozinha de James. Abri os armários dele procurando por Nutella. Acho que ele não comprou essa semana.
‘James, acabou a Nutella?’ Fui em direção a eles, que estavam sentados na mesa, perto da piscina. estava alguma coisa na churrasqueira, algo parecido com churrasco, mas definitivamente, aquilo não era um churrasco. Pode se chamar um pedaço de carne queimado de churrasco?
‘Achei que você nunca mais iria falar comigo.’ Ele deu aquele sorrisinho sacana e piscou.
‘Achei que você soubesse que eu não consigo viver sem você.’ Pisquei para ele.
‘Você não consegue viver sem a Nutella que eu compro, isso sim.’ Eu ri. ‘Sério, um dia eu vou falir de tanto comprar Nutella para você.’
‘Deixa de ser exagerado.’ Dei um beijo e uma mordida em sua bochecha.
‘, acho que seu celular esta tocando.’
me entregou minha mochila.
‘Alô?’
‘Oi filha, é o papai. Cadê você, querida?’
‘Ah, eu to na casa do James.’
‘Você esqueceu que temos um...’
‘Alô, pai?’
‘Garota, se você não chegar em casa em vinte minutos eu juro que tiro seu nome do meu testamento!’ Ouvi a voz de minha mãe soar estressada do outro lado da linha.
‘Hey, calma mãe, qual o seu problema?’
‘Qual o meu problema, ?’ Ela falou indignada. ‘Qual o seu problema? Por um acaso você esqueceu que o jantar beneficente é hoje a noite?’ Ai, não. Eu tinha me esquecido desse maldito jantar.
‘Desculpa mãe, eu esqueci e...’
‘E nada!’ Ela me interrompeu. ‘Se você não estiver aqui daqui a vinte minutos você vai saber quem é Catharine .’ E tudo que eu ouvir a partir dai foi o ''tu tu tu" do telefone. Sim, ela desligou na minha cara. Olhei para os quatro garotos que olhavam assustados para mim. Provavelmente escutaram a gritaria de minha mãe no telefone.
‘Relaxem, isso é normal.’ James falou tranquilo, tomando um gole da cerveja de . ‘Depois de um tempo você se acostuma.’ Eu ri pensando no tipo de pessoa que James achava que era minha mãe. Joguei o resto de minhas coisas que estavam espalhadas pela mesa na minha mochila.
‘Preciso ir meninos, foi um prazer conhecer vocês.’ Sorri para eles.
se levantou.‘Eu já estava indo também, quer carona?’ Ele me olhou apreensivo.‘Claro.’ Sorri em contribuição, dando um abraço nos garotos e um beijo no rosto de James. ‘Toma cuidado com ela hein .’
e eu rimos da preocupação exessiva comigo.
Vi um Opala laranja estacionado na frente da garagem de James. E o estava... abrindo a porta?
‘Você tem um Opala...’ Olhei incrédula. ‘...laranja?’
‘Alguma coisa contra Opalas laranjas?’ Ele arqueou uma sobrancelha. Fiz cara de pensativa.
‘Fora o fato de que estamos em pleno século XXI, não tenho nenhum não.’ Ele riu entrando no carro seguido de mim. ‘Hm, deixa eu te contar um segredo.’ Ele se aproximou de mim e sussurrou.‘Eu não sou desse século.’ Ele piscou e ligou o carro. Juro que me arrepiei toda quando ele sussurrou. As pessoas não deveriam sussurrar, não pessoas como o . ‘Oh claro, Edward Cullen’ Ele gargalhou. E logo após ele fez um encenação barata do Edward e disse: ‘Bella, eu não posso, mas aguentar, preciso do seu sangue!’ e começou a fazer cócegas em mim. Fora o fato de que quase matamos um casal de velhinhos que atravessava a rua no exato momento em que isso aconteceu, ocorreu tudo bem. Ele estacionou na porta de minha casa.
‘Ow.’ Ele olhou chocado para a frente de minha casa. ‘Você é uma princesa e mora nesse palácio?’
‘Moro nesse palácio, mas não sou princesa nenhuma.’ Olhei para frente da minha casa e aquilo me parecia tão monótono e parado. Queria poder ficar na casa de James para sempre.
‘Mas é claro que você é uma princesa.’ Ele me olhou. Aqueles olhos azuis me pareciam tão sinceros, que eu quase acreditei que era uma princesa. ‘Não é isso o que falam?"Ele me olhou pensativo. ‘Que garotas que tem contas bancárias como a sua, são princesas.’ Olhei para a sacada do meu quarto vendo a farsa que eu era. Uma princesa? Eu nunca iria ser uma princesa. Não por escolha própria.
‘As vezes as princesas só querem ser normais.’ Sorri triste ainda olhando para a janela de meu quarto.
‘No tempo certo, o destino dá a oportunidade certa para uma princesa provar que é só uma garota normal.’ Olhei para ele imaginando se ele sabia a profundidade das palavras que acabara de me dizer. O carro pareceu insuportavelmente pequeno nessa hora, será que eu era tão transparente, ao ponto dele saber ao certo o que eu sentia? Eu não gostava disso, não gostava que os outros soubessem o que eu sentia.
‘Obrigada pela carona .’ Abri a porta do carro e desci sem ao menos me despedir direito. Eu precisava de um pouco de ar e não era em um Opala laranja com aquele garoto dentro que eu iria consegui-lo.
Andei firmemente em direção a minha casa, afinal, eu estava atrasada para o jantar. Corri até as portas do fundo, com certeza, já deviam haver convidados presentes na sala de jantar. E é obvio que minha mãe me mataria se eu entrasse com a boxer e a blusa gigantesca de James. Abri a porta e pude ver o rosto apreensivo de Marry me olhando.
‘Menina, sua mãe está uma fera, onde é que você estava?’ Ela me olhou de pé á cabeça.
‘E que roupa é essa?’
‘Longa história Marry, preciso me arrumar agora.’ Dei um beijo em sua bochecha e subi correndo as escadas. Entrei em meu quarto e tive a maior surpresa da minha noite: Izzy.
‘Oi’ Ouvi o riso de minha prima que me olhava sapeca, sentada em minha cama.
‘Meu Deus, o que você esta fazendo aqui?’ Ela fingiu estar magoada.
‘É assim que você recebe sua prima que veio de longe só para morar aqui?’ Olhei para ela mais chocada ainda.
‘Você vai... morar aqui?’
Ela sorriu.
‘Sim, mas isso é uma longa história. Você não vai mesmo me dar um abraço?’
Corri até ela e a abracei com toda a força que tinha.
‘Eu mal posso acreditar que você está de volta.’
Minha prima era uma típica adolescente que sabia ser rebelde quando queria. Os pais dela a aceitavam como ela era. Não a obrigavam a fazer ballet, e deixavam ela ir a festas da escola. Ao contrário de minha mãe, Tia Cindy era uma pessoa maravilhosa. Ela não ligava para o quanto de dinheiro estava em sua carteira ou o que vestiria no jantar de amanha. Ela simplesmente vivia, como Izzy. Eu os admirava.
Izzy e eu, além de primas, quando criança, éramos vizinhas. Nós morávamos em um pequeno chalé na residência do Sr..
Meu pai e meu tio trabalhavam no restaurante dele. Foi quando meu pai conseguiu um contrato com uma grande financeira e meu tio conseguiu ser transferido para uma grande financeira de Paris. Foi ai que eu e Izzy nos separamos, foi um pouco difícil, pois nós éramos praticamente irmãs.
‘Mas me conta, como foi isso?’ Ela sorriu empolgada, batendo suas pequenas mãos umas nas outras.
‘Meus pais resolveram voltar para Londres, disseram que queriam ficar mais perto dos parentes e essas coisas.’ Ela olhou meu quarto em volta, admirada.
‘Você continua a mesma barbie de sempre.’ Ela riu.
‘Não, eu continuo com a mesma mãe de sempre.’ Nós gargalhamos.
‘Então tia Cath continua sendo sua general?’ Concordei indo em direção ao closet para achar uma roupa.
‘Você sabe, ela não muda.’ Sorri ao achar o vestido perfeito. Ele era rosa com algumas bolhinhas brancas.
‘Na verdade, ela mudou bastante durante esse tempo.’ Ela sorriu parecendo se lembrar de algo. ‘Você não se lembra quando ela costumava pegar lagartos para a gente brincar de veterinário?’
Sorri me lembrando.
‘É mesmo, papai a chamava de rainha dos lagartos.’ Nós gargalhamos juntas.
‘Aposto que ela me mataria se eu contasse isso a alguém.’ Sorri imaginando como ela ficaria brava se eu contasse isso a alguém. Ela provavelmente negaria tudo.
‘É incrível, é como se ela fosse outra pessoa, não vejo mas minha querida tia Cath.’ Ela olhava para um ponto fixo em minha janela, pensativa.
‘Agora eu só a vejo como, Sr.Noronha.’ Sentei ao seu lado na cama, calçando meus sapatos de salto fino.
‘Ah muito tempo eu já não a vejo como mãe.’ Declarei enquanto Izzy passava um de seus finos braços sobre meus ombros.
‘Não se preocupe, agora tudo vai voltar a ser como era antes.’ Ela sorriu para mim. E eu queria tanto que aquele afirmação fosse verdadeira, e Izzy parecia dizer aquilo com tanta certeza, que eu simplesmente resolvi acreditar que aquilo aconteceria. Talvez, a volta de Izzy significasse muito mais do que apenas um parente que está de volta.
‘Agora, é melhor você se vestir ou sua mãe vai fazer picadinho de você.’ Ela riu e saiu andando encantadoramente pela porta.
A festa havia sido iguais as outras, a não ser por minha prima, que fazia piadas do começo ao fim, deixando tudo mais divertido.Troquei de roupa, passei hidratante em minhas mãos e pés e deitei-me para dormir. Ouvi uma leve batida na porta.
‘Posso entrar, menina?’ Marry estava com metade de seu rosto cumprido para dentro de meu quarto.
‘Claro, Marry.’ Sentei em minha cama.
‘Como foi seu dia hoje e que roupa era aquela?’ Perguntou ela, curiosa.
‘Ah’ Sorri. ‘Foi incrível Marry, eu conheci alguns amigos do James e eles eram tão engraçados e...’ Ela me interrompeu com uma uma risada. ‘...é sério, você iria adorá-los, tenho certeza!’ Falei empolgada. ‘É claro que iria, qualquer um que faça minha menina sorri desse jeito, certamente seria querido por mim.’ Sorri abertamente.
‘Agora vou deixar você dormir, amanha tem aula.’ Ela deu um beijo em minha testa. ‘Boa noite, querida.’
‘Boa noite Marry’ falei antes que ela saísse. Deitei-me, mas ainda não tinha sono. Senti algo vibrar em minha cabeceira e peguei meu celular.‘Príncipe’
‘Hey príncipe’
‘Minha princesa, como foi a festa com sua mãe?’
‘Tão entediante quanto todas as outras, você sabe.’ Encostei-me em um dos meus travesseiros. ‘Mas, adivinha só?’
‘O que?’ Falou curioso.
‘Izzy está na cidade, parece que ela veio para ficar dessa vez’ Falei empolgada.
‘Uh, e ela continua a mesma baixinha mimada de sempre?’ Ele riu.
‘Você que continua chato e implicante como sempre.’ Eu ri lembrando-me de quando nós éramos pequenos, e James sempre implicava com Izzy.
‘E o ?’ Ele riu. ‘Ele não tentou abusar de você ou algo parecido não é?’
‘Claro que não, que horror’ Eu sorri. ‘Pelo contrario, ele foi muito gentil.’
‘Pelo tom da sua voz e pelo quanto eu conheço você aposto quem você está com um sorriso idiota no rosto e lembrando de como foi sua tarde com ele.’ Eu realmente sorria debilmente.
‘Ah James, é claro que não.’
‘Ta sim, eu posso até ver seu rosto.’ Ele riu.
‘Cala a boca.’ Falei irritada.
‘Ih, quando você me manda calar a boca é porque eu tenho razão.’ Ele gargalhou.
‘Vou desligar, tchau.’
‘Ok, ok. Mas que isso ainda vai dar o que falar isso vai.’ Ainda pude ouvi suas gargalhadas enquanto desligava o telefone. Deitei-me e pensei naquele dia. A quanto tenho eu não tinha dias como esse? Pensei nos garotos que havia conhecido hoje, certamente queria vê-los de novo, e até apresentá-los para , ela iria adorá-los!
Senti meu celular vibrando uma ultima vez. ‘Nova MSG de Príncipe’
Não fique com raiva de mim princesa, você sabe que eu estou brincando,
até porque, você é minha e não pretendo dividi-la com mais ninguém!
xx Seu príncipe.
Sorri e desisti de responder sua mensagem com o sono que me dominou.
Continua...
N/A: Ufa, até que enfim mandei essa fic para o site. Bem meninas, espero que vocês gostem, está no comecinho mas eu pretendo enviar o terceiro e quarto capítulo o mais rápido possível. Só quero fazer um pedido: Por favor, comentem! Não importa o que, deêm suas sugestões e opiniões. Quero muito saber o que vocês estão achando. Então é isso, eu realmente espero que vocês tenham gostado.
xx Bia.