Models in Liverpool
Por: Xubis.
Beta-Reader Dani P.
Capitulo um – Is not fair .
Acordei com o barulho do despertador, como sempre. Aquele dia era especial, claro.
ia me levar para um show do McFly. Fui até o banheiro e olhei minha imagem no espelho: eu estava toda descabelada e ainda havia um pouco de rímel embaixo dos meus olhos. Peguei a escova na bancada e passei por meus cabelos embaraçados. Em seguida peguei o algodão na terceira gaveta e o demaquilante que estava na prateleira acima da bancada ao lado do hidratante. Passei o mesmo embaixo dos meus olhos e joguei um pouco de água fria no rosto.
Eu não estava acostumada com essa rotina, já que eu nunca acordara tão cedo num sábado. Eram quase seis horas da manhã, os meninos iam passar na minha casa para irmos para Liverpool.
Voltei para o quarto e peguei minha mala preta com bolinhas coloridas em cima do armário. Apoiei na cama e abri a mesma. Peguei algumas roupas essenciais, como calça jeans, camisetas legais, roupas intimas e as coloquei dentro da mala. Abri o baú velho da minha mãe e peguei um dos seus vestidos de festa. Acho que era o único que não era enorme. Lá dentro só tinham três vestidos, afinal: o de noiva dela, o da festa de casamento (que eram enormes) e um que ela usou na festa de noivado. Lindo. Ele tinha um comprimento bom: um pouco antes do joelho. Eu o adorava muito, só estava esperando a hora certa para usá-lo. Adorava como o babado rosa bebe era delicado. Adorava como seu decote era simples e romântico, mas sensual. E adorava como ele tinha o cheiro da minha mãe. O perfume doce de jasmim ainda estava preso no tecido leve. Apertei o vestido e o cheirei mais uma vez. O guardei de novo no baú e o tranquei com a linda chave que tinha um rubi vermelho.
- She falls asleep and all she thinks about is you. – Estiquei meu braço para alcançar o celular e olhei o nome “” escrito no visor. Atendi o celular e ouvi sua voz doce.
- Oi, !
- Oi, baby! – Coloquei a chave na gaveta da minha cômoda.
- Já está pronta?
- Nem perto. – Eu disse rindo.
- Vamos sair de casa em meia hora. Esteja pronta. – Ele falava encantadoramente doce. – Tenho que ir, amor, o quer ajuda para fechar a mala – Ele riu. – Te amo.
- Também, baby! – Ele desligou o telefone e eu voltei a arrumar minhas coisas.
Depois de conseguir arrumar minhas coisas, entrei no banheiro. Tirei meu pijama velho e o joguei num canto. Liguei o chuveiro e entrei no Box. Eu sentia a água quente cair na minha pele e sentia meu cabelo ficando pesado. Peguei o xampu e coloquei um pouco em minha mão. Lavei o cabelo e peguei a esponja branca. Despejei um pouco do sabonete de orquídea na mesma e passei em meu corpo. Conseguia sentir o cheiro delicioso de orquídea se fixando em minha pele. Enxagüei-me e sai do Box. Enrolei-me na minha toalha vermelha e sai do banheiro.
Peguei minha calça preta no encosto da cadeira e a vesti, em seguida vesti minha camiseta preta do McFly que me pedira para usar durante a viagem... Garotos. Calcei meu all star preto e penteei meus cabelos. Peguei minha bolsa jeans e joguei meu celular, minha carteira com documentos e a chave da gaveta onde eu guardara a chave do baú de minha mãe lá dentro. Carreguei minha mala até a porta de casa e a abri. Sai com tudo em mãos e tranquei a porta. e os meninos já estavam me esperando no carro.
- Oi, baby! – Dei um selinho nele e fechei a mala. Entrei no carro.
- Já volto gente, vou pegar uma coisa que esqueci ai ontem. Os meninos fizeram uma careta, mas eu ignorei.
- Oi, meninos! – Os três olharam para mim e acenaram.
- Oi, . – Disse . – entrou no carro com uma bolsa preta. Ele colocou em seu pé. Dei de ombros.
- . – .
- Oi, gostosa! – disse e revirou os olhos.
- Quer parar de dar em cima da minha namorada? – Ele perguntou e eu ri.
- Não tem problema, não. é meu irmãozinho sexy. – Mordi o lábio inferior para não rir da cara que fez.
- Seu irmãozinho sexy e o meu amigo retardado. – Ele falou irritado.
- Eu, hein, ! – Bati em seu braço – Ele é seu amigo, não seja ciumento! Se quisesse alguma coisa com algum outro cara já teria beijado esse cara.
- E quem disse que não beijou. – levantou uma das sobrancelhas e fez ficar ainda mais irado.
- Ei, ei! – Eu disse – Calma! Ele só está brincando, !
- Quem disse. – fez o mesmo que o amigo: levantou uma sobrancelha.
- Parem, por favor! – Gritei para os meninos. – Ei, , olha pra mim. – Como não obtive respostas virei seu rosto para mim. – Eu não quero nada com outro cara, ok? Eu te amo, eles que são uns idiotas.
- Olha o respeito, hein! – .
- Cala a boca. – deu um pedala nele.
- Dá pra gente ir? – disse e acelerou o carro.
- Depois sou eu quem fica de mau humor. – Cruzei os braços e apoiei a cabeça na janela.
Capitulo dois – Not your fan.
- ! – Senti alguém me cutucar. Abri os olhos e vi . – Chegamos.
- Claro. – Levantei e olhei meu reflexo em um dos espelhos do carro. Arrumei m eu cabelo e olhei para a minha frente que sorria. – O que foi?.
- Nada. – Andei ao lado de Dougie e até a entrada de um grande hotel. Era uma sala majestosa. Havia um grande arco dourado que dava em um grande corredor. O balcão no meio da sala era de madeira e tinha detalhes em ouro velho ao lado. Um pouco atrás do balcão haviam dois sofás cor de vinho. Era tudo tão luxuoso.
- Ei! – Dougie gritou apoiado no balcão. – Vem aqui.
- Desculpe. – Apoiei-me no balcão e fiquei observando enquanto falava com a recepcionista.
Depois que fizemos o check-in subimos para os quartos. Dougie, e ficariam em um quarto e eu e em outro.
Entramos antes no quarto dos meninos. Tinha uma cama de casal e uma de solteiro. Como eu já podia imaginar, todos estavam brigando por ficar na cama de solteiro. Eu ri e fui para o nosso quarto. Havia apenas uma cama de casal. Era bem simples mesmo.
colocou nossas malas em um canto do quarto e andou até mim.
- ... – Ele pegou minha mão delicadamente – Desculpe. Sabe que eu te amo,não é?.
- Não. – Disse séria. Ele me olhou chocado. Seus olhos estavam arregalados e sua boca entreaberta. – Brincadeira! – Dei um big sorriso e pulei em cima dele que me segurou.
- Eu te amo, . – me deu um beijo.
- Eu não te amo mais! Não sou mais sua fã, seu ciumento! – Ele fez uma cara tipo ‘como?’ e começou a fazer cócegas na minha barriga. Eu tentava afastá-lo, mas eu não tinha forças naquele momento. – PARA, ! – Gritei.
- Então fala que é minha fã de novo! – Ele dizia rindo.
- EU SOU SUA FÃ DE NOVO! – parou de fazer cócegas (milagrosamente) e me abraçou. – Amo você. Encostei a cabeça em seu peito. Eu sentia o cheiro dele, o perfume que eu dera pra ele. Ficamos ali abraçados.
- TOC – Ouvimos alguém bater na porta.
- Sim? – gritou me soltando.
- Aqui é o papai Noel! – Reconheci a voz de e, é claro, a sua brincadeira idiota.
- Oi, Papai Noel! Trouxe meu presente? – abriu a porta e viu Tom.
- Você ganhou um ! – Ele puxou o amigo de trás dele.
- Obrigado, Papai Nãoel.... – fez biquinho.
- Olha o respeito com o amiguinho, amor! – disse com uma voz de gay e saiu de trás dos dois
- Nada disso, eu sou a paixão dele! – imitou a voz do amigo.
- O QUE? Deixem o MEU em paz, seus héteros! – fez o mesmo.
- Agora acabou a ladainha porque o namorado é meu! – Gritei e abracei que beijou a palma da minha mão.
- AAAAH! que estraga prazeres! – disse.
- Eu sou mesmo! Mas afinal, o que vieram fazer aqui, meu caro ? – Larguei e fui até . Apertei os olhos estilo Sherlock Homes.
- Nada, não, só que existem dois milhões de pessoas esperando a gente! – foi sarcástico.
- Nossa! Quantas meninas para chorar pelo que só EU posso ter. – Dei uma risada maligna.
- É isso ai, pequena bruxa. Será que podemos ir agora? – perguntou e puxou pela mão.
Eu, como sou racional, saí com eles em direção ao carro que eles tinham pedido para buscá-los. Uma limusine.
- Oh my fucking God! – Berrei ao ver o carro – Que chato termos que andar nisso...
- Também acho... – disse antes de eu entrar correndo no carro.
Capitulo três – That’s not my name
Chegamos ao lugar onde ia ser o show. Era um lugar imenso, cheio de fachas para os meninos alguns com ‘ I ? you’ outras com ‘ we just ? you’ – Entramos pelos fundos até um lugar com paredes de concreto e muitas portas. Um homem de cabelos grisalhos apareceu.
- Olá, vou mostrar a vocês o camarim. – Ele disse e nos guiou até uma pequena sala com uma mesa cheia de comidas, alguns sofás, uma TV e um aparelho de som.
se jogou no sofá e me puxou para perto dele.
- Você pode ficar sentada aqui e assistir a gente por ali – Ele apontou para uma pequena TV – Enquanto fazemos o show, amor?.
- Não, não. Eu vou com vocês, ficar olhando vocês BEM de pertinho, ok, senhor ? – Brinquei – Claro, amor, eu vou ficar aqui.
- É por isso que eu te amo, você sempre me compreende. – Ele me deu um selinho e levantou. – Vamos passar o som, quer ver?.
- Isso eu quero. – Ele me levou para o palco. Haviam vários instrumentos, pessoas ajustando as luzes e os dois outros Flyers já passando o som. – Vem aqui, essa é a educação que eu te dei, criança? – Perguntei para que brincava com o microfone.
- Olha eu só estou brincando, mamãe... – Ele fez bico.
- ! Acho que não fizemos um bom trabalho com o . – Disse assim que senti as mãos de na minha cintura.
- Ah, , deixa ele brincar com o microfone... – deu um beijo no meu pescoço arrepiando meus pelos. – Vamos passar o som, Srta. .
- Já nos casamos, ? – Ele me deu um beijo na bochecha e foi para o seu lugar no palco. Eu fui para o canto do mesmo e fiquei assistindo enquanto os meninos tocavam. Suspirei quando piscou para mim.
Depois que acabaram de tocar, o que demorou três horas, porque cada vez uma coisa dava errado. Ou a bateria, a guitarra, a outra guitarra, o microfone...
pegou na minha mão e me puxou para o camarim.
Os meninos já estavam prontos e arrumados. O agente dos meninos já tinha avisado que havia muitas adolescentes gritando o nome de cada um e gritando ‘McFLY’ ou qualquer coisa do tipo. Os quatro vibraram e já foram se encaminhando para o palco. Já podíamos ouvir a música da pequena banda que ia abrir o show.
andou até mim e me deu um beijo.
- Te amo, . – Disse ele me abraçando.
- Eu também. Boa sorte. – me soltou e andou com os três para o palco e eu precisei tampar os ouvidos por causa da gritaria.
Voltei calmamente para a sala de onde podia ver o show pela micro-televisão. Ri comigo mesma e sentei no sofá. Meus olhos vagaram pelo lugar e pararam em cada coisa que era do : Seu ursinho de pelúcia, sua calça jeans, seu relógio, seu tênis... O perfume dele jogado em um canto perto dos tênis. Ele havia usado depois que o chamou de fedorento.
Olhei para a pequena televisão e eu via os quatro tocando. Meu coração batia cada vez mais rápido cada vez que a câmera passava por . Como ele ficava lindo enquanto se distraia com a música e com todas aquelas pessoas cantando.
Depois de um bom tempo vendo o McFly tocar para todo mundo, todas as musicas tão conhecidas por mim, eu cantava com os três.
Quando acabaram de tocar a décima quinta música eles pararam.
foi até e sussurrou alguma coisa em seu ouvido.
foi até o microfone e contou a platéia que iam fazer um intervalo e que voltavam em alguns minutos. Surpreendi-me quando ouvi um tumulto do lado de fora da sala. Os meninos entraram onde eu estava e me puxou para um canto enquanto os três discutiam com o pessoal.
Capitulo quatro – It’s all about you.
- Quer cantar a música final comigo? – Ele perguntou.
Fiquei em choque, mas mesmo assim assenti. Ele apontou para uma pequena mala no canto atrás do sofá.
- O que é aquilo, ? – Perguntei e ele abriu a pequena mala. O vestido da minha mãe. Dentro da bolsa preta que pegou da minha casa.
Uma lágrima escorreu dos meus olhos e ele foi até mim.
- Gostou amor? – Assenti e peguei o vestido.
Fui até o banheiro que tinha na pequena sala e vesti. Ele ficava perfeito em mim. Passei a mão pelo vestido. – ! – Ele gritou batendo na porta.
Eu a abri e ele me entregou um sacarpin branco. – É da Jane da produção. – Assenti e calcei o sapato.
- Eu vou entrar assim? – Apontei para o meu rosto. Ele pegou um batom da mão de uma das mulheres dentro da sala e me entregou. Passei o batom na boca e meu rímel que eu sempre carregava na bolsa. Passei uma escova nos cabelos que estavam bonitos e me virei para que estava sorridente.
- Está linda, amor.
- Você me paga. – Passei por ele e fui andando até os meninos que foram me guiando para o palco. – Ta legal? – Apontei para mim mesma.
- Aham – .
- HOT! – .
- Aham – disse rindo.
- Vamos? – pegou na minha mão e eu subi os degraus para o palco. Meu coração estava totalmente acelerado e parecia que tinham borboletas no meu estomago. Foi como se o tempo tivesse parado. Quando apareceu as pessoas já estavam gritando de novo. Quando olhei para toda aquela gente senti um frio na barriga e apertei a mão de .
Gritinhos e flashes, que me deixavam tonta, garotas pulando e chorando. Lembrei-me quando fui ao meu primeiro show deles. Como eu chorava. Senti-me uma boba.
- Essa é a . – disse ao microfone. – Minha namorada. – Os gritos aumentaram me deixando corada.
- Eu não mereço você, ... – Dei um beijo na bochecha dele.
- Ela vai cantar uma musica comigo.
– sorriu calorosamente.
- Vou? .
- Vai, sim. – me deu uma cotovelada.
- Aham. – monossilábico como sempre.
- Vai, sim, Senhora! – ordenou.
- Ok, ok, vou. – Sorri e a platéia vibrou. pegou o microfone e me entregou e pegou um.
- All about you... – Ele falou. Mordi o lábio. Mais uma vez gritinhos agudos fizeram minha cabeça girar. Um de cada vez, eles foram começando a tocar a introdução da música.
Fechei os olhos e acompanhei o rítimo com a cabeça.
- “Yesterday you asked me something I thought you knew. So I told you with a smile, it's all about you. Then you whispered in my ear and you told me too. Said you'd make my life worthwhile, it's all about you” – cantou.
- And I would answer all of your wishes, If you ask me to – Cantei envergonhada. A platéia acompanhava a letra da música e ainda ouvia gritinhos agudos na minha cabeça. – But if you deny me one of your kisses...
- Don’t know what I’d do – Ele me cortou.
- So hold me close and say three words like you used to do. – Cantei.
- Dancing on the kitchen tiles, Yes you make my life worthwhile, it’s all about you. – Cantamos juntos. Parecia que havíamos ensaiado a música. Cantávamos juntos, só eu, só ele... Parecia um sonho. Eu ainda estava esperando abrir os olhos e ser apenas uma fã. Ele segurou minha cintura e acenou para alguma das fãs que gritavam.
- And I would answer all your wishes, If you ask me to. – Eu.
- But if you deny me one of your kisses, don’t know what I do. – segurou minha mão.
- So hold me close and say three words like you used to do.
- Dancing on the kitchen tiles, Yes you make my life worthwhile.
- So I told you with a smile.
- It’s all about you. – Ele cantou comigo. E no final, eu não acordei, fiquei apenas encarando o rosto lindo de sorrindo. Ele me beijou e... OLHA! Eu não acordei. Não foi um sonho, acho que superou o lance da passarela...
FIM!
N/A: Oi, oi! Cara ficou tão legal! Pelo menos eu achei XD. Acho que foi a ultima Models in London. Mas não foi a ultima da Xubis! Bom, desculpa pela parte da música que ficou meio estranho, mas acho que deu pra entender... Ok, eu quase morri escrevendo essa fic porque sou SUPER fã do Jones. *-* Escrevi com ele, óbvio! Espero que tenham gostado porque eu amei escrever e ficar comentando o quanto eu estava morrendo escrevendo essa fic com o Danny Sonho que isso possa acontecer... Mas fic é fic,infelizmente.
Beijos, Xubis XD.
N/B: Qualquer erro me avisem ilove.dani@hotmail.com ou @danypeixoto :) .