
LIVING A DREAM IN LONDON
Autor: Nina Gonçalves
Beta-Reader: Loma R
PRÓLOGO
Estava eu, deitada em minha cama, pensando em tudo o que havia acontecido nos últimos meses. Podia sentir o braço de Dougie me abraçando e não pude deixar de esboçar um sorriso. Com certeza ele havia sido A melhor coisa que me aconteceu nesses meses, sorri e me virei para ele, fiquei o vendo dormir. Deus, como ele conseguia ser lindo até dormindo? Ta, eu sei, sou uma boba apaixonada, mas não posso fazer nada, Dougie tem esse “poder” sobre mim. Bem, deixa-me me apresentar. Sou , tenho 19 anos e, atualmente, moro em Londres. Até 10 meses atrás, eu morava em , e estava relativamente bem lá, ansiosa para a minha viagem, mas estava bem. Você deve estar se perguntando “Viagem? Como assim?”. É vamos voltar até dois dias antes do início da minha viagem.
Capítulo 1
A Dream is a Wish
’s P.O.V
Brasília, 10 meses atrás...
- Onde será que eu coloquei meu casaco? – falava comigo mesma, quase dentro do armário, à procura do casaco infeliz.
Eu olhava em cada canto do meu quarto, sabia que tinha deixado ele em algum lugar, só não sabia onde.
- Mãe, a senhora viu o meu casaco preto? Aquele pesadão. – perguntei a ela que estava parada na porta do quarto.
- Por que você quer aquele casaco, menina? Em não é tão frio assim não. Até agora não entendo o por quê de você ter comprado um casaco como aquele – ela disse e eu rolei os olhos.
- Ai, mãe! Ele é lindo e super estiloso, ok? – Dei uma piscadinha marota pra minha mãe e ri – E se aqui, que nunca faz tanto frio assim, ta desse jeito, imagine em ? me disse que lá está mais frio que aqui, viu! – respondi e sorri.
- Ta bem, minha filha – ela falou se dando por vencida - ele ta no meu guarda roupa, junto dos meus casacos – disse e eu sorri, batendo palminhas.
- Ah obrigada, mãe! – dei um beijo na bochecha dela e fui correndo em direção ao quarto dela. Chegando lá abri o armário e peguei meu casaco.
- Aqui não vai estar tão frio, mas em Londres deve estar, hoho – sorri.
Fui para o meu quarto e terminei de arrumar minha mala.
Fui em direção à mesinha de cabeceira e abri a pequena gaveta, peguei minha passagem pra Londres e meu passaporte, guardei-os em minha bolsa e sorri, meus olhos brilhavam, afinal, era a primeira vez que viajava para fora do Brasil, ta certo que iria sem minha mãe saber, mas se eu pedisse para ela, com certeza, ela iria falar que não. Peguei a passagem pra e guardei também na bolsa, minha primeira parada, . Lá iria, finalmente, encontrar a e a , estava ansiosa pra esse encontro, afinal três anos que conhecia as garotas, mas como moro em e elas em , nunca nos encontramos. Como eu as conheci? Ah, é uma longa história. Quer que eu resuma? Duas palavrinhas pra você: Inclusão Digital! Sim, nos conhecemos pela internet. Como? Há isso eu não vou te contar. Por quê? Eu não quero e também isso não vem ao caso. Ia passar uns dias na casa da , e depois eu, ela e , iríamos para Londres, encontrar a . Também a conhecemos pela internet, ela ainda morava no Brasil, mas ganhou uma bolsa de estudos em Londres e foi pra lá mês passado. A sortuda vai morar lá por quatro anos, vai fazer faculdade por lá, e tudo de graça! A gente se fala sempre, até porque as aulas dela ainda não começaram então vamos ficar um mês lá. Depois vou ficar mais uns dias na casa da e de lá, volto à monotonia da minha vida de estudante, aqui em .
Liguei meu computador e sorri enquanto colocava minha bolsa em cima do pequeno sofá que tinha em meu quarto. Mal o PC ligou, já fui abrindo o MSN, o mozilla e o media player. Coloquei pra tocar McFLY, ai, tinha orgasmos múltiplos toda vez que ouvia a voz do Dougie cantando Transylvania (sim, eu tenho um tombo pelo Dougie, ok?!), assim que meu MSN fez o favor de entrar, vi que as meninas estavam online, logo abri uma conversa coletiva.
(Só mais 2 dias!!) diz:
Hey amigas!! Daqui dois dias to enchendo o saco de vcs aí em ! \o/
diz:
Ain é msm amiga! Não vejo à hora! Vou te levar no shopping e vamos comprar umas coisinhas pra levar pra Londres.
diz:
Amiga! Verdade. Finalmente vamos nos ver.
(Só mais 2 dias!!) diz:
Mas então, qual das duas vai me buscar no aeroporto?
diz:
Eu vou amiga, já combinei com a minha mãe. Já que vc vai ficar aqui esses dias, a gente vai te buscar.
(Só mais 2 dias!!) diz:
Okay amiga! Nyah a vaquinha da bem que podia entrar. Não vejo à hora de ir pra Londres! *O*’
diz:
Eu tbm!!
diz:
Ai que emoção!! *-*
(Só mais 2 dias!!) diz:
Girls, tenho que ir, minha mãe ta me mandando desligar o PC. u.u
Amo vcs amicas!! Até depois de amanha!! ;**
diz:
Bye amica! Te amo! Se cuida!
diz:
Bye amiga! Se cuida! Beijos Te amo
(Só mais 2 dias!!) saiu da conversa.
Deixei o computador ligado e deitei na cama, tava tocando No Worries, fiquei olhando pro teto imaginando como seria estar em Londres. Sabia que lá estava no comecinho do verão, mas não era como aqui no Brasil, era mais frio e eu como não sou muito fã do frio, estava meio preparada, tinha comprado aquele casaco pesado, que é um luxo por sinal, mas que ia ficar muito bom no clima de Londres.
Dormi e quando acordei o computador estava desligado, e tinha um recado da minha mãe. Pra variar, ela estava reclamando. Ah, eu lá ia saber que eu ia pegar no sono e deixar o computador ligado.
Fui ao quarto do meu irmão e ele já tinha ido trabalhar, tinha a casa só pra mim, fui à cozinha e tomei café e comecei a preparar as coisas pro almoço, eram 10 da manhã, e meio dia minha mãe chegava pra comer. O resto da manhã passou normal e de tarde fui pro computador, de novo, e encontrei a online.
(Só mais 2 dias!!) diz:
AMICA! *-*
diz:
Oi amiga! *-*
(Só mais 2 dias!!) diz:
Nya não vejo a hora de te ver!!
Como ta o clima aí em London?
diz:
Ai amiga, ta no comecinho do verão, mas é meio frio aqui.
Do jeito que você disse que é friorenta é melhor trazer vários casacos!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
(Só mais 2 dias!!) diz:
U.U
Vaca!! U.U
Pena que os nossos amores estão de férias, daria tudo pra ir num show deles aí... =/
diz:
Ain amiga, ia ser tudo ir a um show deles com vcs! *-*
(Só mais 2 dias!!) diz:
Mas vc vai poder ir... u.u
Vc vai morar aí por mais 4 anos!! u.u
diz:
É, mas se não fosse por vc eu nem ia gostar tanto deles.
(Só mais 2 dias!!) diz:
Verdade!! Eu viciei vc e as meninas! =D
diz:
É! Amiga, tenho que comprar umas coisas! Encher a despensa pra chegada de vcs! Te amo!
Beijos
(Só mais 2 dias!!) diz:
Beijos amica! Amo vc tbm! Se cuida!
parece estar offline
Fiquei na net mais um tempo, aproveitei pra ler umas fics e dar uma olhada nas news sobre os guys. Queria ter ido ao show deles aqui, mas ou eu ia ao show ou viajava com as meninas, bem show eles ainda vão fazer vários, mas viajar com as melhores amigas que eu tenho, só em raras oportunidades.
End of ’s P.O.V
estava em casa, ainda em duvida sobre algumas coisas que levaria para Londres, estava ansiosa com a viagem e mais ainda com a chegada de . Adorava a amiga e não via a hora de conhecê-la pessoalmente. Ela olhou a hora e foi tomar banho, daqui a pouco iria buscar no aeroporto.
Agora estava em duvida de que roupa iria usar, não queria fazer feio na frente da amiga. Pegou uma calça jeans skinny e uma regata branca, deixou os cabelos soltos, calçou um scarpin preto, pegou a bolsa e saiu do quarto, chamando a mãe, para que fossem buscar , que estava chegando.
terminava de arrumar a mala, olhava pra o pôster do McFLY na parede de seu quarto e sorria, ainda tinha a esperança de encontrar com os guys lá, e principalmente encontrar o Mr. Covinha. Não ia fazer como todas as fãs histéricas dos meninos e não ia ficar insistindo pra colocar o dedo na covinha dele, mas se ele se oferecesse, não ia negar, mas isso se elas tivessem a sorte de encontrar eles. Com certeza, Tom estaria viajando com Giovanna pra alguma praia e estaria muito longe de Londres quando a menina chegasse lá, mas não importava pelo menos ela iria estar com as amigas.
pegou um casaco e saiu de casa indo em direção à banca de jornal, que tinha perto da casa em que morava, precisava arrumar um emprego, por mais que tivesse os estudos, a moradia e algumas despesas pagas, queria poder ter seu dinheiro pra comprar o que quisesse, sem ficar dependendo dos pais. Comprou o jornal e ficou procurando nos classificados, empregos de meio período, afinal estudaria pela manhã e teria as tardes livres.
Achou alguns interessantes e os circulou, queria ver isso antes que as meninas chegassem, mas também queria aproveitar a estadia das amigas, estava pensando seriamente em procurar o emprego depois que elas voltassem para o Brasil, afinal ainda tinha uma reserva de dinheiro guardada.
’s P.O.V
Tinha acabado de desembarcar em e estava esperando minha mala aparecer na esteira, sorri quando vi que era uma das primeiras, adoro quando estou com sorte, peguei a mala e fui indo em direção a saída. Ao ver parada com um cartaz com meu nome, sorri e abracei-a e comecei a rir.
- Credo amiga! Precisou de cartaz pra me achar! Sou tão diferente pessoalmente do que nas fotos? – perguntei tentando parar de rir um pouco.
- Não amiga, é que eu queria garantir que ia te achar – ela me disse, um pouco envergonhada.
Eu a soltei e fui cumprimentar a mãe dela, que era uma fofa por sinal. A era muito mais bonita pessoalmente do que pelas fotos. Bem ela é mais alta que eu, gamei nos cabelos dela, são lindos, tem mesmo cara de modelo, bem eu esqueci de falar, a é modelo. É atriz também e fez umas pontas em umas novelas e tal. Assim como eu, a curte McFLY, eu meio que viciei ela e as meninas, mas enfim, e ela é louca pelo Juddão, ta certo que ele é lindo, mas o meu baixinho é muito mais.
Fomos pra casa da e chegando lá, eu me acomodei no quarto dela, a mãe dela tinha que sair e a decidiu ligar pra que, em questão de minutos, estava ali. Conversamos a tarde toda e a teve que ir pra casa. Ela era outra que era mais bonita pessoalmente do que pelas fotos. Senti-me uma anãzinha perto delas. As duas altas, magras, de cabelos lisos. Ta, eu não sou feia, mas sou baixinha, meio gordinha e tenho os cabelos cacheados, eu amo meus cachinhos, mas me senti meio estranha perto delas.
A semana ali passou rápido, fiz algumas compras com as meninas e no sábado à noite embarcaríamos para Londres, tínhamos falado com o horário que, provavelmente, estaríamos chegando lá e ela iria encontrar a gente no aeroporto. Estávamos muito ansiosas com a viagem e tivemos a sorte de nossas poltronas serem juntas, pelo menos poderíamos conversar durante a viagem, mas depois de um tempo pegamos no sono e quando acordamos, estava quase chegando a Londres.
Peguei meu mp4 (sim, eu sou pobre e tenho mp4 ainda) e liguei, escutei um pouco de música até que chegamos a Londres, olhei pela janelinha e tava um solzinho lá e o céu tava claro, bem bonito. Descemos do avião e pegamos nossas malas, procuramos pela , mas como tínhamos chegado um pouco antes do previsto, ela ainda não estava lá. Sentamos num banco e ficamos esperando ela chegar.
Depois de 20 minutos esperando, vejo uma garota de cabelos castanhos escuros, correndo em direção ao portão de desembarque.
Fiquei olhando pra ela por um tempo e comecei a rir com as meninas.
- Ô , sua lerda! A gente ta aqui, ó! – gritei tentando chamar a atenção dela, que me ouviu e vem em nossa direção.
- Ai, amigas, desculpa, demorei séculos pra pegar um táxi, vocês estão aí há muito tempo? – ela perguntou preocupada.
- Há umas 2 horas, ! Só isso! – disse brincando pra ela, que abaixou a cabeça meio triste.
- Ô, sua poia, tem só 20 minutos que a gente chegou – disse, vendo que ela tinha ficado meio triste.
- Tinha que ser Jones mesmo, é lerdinha que nem ele! – disse enquanto se levantava e pegava as malas.
De lá fomos até a porta do aeroporto, pegamos um táxi e fomos pra casa da . Passamos o resto da tarde conversando, colocando a fofoca em dia, estávamos cansadas da viagem e decidimos ficar por ali mesmo. morava em uma casa de dois andares, com dois quartos e dois banheiros. As meninas ficaram em um quarto e eu ficaria com no quarto dela. Mais ou menos umas 22 horas, já estávamos dormindo, tinha sido um longo dia, e o dia seguinte também iria ser.
Capítulo 2
Fun! Fun! Fun!
Dougie’s P.O.V
- Cara que preguiça! Ainda bem que falta pouco para as merecidas férias. YAAAYY! Finalmente vou poder relaxar! – disse ainda de olhos fechados.
Tinha acabado de acordar, mas estava morrendo de preguiça de levantar. Me virei na cama, pensando que fosse encontrar a Frankie ainda deitada ali comigo, mas que doce ilusão, de novo ela acordou e saiu sem que eu notasse. Ta certo, que eu não sou o namorado mais presente do mundo, mas a Frankie entende isso, ela também tem a banda dela e tudo mais, mas de uns meses pra cá ela ta mais estranha que o normal. Sempre que a gente se encontrava e passava a noite junto no dia seguinte quando eu acordava, ela já não tava mais comigo, no começo não era assim, ela sempre acordava depois de mim, ou acordava e fazia um café pra gente e tudo mais, mas agora nem isso. Sei lá, isso ta muito estranho.
Tava escovando os dentes quando ouvi meu celular tocando, peguei-o e olhei no visor, “Fletch”.
- Alô! – atendi.
- Cadê você, Dougie? Caramba, não sabe chegar no horário, não? Tem uma entrevista numa rádio marcada pras 11 horas! – o ouvi quase berrar comigo.
- Foi mal, Fletch. Tava cansando, po! Que rádio é? Vou só trocar de roupa e já to indo pra lá - olhei no relógio e eram 10h25, tomara que seja uma rádio aqui perto de casa.
- É a Capital 95.8 FM – ele disse e eu sorri aliviado.
- Beleza, Fletch! Vou estar lá antes das 11 – desliguei o telefone e fui me trocar, arrumei o cabelo, peguei as chaves do carro e saí.
A rádio não era muito perto de casa, mas não era tão longe. Consegui chegar antes das 11, eu sou foda, sabia que ia conseguir. Vi que lá já estavam o Tom e o Harry, fui falar com eles e vi que o Tom tava meio abatido, mas deve ser só o cansaço.
- Dudes! – falei assim que cheguei.
- Fala, Poynter! – Harry veio me cumprimentar.
- E aí, dude – Tom disse meio abatido.
- E aí Tom, Judd! Po, que desânimo é esse, Fletcher? – perguntei.
- Ah, terminei com a Gio, dude. Dá pra acreditar que ela tava me traindo? – Tom disse e eu abri minha boca em choque.
- Sério, dude? Po! A Gio com aquela cara de santinha dela. As aparências enganam hein – sinto Harry me dar um pedala – Ai merda! Para de me bater – disse a ele.
- Para de falar besteira, Poynter! O Tom já ta mal e você ainda fica falando isso – Harry disse bravo.
- Pode deixar, Harry. Ele só falou a verdade. – ouvimos Tom falar - Cadê o Jones? Só falta ele chegar pra gente ir fazer a tal entrevista. Graças a Deus as férias estão chegando, só mais uma semana e estamos livres por um tempo – olhei para o Fletcher e vi olheiras profundas em seus olhos.
- Verdade, Tom. Não vejo à hora de curtir essas férias, já sabem o que vão fazer? – perguntei a eles enquanto me sentava nas cadeiras que havia ali.
- Quero descansar. Vou ver se consigo viajar com a Izzy. – Harry disse sorrindo.
- Vou conversar com a Frankie também, ela ta meio estranha esses dias – falei, lembrando-me dos dias em que acordo sozinho.
- Ih, Poynter! Quando a Gio começou a me chifrar, ela também ficou estranha. Abre o olho hein! – Tom falou e eu enruguei a testa.
- Ahh, fala sério, Fletcher! Onde que a Frankie iria arrumar um cara mais gostoso que eu? Lugar nenhum – disse tentando disfarçar o pouco de preocupação que havia tomado conta de mim.
- Nem se acha hein, Poynter! Mas abre o olho mesmo, dude, ela até pode não estar te traindo, mas é sempre bom ficar de olho – ouvi Tom falar e assenti com a cabeça.
- Ah que nada, Fletcher! Chifre trocado nem dói, né, Poynter? – Harry falou e riu.
- Vai se foder, Judd! – disse dando o dedo do meio a ele.
Vimos o Jones chegar correndo e quase derrubar o casal que estava parado em pé, conversando em frente à recepção.
- Tô muito atrasado? – ele perguntou nervoso.
- Que nada dude, faltam 5 minutos ainda. Olha lá o Fletch, vamos lá guys! – disse já me levantando.
Fomos até o estúdio onde seria a entrevista e conversamos normalmente com as fãs que ligavam na rádio, falamos sobre as férias, sobre a cansativa turnê. Falamos pouco sobre a vida pessoal e pouco depois de 2 horas de entrevista, saímos da rádio e fomos almoçar.
- Dude, to morrendo de fome – disse assim que colocamos os pés fora do prédio da rádio.
- Novidade né, Poynter! – ouvi Harry e fui até ele para dar um pedala.
- Po, também to com fome! – ouvi Danny e ri.
- Vamos comer logo então bando de esfomeados – Tom disse e fomos até o carro.
Fomos para um restaurante, nos disfarçamos um pouco e ao entrar vi a única coisa que não queria, Frankie, sim ela mesma, com um outro cara, no maior Love. Percebi que Tom, ao ver aquilo, tentou me tirar de lá antes que eu visse, mas foi impossível.
Senti Danny e Harry me segurando para que eu não fizesse nenhuma besteira. Tom, ao perceber meu nervosismo, veio até mim.
- Dude, se acalma! Eu sei que não é fácil ver a mulher que você ama com outro cara. Não vai adiantar nada você ir até lá agora – Tom falava olhando sério para pra mim.
- É dude, se você for lá agora, vai ser pior – Harry dizia ainda me segurando.
- É difícil, dudes. Eu gosto da Frankie pra caramba e ela fica me traindo assim – disse nervoso e sentia os olhos ardendo e as lagrimas teimando em querer sair.
- Po, dude, relaxa. Vamos fazer assim, tira umas fotos dela com o cara e depois vocês marcam de se encontrar e pergunta pra ela o que é aquilo. Ela vai inventar alguma desculpa e vocês tentam conversar – Tom falou e eu concordei.
- Isso mesmo, dude. Faz isso aí que o Fletcher falou – ouvi a voz de Danny e saquei logo o celular do bolso e bati algumas fotos do casal ternurinha.
- Beleza! Mas vocês também vão tirar fotos. Quanto mais provas melhor – disse, já com um sorriso maléfico em meu rosto.
Os dudes tiraram as fotos e decidimos almoçar ali no restaurante mesmo, mas numa mesa longe de onde o “casalzinho” estava, mas ainda dava para vê-los.
Assim que eles saíram, liguei para Frankie marcando um encontro, à noite, na casa dela.
Já tinha quase tudo planejado, jantaria com Frankie, a levaria pra cama, mas ia enganá-la dizendo que queria fazer algo novo.
Como combinado, cheguei as 20hs na casa dela, que havia preparado um jantar.
Agi normalmente, sabia disfarçar muito bem, depois do jantar a levei para a sala aonde namoramos um pouco, nos beijando e amassando por um tempo. Comecei a tirar o vestido de Frankie e fui subindo com ela até o quarto, beijava seu pescoço e percorria cada pedacinho do corpo dela com as mãos. Parti o beijo e a olhei com cara de safado.
- Amor, que tal experimentar uma coisa nova hoje? – sorria perversamente.
- Claro, amor! – Frankie sorria, sem saber o que realmente a aguardava.
End of Dougie’s P.O.V
Dougie se aproximou da namorada e foi tirando o sutiã dela, depois a calcinha e a deixou ali em sua frente, completamente nua, a pegou no colo e a deitou na cama, tirou uma algema do bolso da calça e prendeu uma das mãos de Frankie na cabeceira da cama, ainda sorrindo pegou outra algema e prendeu a outra mão dela.
- Dougie, o que você vai fazer?- Frankie perguntou, um pouco assustada.
- Vou te dar o que você merece, sua vagabunda! – Frankie ficou mais assustada ainda.
- O que deu em você hoje, Poynter? – Frankie tentava se soltar, mas era impossível.
- Eu vi você com seu amante, sua vadia! – Dougie falava, era notável o ódio e a raiva que ele tinha em seu olhar. Ele foi até o banheiro de Frankie e pegou um batom vermelho da namorada, chegou bem pertinho dela e escreveu na testa da garota “Bitch”. Sorrindo olhou pra ela, tirou o celular do bolso da calça e bateu algumas fotos.
- Ah, só pra deixar bem claro, acabou Frankie. Não me procure nunca mais! - Dougie foi saindo, mas ao chegar à porta ainda com o batom na mão escreveu “Loser” na porta do quarto, fechou a mesma em seguida e foi saindo do apartamento. Tinha um largo sorriso no rosto. Antes de sair deixou as chaves das algemas na mesinha da sala, pegou o celular e ligou para Harry.
- Alô. – Harry atendeu.
- Judd, deu certo! Ela caiu que nem uma patinha – Dougie dizia enquanto ia em direção ao seu carro, na garagem do prédio de Frankie.
- Que bom, dude. Mas você vai fazer o quê com as fotos? – Harry bocejava do outro lado da linha.
- Po, dude, ainda não sei, vou salvar elas no meu computador e depois vejo o que vou fazer. Agora eu vou pra casa, a gente se fala amanhã – Dougie disse já desligando o celular e sem ouvir a resposta de Harry.
- Quem era, amor? – Harry ouviu a voz de Izzy ao seu lado.
- Era o Poynter, ele foi terminar com a Frankie – Harry dizia, já abraçando a namorada.
- Mas porque ele terminou com ela?- Izzy encostava a cabeça no peito nu de Harry e passava os dedos pela barriga dele, fazendo o namorado se arrepiar.
- Ah amor, ele descobriu que a Frankie tava chifrando ele. Deixa eu te mostrar as fotos – Harry disse pegando o celular e mostrando as fotos para Izzy, que ficou surpresa ao ver as fotos, mas ficou mais surpresa ao ver o cara que estava com Frankie.
- Não, não pode ser ele – Disse para si mesma.
- O que? – Harry perguntou, arqueando a sobrancelha.
- Nada não, amor, só estava pensando alto – Izzy deu um selinho em Harry e se virou para dormir – Boa noite, amor! – ela disse por fim.
- Boa noite – Harry respondeu, mas ficou pensando no que ouviu a namorada dizendo, coçou a cabeça e se deitou, ficando ainda alguns minutos pensando em tudo que acontecera, iria investigar a fundo aquilo, agora era questão de honra, ficou pensando mais um pouco até que adormeceu.
No dia seguinte, os guys teriam um ensaio na parte da tarde e só, aquela semana seria a ultima de trabalho deles, teriam um show no sábado e uma entrevista domingo à tarde e depois disso, as merecidas férias. Dougie, pra variar, chegou atrasado ao ensaio, mas viu que Harry ainda não tinha chegado.
- Cadê o Judd? Ele é sempre tão pontual – Dougie disse ironicamente.
- Ele ta chegando já, acabei de ligar pra ele e já ia te ligar – Tom respondeu guardando o celular no bolso.
- E aí, Dougie, como foi com a Frankie? – Danny perguntou de onde estava sentado, afinando o violão.
- Ah, foi como eu tinha planejado, acho que essa hora ela deve ter se soltado das algemas já – Dougie respondeu sorrindo.
- Dude, você deixou ela presa? Que maldade – Tom repreendia Dougie.
- Ah dude, ela mereceu. Ainda escrevi bitch na testa dela com o batom, e na porta escrevi loser. Não resisti! – Dougie dizia sorrindo.
Harry chegou meio abatido e os amigos notaram.
- Que cara é essa, Judd? – Tom, como sempre, era o primeiro a falar.
- Ah dudes, acho que a Izzy ta me traindo também – Harry disse abaixando a cabeça.
- Espera aí, Harry Judd, o fodão, assumindo que pode estar levando galho? – Dougie disse irônico.
- Pois é, dude. E eu acho que ela ta com o mesmo cara que a Frankie - Harry se jogou no sofá.
- Como assim, dude? – Tom perguntou preocupado.
- Ah, eu mostrei as fotos que a gente tirou da Frankie ontem, e ela disse que “não podia ser ele” e ficou meio decepcionada, ela tentou disfarçar, mas eu percebi, sabe?! – Harry dizia e era notável a tristeza dele.
- Ah dude, sinto muito por isso – Danny dizia tentando consolar o amigo. – Mas esse cara deve ter muito mel pra pegar todas as mulheres assim, hein? Será que ele pegou a Gio também, Tom? – Jones não poderia deixar de soltar uma perola.
- Cala a boca, Jones! – Tom disse irritado.
- Mas ele ta certo, dudes – Dougie disse. – Se ele ta pegando a Frankie e a Izzy, ele com certeza deve estar pegando a Gio também. Ele deve ter algo contra a gente, só pode. Porque pra pegar todas as nossas mulheres – revoltava-se Dougie.
- Verdade, Doug. Até que você tem razão, isso é bem provável. Mas quem será esse desgraçado? – Harry dizia enfurecido.
- Não sei, mas agora nós também não vamos saber. Vamos ensaiar e depois do ensaio a gente tenta descobrir isso – Tom disse e todos concordaram com a cabeça. Ensaiaram a tarde toda e, lá pelas 21hs, saíram do estúdio.
- Dudes, tive uma idéia. Vamos pegar as fotos que a gente tem e levar pra um amigo meu, que é fera em computador. Ele pode tentar descobrir quem é esse cara – Dougie disse.
- Até que enfim teve uma idéia boa, hein Poynter! – Danny disse e levou um pedala de Dougie.
- Não sou que nem você não, Jones. Eu penso! – Dougie respondeu sorrindo.
- Não se acha também não Poynter, mas vamos logo – Harry disse, era notável a ansiedade dele.
Os guys entraram no carro de Harry e foram até a casa do amigo de Dougie, ao chegar lá foram recebidos por ele e logo entraram na casa, já explicando toda a situação pra ele. Em questão de minutos, fotos e mais fotos do cara surgiram na tela do computador, mas nomes, endereços ou algo que indicasse alguma coisa, não foi encontrado. Podemos dizer que o maior enigma de todos fora solucionado e sim, o cara estava pegando todas as namoradas dos guys, ou melhor, ex-namoradas.
Harry ficou mal com tudo aquilo, e foi pra casa com a foto do cara com a Izzy, que o amigo de Dougie havia imprimido, estava decido a terminar com ela.
Depois de descobrirem as traições os guys tinham combinado de passar as férias juntos, afinal, quase todos estavam curtindo uma pequena dor de cotovelo, e Danny gostou da idéia de passar as férias com os guys, por mais gay que pareça, ele gostava de estar com os amigos.
A semana foi passando rápido e quando os guys se deram conta, já era o dia do show e mesmo com Harry nem um pouco animado, a apresentação tinha sido boa.
Harry terminou com Izzy naquele mesmo dia, e estava meio abatido por isso, ele mostrou a foto pra ela, que confirmou que estava saindo com ele, havia 4 meses. Depois do show os guys foram até um pub, e Harry decidiu afogar as mágoas na bebida. Sua sorte era que a última entrevista antes das sonhadas férias, era no comecinho da tarde.
Harry dormiu na casa de Dougie e, pra variar, chegaram atrasados. Depois de 2hs de programa, onde tiveram que ficar o tempo todo lá, deram uma entrevista de mais ou menos meia hora, cantaram 4 músicas, saíram de lá e foram almoçar, depois do almoço foram para casa de Tom, decidir o que fariam nas férias.
Capítulo 3
Girls just wanna have fun!
foi a primeira a acordar na casa de , levantou com cuidado e saiu do quarto indo em direção à cozinha, procurou por comida e depois de alguns minutos havia uma mesa farta com um café da manhã diversificado, desde frutas até algumas guloseimas que havia achado na geladeira e nos armários. Como é uma ótima amiga, decidiu acordar as amigas de uma forma nada discreta. Pegou uma panela e uma colher de pau e subiu as escadas parando no corredor que dava para os quartos, então começou a bater a colher na panela.
- Acordem, bando de preguiçosas! Vamos tomar café! Acorda que o sol saiu! – dizia enquanto batia a colher na panela.
, a primeira a sair do quarto, não estava com uma cara boa, então nem esperou as outras saírem e correu escada abaixo indo para a cozinha. Sentou-se a mesa e começou a degustar do café preparado por ela. Minutos depois as amigas se juntaram a ela, que mantinha um sorrisinho no canto da boca.
- Bom dia, flores do dia! Dormiram bem? – perguntou pouco depois de dar o último gole em seu leite com achocolatado.
- Dormimos maravilhosamente bem, ! Até que uma louca resolveu fazer um panelaço e acordar a gente no melhor do nosso sono de beleza – olhava para , que sorria meigamente para as amigas, com aquela cara de “depois do café eu te mato, sua vaca”.
- Sério ? Essa não tem medo da morte, né? – disse já se levantando e indo até a pia lavar a louça que havia sujado.
- Seriíssimo, ! – respondeu enquanto preparava seu café com leite.
- Bem amigas, vou tomar um banho e me trocar, qual vai ser a programação de hoje, ? Vamos sair? – perguntou já no primeiro degrau da escada.
Assim que a menina saiu da vista das amigas, essas começaram a cochichar entre si.
- Então o que vamos fazer pra nos vingar da ? – perguntou.
- Não sei, mas o fato de ela ser menor que nós três nos dá certa vantagem, mas ainda não sei o que fazer – Mah disse pensativa.
- Que tal sairmos hoje à noite e darmos um jeito dela pagar o maior micão na rua? – disse – A gente pode ir num pub e dar um jeito dela se dar mal.
- Boa idéia ! Vamos fazer isso no fim de semana. Pois os pubs enchem mais – disse.
- Verdade, nem tinha pensado nisso – disse dando um tapa em sua própria testa.
- Só podia ser Jones mesmo! – disse tirando um sarro da amiga.
- Voltei, biatches! – Uma sorridente vestindo uma saia jeans um pouco curta, uma meia calça grossa preta, uma blusa branca de mangas compridas, um casaco com capuz e uma sapatilha preta, apareceu na cozinha assustando as amigas que planejavam a vingança contra ela.
- Vai se foder, ! Vai dar susto em outra, po! – disse nervosa.
- Ain, desculpa! Ta de TPM amiga? – Perguntou .
- Posso saber o motivo desse sorriso no rosto, dona ? – perguntou mudando um pouco o assunto.
- Ah, é que eu tava dando uma olhada na net e tinha novidades sobre o McFLY. Eles vão entrar de férias, mas antes vai rolar um show aqui esse fim de semana. Pensei que a gente poderia ir afinal, estar em Londres e não ir a um show dos McHotties não dá, né?! – A menina olhava para as amigas.
- Verdade, a gente até poderia ir se os ingressos não estivessem esgotados há semanas – disse e viu o sorriso de se desmanchar.
- Sério? – A menina disse e uma expressão triste tomou conta de seu rosto.
- Seriíssimo. Esgotou em menos de dois dias. Quem não iria ver o ultimo show do McFLY antes deles entrarem de férias? – disse.
- Só menos de 0,01% das garotas de Londres - disse.
- Mas então amigas, o que vamos fazer hoje? Hein? Hein? Hein? – perguntava, já um pouco mais alegre.
- Não sei! Vou tomar banho e me trocar e penso no que vamos fazer hoje – disse já se levantando da mesa.
A semana foi passando rapidamente e as meninas se divertiam. Passearam no ônibus de dois andares, foram em alguns pontos turísticos de Londres. No dia que iria rolar a vingancinha pra cima de , foram surpreendidas com a facilidade da garota de se desvencilhar das “armadilhas” que as amigas faziam para ela. Chegaram em casa às 5 da manhã e não havia pagado mico algum, até porque o pub nem estava tão cheio, elas tinha esquecido que era o dia do show do McFLY. Passaram o domingo de ressaca, em casa mesmo. Ligaram a TV e viram o programa onde os amores da vida delas estavam e babaram em frente a ela.
- Ain, o Harry tá tão gostoso! Olhe aqueles braços, aquelas mãos. Deus! – dizia enquanto babava em frente a TV.
- Quer um babador, amiga? – disse rindo da cara da amiga – Realmente, o Juddão ta gato, mas olha a carinha de bebê do pequeno Poynter! – disse com os olhos brilhando - Que homem é aquele, meu Deus? – praticamente não piscava olhando para a TV.
- Ain, falo nada do Tom! Coisa mais linda, meu Deus! – babava.
- E o Jonesio?! PEGAEL JONES! – gritava no ouvido de .
- Ai, caramba! Vai gritar no ouvido da vó! Mas mudando um pouco de assunto amigas, vocês repararam que o Juddão tá meio tristinho? – falou olhando para as amigas.
- É verdade, o que a vadia da Izzy fez com o meu bebê? – fazia uma carinha triste, mas ao mesmo tempo raivosa.
- Mas não é só ele não, gente. Os outros também estão, menos o Danny – disse.
- É mesmo! – as outras três falaram ao mesmo tempo.
- O que será que a vaca da Frankie fez com o meu pequeno Poynter? Será que colocou galho nele? – dizia pensativa.
- Certeza que foi isso, amiga. Do jeito que aquela tinha cara de fácil – disse abraçando a amiga.
- Ain, mas tudo bem, eles vão superar isso. Até porque eles vão pegar coisa melhor – dizia abraçada a .
- Como você sabe disso, ? – perguntou.
- Simples! Porque eles vão pegar a gente! – Disse e piscou para as amigas.
Aquele dia elas passaram em casa mesmo, aproveitaram pra fofocar, falar mal das vadias que enchiam o saco delas, pintaram as unhas e comeram brigadeiro, nem imaginaram que as palavras de , em breve virariam a mais pura realidade.
Os dias foram passando e as meninas curtiam Londres, foram ao shopping, ao cinema, à Starbucks, enfim quase não paravam em casa. Até que numa quarta tediosa teve uma brilhante idéia.
- Vamos a um pub hoje? To doida pra estrear minha roupa nova – disse sorridente.
- É mesmo! Só fomos uma vez ao pub, mas vamos a outro dessa vez – disse.
- A gente podia ir naquele que tem perto da sua casa, – sugeriu.
- Pode ser! Ele é perto e a gente economiza com táxi – sorriu.
- , posso usar seu telefone? – pediu.
- Pode sim, amiga. Não sou eu que pago a conta mesmo – Ela sorriu.
- Vai ligar pra quem, ? – perguntou.
- Pra minha mãe. Acho que vou ficar mais uns dias por aqui, então preciso avisar que estou em Londres – disse meio cabisbaixa.
- Ela vai brigar com você, né amiga? - a abraçou.
- Com certeza, mas fazer o que né?! Vou ver se ela manda mais um pouco de dinheiro – disse abrindo um meio sorriso.
ligou para a mãe que esbravejou com ela, disse que a menina não poderia ficar mais de 2 meses em Londres e que se precisasse de dinheiro era só ligar que ela mandava. ficou um pouco surpresa com isso, mas sorriu ao dar a noticia as amigas. Todas já haviam terminado o ensino médio e não tinham compromisso com escola, só que começaria a faculdade no finalzinho de setembro, inicio de outubro.
A tarde passou e as meninas decidiram se arrumar. Todas estavam lindas, estava com uma calça jeans colada, uma bota de couro preta envernizada, a barra da calça por dentro da bota, uma blusinha xadrez preta e vermelha com uma gola falsa preta e um sobretudo preto pra se proteger do frio. Já estava com uma calça jeans skinny, um scarpin preto, uma blusa baby look branca bem básica, sem desenho nenhum e que deixa um pequeno pedaço da barriga de fora, um cachecol preto e um bolerinho xadrez bege com mangas, um pouco abaixo dos seios. era a mais simples das 3, com uma calça jeans, bota cano longo por cima da calça e uma cacharrel. Todas devidamente bem maquiadas, lindas!
- Anda logo, ! Só falta você, ô lerda! – falava lá de baixo.
- To indo já, ô coisa! – dizia enquanto descia as escadas, estava com o vestido que comprara aquela semana, era xadrez preto e vermelho e ia mais ou menos até dois dedos acima do joelho, usava uma meia calça grossa preta e nos pés uma sapatilha prata que combinava com as argolas que ela usava, por cima do vestido colocou um casaquinho preto.
- Vamos então, girls! – disse indo em direção a porta.
- Vamos! – as três falaram ao mesmo tempo.
As garotas foram em direção ao pub, mal sabiam elas que naquela noite iriam encontrar quatro rapazes que mudariam completamente suas vidas.
Capítulo 4
A moment like this!
As 4 amigas chegaram ao pub e ao entrar viram que não estava muito cheio, olharam no relógio e era 21h30, pensaram que ele poderia encher mais tarde. Avistaram uma mesa vazia e foram até ela, se sentaram e ficaram conversando um pouco.
- O que vão querer beber, biatches? – perguntou se levantando.
- Eu quero um Martini – disse .
- Eu um Johnny Walker, por favor – disse sorrindo.
- Pra mim um Campari – completou .
- Okay, senhoras! – disse rindo e foi em direção ao bar.
Enquanto ia até lá ouviu a porta abrindo e sendo fechada logo em seguida, o que atiçou sua curiosidade, fazendo-a se virar e ver quatro pessoas entrando, todas com casaco, capuz e óculos escuros. Peraí! ÓCULOS ESCUROS A NOITE? COMO ASSIM?
olhou espantada com aquilo e deu de ombros.
- Devem estar com conjuntivite – disse baixinho, chegando ao balcão e se inclinando sobre ele.
- Moço, me vê um campari, um Martini, uma dose de Johnny Walker e uma cerveja – Pediu se sentando no banquinho enquanto o cara preparava as bebidas. Tirou o dinheiro do bolso do casaco e ficou brincando com o zíper enquanto esperava.
- Aqui moça – O barman disse e sorriu lhe entregando o dinheiro.
Com certa dificuldade, a menina pegou os quatro drinks e foi até a mesa que estava com as amigas.
- Prontinho, mocinhas! – disse ao chegar à mesa – Seu Martini , seu campari e seu uísque – Disse entregando as bebidas às amigas.
- Obrigada, ! – as três falaram ao mesmo tempo e riu.
- De nada, amigas. A próxima rodada não sou eu que pago hein! – disse antes de dar um gole em sua cerveja.
- Que lugar mais parado – reclamou enquanto bebia seu campari.
- É mesmo, falta uma musiquinha aqui – completou.
- Girls, ali tem uma Jukebox, vou lá ver se tem alguma música boa – disse se levantando e indo até a jukebox.
Para chegar até lá, tinha que passar pela mesa dos quatro estranhos, e assim o fez, assim que passou por lá sentiu quatro pares de olhos a seguindo, mas não perdeu a pose e seguiu seu caminho. Chegou a Jukebox e começou a analisar as musicas que tinha ali, era uma Jukebox moderna, mas não tinha muitas músicas atuais.
“Vamos ver que música toca primeiro, já sei!” Pensou enquanto montava uma pequena playlist ali. Começou com I love rock’n’roll da Britney Spears, depois colocou Buttons das Pussycat Dolls, SOS da Rihanna, viu umas do McFLY e ficou em duvida se colocaria, poderia escolher mais duas músicas, então colocou Gimme More também da Britney e Transylvania dos guys, que era sua preferida.
Colocou as músicas pra rolar e voltou para sua mesa dançando, o que provocou sorrisos nos quatro estranhos.
Ao ouvirem a música que tocava as meninas se lembraram da vingança contra e sorriram entre si. ao chegar à mesa viu os sorrisos das amigas e se sentou feliz.
- amiga, tenho uma proposta pra te fazer – disse sorrindo maleficamente.
- Diz ! Se for boa eu aceito – sorria também.
- Bem, é mais um desafio do que uma proposta – complementou.
- Ain, to ficando com medo já – disse.
- Você é uma mulher ou um saco de batata? – disse .
- Sou um saco de batata, ta vendo não? – disse irônica – Ta, mas diz logo o que eu tenho que fazer.
- Qual a próxima música que você colocou pra tocar? – perguntou.
- Buttons das PCD, por quê? - .
- Mais do que perfeita! – falou sorrindo - Então quando começar a tocar, quero que você dance bem sensualmente provocando um dos tiozinhos que estão no bar – disse olhando a cara de espanto da amiga.
- O QUÊ? VOCÊ TÁ DOIDA? – berrava em português com as amigas.
- Não to não! É só uma vingancinha pelo panelaço da semana passada – disse calmamente dando de ombros.
- Ta bom! Só isso? – perguntou emburrada.
- Não. Que outras músicas vão tocar? – quis saber.
- Ah, depois de Buttons vai tocar SOS da Rihanna, Gimme More da Britney e por ultimo Transylvania do McFLY – Ao dizer a ultima música suspirou e sorriu que nem boba.
- Ah, então você vai cantar Transylvania bem alto – disse pra encerrar.
- Ahh, fala sério! Faço com o maior prazer! – disse sorrindo.
- Mas tem que cantar olhando pros quatro estranhos ali – disse apontando pros quatro caras de óculos de sol.
- Ta, ta. Já entendi. Me fodi mesmo – disse fazendo bico, e os primeiros acordes de Buttons começavam a rolar, fazendo com que a garota virasse de uma vez a cerveja que ainda restava na garrafinha e ir até o bar, onde escolheu o cara menos feio e começou a dançar sensualmente a música, fazendo com que o cara babasse vendo a garota dançando ali.
Ela mexia o quadril, enquanto levantava os braços, juntando das mãos no alto, tinha um olhar sexy e jogava os cabelos de um lado para o outro, começando a rebolar e descer até o chão, levantando por vezes a barra do vestido um pouco, mostrando mais suas pernas.
Assim que a música acabou a garota foi até o barman e pediu mais uma cerveja. Pagou e voltou para a mesa, onde as amigas choravam de tanto rir.
- Aê, ! Ganhou o tiozinho, hein?! – zoava a amiga.
- Vai te foder, ! – disse nervosa e mostrou o dedo do meio para a amiga que só ria junto com as outras duas.
Dougie’s P.O.V
Chamei os meninos para irem num pub, estava entediado em casa, ficar chorando pelo chifre levado não valia à pena. Fui tomar banho e me arrumei, fiquei cheirosinho e mais gostoso do que já sou, arrumei o cabelo, bagunçando ele, claro, vesti uma calça jeans folgada, peguei uma camisa social rosa e vesti, deixei uns 2 botões abertos e dobrei a manga na altura do cotovelo, peguei um all star preto ferrado e calcei.
- To gostoso! - falei ao ver meu reflexo no espelho.
Saí do quarto e bati no quarto de hóspedes onde Tom estava.
- Anda logo, Tom! Não demoraa porque quero ver se tem alguma gatinha no pub – esmurrava a porta do quarto.
- Tá bom, Dougie! Vai descendo que em 5 minutos to lá já – Tom resmungou.
- 5 MINUTOS, HEIN TOM! – gritei descendo as escadas e dando de cara com Danny e Harry já prontos me esperando – Que lindo! Meus bebês já estão prontos! – Disse zoando os dudes.
- Cala a boca, Poynter! – Harry disse mal-humorado.
- Relaxa Harry, vamos tentar nos divertir hoje à noite, po! – Danny disse abraçando ele.
- É dude! Chorar pelo chifre levado não vai levar a nada – Filosofei, ouvindo as risadas de Tom que descia as escadas.
- E aí, o que vamos fazer pra nos disfarçar? – Tom perguntou.
- Po, não tinha pensado nisso – Cocei a cabeça, mordendo o canto da boca.
- Vamos colocar o capuz do casaco e uns óculos escuros – Danny sugeriu.
- Óculos escuros à noite, Jones? – Harry deu um pedala nele.
- É! Qualquer coisa a gente diz que ta com os olhos sensíveis – Jones disse passando a mão na cabeça onde Harry havia batido.
- Pode ser! Vamos logo cambada! – Disse pegando a chave do carro e jogando para Tom.
Fomos pra um pub no centro da cidade, num bairro de classe média. Entramos e vimos que não estava muito cheio, tinha uns velhos bebendo no bar, outros sentados numas mesas, e quatro garotas numa outra mesa. Opa, peraí! QUATRO GAROTAS NUMA MESA, SOZINHAS? Opa, elas são hots! Muito hots por sinal, principalmente aquela de vestidinho xadrez. Ui, delicia! Sentamos numa mesa um pouco afastada da delas, mas que ficava de frente. Assim que entramos a de vestido olhou pra gente, ela tava indo pro bar, deveriam ter chegado ali agora também.
- As bichas vão querer o que pra beber? – perguntei enquanto arrumava meus óculos na cara.
- Cerveja! – Tom e Danny disseram juntos.
- Vodka pura com 2 pedras de gelo – Harry disse, a bicha ainda tava de mau humor.
- Beleza, vou lá pegar – disse me levantando e indo até o bar, procurei não passar pela mesa onde às amigas da gatinha de vestido estavam. Me sentei em um banco próximo ao que a garota do vestido estava e a ouvi pedindo. Depois que ela saiu fiz meu pedido.
- Duas cervejas, uma vodka pura com gelo e um uísque com gelo, por favor – esperei até que meu pedido ficasse pronto.
Assim que peguei as bebidas voltei pra mesa onde os dudes estavam. Coloquei as bebidas na mesa e me sentei, tomando meu uísque. Ainda fiquei de olho na mesa das garotas, principalmente na garota de vestido xadrez. Consegui ver o rosto dela direito, e dude, ela era linda! As amigas dela também, mas ela fazia mais meu tipo, e o melhor era baixinha. Eu sei que todo mundo me zoa por causa da minha falta de estatura, e quando eu namorava a Frankie, olha ela aí de novo, ela às vezes não podia usar salto quando a gente saía junto, os dudes me zoavam, me chamando de chaveirinho. Mas com a garota do vestido só se o salto fosse daqueles bem altos, tipo de travesti, que a faria ficar mais alta que eu. Cutuquei o Tom.
- Dude, já viu aquela mesa ali? – apontei discretamente pra mesa das garotas.
- Já dude! Tava comentando com o Danny agora. Nós somos quatro solteiros no pub, elas com certeza estão solteiras também, é só chegar, chegando – Tom me respondeu e me surpreendeu também, acho que levar chifre da Gio mexeu um pouco com ele, ta todo safadão o cara.
- Do que vocês tão fofocando aí, bando de gays? – Harry e seu ótimo humor se meteram na conversa.
- Estamos falando daquela mesa cheia de gatinha ali, Judd – Tom disse apontando com a cabeça pra mesa delas.
- Ah só, parecem ser gatinhas mesmo. Mas com certeza estão esperando os namorados. Onde já se viu quatro gatinhas daquelas sozinhas num pub como esse? – Harry falou e meio que acabou um pouco com minhas esperanças. Com certeza a garota do vestido tinha namorado linda do jeito que ela é, seria difícil estar sozinha.
- Do que vocês estão falando, dudes? – Danny demorou pra se meter na conversa.
- Das gatinhas da outra mesa ali, Jones – Tom respondeu a ele.
- Ah tá. Hotties, não? – Danny olhou para a de blusa xadrez e sorriu maliciosamente.
- Com certeza, principalmente a de xadrez – Disse sorrindo.
- A de xadrez não po, escolhe outra! – Danny falou grosso pra mim. Po, não acredito que ele ta de olho na gatinha do vestido.
- Têm duas de xadrez lá, suas bichas! – Harry disse e com razão – Qual a tua Jones?
- A de blusa xadrez e calça jeans – Danny respondeu – E a tua Poynter?
- A de vestido xadrez. – Disse sorrindo abobalhado.
- Imaginei, Poynter! A altura combina – Harry disse e riu, mas logo parou de rir quando sentiu o pedala que eu dei nele.
- Vai se foder, dude! – Disse com raiva – E daí se ela é baixinha?! Pode ser baixinha, mas é bem hot – sorri de lado.
Paramos de falar ao ver ela se levantando. Abri um sorrisão e vi que os dudes sorriam também. Vi que ela, sim ela, a minha gatinha do vestido xadrez, vinha na nossa direção e gelei. Será que ela notou que a gente tava falando dela e das amigas? Meu coração acelerou e eu achei que ele fosse sair pela boca, mas quando ela passou direto pela nossa mesa me acalmei um pouco e voltei a respirar, sim eu tinha me esquecido de respirar quando a vi vindo pra cá, quando respirei senti o perfume dela, e dude, era muito bom. Tipo eu nem conheço ela e tal, mas o perfume tem tudo a ver com ela, tem a ver com o estilo dela. Isso ficou bem gay, mas sei lá é o que acho. Saí do transe que estava e a vi na Jukebox que tinha lá no pub, era perto da nossa mesa e assim eu pude ver como ela era hot, dude ela não é inglesa não, po a garota é cheia de curvas! Táquepariu, to doido pra me perder naquelas curvas, olha que bundinha... Bundinha nada, bundão mesmo, dude ela ta me torturando só pode! Fica balançando esse popozão enquanto escolhe as músicas, po assim o Poynter Jr. acorda e me faz passar vergonha aqui. Vi que ela já tinha escolhido as músicas e ia voltar pra mesa dela e me virei sentando de frente pra elas, senti o perfume dela de novo e sorri todo bobo. Despertei do novo transe com Harry me sacudindo e ouvindo os acordes iniciais e a voz do Snoop Dogg da música das gostosas das Pussycat Dolls.
- Que foi, dude? – Perguntei meio irritado para o Harry.
- Olha lá, dude! Ela deve ta muito bêbada pra fazer isso – Harry apontou pro bar e eu vi a minha gatinha do vestido lá, dançando a música sensualmente pra um dos tiozinhos de lá. Nunca na minha vida eu quis tanto ser um tiozinho babão que deixa a mulher em casa e sai pra encher a cara num pub.
- Quer um babador, Dougie? – Tom ficou me zoando, mas quer saber to pouco me fodendo pra ele, to babando mesmo.
- Quero sim, Tominus! E obrigado por perguntar! – Respondi a ele sem tirar os olhos dela, cada movimento que ela fazia eu acompanha com os olhos sem piscar, ela rebolava pra um lado eu acompanhava, ela ia até o chão eu ia junto, acho que eu babei mais que o tiozinho, e como ele, fiquei bem animado.
- Respira, Poynter e para de babar – Harry me cutucou de novo.
- To respirando, po! – A música já tinha acabado e ela tinha ido ao bar pegar outra cerveja, já tinha sentado e eu ainda tava olhando pra ela, sem piscar.
- Pisca um pouco, Dougie – Danny falou e ele e os dudes começaram a rir.
- Po, vai me dizer que vocês não babaram vendo aquela gata dançando daquele jeito? – Falei meio nervoso – Só se vocês fossem um bando de gays pra não babar!
- Não posso negar que babei, mas não fiquei animadinho como você e como o tiozinho lá – Harry disse me dando tapinhas nas costas.
- Vai se foder, Judd! – esbravejei, tomei o resto da minha bebida, que a essa altura já estava quente e aguada, e voltei a olhar pra ela. Vi que ela tava emburrada, mas mexia os pés no ritmo da música. Pela cara dela vi que ela fez aquilo obrigada, seria uma aposta com as amigas? Se foi queria saber por que elas a mandaram dançar pro tiozinho e não pra mim.
- Sonhando acordado, Poynter? – Senti Tom me cutucando.
- Não, só pensando no que fazer das férias – Menti, e parei de olhar pra ela, tava ficando com medo de mim mesmo, não conhecia a garota e já tava encantando assim com ela.
- Uma coisa é certa, ela não tem muito bom gosto pra música – Danny falou.
- Ah, ela deve ter escolhido essas músicas na intenção de animar um pouco o ambiente, e aquela Jukebox não deve ter muita opção de música nova – Tom a defendeu e eu sorri de canto.
- Verdade, depois que as músicas dela acabarem vou lá colocar umas pra tocar também – Harry disse olhando pro seu copo de vodka, agora vazio.
- Opa, essa música é boa! – Tom disse e balançou a cabeça ao ouvir os primeiros acordes de Transylvania. Opa, ela gosta da nossa música, olhei pra mesa dela e ela não estava lá e as amigas dela riam, varri o pub com o olhar e quando vi, ela vinha na nossa direção novamente, parou bem pertinho da nossa mesa e começou a cantar a nossa música! A coisa ta ficando boa pro meu lado! Sorri e me virei pra olhar pra ela que estava vermelha que nem um tomate, mas continuava linda. Ela fazia uns passinhos enquanto cantava, era afinada até. Vi que ela cantava melhor a parte que eu canto, sorri ainda mais e quando eu ia falar com ela, ela sumiu. Quando olhei de novo, ela já estava sentada com as amigas.
- Já chega, dudes! – disse me levantando – Vou lá falar com ela!
- Calma aí, pequeno Poynter! Tenta acalmar o Junior aí primeiro, se você chegar assim lá a garota vai sair correndo – Harry me puxou, fazendo com que eu me sentasse.
- Opa! Esqueci desse detalhe – Disse e sorri envergonhado.
- Eu vou lá dudes! – Tom se manifestou. Realmente o chifre da Gio mexeu com ele – Vocês querem que eu fale alguma coisa pra elas? – ele perguntou já de pé.
- Chama elas pra se sentarem com a gente e assim a gente conversa e se conhece melhor – Harry disse e Tom assentiu com a cabeça, fechei os olhos por uns instantes e quando abri Tom já tinha chegado à mesa delas e estava conversando animadamente com elas. Vi que ele não tirava os olhos da morena de jeans e bota, e, propositalmente, ele sentou ao lado dela.
Vi os cinco se levantando e vindo em nossa direção, meu coração acelerou de novo e eu vi aquele sorriso lindo se aproximando de mim. Respira Dougie, respira.
- Meninas, esses são Harry, Dougie e Danny – Tom disse apontando para cada um de nós – Caras, essas são, , , e – Ele falou de novo apontando pra cada uma delas, primeiro foi a minha , cara que nome lindo. Com elas em pé ali, vi como elas eram altas. A de xadrez tava mais alta que o Judd, que é o mais alto de nós quatro, as outras também eram altas, só a minha que era a mais baixinha. A minha baixinha, minha pequena.
- Prazer, rapazes! – as quatro falaram ao mesmo tempo. Puxei uma cadeira e cutuquei o Harry pra que ele fizesse o mesmo.
- Senta aqui, – a chamei e apontei pra cadeira ao meu lado. Vi o sorriso dela de novo e sorri de volta.
- Obrigado, Dougie! – Ela me disse e se sentou ao meu lado.
Dude, que voz, encontrei a nora dos sonhos da minha mãe. Vi as amigas dela se sentando também, a , acho que é o nome dela, se sentou ao lado dela o que fez com que o Harry se afastasse um pouco de mim.
Tom se sentou no mesmo lugar de antes e a amiga dela, que ele estava de olho, sentou do lado dele, do lado dela estava o Jones e por fim a outra garota de xadrez.
- Suas amigas são altas, hein! – Me aproximei de e falei em seu ouvido, percebi que ela se arrepiou e corou um pouco.
- Ain, é o salto, Dougie! Elas são altas mesmo, mas ficaram mais por causa do salto – Ela me respondeu com um sorriso lindo, era um meio sorriso e com ela bem de perto pude ver como os olhos dela eram lindos e como ela ficava mais linda com as bochechas rosadas.
- Ah ta! Mas por que você não veio de salto, também? – Perguntei sorrindo.
- Não sou muito fã de salto alto, não – Ela respondeu, entortando o sorriso um pouco e eu quase babei.
- Você canta bem. Adoro aquela música que você cantou – Disse dando um meio sorriso e corando um pouco. Calma aí! O que essa garota fez comigo? Mal a conheci e ela já ta me deixando envergonhado. Putz, não to me reconhecendo.
- Ah obrigado! É uma das minhas músicas favoritas de vocês – ela respondeu corando um pouco mais. Ela sabia quem a gente era? Esqueci que o Tom deve ter contado quando foi lá – Pode relaxar que não vamos fazer nenhum escândalo, ta Dougie – Ela disse meigamente, cara a voz dela é de matar.
- Eu também gosto muito dela, passei a gostar mais depois de ouvir você cantar. Mas me diz, por que você veio até aqui cantar ela pra gente? – Perguntei e fiz questão de olhar nos olhos dela.
- Ah é uma vingança das meninas – Ela disse baixando a cabeça – Eu as acordei, semana passada, com um panelaço e hoje elas decidiram se vingar de mim me obrigando a dançar pro tiozinho do bar e cantar a música aqui pra vocês – Ela disse ainda de cabeça baixa.
- Ah ta. Já vi que você é do tipo brincalhona – levei minha mão até o queixo ela e levantei o rosto dela – Seus olhos são lindos, sabia? – aproximei meu rosto do dela e já sentia a respiração dela bem próxima do meu rosto.
Capítulo 5
When you look me in the eyes!
’s P.O.V
- Cara que merda! Eu só me ferro nessas histórias! Maldita hora em que eu resolvi acordar as meninas com o panelaço. Olha só no que deu! Ai que raiva! – resmunguei enquanto ia até a mesa em que estava com as meninas - Tive que dançar Buttons toda sexy pro tiozinho lá que tava me comendo com os olhos e daqui a pouco, vou cantar Transylvania para os esquisitos de óculos escuros. Ninguém merece! Vou terminar de tomar minha cerveja antes que ela esquente – cheguei à mesa e me sentei, ainda resmungando baixo.
As meninas estavam conversando tranquilamente e eu me preparando psicologicamente para o mico do século. Po, mó sacanagem me colocar pra cantar minha música preferida para um grupo de estranhos, e num pub ainda! Ai que ódio. Gimme More ta acabando já, ai que nervoso que ta me dando, mas é isso, tenho que ir lá. Ta acabando a música, ai meu Deus!
- Vamos lá, ! Força na peruca! – disse a mim mesma.
Levantei-me e fui caminhando lentamente até próximo à mesa dos estranhos, já tava tocando a introdução de Transylvania, parei bem de frente a mesa deles e comecei a cantar. Fechei os olhos e me imaginei em casa, no meu quarto, sozinha. Cantava como se estivesse em casa mesmo, minha voz não é tão afinada, mas também não é das piores. Depois de me sentir um pouco mais confortável com aquilo, decidi abrir os olhos e vi que os quatro me olhavam com cara de quem não tava entendendo nada, sorri de leve e vi que estava dançando também.
Ah que merda! Eu e essa minha mania de dançar tudo que é música! Não bastava cantar, tenho que dançar também! Controla esse quadril, ! Se controla! - pensei enquanto cantava a música pra eles.
Assim que a música acabou dei graças a Deus e voltei pro meu lugar. Se eu pudesse, cavava um buraco ali e enfiava minha cabeça. Olhei de relance na mesa dos estranhos e eles estavam conversando, um deles fez menção de se levantar, mas foi impedido por outro. Muito estranho isso, mas enfim, vai saber, as meninas tinham comprado outra cerveja pra mim e eu agradeci tomando um gole bem longo dela, queria ir pra casa, mas as meninas estavam animadas ainda e ficaram mais empolgadas ainda quando um dos estranhos se levantou e veio até nossa mesa.
- Er... Oi garotas! – ele disse com aquele sotaque lindo e super hot dos ingleses.
- Oi! – respondemos juntas e rimos.
- Posso falar com vocês um pouco? – ele tava tímido, tadinho, e tinha um sorriso lindo por sinal, a ta quase babando em cima dele, mas enfim.
- Pode! Puxa uma cadeira e senta aí! – eu disse. – Mas diz aí seu nome, colega! – continuei e abri um sorrisinho meigo.
- Meu nome é Thomas, mas pode chamar de Tom – ele disse ao se sentar, e abriu um sorriso lindo demais, revelando uma covinha na bochecha esquerda que quase fez a desmaiar.
- Pára tudo! – disse quase me derrubando da cadeira.
- Ai caramba! Não precisa me derrubar não, ! – esbravejei com ela.
- Desculpa, ! Mas presta atenção amiga! Tom Fletcher está na nossa frente, sua lerda! – ela disse me dando um pedala!
- Ai ! A Jones é a , dá pedala nela, cacete! – disse nervosa – Opa falei demais! – disse corando ao ver o olhar de “eu te mato sua vaca” da – Mas então, a que devemos a honra de Tom Fletcher vir até nossa mesa falar conosco? – perguntei ainda envergonhada.
- Bem, é que nós estamos de olho em vocês desde que entramos no pub, e bem, depois de ver você dançando Buttons pro tiozinho do bar e cantando Transylvania pra gente, não tinha como não vir falar com vocês – Ele disse ficando vermelhinho.
- Ai meu Deus! Que vergonha! – disse levando as mãos até meu rosto tentando me esconder.
- Ah que isso, Tommy! – disse surpreendendo todas – Eu achei que isso ia espantar vocês e a gente nem ia imaginar que a ia cantar a música preferida dela pra banda preferida dela – disse se aproximando de Tom.
- Sério que nós somos a sua banda preferida, ? – ele me perguntou sorridente.
- Er... É... Vocês são – disse mais envergonhada que tudo.
- Ai meu deusinho! Como somos mal educadas! Nem nos apresentamos pro Tom! – disse e todas concordamos – Prazer Tom, eu sou , mas pode me chamar de . Essas são , e aquela que cantou pra vocês é a , mas pode chamar somente de , e – Ela apontava pra cada uma de nós que sorriamos.
- Muito prazer, meninas. Mas então, o que acham de apresentar meus amigos pra vocês, como se vocês não soubessem quem nós somos? – ele riu e quase morreu ao lado dele – Desculpa perguntar, mas vocês não são daqui né? O sotaque de vocês é diferente – ele tava tímido de novo.
- Nós somos brasileiras, Tom – falou. – Eu vim morar aqui pra fazer minha faculdade e essas três vieram passar um tempo comigo aqui – ela concluiu.
- Legal! Adoro o país de vocês, é muito bonito! – ele sorriu e se levantou – Vamos garotas? – ele estava de pé esperando a gente.
Levantamo-nos e fomos com Tom até a mesa onde ele tava com os amigos.
“Cara os McHotties! OMG! OMG! OMG! OMG! Que nervoso!” – ia caminhando com essas frases ecoando em minha cabeça.
Ao chegarmos paramos de frente, um pouco mais a frente do lugar onde eu tinha ficado pra cantar.
- Meninas, esses são Harry, Dougie e Danny – Tom disse apontando para cada um deles – Caras, essas são, , , e – Ele falou de novo apontando pra cada uma de nós.
- Prazer, rapazes! – falamos ao mesmo tempo e rimos de novo. Vi que Dougie puxava uma cadeira e cutucava o Harry. Eles já tinham tirado os óculos e nós sorriamos que nem quatro bobas.
- Senta aqui, – ouvi Dougie me chamar apontando para a cadeira ao lado dele, sorri e vi aquele sorriso lindo que ele mandou de volta.
- Obrigado, Dougie! – disse me sentando ao lado dele. Vi as meninas se sentando ao lado dos faves delas, não consegui conter o riso.
- Suas amigas são altas, hein! – ouvi Dougie falar em meu ouvido, me arrepiei na hora, né colega?! Imagina um cara lindo, gostoso, com a voz mais perfeita falando em seu ouvido. Arrepiei mesmo e senti meu rosto esquentar.
- É o salto, Dougie! Elas são altas mesmo, mas ficaram mais por causa do salto – respondi a ele com um meio sorriso, percebi que ele olhava em meus olhos e corei mais.
- Ah ta! Mas por que você não veio de salto, também? – ouvi ele me perguntar sorrindo.
- Não sou muito fã de salto alto, não – respondi, entortando o sorriso um pouco e quase morri o vendo olhar pra mim.
- Você canta bem. Adoro aquela música que você cantou – Dougie disse dando um meio sorriso e corando um pouco. Ai que lindo ele envergonhado! Ta se acalme , não passa vergonha na frente do seu ídolo.
- Ah obrigado! É uma das minhas músicas favoritas de vocês – disse sentindo meu rosto esquentando um pouco mais – Pode relaxar que não vamos fazer nenhum escândalo, ta Dougie – disse meigamente ao perceber certa preocupação no rosto dele.
Eles tinham ido de óculos escuros e capuz para não serem reconhecidos e se dependesse de mim não seriam.
- Eu também gosto muito dela, passei a gostar mais depois de ouvir você cantar. Mas me diz, por que você veio até aqui cantar ela pra gente? – o ouvi perguntar me olhando nos olhos.
- Ah, é uma vingança das meninas – disse baixando a cabeça – Eu as acordei semana passada com um panelaço e hoje elas decidiram se vingar de mim me obrigando a dançar pro tiozinho do bar e cantar a música aqui pra vocês – disse ainda de cabeça baixa e muito envergonhada.
- Ah ta. Já vi que você é do tipo brincalhona – senti a mão dele em meu queixo e ele levantando meu rosto – Seus olhos são lindos, sabia? – vi que ele aproximava o rosto do meu e sentia a respiração dele bem próxima do meu rosto.
Ai meu Deusinho! Dougie Poynter ta querendo me beijar? Como assim? Ta, eu quero muito beijar ele, mas não quero ser só mais uma na listinha dele. Não mesmo! E ele tem namorada, poxa! Ta certo que ia ser uma coisa mara colocar um belo par de chifres na Frankie sem sal, mas é errado!
- Er... Obrigada! – consegui falar sorrindo e me afastei um pouco dele – Dougie, você poderia me dar um autografo? – pedi sorrindo.
Lerda! Lerda! Lerda! Eu sou uma lerda! Maldita consciência essa minha! Que merda! Mas eu realmente não quero ser só mais uma na extensa lista de peguetes de Dougie Poynter! Mesmo sendo difícil resistir àqueles lindos olhos azuis!
- Claro! - ele disse tirando uma caneta do bolso e pegando um guardanapo – Aqui seu autografo! – era evidente o desapontamento dele, mas eu não podia ficar com ele ali.
Peguei o guardanapo e vi o autografo dele, virei do outro lado e vi que tinha mais coisa escrita.
“Desculpa pela minha pressa, mas é que realmente gostei de você e quero te ver de novo. Aí ta meu telefone, se você também quiser me ver, me liga qualquer hora, okay? Beijos, Doug.”
Não consegui me segurar e um largo sorriso surgiu em meu rosto, me aproximei dele e dei um beijo em sua bochecha.
- Pode deixar que eu ligo sim! Só não vai esquecer que foi você mesmo quem me mandou ligar! – disse baixinho no ouvido dele e olhei para as meninas que conversavam animadamente com os outros McHotties, senti a mão dele se aproximar da minha e me arrepiei toda ao o sentir pegando minha mão e entrelaçando nossos dedos.
- Muito difícil eu me esquecer de você! – ele disse no meu ouvido enquanto que com o polegar acariciava minha mão, não consegui falar nada, só sorria.
Capítulo 6
You are my destiny
’s P.O.V
Me recompus depois de ver a pagando aquele mico do século e bebi um pouco do meu Campari. Algo naqueles caras estranhos da outra mesa me era familiar, principalmente o que estava mais sério. Pode parecer loucura da minha parte, mas ele parece tanto com o Harry, o meu Juddão! Ta deve ser por isso que eu não consigo tirar o olho dele.
Deus, como essas meninas falam. Vou sorrir um pouco fingindo interesse no que elas falam, mas não vou tirar os olhos do sósia do Juddão. Distrai-me tanto olhando pra ele que nem vi que um dos amigos dele veio pra cá.
- Er... Oi garotas! – ele disse ao chegar à nossa mesa.
- Oi! – falamos em coro.
- Posso falar com vocês um pouco? – ele falou e vi a bochecha dele ficar vermelhinha. Que fofo!
- Pode! Puxa uma cadeira e senta aí! – como sempre falou – Mas diz aí seu nome, colega! – Putz grila, ainda mato a .
- Meu nome é Thomas, mas pode chamar de Tom – Ele falou com uma calma, e eu tava reconhecendo aquela voz.
- Pára tudo! – falei quase derrubando a da cadeira.
- Ai caramba! Não precisa me derrubar não, ! – ouvi a “brigando comigo”, vai ser lerda assim na pqp.
- Desculpa, ! Mas presta atenção amiga! Tom Fletcher está na nossa frente, sua lerda! – disse dando um pedala na . Ai meu Deus! Pára tudo! Me amarrota que eu to passada! Tom Fletcher na minha mesa? Se o Fletcher ta aqui e antes estava na mesa com os outros, o sósia do Juddão só pode ser o próprio Juddão! OMG! Eu sei que me empolguei, mas poxa, se o Fletcher tava aqui é claro que ele vai estar na companhia dos outros três flyers.
- Ai ! A Jones é a , dá pedala nela, cacete! – me disse nervosa – Opa falei demais! – me segurei pra não rir quando a disse isso e recebeu um olhar de “eu te mato sua vaca” da – Mas então, a que devemos a honra de Tom Fletcher vir até nossa mesa falar conosco? – a , mesmo envergonhada, não cala a boca, vai se f****.
- Bem, é que nós estamos de olho em vocês desde que entramos no pub, e bem, depois de ver você dançando Buttons pro tiozinho do bar e cantando Transylvania pra gente, não tinha como não vir falar com vocês – ele disse ficando vermelhinho quando se lembrou do mico da , eu ri muito meu, internamente, mas ri.
- Ai meu Deus! Que vergonha! – fazendo ceninha e se escondendo atrás das mãos.
- Ah que isso, Tommy! – disse e cara isso me surpreendeu, ta não muito, mas surpreendeu – Eu achei que isso ia espantar vocês e a gente nem ia imaginar que a ia cantar a música preferida dela pra banda preferida dela – se aproximou de Tom, ela ta querendo.
- Sério que nós somos a sua banda preferida, ? – se ferrou, vai ter que falar pra ele.
- Er... É... Vocês são – tadinha da minha amiga, ta toda envergonhada.
- Ai meu deusinho! Como somos mal educadas! Nem nos apresentamos pro Tom! – disse e todas concordamos – Prazer Tom, eu sou , mas pode me chamar de . Essas são , e aquela que cantou pra vocês é a , mas pode chamar somente de , e – Ela apontava pra cada uma de nós que sorriamos.
- Muito prazer, meninas. Mas então o que acham de apresentar meus amigos pra vocês, como se vocês não soubessem quem nós somos? – ele riu e quase morreu ao lado dele – Desculpa perguntar, mas vocês não são daqui né? O sotaque de vocês é diferente – ele ficou tímido again.
- Nós somos brasileiras, Tom – falou – Eu vim morar aqui pra fazer minha faculdade e essas três vieram passar um tempo comigo aqui – ela concluiu.
- Legal! Adoro o país de vocês, é muito bonito! – ele sorriu se levantando – Vamos garotas? – ele estava de pé esperando a gente.
Levantei junto com as meninas e fomos cara meu coração tava acelerado pra caramba. Será que vou conhecer o Juddão? Ai que moçom!
Chegamos à mesa deles e ficamos paradas que nem quatro postes, menos a que tava mais pra hidrante do que pra poste, e ficamos olhando pra eles. Claro que eu tava olhando pro meu Harold Judd, né meu bem! Ouvi a voz do Tom e me virei pra ele.
- Meninas, esses são Harry, Dougie e Danny – Tom disse apontando para cada um deles – Caras, essas são, , , e – Ele falou de novo apontando pra cada uma de nós.
- Prazer, rapazes! – falamos em coro e rimos juntas de novo. Vi o anão do Dougie puxar uma cadeira e cutucar o meu Harry. Ai meu Deus! Olha aquelas mãos. Bate em mim e me chama de bateria, Harry! Eles já tinham tirado os óculos e ficamos sorrindo que nem quatro bobas pra eles.
- Hey, ! Quer sentar aqui? – Me pinta de preto que eu to bege! Harry Judd falando comigo? Morri! Ele falou com aquela voz linda e sexy dele e apontando a cadeira que ele pôs entre a e ele.
- Ai obrigado, Harry! Eu quero sentar aí sim – Consegui dizer sorrindo, e olhando pra ele que também sorria e olhava pra mim. Sentei-me e cruzei as pernas.
- Er... Tudo bem? – Ele perguntou arqueando um pouco a sobrancelha. Morri again.
- Tudo sim e com você? – eu sou educada, okay?!
- Er... Melhor agora com você aqui do meu lado – posso morrer que morro feliz, o Juddão tentando me cantar, posso me achar também – Vocês não são inglesas, certo? – dessa vez ele não gaguejou.
- Não, somos brasileiras. E que bom que você está melhor agora que estou aqui, espero que você não esteja falando isso só pra ser educado, hein! – disse tentando parecer engraçada. Acho que não deu muito certo.
- Ahh... Er... Que isso, não estou sendo educado! – ele disse e eu ri – Mas também não estou sendo mal educado, só estou sendo sincero. E antes a sua companhia agradável do que esses três que só sabem falar besteira e encher a cara – ele terminou de falar me fazendo rir.
- Bom mesmo, mocinho! – sorri e continuei olhando pra ele.
- Pode deixar, mocinha! Serei um cavalheiro – cara, que sorriso lindo que ele tem.
- Nossa, não conhecia esse seu lado, Harry – falei sorrindo ainda.
- Você não conhece muitos lados meus, ! – Ele arqueou a sobrancelha de novo, cara assim ele me mata.
- Opa, seria isso um convite para conhecê-los? – dei um sorrisinho de lado.
- Com toda certeza! – ele falou chegando bem perto de mim. Meu Deus que mãos! Que olhos! Que homem! Ele foi se aproximando de mim, senti a respiração dele bem próxima ao meu rosto – Então, convite aceito? – morri com ele sussurrando no meu ouvido.
- Er... Cl... cla...claro! – abri um sorrisão e olhei naqueles olhos azuis. Cara, gaguejei bonito agora, mas fazer o que né? Harry Judd bem pertinho de você, sussurrando em seu ouvido, não conseguiu evitar e gaguejei.
- Ótimo! Me dá seu telefone? – ele me pediu sorrindo. Que rápido você hein, Judd! Mal me conheceu e já ta pedindo meu telefone. E é claro que eu vou te dar! Vou perder uma oportunidade dessas? Nunca!
- Claro, tem papel e caneta? Ou vai querer que eu anote no seu celular? – perguntei e dei uma de Judd, arqueando a sobrancelha.
- Melhor no celular, porque eu posso correr o risco de perder o papel – ele sorria lindamente e eu babava vergonhosamente. Acordei do meu pequeno momento babona com o Harry me entregando o celular, anotei o número do meu celular, o telefone da casa da e o celular das meninas caso ele não conseguisse falar comigo no meu. Sou precavida, honey!
- Prontinho, Harry! Anotei o número do meu celular, o número da casa da , e os números dos celulares das garotas caso você não consiga falar em nenhum dos outros – disse devolvendo o celular pra ele.
- Perfeito! Só falta uma coisa! – ele abriu um sorrisão quase mostrando os 32 dentes dele.
- O que ta faltando? – perguntei curiosa.
- Eu tirar uma foto sua! Pra salvar com seu número – ele disse apontando o celular na minha direção que só sorria.
- Deixa eu... – Nem tive tempo de terminar de falar, ele já tinha batido a foto.
- Ficou linda! – ele disse olhando pro celular.
- Posso ver? – perguntei meio na duvida.
- Claro! – ele me passou o celular.
- Credo, Harry! Saí horrível! Apaga e tira outra! – disse devolvendo o celular depois de ver a foto.
- Não, ! Ta linda! Mas, desculpa perguntar. Seu nome é mesmo? – ele arqueou a sobrancelha pela 3° vez.
- Não! – soltei uma risadinha baixa – é meu apelido. Meu nome é . É que o Tom nos apresentou falando os apelidos. Mas eu sou , é , a é e a é – disse apontando cada uma das meninas enquanto falava os nomes.
- Ah ta! Mas o que tem a ver com ? – ele perguntou meio confuso.
- Boa pergunta, meu caro Judd. Eu não sei, só sei que é ! – disse rindo e vi que ele ria também.
- Depois peço pro Poynter perguntar, pois pelo visto eles estão se dando muito bem – Harry disse apontando o “casalzinho” que estava bem entrosado, e bem próximos um do outro também.
- É verdade! Os baixinhos se entenderam – disse rindo.
- Verdade! Imagina os filhos deles? Vão ter que tomar cuidado pra não serem pisados por aí! – Harry ria também – Os nossos não teriam esse problema. Porque eu sou alto, você também é alta – ele deu uma piscadinha super sexy e eu corei.
- É mesmo! Mas eu to de salto, Harry. Sou alta, mas nem tanto – sorria e sentia minhas bochechas ainda quentes.
- Tem porte de modelo – ele disse me olhando sentada.
- Talvez porque eu seja uma – disse piscando pra ele.
- Sério? Nunca tinha ouvido falar de você – ele olhava nos meus olhos.
- Talvez porque eu não seja famosa. Faço alguns trabalhos no Brasil só. Fiz alguns comerciais, algumas campanhas, alguns desfiles, mas nada muito grande – disse olhando nos olhos dele que brilhavam intensamente.
Continuamos conversando por um tempo, ele era mais simpático do que imaginava, mas será que ele vai me ligar?
Harry’s P.O.V
Dude, não consegui me segurar e assim que a doida que cantou Transylvania pra gente voltou pra mesa dela, eu chorei de tanto rir. Ta certo que ela era bem hot, mas tem uma amiga dela que my Gosh, é muito mais hot que ela.
Vi que o Poynter tava de olho na doidinha desde a hora que ela dançou pro tiozinho no bar e eu to de olho na amiga dela.
- Já chega dudes! – Poynter disse se levantando. – Vou lá falar com ela!
- Calma aí, pequeno Poynter! Tenta acalmar o Junior aí primeiro, se você chegar assim lá a garota vai sair correndo – o puxei, fazendo com que se sentasse.
- Opa! Esqueci desse detalhe – Poynter disse e sorrindo.
- Eu vou lá dudes! – Tom falou surpreendendo todo mundo – Vocês querem que eu fale alguma coisa pra elas? – ele já de pé perguntou.
- Chama elas pra se sentarem com a gente e assim a gente conversa e se conhece melhor – disse e Tom assentiu com a cabeça. Nossa mesa não era tão longe da delas e rapidinho o Tom já tinha chegado lá. Em muito pouco tempo ele e as garotas estavam vindo pra nossa mesa.
“Dude elas são altas! A única baixinha é a doidinha do Poynter.” Olhava pra amiga hot da doidinha.
- Meninas, esses são Harry, Dougie e Danny – Ouvi o Fletcher nos apresentando pras garotas – Caras, essas são, , , e – Ele continuou a apresentação, agora apontando cada uma das meninas.
- Prazer, rapazes! – as quatro falaram juntas e riram, não consegui parar de olhar pra , que risada linda. Vi o Poynter puxar uma cadeira e me cutucar – Que merda Poynter, para de me cutucar, ô caramba! – disse baixo pro Poynter e puxei uma cadeira também.
- Hey, ! Quer sentar aqui? – A chamei e apontei pra cadeira do lado da amiga dela, a doidinha do Poynter.
- Ai obrigado, Harry! Eu quero sentar aí sim – Caraca, a voz dela é tão linda quanto ela.
- Er... Tudo bem? – Perguntei arqueando um pouco a sobrancelha.
- Tudo sim e com você? – ela me respondeu e acho que ela não está afim de mim.
- Er... Me... Melhor agora com você aqui do meu lado – falei dando um sorrisinho safado – Vocês não são inglesas, certo? – estava muito patético gaguejando.
- Não, somos brasileiras. E que bom que você está melhor agora que estou aqui, espero que você não esteja falando isso só pra ser educado, hein! – Caralho! Brasileiras, dude! Isso explica o porquê delas serem tão hots!
- Ahh... er... Que isso, não estou sendo educado! – gaguejei de novo e ela riu, táquepariu me dei mal agora – Mas também não estou sendo mal educado, só estou sendo sincero. E antes a sua companhia agradável do que esses três que só sabem falar besteira e encher a cara – disse tentando consertar a besteira que falei antes.
- Bom mesmo, mocinho! – ela sorria olhando pra mim. Não olha assim que eu gamo!
- Pode deixar, mocinha! Serei um cavalheiro. – sorri também.
- Nossa não conhecia esse seu lado, Harry – po ela ta tirando uma com a minha cara, só pode.
Continuamos conversando, pedi o telefone dela e bem ela me deu, e deu também os das amigas, caso eu não conseguisse falar com ela no dela. Se algum dos caras não conseguir o telefone da hot dele pode pegar comigo.
Descobri que a , que se chama é modelo lá no Brasil, ela não é tão famosa, mas fez alguns trabalhos por lá. Acho que vou usar alguns contatos meus e ver se arranjo um trabalho pra ela aqui, quem sabe assim ela não fica. Descobri também que ela só fica maior que eu quando está com um salto muito alto. A , que é a mais alta delas, tem a mesma altura que o Tom quando ta sem salto e a , sim a doidinha do Poynter, mesmo sendo a mais velha é a mais infantil e a menorzinha das quatro, com toda certeza foi feita pro Poynter! Ah também tirei uma foto dela pra salvar com o nome e o numero do telefone dela no meu celular, ficou linda. Tirei outras também, sem ela perceber, tirei das amigas delas com os dudes, depois tenho certeza de que eles vão querer as fotos. Fiquei mais um tempo ali com a , conversando, ela é legal pra caramba. Adorei conversar com ela, e com toda certeza eu vou ligar.
Capítulo 7
You make me laugh!
’s P.O.V
Ai meu Deus, não acredito que os caras estranhos estão vindo pra cá, tenho que respirar e relaxar. Será que eles vão pagar um sapo? Ta certo que só ta vindo um, e nós somos quatro, mas enfim.
Ele é um fofo, nem parece que é famoso. Ah, o amigo dos estranhos que veio é o Tom Fletcher! Cara um dos McGuys falando comigo e com as minhas amigas! Que emoção! Será que o meu Jonesio ta com ele? Espero que sim.
Fomos até a mesa deles e o Tom apresentou a gente para seus amigos e depois apresentou eles pra gente, e sim meu Jonesio estava lá! Sentei do lado dele e começamos a conversar. Ele não é tão lerdo como dizem, é meio desligado, mas é fofo e muito, muito lindo!
- seu nome, né? – ele perguntou pra mim e eu vi o quanto aqueles olhos azuis são lindos.
- Na verdade é , mas as meninas me chamam de – eu tava morrendo ali, meu Deus como ele é lindo, e a voz rouca, é de matar qualquer um.
- Ah tá! Bonito nome. Bem diferente – ele dizia me olhando nos olhos. Meu Deus, Daniel Jones que me matar, só pode!
- Ahh obrigado! – com certeza devo estar que nem um pimentão. Deus que vergonha!
- De nada, linda! Meu nome que é bem comum – Ele dizia enquanto bebia um pouco de cerveja.
- Nem é, Danny! O da acho que é o mais complexo de todos os nomes – disse ainda sentindo minhas bochechas ardendo.
- Sério? Achei que o nome dela era mesmo – cara, tive que me segurar para não rir da cara do Danny.
- Não Danny, o nome dela não é . O Tom nos apresentou pra vocês pelos nossos apelidos – disse tentando explicar a situação pra ele.
- Ahhhh tá! Então qual o nome da ? – ele me perguntou com uma carinha tão linda.
- O nome dela é , mas ela não gosta muito do nome. Não sei por que, o nome dela é tão lindo – disse sorrindo.
- Como? – Danny me perguntou e eu ri.
- , Danny! – disse em meio as minhas risadas.
- Caraca, que nome diferente. Realmente, é mais fácil de falar. É um nome bonito, mas eu prefiro – ele dizia isso e se aproximava de mim.
- Er... Obrigado Danny – sentia meu rosto queimando já, devia estar mais vermelha que tudo.
- Seus olhos são tão bonitos – ele dizia colocando uma mecha do meu cabelo que caia sobre o meu rosto e se aproximava mais, me deixando nervosa e envergonhada.
- Obr... Obrigada Danny – falei sentindo meu rosto queimar e minhas mãos gelarem – Osseustambémsãomuitobonitos – disse rápido atropelando todas as pausas.
- Hãn? O que você disse, ? – ele me perguntou com a cara de retardado dele e eu ri.
- Eu disse que os seus também são bonitos – eu ria muito e isso às vezes acontece quando eu fico nervosa. Parei de rir um pouco e bebi um pouco do meu Martini.
- Ah, valeu – ele disse sorrindo. Ai que lindinho os dentes dele, meio tortinhos.
- Alguém quer beber mais alguma coisa? – ouvi a voz do Tom e sorri.
- Eu quero, Tom! – disse tomando de uma vez o meu Martini e comendo a azeitona seguida. Senti o Danny se afastar um pouco de mim e respirei aliviada, se ele ficasse perto assim por muito tempo, eu não responderia pelos meus atos.
- Ultima rodada, girls! – ouvi a dizer e a bufar.
- Mas já, ? – Dougie perguntou olhando pra ela.
- Já bebê! Tá tarde e a gente veio a pé, e se ficarmos mais vai ficar perigoso pra voltarmos sozinhas – ela dizia segurando o rosto dele bem próximo do dela e sorria meigamente, e dava pra ver bem os olhinhos do Poynter brilhando. Acho que já sei quem vai ser o primeiro casal daqui.
- A gente leva vocês, ! – Harry disse se metendo na conversa.
- Ah, não sei gente, não vai ser perigoso pra vocês também não? – a como sempre preocupada com os outros.
- Não tem problema algum , a gente leva vocês com o maior prazer! – Danny disse olhando pra mim.
- Mas mesmo assim é a ultima rodada, meninas. Já bebemos demais por hoje – disse com aquele jeito de mãe.
- Tá bom, mãe! – disse zoando com ela e eu ri. Tom voltou com as nossas bebidas e sugeriu que nós brindássemos.
- Um brinde ao encontro de hoje e a uma amizade que com certeza se inicia hoje – ele disse erguendo a garrafa de cerveja dele. Todos ergueram suas bebidas e nós brindamos. Ficamos conversando por mais um tempo até que o sono começou a bater.
Danny’s P.O.V
Dude, como pode uma garota ser tão linda e tão alta! Táquepariu, ela é mais alta que o Judd, dude! Ta certo que ela ta de salto alto, mas ela sem salto fica da minha altura, então quando ela for sair comigo de novo, sim eu estou pensando em chamar ela pra sair de novo, mas dessa vez só eu e ela, ela não vai usar salto. Não quero ser chaveirinho de ninguém! Já basta o Poynter que pegava as gostosas mais altas que ele e ficava parecendo um chaveirinho ao lado delas. Mas agora ele não corre esse risco, a é menor que ele e mesmo de salto não deve ficar da altura dele. Já a de salto fica maior que eu, po dude, ela fica usando esses saltos altos e fica difícil pra mim. Será que pra beijar ela vou ter que manter ela sentada? Duuudeee os olhos dela são lindos, ela toda é linda né! Com toda certeza as brasileiras são as melhores.
Cara, não vou conseguir me segurar, eu preciso beijar a , a boca dela me chama! E o piercing que ela tem no nariz, dá todo um charme ao visual dela. A também tem um piercing no nariz, eu vi quando ela chegou mais perto, o anãozinho deve ter se amarrado. Tenho que beijar a antes que elas tenham que ir embora, se bem que a gente ficou de levá-las em casa aí fica de boa. Duuudeeeee, ela fica tão linda envergonhada. Cara se ela continuar assim vou acabar gamando.
Capítulo 8
I’m looking up for my star girl!
’s P.O.V
Meu Deus, me segura. Eu vou ter uma síncope. Tom Fletcher, o meu covinha, ao meu lado e falando comigo. Cara, essa covinha é tão linda de perto. Será que a vaca da Gio cuidava bem dela? Ele é tão educado, tão fofo. Ai ele é perfeito, melhor do que nos meus sonhos. Ai a Nina se deu bem, aliás, todas nós nos demos muito bem, cada uma com seu fave. Cara, que coisa mais linda de Deus. Aff, a tinha que dar uma de mãezona e falar que a gente tem que ir... Mas pelo menos os caras, ou melhor, o Dougie, conseguiu convencer a Nina a ficar mais e depois eles levam a gente. Aí meu Deus, ele tá segurando minha mão.
- E então , o que você ta achando de Londres? – cara que vontade de morder essa covinha.
- Ah é linda! Tem cada loja aqui, que nossa, cada coisa linda! – sorria pra ele e tentava disfarçar um pouco meu nervosismo.
- Já foi ao London Eye? – ele me perguntou, chegando bem perto de mim.
- Ainda não, tem que fazer reserva lá, né? – olhava pra ele às vezes.
- É verdade, vou tentar fazer uma reserva lá, se eu conseguir você quer ir comigo? – ele sorriu e a covinha ficou mais a mostra. Espera um pouquinho que eu vou ali morrer e já volto.
- Er... Err... Claro, Tom! As meninas vão adorar ir ao London Eye – sorri me segurando para não morder a covinha dele.
- Ah claro, elas vão adorar – vi o sorriso dele diminuir.
- Gente, que horas são? – Ouvi a perguntar de novo.
- 3:30 por que, ? – Harry respondeu a ela.
- Já? – ficou espantada – Cara passou muito rápido o tempo! – ela disse olhando pro Dougie.
- Ta cedo, zinha! – ouvi o Dougie dizendo a ela.
- Ta não, Dougzinho. Ta ficando tarde – sorriu e deu um beijo no rosto do Poynter.
- Ta bom né! Vamos pedir a conta e levar as donzelas em casa – Tom disse olhando pra mim e segurando minha mão de novo. Assim ele me mata.
- Ta certo então – Danny ficou meio cabisbaixo.
Eles pediram a conta e pagaram tudo, nos levantamos e fomos caminhando em direção à saída. Os rapazes estavam em dois carros, o do Danny e o do Dougie. Nos dividimos e acabaram indo dois casais em cada carro, , Harry e foram no carro de Dougie. Eu, Tom e fomos no carro do Danny.
A foi na frente com o Danny e eu e o Tom fomos atrás conversando. Vi que a também foi na frente com o Dougie, e a foi conversando com o Juddão atrás.
Rapidamente chegamos à casa da , pois ela não era muito longe do pub e então nos despedimos deles e entramos em casa. Lógico que dei meu telefone pro Tom, espero que ele me ligue.
Tom’s P.O.V
Assim que deixamos as garotas em casa, voltei pro carro do Danny e me sentei no banco do passageiro, como ela era linda, dude. Nunca me senti tão bem com uma garota como eu me senti com a . Amanhã vou tentar fazer uma reserva no London Eye, uma não, duas reservas. Uma pra levar a e as amigas e outra pra levar só a , tenho certeza que ela vai amar. Pensei que não conseguiria conversar direito com a , afinal, foram cinco anos ao lado da Gio. Achei que estava meio enferrujado, mas até que me saí bem.
Amanhã vou reservar o London Eye pra levar as meninas e vou ligar pra , ela me deu o telefone dela, também dei o meu pra ela só pra garantir. Não sei se os manés vão sair de novo com as amigas dela, mas eu com certeza vou sair com a mais vezes. Ela tem um jeitinho todo especial que me encanta. Ela é bem diferente da Gio e isso é muito bom, das quatro a que mais se parece com a Gio é a , mas ela também tem o jeitinho dela e acho que ela e o Dougie combinam, ela é diferente das garotas que o Dougie namorou, e, particularmente, eu prefiro a à todas as namoradas que o Poynter já teve. Espero que eles se dêem bem, assim como também espero que eu e a nos demos muito bem.
Caraca, fiquei aqui pensando na morte da bezerra, mentira tava pensando na mesmo, e nem percebi que já chegamos ao Village.
- Tom, acorda dude! Chegamos na sua casa já – Danny me cutucou, “bem de leve”.
- Ahh, valeu dude! Até mais – Saí do carro e fui em direção a minha casa, ainda com a no pensamento. Será que já to gostando de outra pessoa? Será que a já me conquistou em tão pouco tempo? Acho que não, não tem como ser tão rápido assim.
Capítulo 9
And you’ll be my valentine.
No dia seguinte as garotas acordaram com uma pequena ressaca, acordaram às 13h, e e foram preparar o almoço. Fizeram uma saladinha básica, e uma lasanha.
- Biatches! Está na mesa, venham comer! – foi até a escada e gritou.
- Já to indo – respondeu saindo do quarto.
- Qual o cardápio de hoje? – parou perto da escada e perguntou.
- Salada de entrada e uma lasanha básica como prato principal – respondeu sorrindo.
- Só tem isso? – reclamou um pouco.
- Só! Se não estiver satisfeita tem um Mcdonalds aqui pertinho – respondeu e piscou para a amiga, indo em direção à cozinha, onde pegou o suco de uva e o guaraná para tomarem no almoço.
As garotas almoçavam e o silêncio reinava na casa enquanto elas mantinham a boca ocupada, mastigando a comida.
- E então, girls?! O que foi aquilo ontem à noite? Ainda acho que tudo foi um sonho – disse e suspirou.
- Ai nem me diga, amiga! Ainda não acredito que encontrei o Jonésio! Ele é tão lindo! Tão fofo! Tão perfeito! E aquela voz rouca dele, é tão sexy! – dizia, dava pra ver os olhos da garota brilhando.
- Todos são uns fofos. O Harry é tão sexy, meu Deus que homem gostoso! – suspirava.
- O Tom é um doce! Eu achava que ele era o mais tímido dos quatro. Nem acreditei quando ele foi a nossa mesa – dizia sorrindo.
- Ai amiga, quando o Tom bebe, ele se solta mais. Até que ele nem tava fazendo nenhuma brincadeirinha ontem, o Dougie disse que ele quando bebe fica brincalhão – dizia enquanto recolhia os pratos sujos da mesa.
- O Harry disse a mesma coisa. Mas será que eles vão ligar pra gente? – recolhia os copos e o que sobrou da lasanha.
- Não sei, espero que sim – disse já se levantando e indo em direção à sala.
- Também espero – cruzou os dedos, esperançosa.
- Hey mocinhas, acham que vão ficar aí à toa? Eu e a fizemos o almoço e vocês duas vão lavar a louça – disse da porta da cozinha.
- Nós só recolhemos a louça, vocês vão lavar e limpar a cozinha – disse saindo da cozinha e indo pra sala, onde se jogou no sofá e ligou a TV, onde passava TOTP.
- Acho que eles não vão ligar hoje – disse se sentando no outro sofá e olhando para a TV.
- Eu também acho. Pra ser bem sincera acho que eles não vão ligar nunca – disse meio tristonha.
- Não pensa assim, ! Eles vão ligar, pode demorar, mas eles vão ligar.
e estavam lavando a louça e pensando na noite que tiveram ontem. e estavam jogadas na sala “vendo” TV e pensando na noite de ontem também.
Enquanto isso na McFLY Village...
Tom acordou e ficou pensando na noite que teve com e as amigas. Estava com preguiça de fazer alguma coisa pra comer, já eram 14h quando ele acordou, tinha ido dormir tarde pensando em , quando o sol já nascia. Decidiu então ligar para os amigos e combinar de almoçarem juntos.
- Alô – Harry atendeu com a voz meio rouca por causa do sono.
- Te acordei dude? – Tom perguntou.
- Imagina Fletcher! Tô com essa voz por que quero mesmo – Harry respondeu meio impaciente.
- Foi mal dude, mas e aí quer almoçar junto comigo? Tô com preguiça de fazer comida e tive a idéia de ligar pra vocês e marcar de almoçarmos em algum lugar – Tom dizia empolgado.
- Que horas são? – Harry ainda não havia acordado completamente.
- Mais de duas da tarde, dude – Tom disse sereno como sempre.
- Já? Tá bom então, Fletcher! Vou tomar banho e me arrumar, daqui a meia hora apareço aí na tua casa – Harry disse já desligando o telefone.
- Beleza – Tom respondeu para o Tu-tu, já que Harry havia desligado o telefone.
Tom ligou para Danny que havia acabado de acordar e disse que em 20 minutos aparecia em sua casa, e logo em seguida ligou para Dougie.
- Fala gostoso! – Dougie disse ao atender ao telefone, inexplicavelmente ele estava de bom humor.
- Tudo bem, amor? – Tom perguntou fazendo voz de gay.
- Tudo sim paixão, tudo maravilhosamente bem e com você? – Dougie ria enquanto falava com Tom.
- Tudo também. Acordou agora? – Tom perguntou.
- Acordei sim! Tive um sonho tão bom – Dougie disse sorrindo.
- Sonhou comigo? – Tom ria.
- Não amor! Desculpa mas sonhei com outra pessoa – Dougie falou, dando um sorrisinho torto.
- Sonhou com quem? Não acredito que você anda me traindo em sonho, Dougie Poynter! – Tom ainda brincava e ria descontroladamente.
- Sonhei com a , dude! – Dougie agora falou sério.
- Já tá assim? – Tom perguntou incrédulo.
- Po dude, ontem a gente quase se beijou. Mas sei lá, é estranho. Ainda tá muito recente o meu término com a Frankie e tudo mais, mas acordei pensando na baixinha – Dougie dizia com um sorrisão em seu rosto.
- Também tô assim, dude. Mas no meu caso é a que não me sai do pensamento. Mas não foi pra isso que te liguei. Vamos almoçar juntos, eu você, Danny e Harry? – Tom voltou ao assunto principal.
- Vamos! Vou tomar banho e me arrumar, daqui a pouco apareço aí, beleza? – Dougie disse já se levantando da cama.
- Beleza! Aí durante o almoço a gente conversa sobre as garotas de ontem – Tom sorria.
- Fechou dude! Agora vou tomar banho. Até daqui a pouco – Dougie desligou e foi tirando sua boxer para tomar banho.
Cerca de 50 minutos depois o McFLY estava reunido na casa de Tom.
- Então o que vamos comer? – Dougie perguntou, alisando sua barriga – To com fome, po!
- Não sei. Pizza? – Harry sugeriu.
- Não po, o Tom escolhe, afinal foi ele quem convidou – Danny disse.
- O que acham de pedir uma lasanha? – Tom sugeriu – Tem um tempão que eu não como uma.
- Pode ser! Também tem um tempão que não como uma lasanha também – Harry falou sentando ao lado de Dougie que jogava vídeo game com Danny – Sou o próximo aí! Quem perder vaza!
- Liga logo Tom, to com fome po! – Dougie disse sem tirar os olhos do jogo – Passa logo o controle pro Harry, Jones! Perdeu playboy! – Dougie disse rindo de Danny que acabara de perder pra ele.
- O Harry me atrapalhou – Danny tentava se defender.
- Atrapalhei merda nenhuma! Tu que é ruim mesmo Jones! – Harry falou pegando o controle de Danny.
Eles jogaram mais um pouco e Dougie havia ganhado quase todas, mas acabou perdendo a última rodada para Harry que estava fazendo uma dança da vitória no sofá, fazendo com que Danny e Tom rolassem de rir do “rebolado” de Judd. A lasanha chegou depois de meia hora, os rapazes almoçaram e, depois de devorarem a lasanha, foram para a sala conversar sobre a noite anterior.
- Dude, não consigo parar de pensar na Frankie. Eu sei que ela me traiu e tal, mas eu realmente gostava, e gosto, dela. Ontem eu quase beijei a baixinha! Dude, ela é linda, inteligente, cheirosa, gostosa... Putz, perfeita pra mim! Mas eu ainda não esqueci a Frankie e não quero magoar a – Dougie dizia enquanto alisava sua barriga que estava bem cheia depois de ter quase comido uma lasanha inteira.
- Acho que o pequeno Poynter ta com problemas – Danny dizia olhando pra cara de bobo que Dougie fazia.
- Também acho – Harry ria da cara de Dougie.
- Nosso bebê cresceu, amor! – Danny se jogou no colo de Harry e levou a mão ao peito fazendo uma cara de surpreso.
- Vai se lascar, Jones! – Dougie falou nervoso – To apaixonado ainda não, mas tenho que esquecer a Frankie, que não vale à pena. A tem tudo que eu gosto em uma garota e tenho certeza que ela, diferente da Frankie, não me trairia, mas eu não to pronto pra me relacionar com ninguém agora, eu e a vamos ser só amigos.
- Você não esqueceu a Frankie ainda, mas logo vai esquecer, meu caro Poynter. E vai ser a baixinha que vai te fazer esquecer. Escreve isso que eu falei – Harry disse, arqueando a sobrancelha.
- Mas eu não vou ser o único apaixonado aqui não – Dougie disse apontando a cabeça para Tom que viajava e nem prestava atenção na conversa dos amigos.
- Acho que o Tominus ta pensando na . Ta tão longe que nem viu que o Danny derramou cerveja no sofá dele – Harry disse tentando chamar a atenção do amigo.
- O Danny fez o quê? – Tom acordou do seu transe e olhou pra Danny que tinha uma garrafa de cerveja na mão.
- Eu não fiz nada! – Danny levantou os braços.
- Tava pensando na , Tom? – Dougie perguntou.
- Tava, dude. Quem diria que uma noite no pub pra afogar as mágoas dos chifres que nós levamos iria dar nisso tudo – Tom dizia com o olhar pensativo.
- Verdade. Vocês levam galho e me levam pra beber junto, e acabamos encontrando quatro brasileiras muito hots! – Danny dizia com um sorriso safado no rosto.
- To pensando em levar as garotas ao London Eye, vão querer ir comigo? – Tom perguntou imaginando a resposta dos amigos.
- Eu vou! – Dougie foi o primeiro a responder e era evidente a empolgação dele.
- Eu também vou. To doido pra ver a de novo – Harry sorriu.
- Já que vai todo mundo eu também vou. Já reservaram lá? – Danny perguntou.
- Ainda não. Vou fazer isso agora – Tom disse antes de pegar o telefone e sair da sala.
Alguns minutos depois Tom voltou à sala e colocou o telefone na base novamente e olhou para os amigos, que estava quietos, com certeza ansiando pela resposta de Tom em relação ao passeio ao London Eye.
- Tá lotado pelos próximos dois meses - Tom disse meio cabisbaixo.
- Po! Que sacanagem. Daqui dois meses as garotas não vão mais estar em Londres – Dougie disse meio triste.
- Coméquié? – Harry perguntou para Dougie.
- A tava me contando que elas vão ficar dois meses em Londres, e que elas já estão aqui há mais ou menos duas semanas – Dougie disse ainda triste.
- Então elas vão ficar mais um mês e meio aqui? – Danny perguntou, incrédulo.
- Na verdade só a e a . A vai embora antes e a ainda vai ficar uns quatro anos por aqui – Dougie estava cada vez mais triste.
- Po dude, não sabia disso – Tom disse meio que consolando Dougie.
- É! Só me lembrei disso agora. Vou ligar pra amanhã! Acho que hoje ela deve ta cansada pra sair. Vou fazer com que esse tempo que ela vai ficar aqui seja inesquecível! – Dougie disse tentando sorrir – Pra mim e pra ela – ele completou falando só pra ele.
- Isso mesmo, dude! Faz isso. Quem sabe você não consegue fazer com que ela volte depois – Harry dizia.
- É dude! Tenta dar um jeito pra ela ficar! Ela pode morar com a ! – Danny dizia.
- Não sei, dudes... Eu gosto da , ela é especial sabe, mas vai ser doloroso a ver ir embora daqui a um mês. Ela já se tornou muito especial pra mim – Dougie ainda estava triste, mas nem ele sabia ao certo por que tanta tristeza sendo que ele conhecera a garota na noite anterior.
- A gente vai dar um jeito, Dougie! A idéia do Jones até que não é tão ruim. A gente pode dar um jeito das meninas ficarem. Sei lá, elas trabalhando seria uma forma de ficarem aqui – Tom dizia e tinha o olhar pensativo novamente.
- É! A me disse que tava procurando emprego, ela vai começar a faculdade e quer trabalhar pra não ficar dependendo do dinheiro que os pais dela mandam do Brasil.
- A gente pode arrumar emprego pra elas na nossa gravadora – Harry disse sorrindo – Nós somos os donos mesmo, contratamos quem a gente quiser.
E assim o dia foi passando, os McGuys ficaram a tarde e parte da noite tentando pensar em maneiras de manter as garotas, que alegraram a noite deles, sempre por perto. era certeza que ficaria em Londres por pelo menos quatro anos, mas as outras não tinham nada de concreto para que ficassem ali. E assim o tempo foi passando e quando se deram conta de quão tarde era, os rapazes foram cada um para sua casa e se prepararam para fazer com que o tempo que eles ainda teriam com as meninas ali fosse o melhor. Eles tinham um plano, mas ainda precisavam ver algumas coisas para que ele realmente desse certo.
Capítulo 10
We could’ve fallen in love.
Dougie’s P.O.V
No dia seguinte acordei empolgado com a idéia de ter mais perto de mim por mais tempo, não tinha muito tempo, e assim que terminei de tomar café fui até a gravadora, conversei com Fletch e consegui arrumar emprego para e para as garotas.
Saindo da gravadora, tirei o celular do bolso e liguei para .
- Alô?
- ?
- Eu mesma. Quem fala?
- Sou eu, o Dougie, amor!
- Ooii Dougie! Tudo bem, amor?
- Melhor agora que to falando contigo. Tem algum programa pra hoje?
- Acho que não tenho não... Por quê?
- Queria te ver.
- Queria?
- Queria não, quero te ver!
- Ownn, que fofo! Também quero te ver!
- Posso passar aí agora?
- Claro! As meninas saíram e eu estou sozinha mesmo.
- Daqui a pouquinho eu to chegando aí, ta bom?
- Ta bom Doug! Beijos.
- Beijos.
Desliguei o telefone com um sorrisão em meu rosto e fui até meu carro para depois ir à casa de . Já tinha decidido que quando estivesse com tudo resolvido contaria a sobre seu emprego na gravadora, Fletch ficou de ir à embaixada e resolver todas as burocracias. iria estagiar com a gente, sendo nossa assistente pessoal, junto com as meninas. Não era muita coisa, mas elas poderiam estar com a gente durante as turnês e isso compensaria tudo. Depois de alguns minutos cheguei à casa de , desci do carro e caminhei em direção a porta, torcendo para que as meninas ainda não tivessem chegado, toquei a campainha e fiquei esperando ela abrir.
- Oi Dougie! – ela abriu a porta sorrindo.
- Oi ! – a abracei e dei um beijo no rosto dela.
- Entra aí! As meninas ainda não chegaram, mas fica a vontade – entrei e parei atrás dela, a esperando fechar a porta.
- Como você tá, linda? – dude ela tava muito linda! Tava com um vestido estampado e de havaianas.
- Tô bem, e você Dougie? Curtindo as férias? – nos sentamos no sofá e ficamos conversando, nem vimos o tempo passar, só percebemos quando as garotas chegarem cheias de sacola.
- , chegamos! – disse entrando e vendo eu e conversando na sala.
- Oi garotas! – disse meio envergonhado, quem diria Dougie Poynter envergonhado...
- Oi Dougie! Não sabia que você tava aí – disse subindo com suas sacolas.
- É que eu tava sem fazer nada e resolvi ligar pra e vir vê-la.
- Ahh tá! Se eu soubesse que você tava aqui tinha comprado alguma coisinha pra você, Dougie – disse enquanto tentava subir com suas milhares de sacolas.
- Tem problema não, – a respondi, ainda tava abraçado com a . Pois é, nós estávamos abraçados, estávamos conversando e eu a abracei e comecei a fazer cafuné nela, ela tava com o cabelo preso num coque frouxo e assim que eu comecei a fazer o cafuné ela o soltou e ficamos assim por um tempão.
- Compraram muita coisa, ? – perguntou enquanto eu ainda fazia cafuné nela.
- Eu não comprei quase nada, mas a comprou coisa até demais – respondeu se sentando no sofá perto de onde nós estávamos.
Meu celular tocou e eu parei o cafuné e o atendi.
- Que é? – disse meio estressado, po atrapalharam meu momento com a , sacanagem.
- Ta aonde, Poynter? – era o Harry.
- Na casa das meninas, por quê? – ainda estava estressado.
- Tava preocupado contigo, po. Fletch disse que você tinha ido à gravadora cedo e não apareceu até agora por aqui – ele disse preocupado.
- Relaxa dude, to aqui com a e as meninas – disse menos estressado, afinal ele ligou por que estava preocupado comigo.
- Ta de boa então. Vai ficar aí até que horas?
- Não sei. Se a não me expulsar não tenho hora pra ir embora, por quê? – disse olhando nos olhos de e sorrindo.
- Será que tem algum problema eu dar uma passadinha aí? – Judd safadão.
- Acho que não. Vou ver aqui com a e com a – coloquei a mão no telefone e perguntei pras meninas se o Judd podia ir até lá e elas concordaram
- Judd. Pode vir se quiser traz os outros dois também – falei vendo os olhinhos da brilhando.
- Beleza dude! Daqui a pouco chegamos aí – ele disse desligando o telefone.
Uns 50 minutos depois a campainha da casa das meninas tocou e eram os imprestáveis do Judd, Jones e do Fletcher. abriu a porta e deu um beijo e um abraço em cada um deles, deixando o Jones por último. Ele se deu bem! Eles entraram e eu tava na cozinha com a ajudando ela a fazer um lanche pra gente. Tom e Harry entraram na cozinha e abraçaram a .
- Passou o dia aqui, Poynter? – Harry me perguntou.
- Passei sim, Harry! Vim fazer companhia pra – disse sorrindo.
- Ah tá! – ele falou se aproximando de mim – Rolou alguma coisa? – ele me perguntou, falando baixo para que a não ouvisse e eu balancei a cabeça negativamente.
- O que estão fazendo aqui? – Fletcher perguntou.
- Brigadeiro e uns sanduíches pra comer enquanto vemos filme – respondeu a ele.
- Eba! Vamos ver que filme? – Tom perguntou empolgado.
- Não sei. As meninas que ficaram de escolher – Disse enquanto preparava mais uns sanduíches e mexia o tal brigadeiro.
- Ah ta! Então vou lá ver que filme vamos ver e vou deixar vocês preparando o lanche aí – Harry disse piscando pra mim, saindo da cozinha e puxando o Fletcher pra sair com ele.
Terminei de fazer os sanduíches e pegou uma jarra de suco e uma garrafa de refrigerante e fomos pra sala onde o pessoal estava esperando a gente para começar o filme.
Vi que todos estavam sentados em casais, Danny e num sofá abraçadinhos, sentada no chão e Harry com a cabeça no colo dela recebendo cafuné, e Tom no outro sofá bem juntinhos. Coloquei os sanduíches na mesinha que tinha ali e ajudei a com o suco e o refri. Me sentei na poltrona que havia sobrado e puxei pra se sentar comigo, ela sorriu ao se sentar no meu colo e me abraçou.
- Se alguém ver essa cena vai achar que estamos juntos – ela disse baixinho no meu ouvido e eu arrepiei.
- É verdade, não ia ser nada mal acharem que eu estou com uma garota tão linda como você, mas nós somos só amigos, né? – disse no ouvido dela pra não atrapalhar o resto do pessoal que tava vendo filme e notei que ela se arrepiou.
Nos viramos pra ver o filme e eu fazia cafuné nela, que tinha deitado a cabeça no meu ombro.
Na metade do filme eu vi que tinha adormecido, mas fiquei com ela ali até que o filme acabasse. Pude ficar olhando ela dormindo, ela fica tão linda assim. Mas eu não posso olhar pra assim, nós somos só amigos.
Vocês devem estar se perguntando “se você e a são só amigos, porque quer manter ela em Londres?”, bem, é muito simples, eu me apeguei a , ela é uma amigona pra mim e por isso quero a manter em Londres, perto de mim, se por acaso eu me apaixonar por ela vai ser lucro, pois a além de legal é linda e muito hot. Assim que o filme acabou eu peguei no colo e levei até o quarto que ela ta dividindo com a , a coloquei na cama, a cobri e dei um beijo na testa dela.
- Dorme bem pequena – disse saindo de lá.
Capítulo 11
I can be your hero, baby.
Harry’s P.O.V
Po, já eram mais de seis horas da tarde e nada do imprestável do Poynter. O cara saiu de casa cedo, passou na gravadora e sumiu. Será que sequestraram o anão de jardim? Decidi ligar no celular dele e adivinha onde o veadinho estava? Na casa das meninas! Po, vai pra lá e nem chama a gente! Claro que eu me convidei pra ir até lá, né?! Não ia perder uma oportunidade de ver a de novo.
Peguei o telefone e liguei pro Fletcher.
- Fala grande Fletcher!
- Que foi Judd? – Ta de TPM a danada!
- Vamos à casa das meninas? - perguntei sorrindo, não vai ser a TPM do Fletcher que vai me desanimar.
- Que meninas? – Será que o Tom já se esqueceu da ?
- Como “que meninas”, Fletcher! As do pub! As brasileiras! – espero que agora ele se toque.
- Ahh ta! Vamos sim! Vou trocar de roupa e passo aí na tua casa em vinte minutos – O Fletcher ta andando muito com o Jones, só pode.
- Beleza! Falou! – desliguei antes que ele pudesse responder.
Agora vamos ligar para o Jones.
- Alô! – ele atendeu com uma voz de quem tinha acabado de acordar.
- Jones, se arruma e vem pra cá em vinte minutos que nós vamos sair.
- Vamos? Pra onde? – cara o Jones com sono é mais lerdo que tudo.
- Depois te falo! Se arruma aí e vem pra cá! – desliguei na esperança dele não voltar a dormir, mas se ele voltasse o problema era dele, a gente ia ver as meninas e ele ia ficar sem ver a .
Fui me arrumar também e vinte minutos depois, Jones e Fletcher tocaram a campainha aqui de casa, peguei meu casaco, as chaves do carro e de casa, tranquei tudo e saí.
- Vamos, bando de gay! – disse já entrando no meu carro.
- Vamos! Mesmo eu não sabendo aonde vamos.
- Você não contou pra ele, Harry? – Tom me perguntou.
- Não! Deixa! Ele vai descobrir assim que a gente chegar lá – Tom foi no carro dele e o Jones veio comigo no meu, chegamos à casa das meninas em meia hora mais ou menos e quando a gente chegou à casa delas que o Jones percebeu onde estava, dude vai ser lerdo assim na PQP!
- Po, dude! Porque tu não me disse que a gente vinha pra cá? Teria me arrumado melhor! To doido pra ver a de novo!
- Queria fazer uma surpresa para você, meu gostoso! – fiz uma voz bem gay e passei a mão pelo rosto do Danny.
- Sai pra lá, po! Eu gosto de mulher! – você acredita que ele me empurrou? Não se pode nem mais brincar com os amigos que eles já apelam pra violência.
Saí do carro e fui em direção a porta, toquei a campainha e os dois gays já estavam ao meu lado. Assim que a abriu a porta deu pra ver o sorriso que o Jones abriu, é acho que os dias de pegador do Danny estão chegando ao fim. Entramos e a deu um abraço e um beijo em cada um de nós, deixando o Jones por ultimo.
- , aonde ta o encosto do Poynter?
- Ta na cozinha ajudando a com o lanche – ela me respondeu indicando onde era a cozinha, fui lá com o Tom deixando ela e o Jones sozinhos.
- Passou o dia aqui, Poynter? – perguntei assim que entrei na cozinha e o vi lá com a baixinha.
- Passei sim, Harry! Vim fazer companhia pra – Poynter safadão.
- Ah ta! – cheguei perto dele – Rolou alguma coisa? – perguntei, falando baixo para que a não ouvisse, mas ela tava distraída conversando com o Fletcher, e o Poynter negou com a cabeça. Acho que esse é mais um que vai abandonar os dias de pegação.
Depois de um tempo ali fui pra sala, puxando o Tom comigo, e deixando os pombinhos cozinhando em paz.
Chegando à sala vi a e o Jones sentados juntos num sofá, a sentada no chão e a num outro sofá, dei um beijo no rosto da e fui me sentar ao lado da minha .
- Oi amor! – disse no ouvido dela e dando um beijo na bochecha dela logo em seguida.
- Ai que susto, Harry! – ela disse com a mão no peito e com a cara assustada – Não me assusta assim mais não, por favor – Ela disse, já um pouco mais calma e me dando um beijo no rosto.
- Pode deixar, minha linda – me deitei no colo dela e fiquei olhando-a nos olhos.
- Que bom que você veio, achei que ia ficar de vela com a – ela sorriu e eu sorri junto. Dude, ela é muito linda!
- Ahh que nada, amor! Eu que tive a idéia de vir aqui ver você! Mas como não sou egoísta que nem o Poynter chamei o Tom e o Jones pra vir também – a senti passando a mão pelo meu cabelo fazendo cafuné – Gamei, ! Se toda vez que eu deitar no seu colo você fizer cafuné, eu caso! – falei e a vi sorrir.
- Que bom! – ela sorriu mais ainda e o casal 20 da cozinha apareceu com os lanches e nós começamos a assistir o filme.
Acho que na metade do filme eu acabei pegando no sono, também com a fazendo cafuné não tem como não dormir, acordei com ela falando no meu ouvido.
- Harry! Acorda! Harryzinho, o filme já acabou.
- Hãm?! Só mais cinco minutinhos, Fletch!
- Harry Judd! ACORDA! – acordei assustado com a gritando no meu ouvido.
- Já acordei, calma! – Olhei pra sala e o Dougie e a não estavam lá e o Tom tentava pegar a no colo e levá-la para o quarto.
- Desculpa gritar, mas é que você não acordava – ela disse, olhando pro chão.
- Tem problemas não amor – olhei no relógio e vi o quão tarde já era – Acho que já ta na nossa hora – Me levantei e ajudei a a se levantar.
- Ta tarde mesmo – ela disse sorrindo e em seguida bocejou – Bem garotos, até outro dia – ela disse abraçando os caras, e por ultimo me dando um beijo no rosto e um abraço demorado.
- Dorme bem, minha linda – dei um beijo na testa dela e ela subiu as escadas indo pro quarto – Vamos então, cambada de desocupado! As meninas estão cansadas e querendo dormir.
- Vamos! Amanhã eu ligo pra você, – Jones disse, se despedindo da que nos acompanhou até a porta.
- Okay, Danny! Vou ficar esperando – ela sorriu e deu uma piscadinha pra ele.
- Tchau, ! Diz pra que eu mandei um beijão pra ela – Dougie disse já entrando no carro dele.
- Pode deixar, baixinho – ela acenou pra gente e entrou.
- Jones, tu vai com o Poynter agora! – disse colocando a cabeça pra fora do carro.
- Ta, Harry. Boa noite pra vocês! – ele disse entrando no carro do Dougie.
- Falou dudes! – Dougie disse e buzinou, saindo com o carro.
Capítulo 12
Why you so obsessed with me?
Danny’s P.O.V
Po, mó sacanagem os caras zoarem com a minha cara por eu ser meio lerdinho. Além de Harry ter me acordado e ordenado que eu me arrumasse em vinte minutos, ele não disse pra onde a gente ia. Sacanagem, po! Se eu soubesse que ia ver a teria me arrumado mais, agora que a gente já ta aqui não posso reclamar.
Quando nós chegamos, fomos recepcionados pela , ela tava linda, dude! Eu todo feliz achando que ela ia me cumprimentar primeiro e ela vai e abraça o Harry, mas só de vê-la automaticamente eu abri o meu melhor sorriso, ela ainda abraçou o Tom e depois veio me abraçar. Foi um abraço bom, demorado, aconchegante, ela tava cheirosa pra caramba, o que foi bom, pois eu adoro mulher cheirosa.
- Tava com saudade de você – sussurrei no ouvido dela enquanto estávamos abraçados.
- Eu também – ela disse e sorriu. Pude ver que as bochechas dela estavam vermelhas, que linda ela com vergonha.
Nosso momento fofo foi interrompido por Harry, perguntando onde estava o Dougie. Po, to começando a achar que o Harry ta virando um belo de um empata foda. Primeiro ele estragou o meu momento com a aqui e agora com certeza vai estragar o momento do Dougie com a , mas se bem que ele passou o dia todo com ela e com certeza rolou muita coisa.
- Vamos, Dan. Vamos pra sala antes que não tenha mais lugar pra gente! – me chamou e eu claro que fui.
Hoje ela tava sem salto, aliás todas as meninas estavam sem salto hoje. Cara, como elas são altas. Principalmente a , po ela é quase do meu tamanho!
- , eu queria te pedir uma coisa – disse olhando pra ela, que estava sentada ao meu lado no sofá.
- O que, Dan? – ela me perguntou enquanto mordia de leve o canto da boca.
- Das próximas vezes que nós formos sair, procura não ir de salto, por favor? – pedi olhando nos olhos dela e ela começou a rir. Po, eu falando uma coisa séria e ela rindo.
- Ta Dan, da próxima eu vou sem salto – ela disse já meio recuperada da sua crise de risos.
A abracei e em seguida ela se sentou entre minhas pernas, eu a abracei e ficamos assim vendo o filme, tava tão bom ali com a que nem vi a e o Dougie chegarem com o lanche. Pra você ter noção eu nem vi quando o Tom e o Harry chegaram à sala.
O filme acabou e o Harry veio me chamar para irmos embora.
- Vamos! Amanhã eu ligo pra você, – disse enquanto me despedia da que nos acompanhou até a porta.
- Okay, Danny! Vou ficar esperando – ela sorriu e deu uma piscadinha pra mim e eu senti meu coração acelerar e as borboletas no meu estomago começarem a bater asas.
- Tchau, ! Diz pra que eu mandei um beijão pra ela – Dougie disse já entrando no carro dele.
- Pode deixar, baixinho – ela acenou pra gente e entrou. Gostei do apelido.
- Jones, tu vai com o Poynter agora! – Harry com a cabeça pra fora do carro.
- Ta, Harry. Boa noite pra vocês! – disse já entrando no carro do Dougie.
- Falou dudes! – Dougie disse e buzinou, saindo com o carro.
Fui o caminho todo pensando na .
- E aí gostou do filme, dude? – Dougie me perguntou enquanto mantinha o olhar fixo na estrada.
- Pra ser sincero nem prestei muita atenção nele – assumi, olhando para o nada.
- Eu também não. Com a sentada no meu colo ficou meio difícil prestar atenção em alguma coisa que não fosse ela – ele sorriu de canto e eu vi que não era a o único que estava se apaixonando.
- Elas são muito legais né? Vou sentir falta das meninas quando elas voltarem para o Brasil – disse meio triste por causa dos dudes, a ainda ficaria mais quatro anos por aqui, mas as meninas voltariam para o Brasil em dois meses.
- Po dude, nem me lembra isso. Mas se meu plano der certo elas vão ficar também – vi que ele ficou meio triste também.
- Mas e então, o que rolou entre você e a hoje? – tentei mudar um pouco de assunto e também aproveitei pra matar a minha curiosidade.
- Ah, a gente ficou conversando, deu pra conhecer ela um pouco mais, depois as meninas chegaram e ficamos os cinco conversando, daí o Harry ligou perguntando onde eu tava e pra ver se vocês podiam ir pra lá também e o resto você já sabe – ele falava com um sorrisinho no rosto.
- Não acredito que você ficou a tarde toda com ela e não deu nem um beijinho? – o que tava acontecendo com o Dougie? Ele é pegador, dude!
- Vontade não me faltou, mas a é uma amigona pra mim, dude. Não quero estragar nossa amizade. Ela é só uma amiga – olhei pra ele incrédulo, eu achando que ele tava apaixonado e ele e a são só amigos.
- Eu tava achando que tu tava afim dela, dude – falei a verdade – Eu acho que to gostando da , sabe?! Hoje quando nós estávamos abraçados vendo o filme eu senti as borboletas.
- Sério? Ah sei lá, eu me sinto tão bem quando to com a . Ela ta me dando a maior força com essa história da Frankie – percebi que sempre que o Dougie fala da ele sorri, acho que ele ta meio traumatizado e não quer assumir que ta gostando dela.
- Sei como é, eu também me sinto bem quando to com a , mesmo conhecendo ela e as garotas há pouco tempo, me sinto a vontade perto delas. E elas não agem como fãs e isso é muito bom – disse já saindo do carro de Dougie e indo em direção ao elevador com ele.
- Verdade, tomara que o Fletch consiga resolver as coisas na embaixada antes que a tenha que ir embora – ele dizia enquanto entrávamos no elevador.
- Tomara mesmo – sorri apertando o botão do 3° andar.
Assim que o elevador parou no 2° andar o Dougie saiu.
- Boa noite, dude. Até amanhã – ele disse antes de sair do elevador.
- Boa noite, dude. Até – disse antes da porta do elevador se fechar e em poucos segundo estava na porta de casa, entrei e vi que o Antony não estava, com certeza deve estar em mais uma noitada cheia de garotas.
Há uns dias atrás eu ficaria chateado se ele saísse pra uma noitada dessas e não me chamasse, mas hoje não to com a mínima vontade de sair e pegar um monte de mulher, na verdade eu queria só uma aqui comigo.
Chegando a meu quarto, tirei a roupa e entrei no banheiro, relaxei um tempo debaixo do chuveiro, me vesti e deitei na cama, tava cansado e logo adormeci, claro que sempre pensando na , na minha .
Capítulo 13
Wishing I could be with you.
Tom’s P.O.V
Tava à toa em casa pensando no que fazer naquele finalzinho de tarde. O Dougie tinha ido à gravadora e não tinha voltado, tava ficando preocupado. Peguei o telefone pra ligar pra ele, quando o mesmo começou a tocar, era o Harry chamando a gente pra ir à casa das meninas. Arrumei-me rapidinho e fui pra casa dele. Encontrei com o Jones na porta e depois de um tempo fomos pra casa delas. O Dougie tava lá desde cedo e não teve a consideração de ligar para os amigos e chamá-los para ir pra lá também. Magoei, dude.
Ao chegar lá, fomos recebidos pela , vi o clima entre ela e o Jones e fui com o Judd pra cozinha falar com o Poynter. Ele e a estavam preparando o lanche, fiquei impressionado em ver o Poynter na cozinha, acho que a vai mudar muito meu amigo, e pra melhor.
Depois de um tempo conversando com o casal, eu e o Judd fomos pra sala, cumprimentei a e fui até onde a estava, dei um beijo no rosto dela e me sentei com ela no sofá.
Ela me abraçou e eu sorri.
- Isso tudo é saudade? – perguntei despretensioso.
- É sim! Como você ta, Tom? Posso colocar o dedo na sua covinha? – ela sorria e eu tava quase babando de tão linda que ela tava.
- Eu to bem, . Também senti saudade e sim você pode colocar o dedo na minha covinha, só cuidado pra não me machucar – sorri novamente, deixando a minha santa covinha a mostra.
- Credo Tom, eu não vou te machucar – ela disse parecendo meio ofendida – Mas que bom que você também sentiu minha falta! – ela agora sorria.
- Senti mesmo, linda – sorri e vi a e o Dougie chegarem com o lanche e o filme começar.
- Own, que fofo – ouvi dizer antes de me dar um beijo na bochecha e se virar para ver o filme.
Depois de um tempo, ela deitou a cabeça no meu colo e ficamos assim até o fim do filme e foi quando eu percebi que tinha ela tinha adormecido, a peguei no colo com cuidado e a levei até o quarto onde ela estava dormindo. A coloquei na cama, tirei as sandálias de seus pés e a cobri, dei um beijo em sua testa e sai do quarto com cuidado para não acordá-la. Me despedi da e da e saí com os meninos de lá.
Chegando ao meu carro acenei pra eles e entrei, arranquei com o carro logo que vi Dougie passar por mim.
Durante todo o caminho de volta pra casa pensei em tudo que tinha acontecido nessas ultimas semanas. A descoberta da traição da Gio, o término do namoro, o início das férias, a ida no pub, encontrar as meninas, conhecer a . Algumas coisas ruins aconteceram, mas outras tão boas aconteceram também, pena que a , a e a vão embora daqui dois meses. Queria poder ficar com ela mais tempo, quem sabe não poderia rolar algo entre nós.
Entrei em casa e sorri com essa idéia, fui até meu quarto, me troquei e fiquei deitado em minha cama, pensando em tudo e, principalmente, pensando na .
Capítulo 14
Don’t wake me up.
’s P.O.V
Acordei e como sempre demorei a me tocar do que havia acontecido no dia anterior. Ainda estava difícil de cair a ficha de que eu tinha passado o dia com Dougie Poynter, simplesmente o meu McGuy preferido.
Flashs da noite anterior me vinham na memória e era inevitável conter um sorriso.
“- Dorme bem pequena.”
Ainda tava difícil de acreditar que aquilo tudo tinha acontecido. Me levantei e fui pro banheiro fazer minha higiene matinal e ao me olhar no espelho notei o brilho intenso nos meus olhos. Assim que terminei meu ritual de beleza matinal (rsrs), me troquei e fui até a cozinha, a casa estava silenciosa o que indicava que eu era a única acordada. Resolvi preparar o café para as meninas e enquanto o preparava ficava me lembrando das conversas que tive com o Dougie, ele e os meninos, menos o Danny, haviam passado por maus bocados nessas ultimas semanas e, mesmo os conhecendo de verdade há pouco tempo, saber disso me deixava um pouco triste por eles. Não posso negar que já esperava isso da Frankie, mas nunca da Gio e nem da Izzy, mas vendo os meninos como estão, percebo que eles estão superando bem as coisas. Ta tão evidente as trocas de olhares entre as meninas e os guys que eu não me surpreenderia se logo eles estivessem se pegando. Eu falo isso por que sei que comigo e com o Dougie não rolaria nada, ontem ele deixou bem claro que não quer se relacionar com ninguém por pelo menos uns 3 meses e pelas minhas contas daqui 3 meses eu vou estar na minha casinha com a minha mãe e meu irmão no Brasil. Com toda certeza me matando de estudar e provavelmente o Dougie nem vai mais se lembrar de mim, mesmo ele dizendo que vai sim se lembrar.
Terminei de arrumar a mesa do café e subi pra acordar as princesas, dessa vez sem panelaço.
Entrei no quarto da e ela ainda dormia tranquilamente.
- ! Amiga, acorda! Vamos tomar café! – disse baixinho e ia sacudindo ela de leve.
- Ahh mãe, me deixa dormir mais cinco minutinhos – ela dizia com a voz de sono.
- ! Amiga, acorda antes que as meninas comam todo o café que eu fiz especialmente pra vocês – a essa altura eu já sacudia ela mais forte.
- Ta bom, ! Tô acordada já! – ela se levantou, esfregou os olhos e se espreguiçou – Bom dia, amiga! – sorriu indo até o banheiro e eu fui até o quarto das meninas.
Chegando lá, vi a cortina fechada e o quarto numa escuridão que só elas gostam. Abri a cortina e fui acordar a .
- , acorda amiga! Tá quase na hora do almoço e você aqui dormindo! O Tom já ligou umas três vezes atrás de você.
- Hãm? O Tom? Cadê o meu covudo? Quem ligou? – nunca vi alguém se levantar tão rápido quanto a .
- Relaxa, Mrs. Dimple. O Tom não ligou e nem ta aqui não. Só disse isso pra você acordar e ir tomar o café que eu preparei pra vocês – fiz a minha melhor cara de gato de botas do Shrek e sorri pra ela, quem sabe assim ela não me bateria por ter acordado ela dizendo que o Tom ligou.
- Tá bom , to descendo já – ela se levantou e foi pro banheiro.
Fui em direção à cama da e sentei na beirada ao lado dela.
- Acorda, flor do dia! Já amanheceu e o café tá na mesa.
- Já vou, ! Escutei você conversando com a , quando ela sair do banheiro eu vou. Te vejo lá em baixo – virou pro outro lado e eu me levantei saindo do quarto.
Desci as escadas e fui pra cozinha, lá encontrei a tomando café.
- Cara, isso aqui tá muito bom! Foi você mesma que fez, ? – ela me perguntou enquanto comia as torradas.
- Fui eu sim, ! Acordei bem disposta hoje – disse antes de beber minha água e me virar para sair da cozinha.
- Vai tomar café não? – me perguntou.
- Não, já tomei amiga! Como te disse, acordei bem disposta hoje e bem cedo também – sorri acenando pra ela e fui pra sala.
Sentei na poltrona onde ontem estive sentada com o Dougie, eu sempre gostei dele e tudo mais, mas era aquela coisa de fã e talz, mas sei lá, agora que eu o conheci de verdade, sinto que alguma coisa está mudando. Só espero não me apaixonar de verdade por ele, pois aí seria horrível.
Fiquei ali pensando na morte da bezerra (que expressão antiga...) por horas, só sai do meu transe quando a veio me chamar pra almoçar.
Depois do almoço me dispus a lavar a louça e aproveitar o momento pra pensar mais um pouco.
Estava guardando a louça quando a entrou na cozinha.
- , aconteceu alguma coisa ontem com você e o Poynter enquanto nós estávamos fora? – ela me perguntou, e percebi que ela estava um pouco preocupada.
- Não aconteceu nada amiga, nós só conversamos – sorri meigamente pra ela, tentando passar a impressão de que estava tudo bem. Se realmente estava, acho que nem eu sei.
- Ah tá! Ele me pediu pra falar que te mandou um beijo, eu achei tão fofo da parte dele. Ain amiga, acho que ele gosta de você – ela falou com um sorrisinho no rosto.
- A gente conversou muito ontem, e eu sei que ele gosta de mim, mas não da maneira que o Jones gosta de você. Eu e o Poynter somos só amigos. Você acha que eu não notei as trocas de olhares entre você e o Jonésio, amiga?! Eu vi sim! – olhei pra ela e sorri.
- Ain amiga! – ela tava envergonhada, que fofa!
- Relaxa, amiga! Não foram só vocês que estavam assim não, a e o Tom também estavam. Isso sem esquecer do nosso casal Fit, e Harry – disse já rindo. Ia ser legal verem os três casais, as meninas realmente estavam encantadas com os guys, assim como eles estavam com elas.
- Pois é! Isso eu também percebi. Mas tem o lance de vocês irem embora em dois meses, e não ia dar certo as meninas com o Tom e o Harry – disse um pouco tristonha.
- Mas as meninas podem ficar, se quiserem. Tenho certeza que as mães delas iriam apoiar se elas decidissem ficar aqui – disse com certeza, afinal tinha conhecido a mãe da e a da .
- Verdade! Mas e você e o pequeno Dougie, como ficam? Será que essa história de só amizade vai durar mesmo?! – olhava pra mim e eu tentei forçar um sorriso.
- Não sei , mas acho que dura sim! Pelo menos pelo tempo que eu for ficar aqui – disse enquanto ia pra sala com ela – Cadê as meninas? – perguntei ao notar certo silêncio na casa.
- O Tom e o Harry ligaram as chamando pra sair. Foi um pouco antes do almoço, por isso elas comeram rápido – ela me explicou.
- Ah ta! Eles não perdem tempo, hein? – pisquei pra ela.
- Com certeza. – ela piscou de volta e ouvimos o telefone tocar.
- Alou! – atendi empolgada.
- ? Tudo bem? É o Danny! A ta por aí? – outro que não perde tempo.
- Oi Danny! Tô bem e você? Xii Danny, a acabou de sair com o peguete dela – ao ouvir o nome do Danny a já olhou pra mim e depois do que disse, tenho certeza que, se ela pudesse, me matava.
- Ahh! Sério? Nem sabia que ela tinha um peguete – ele disse e eu pude notar certa tristeza na voz dele. Tadinho, não podia deixar o Jonésio assim tristinho.
- To brincando, Danny! Ela tá bem aqui na minha frente, peraí que vou passar pra ela. Beijos – entreguei o telefone pra ela e fui pro quarto. Deitei na cama e acho que por ter acordado cedo, acabei dormindo.
Capítulo 15
You belong with me.
’s P.O.V
Acordei com a chamando a pra tomar café e não me surpreendi quando ela veio pra minha cama me chamar também, disse a ela que levantaria assim que a saísse do banheiro e a vi saindo do quarto.
Assim eu fiz quando, finalmente, a saiu do banheiro. Decidi tomar um banho pra acordar mesmo, relaxei ali embaixo d’água e sai do banho quase uma nova mulher. Me vesti e desci pra tomar café, quando cheguei tinha pouca coisa, mas o que tinha tava muito bom. Lembrar de agradecer a pelo café depois, dessa vez ela caprichou. É, o pequeno Poynter vai se dar bem, a cozinha bem, é carinhosa, fofa, só se ele for muito burro pra não ficar com ela.
Se bem que daqui um mês ela vai embora, e vai ficar ruim a distância, mas se ele quiser, ele dá um jeito dela ficar.
Terminei de comer e fui lavar a louça, assim que terminei fui pra sala e vi a vendo TV e a sentada na poltrona, viajando. Ela tava muito longe, dava pra ver pela expressão dela. Resolvi deixar ela quieta e me sentei ao lado da .
- , cadê a ? – perguntei ao notar a ausência da minha amiga ali na sala.
- Ta no quarto, falando com o Tom no celular – ela me respondeu sem tirar os olhos da TV.
- E o que a tem? – me virei pra TV e vi que ela tava vendo uma entrevista dos meninos.
- Não sei, depois eu pergunto – ela sorriu de lado.
- Beleza – me virei pra TV e passei a prestar atenção na entrevista. Tava quase viajando, como a , quando o telefone tocou.
- Alô! – a atendeu.
- Oi! Quem ta falando? – alguém do outro lado da linha perguntou. Como eu sei? A pessoa praticamente berrou!
- É a ! Gostaria de falar com quem? – ela perguntou séria.
Ela ouviu por alguns segundos e respondeu.
- Oi Harry! Tá sim! Espera um pouquinho que vou passar pra ela – ela me entregou o telefone.
- Alô! – disse.
- Oi ! É o Harry! Tudo bem, meu amor? – ele falou, como se eu fosse esquecer aquela voz sexy.
- Oi, Harry! Tudo ótimo e com você? – respondi educadamente.
- To melhor agora, falando com você. Mas eu te liguei pra saber se você quer dar uma saidinha hoje à tarde? – ele me perguntou e eu quase não acreditei que ele tava mesmo me chamando pra sair.
- Bem, vou fazer nada não Harry, então a gente pode sair hoje – já sorria largamente e tenho certeza que ele também.
- Beleza então, amor! As 13h30 eu passo pra te pegar! – olhei para o relógio e vi que eram quase 10h30.
- Okay, Harry! As 13h30 a gente se vê! – olhei pra que sorria largamente pra mim.
- Ta bom, minha linda! Até mais! Beijos! – ele se despediu de mim.
- Beijos, Harry. Até mais! – desliguei o telefone e suspirei.
- Ui, safadona! Vai sair com o Juddão! – me zoava.
- Ain, vou sim! Vou lá no quarto separar a minha roupa! – disse já me levantando e indo pro quarto.
- E eu vou fazer o almoço. – disse, desligando a TV e indo pra cozinha.
Capítulo 16
It’s a dream? No, it’s reality!
’s P.O.V
Acordei com a movimentação da se levantando, vi que horas eram e me virei pro outro lado e voltei a dormir. Tava tendo um sonho maravilhoso com o Dan e senti um peso sobre a minha cama.
- ! Amiga, acorda! Vamos tomar café! – ela disse baixinho, me sacudindo de leve.
- Ahh mãe, me deixa dormir mais cinco minutinhos – eu disse ainda (lê-se muito) sonolenta.
- ! Amiga acorda antes que as meninas comam todo o café que eu fiz especialmente pra vocês – caraio, ela tava quase me surrando de tão forte que ela me sacudia.
- Ta bom, ! To acordada já! – me levantei muito fula com ela, esfreguei os olhos e me espreguicei – Bom dia, amiga! – sorri vendo a carinha de feliz dela e fui pro banheiro. Sai de lá fui me trocar, depois disso desci e fui pra cozinha tomar o café que a tinha feito.
Cheguei à cozinha e a não tava lá, com certeza ela devia estar acordando as meninas, me sentei e peguei uma torrada, me servindo com um pouco de café, ia comendo tudo a que tinha direito, até que tava bom, nem parece que foi a quem fez.
Assim que terminei meu café fui pra sala assistir TV, vi a sentada na poltrona, olhando para o nada, alguma coisa deve ter acontecido ontem enquanto a gente tava fora, primeiro ela me acorda disposta e faz aquele café super delicia pra gente, agora tá aqui na sala mó pensativa. Será que ela e o nanico estão se pegando? Acho que não, se tivessem ela teria me falado. Ou não.
Um tempinho depois a chegou e se sentou ao meu lado, a tava lá em cima falando com o Tom, como eu sei? Quando atendeu ela não foi nem um pouco discreta em falar “Oiii Tom”. Como eu, ela também ficou curiosa com o estado da , mas logo desviei minha atenção novamente pra TV onde passava uma entrevista dos guys. O Dan tava tão lindo! Todos estavam lindos, mas o Danny tava mais. Tava meio concentrada na entrevista quando o telefone tocou. Porcaria de telefone tinha que tocar no meio da entrevista! Atendi e adivinha quem era? Não, não era o Danny. Era o Judd querendo falar com a , provavelmente a chamando pra sair. Tô falando! Esses meninos não perdem tempo. Acabou a entrevista, que saco, vou fazer almoço enquanto a se prepara pro encontro com o Mr. Fit.
Almoçamos e a comida tava muito boa, modéstia a parte eu cozinho bem, ok?! A ficou de lavar a louça e pouco depois de comer, as meninas saíram. Era a minha chance de conversar com a e tentar descobrir o que tava acontecendo. Ela tá muito quieta, não que ela não seja quieta, mas hoje tá demais.
Cheguei à cozinha e ela tava guardando a louça, conversamos por uns minutos até que o telefone tocou. Era o Dan! Depois de descobrir o que a tinha, não vi problema nenhum em deixá-la sozinha em casa, acho que até vai ser bom, assim ela vai pensar com calma em tudo. Ai duvida cruel de que roupa eu uso pro meu encontro, mas enfim, deixa eu me arrumar porque daqui a pouquinho o Danny já tá aí.
Capítulo 17
Already Gone.
’s P.O.V
Ser acordada pela não é uma das melhores coisas, ainda mais quando ela me diz que o Tom já me ligou um monte de vezes. Usar meu covudo como despertador é sacanagem, tadinho do meu bebê!
Enfim, eu levantei e fui pro banheiro escovar os dentes e tomar banho, demorei um pouquinho afinal, eu precisava ficar linda e fui tomar o bendito café que a fez. Preciso dizer que tava muito bom, a baixinha se esforçou, esse definitivamente era um lado dela que eu não conhecia, o baixinho vai se dar bem conseguiu uma menina prendada. Com certeza, a minha amiga é melhor que aquelazinha que ele namorava, nunca fui com a cara dela. A é mil vezes melhor que ela, da mesma forma que eu sou um milhão de vezes melhor e mais bonita que a Gio!
Terminei meu café, subi pra escovar os dentes e ouvi meu celular tocando, corri pra atender e quando vi o nome que piscava no visor não contive um sorriso.
- Oiii Tom!! – disse muito empolgada.
- Oi ! Tudo bem, linda? – ain que fofo ele me chamando de linda. Eu sei que sou linda, mas o meu covudo me chamando é tão lindo.
- Tudo sim e com você, Tom?
- Tô ótimo, ! Têm planos pra hoje à tarde, minha linda? – ele me perguntou. Ain que vontade de morder a covinha dele, até pelo telefone era todo fofo!
- Até agora que eu saiba, não. Por quê? – perguntei sorrindo, será que ele ia me chamar pra sair?
- Então agora tem! – ele disse rindo.
- Tenho? Bom saber disso! Aonde vamos? Preciso usar roupa chique? Que horas você vem me pegar? – perguntei tudo muito rápido e depois me toquei que talvez ele não tivesse entendido.
- Calma Mari! Uma pergunta de cada vez – ele riu ainda mais.
- Ta bom, quer que eu pergunte tudo de novo? Mas dessa vez com calma – eu ri meio envergonhada, ainda bem que tava falando com ele pelo telefone.
- Não precisa não. Primeiro, o lugar é surpresa, segundo, não precisa usar roupa chique não, e eu posso te pegar as 13h30? – eu ainda sorria e sentia que ele também sorria do outro lado da linha.
- Ta bom! Esse horário já vou estar aqui prontinha, te esperando – abri um sorrisão na esperança de que ele pudesse ver.
- Okay, minha linda! Até mais tarde! Beijos, – ele disse e desligou o telefone não dando tempo de me despedir.
Assim que desliguei, corri pro guarda roupa a fim de escolher a roupa perfeita. Eram tantas opções, tantas combinações que eu tava pirando, tinha pouco tempo (lê-se 3 horas) pra me arrumar, depois de muita bagunça e muitas roupas jogadas pelo chão, encontrei a roupa perfeita. Era um vestidinho laranja solto, estampado, mais ou menos na altura dos joelhos e nos pés iria usar uma rasteirinha prata, separei a roupa e peguei uma bolsa com a estampa parecida com a do vestido e coloquei algumas coisas básicas dentro dela. Fiquei analisando minha roupa por mais alguns minutos e fiquei tentando imaginar pra onde o Tom me levaria.
Estava tão distraída que nem vi quando a entrou no quarto me chamando pra almoçar. Desci contente e comi normalmente, assim que terminei subi pra me arrumar, tomei um banho rápido, me troquei e fui me maquiar. Passei meu perfume preferido pra finalizar e quando olhei no relógio já eram 13h28, fui pegar meu celular que estava na penteadeira quando ele tocou. Era o Tom.
- ? – ouvi ele perguntando.
- Oii, Tom! – disse meio apreensiva, será que ele ligou pra cancelar o encontro?
- Pode descer! Tô aqui na porta da casa de vocês! – assim que ele terminou de falar eu sorri.
- Ta bom, Tom! Tô indo já! – desliguei o celular e saí do quarto. Passei correndo pela sala e me despedi das meninas, vi a saindo também e sorri.
- Tchau ! – disse a ela assim que passamos pelo portão.
- Tchay ! Até mais. – Ela acenou já perto do carro do Harry.
- Oi Tom! – disse entrando no carro. Dei um beijo na bochecha dele assim que me sentei.
- Oi ! Preparada pro nosso encontro? – ele sorriu e deu um beijo na minha bochecha também.
- Claro! E muito curiosa pra saber aonde o senhor vai me levar! – sorri e olhei pros lindos olhos castanhos dele.
- Ahh, isso é surpresa! Espero que você goste! – ele sorriu e deu partida no carro indo em direção ao lugar secreto onde seria nosso encontro.
Capítulo 18
It’s a love story, baby just say YES!
Harry’s P.O.V
Acordei com um pensamento fixo, vou levar a pra sair hoje!
Fiquei deitado em minha cama pensando num lugar bacana onde eu pudesse levá-la, tinha algumas opções, mas não sabia ao certo se ela iria gostar, por fim acabei decidindo levá-la ao Hyde Park e fazer um piquenique por lá.
Levantei e fui pra cozinha ver se tinha algo decente pra preparar e levar pro piquenique, vi que na minha geladeira não tinha nada de bom e decidi sair pra comprar, mas sem antes ligar pra minha lindinha. Não ia adiantar de nada sair pra comprar as coisas e no final das contas ela não poder sair comigo.
Liguei pra ela e combinamos de nos encontrar as 13h30, olhei no relógio e já passavam das 10h00. Acho que vai dar tempo de comprar as coisas, almoçar, me arrumar e ir buscar a . Fui à padaria aqui perto de casa e comprei alguns sanduíches, uns sucos, alguns muffins e mais algumas besteirinhas, comprei também uma cesta, pois tinha certeza que não tenho uma dessas em casa, comprei uns refrigerantes também, sai da padaria e fui até uma loja e comprei uma daquelas toalhas xadrez. Pronto já tinha tudo que precisava pro piquenique.
Voltei pra casa e coloquei os sanduíches na geladeira e os sucos e os refrigerantes no congelador, subi pro meu quarto e separei minha roupa. Peguei uma calça jeans de lavagem escura, uma camisa social preta e um adidas branco com listras pretas. Já com a roupa separada fui pro banheiro e tomei um banho demorado, aproveitei pra fazer a barba, vesti minha boxer azul marinho e fui pra cozinha comer alguma coisa, peguei uma lasanha congelada e coloquei pra esquentar no microondas, enquanto a lasanha assava fui pra sala e liguei a TV, fiquei assistindo o que passava sem dar muita importância. Meu pensamento tava longe, não muito longe dali, mas tava longe, mais precisamente numa certa casa de Londres.
Despertei dos meus pensamentos com o microondas apitando, minha comida estava pronta. Fui até a cozinha, peguei um prato e tirei a lasanha do forno e me servi com ela, peguei um suco na geladeira e coloquei num copo, me sentei à mesa e comi sozinho, coisa que não fazia há muito tempo.
Assim que terminei de comer, coloquei a louça na pia e subi pro meu quarto, escovei os dentes e me arrumei, vi que ia dar 13 horas e desci pra cozinha para arrumar a cesta do piquenique, levei uns 10 minutos a arrumando e peguei minha carteira e as chaves do carro, tranquei a casa e fui em direção a casa das meninas. Depois de uns 20 minutos cheguei a casa delas e vi o carro do Tom parado a minha frente, dei uma buzinada e ele acenou de dentro do carro. Peguei o celular e liguei pra que saiu logo em seguida.
Meu Deus, ela tava linda! Babei legal!
- Oi Harry! – ela disse toda meiga e linda.
- Oi zinha! Nossa, você ta linda! Vamos? – disse sorrindo.
- Vamos sim! – ela disse já dentro do carro, dei a partida e fomos em direção ao Hyde Park.
’s P.O.V
Depois que Harry ligou, fiquei nervosa e ansiosa, imaginando pra onde ele me levaria, fiquei em duvida com relação à roupa que eu usaria também, acabei decidindo por um vestido rosa, tomara que caia, colado até a cintura e com a saia mais soltinha e um laço vermelho na cintura, nos pés decidi por uma sapatilha da cor do vestido, sem salto pra não traumatizar o Harry.
Depois de separar a roupa, fui pro banheiro tomar banho e arrumar o cabelo, demorei mais ou menos uma hora no banho e quando saí fui arrumar o cabelo. Escovei-o e deixei solto, peguei uma faixa vermelha e coloquei no cabelo, deixando somente a franja solta.
Desci pra almoçar e depois fazer a maquiagem. Depois de comer a comida que a fez, que tava muito boa por sinal, subi para o quarto e fiz minha maquiagem, como era um passeio de dia, fiz uma coisa bem leve, só pra não ficar com a cara limpa.
Terminei de me arrumar eram mais ou menos 13h15, peguei meu celular e minha carteira e coloquei numa bolsinha da cor da faixa do vestido e desci pra sala a fim de esperar dar o horário combinado com o Juddão.
Fiquei esperando ansiosa na sala até dar o horário, foi quando senti algo vibrar na minha bolsa, era o celular. Atendi e era o Harry dizendo que já tava na porta de casa, sai na mesma hora que a Mari, quando entrei no carro dele vi o quanto ele tava lindo, babei! Conversamos um pouco e fomos em direção ao lugar do passeio. Tomara que tenha acertado na roupa.
End of ’s P.O.V
Depois de alguns minutos de andando de carro pela bela Londres, Harry e chegam ao Hyde Park.
- Chegamos zinha! – Judd diz ao estacionar o carro e tirar o cinto.
- Nossa Harry, aqui é lindo! – a garota diz olhando para o parque ainda de dentro do carro.
- Então vamos por que a tarde vai ser longa – ele diz, saindo do carro e indo em direção ao porta malas para pegar as coisas.
- O que exatamente nós vamos fazer aqui? – ela perguntou, curiosa.
- Um piquenique. O que acha? – ele disse sorridente.
- Adorei a idéia Harry! Quer ajuda aí? – ela sorria enquanto se aproximava do garoto.
- Não precisa não minha linda, eu dou conta de tudo – ele disse, tirando as coisas e fechando o porta-malas do carro.
Com a cesta em uma mão, Harry estendeu a mão que estava livre para que a segurou e entrelaçou os dedos nos do rapaz e assim caminharam procurando um lugar com uma vista e uma sombra boa para que pudessem fazer o piquenique.
Assim que o casal avistou uma grande árvore com uma sombra boa e uma vista linda do parque, decidiram ficar por ali mesmo, estendeu a toalha na grama e Harry colocou a cesta no centro dela, sentaram sob a sombra da arvore e ficaram conversando, ainda estava cedo para comerem.
Estavam conversando, abraçadinhos, vendo casais passeando pelo parque, pais passeando com os filhos, pessoas correndo ou caminhando com seus cachorros, todo tipo de gente, mas nada e nem ninguém era tão importante ali para Harry do que e para a menina a mesma coisa.
- Não queria que você fosse embora nunca mais – O rapaz disse olhando nos olhos castanhos da garota que sorria.
- Eu também não queria, mas não tenho onde morar aqui e nem como me sustentar – a garota ainda sorria, mas tinha a expressão triste no rosto.
- Ah, gente dá um jeito de você ficar, ! Nem que você tenha que morar lá em casa – ele disse olhando ainda nos olhos dela, aproximando os rostos.
- Tá bom, Harry! Eu fico, mas só se for pra morar na sua casa – ela disse brincando e ele sorriu.
- Feito então! Você vai pro Brasil buscar o resto das suas coisas e volta pra morar na minha casa – ele disse sorrindo, chegando cada vez mais perto da garota.
- Eu tava brincando, Harry – a garota disse com voz de criança.
- Tava brincando, é? – ele perguntou com um olhar de maníaco.
- Tava! – ela respondeu e deu língua a ele.
- Então você vai ver só... – Harry soltou uma risada maléfica e começou a avançar pra cima de .
- O-o-o qu-q-que você vai fazer, Harry? – ela perguntou, um pouco amendrontada.
- Você nem imagina, ! – ele disse e começou a fazer cócegas na garota.
- Hahaha... Para... Hahaha... Harry... Hahaha – a menina tentava dizer entre as risadas.
- Só paro se você disser que vai morar comigo e que eu sou o mais gostoso de toda a Inglaterra – ele disse enquanto ainda fazia cócegas na garota.
- Hahaha... Só nos... Hahaha... Seus sonhos.... hahaha... Harryzinho... Hahaha – dizia e sentia Harry fazer mais cócegas em si.
- Não vai falar? – Harry perguntou fazendo mais cócegas em .
- Tá bom... Hahaha... Eu falo! Hahaha... Mas para com as cócegas. Hahaha... Por... hahaha Favor! – disse e Harry parou com as cócegas, mas manteve as mãos na cintura da garota.
- Pronto, parei! Agora fala! – ele disse, olhando nos olhos dela.
- Eu vou morar com você, um dia e você é o homem mais lindo de toda a Inglaterra! – disse e olhou nos belos olhos azuis de Harry.
- Você não falou direito! Que mané um dia, ! Você vai morar comigo assim que voltar do Brasil daqui 2 meses – ele disse, se aproximando da garota e a puxando para mais perto também, pela cintura.
- Então Harryzinho. Um dia eu vou morar com você! A gente não sabe quanto tempo eu vou demorar no Brasil são muitas coisas para se resolver por lá – a garota disse levando as mãos ao rosto de Harry e fazendo carinho nele.
- Eu sei que demora um pouco zinha, mas se depender de mim em menos de um mês você já vai estar de volta e o melhor, morando na minha casa – Harry disse, roçando de leve o nariz no de , e olhando diretamente nos olhos dela.
- Tomara que sim, Harryzinho – encostou de leve os lábios nos de Harry, dando-lhe um selinho.
- Com toda certeza – ele disse com os lábios colados no dela. Harry passou encostou a língua nos lábios de pedindo passagem para que aprofundassem o beijo.
, por sua vez, não perderia a oportunidade de beijar Harry Judd e cedeu, ficaram se beijando assim por mais algum tempo que nem viram o sol se pondo atrás deles.
Capítulo 19
Silly Boy!
Danny’s P.O.V.
Cara, ta certo que eu sou meio lerdo com algumas coisas, mas eu não
entendo como que a consegue me deixar mais lerdo do que eu já sou?
Quando eu to perto dela eu fico sem saber o que falar, fico com medo de
falar muita merda, sei lá, eu fico meio travado. É estranho isso.
Decidi ligar pra ela, olhei pro relógio e passava um pouco das 14 horas.
Acho que ela já almoçou, então chamá-la pra um almoço já ta fora de
cogitação, levar ela num parque acho que seria meio perigoso, afinal eu
sou Danny Jones do McFLY e os parques devem estar cheios, afinal não é
sempre que temos um dia de sol em Londres. Ahá! Já sei! Vou levar ela
num parque de diversões! Vou ligar pra ela agora!
Liguei pra e quem atendeu foi a baixinha do Poynter, quer dizer, a
. Po, quase que ela me mata do coração, dude! Fica dizendo que a
tinha saído com o peguete dela. Mas era brincadeira dela e ela logo passou
pra . Combinei de pegá-la as 15h30, disse que a levaria pro parque de
diversões e ela adorou. Ponto pra mim!
Desliguei o telefone e fui tomar um banho.
Vesti uma boxer vermelha com uns macaquinhos desenhados, uma calça
jeans escura, uma camiseta cinza e uma camisa social xadrez por cima
e nos pés coloquei um vans quadriculado. Terminei de me vestir fui pro
banheiro arrumar o cabelo e passar um perfuminho. Assim que terminei
meu ritual de beleza, peguei minha carteira e as chaves do carro e de casa,
tranquei tudo e fui pra garagem. Olhei no relógio e ainda eram 14h50, até
que me arrumei rápido hoje. Dei partida no carro e fui em direção à uma
Starbucks que tem perto da casa da e decidi esperar por lá até dar
mais ou menos o horário de pegá-la.
Michele’s P.O.V.
Assim que o Danny desligou o telefone eu dei um beijo no rosto da e
subi pro meu quarto pra separar a roupa. Ainda bem que ele me disse que
iria me levar num parque de diversões, senão seria capaz de eu ir com um
vestido.
Peguei uma calça jeans skinny com uma lavagem que a deixava com cara
de surrada, uma camiseta branca com o desenho da bandeira da Inglaterra
em preto, uma bota estilo cowgirl cheia de franjas por cima da calça, e
um lenço branco de bolinhas pretas da . Fui pro banheiro e tomei
um banho rápido, sai do banho e arrumei o cabelo, o prendi num rabo de
cavalo alto e só deixei a franja solta. Fiz uma maquiagem leve e fui pro
quarto me vestir. Terminei de me aprontar e me olhei no espelho de corpo
inteiro que tem na porta do quarto e sorri feliz. Ainda sem saber o que fazer
com o lenço, olhei dele pra minha roupa, da minha roupa pra ele e fiquei sem saber o que fazer.
- ! – gritei por ela.
- Diga ! – ela disse entrando no quarto algum tempo depois.
- O que eu faço com esse lenço? – perguntei apontando para o lenço em
cima da cama.
- Hmmm – ela foi até a cama e pegou o lenço – Vem cá ! – ela me
chamou pra perto dela e quando eu cheguei, ela mediu a minha cintura com
o lenço.
- O que você vai fazer, ? – perguntei a ela.
- Você vai ver! – ela disse sorrindo enquanto enrolava o lenço e passava ele
pelo cós da calça.
- O lenço vai servir de cinto, é isso? – perguntei vendo o que ela fazia.
- Isso mesmo! Boa garota você, amiga! – ela disse já amarrando o lenço na
minha cintura, meio de lado. Olhei no espelho e sorri.
- Num é que ficou bom?! – disse sorrindo enquanto admirava a mim mesma.
- Até que eu me saí bem dessa vez e tive uma idéia boa – sorriu e ia
saindo do quarto. Ela parou na porta e olhou pra mim – Assim você mata o
Jonésio, amiga! – ela disse e saiu do quarto fechando a porta.
Peguei meu perfume favorito e passei um pouco, peguei minha carteira e
meu celular e coloquei na bolsa, peguei também o gloss, o pó e o lápis de
olho, caso precisasse retocar a maquiagem, e coloquei na bolsa também.
Saí do quarto e desci pra sala e fiquei esperando dar o horário que tinha
combinado com o Danny.
End of ’s P.O.V.
Assim que ouviu a buzina do carro de Danny, ela se despediu de
e foi em direção a ele. Danny desceu do carro e abraçou .
- Você está linda, ! – ele disse sorrindo.
- Obrigada Dan! Você também está lindo! – ela disse um pouco envergonhada.
- Então vamos? – Danny disse abrindo a porta para ela.
- Vamos! – ela sorriu e entrou no carro, Danny deu a volta e entrou dando a partida no carro logo em seguida.
Danny ligou o som do carro e durante o caminho eles conversavam sobre
coisas variadas. O parque aonde eles iam não era muito longe e em poucos
minutos já estavam lá, por ser meio de semana, o parque não estava muito
cheio, mas Danny não deixou de usar um boné e óculos escuros para se
disfarçar.
- Aonde quer ir primeiro, ? – ele perguntou enquanto caminhavam pelo parque.
- Ain não sei, Dan! Que tal a Montanha Russa? – ela sugeriu.
- Okay, pode ser! – ele estendeu a mão a ela e foram juntos em direção a Montanha Russa.
Enfrentaram um pouco de fila e Danny teve que tirar os óculos e o boné
para não correr o risco de perdê-los. Deram mais duas voltas na Montanha
Russa e de lá foram para a Torre do Terror.
Danny ficou meio receoso de ir ali, mas tinha que fazer pose de durão na
frente de , mas na verdade ele estava se cagando de medo.
A fila da Torre estava grande, mas eles decidiram enfrentar.
- Quer alguma coisa pra beber, ? – Danny perguntou a ela.
- Quero um refrigerante, Dan! – ela disse sorrindo.
- Okay! Fica aqui na fila que eu vou lá buscar – Danny disse e saiu à procura de uma barraquinha onde vendia refrigerante.
estava distraída, pensando no quanto aquela fila estava grande que
nem se deu conta de que era observada há algum tempo.
- O que uma gatinha linda como você faz aqui sozinha? – o estranho perguntou a , que se assustou.
- Eu não estou sozinha! Meu namorado foi comprar um refrigerante pra mim, só isso – ela disse tentando transparecer calma.
- Mas eu tô te observando há um tempo e não vi nenhum namorado com
você. Qualé gatinha, não mente pra mim não, não vou te machucar, pelo
contrario, só vou fazer coisas gostosas contigo – o estranho disse no
ouvido de e em seguida dá uma olhada nela dos pés a cabeça,
quase que a comendo com os olhos.
olha assustada para o cara e se afasta.
- Olha, você acredita em mim se quiser ou não, o problema é seu! Eu vim
com o meu namorado e quando ele chegar não vai gostar nada de saber
que você estava me enchendo o saco aqui – ela dizia meio nervosa.
- Calma gatinha, no stress! Não vou fazer nada que você não queira – ele
disse se aproximando de e colocando a mão na cintura dela.
Danny que já voltava com o refrigerante de nas mãos, o dele ele
tomou pelo caminho, viu aquela cena e se enfureceu, apertou o passo e em
segundos já estava ao lado de .
- Ele tá te incomodando, amor? – Danny disse, dando ênfase no amor.
- Na verdade ele tava sim, amor! – disse, abraçando Danny pela cintura
e pegando o refrigerante da mão dele – Obrigado, amor! – ela diz e dá um
selinho rápido em Danny.
- De nada, minha linda! – ele diz, meio surpreso com o selinho, mas
mantém a pose de namorado – E então cara, o que você queria com a
minha namorada? – ele perguntou olhando pra cara, mantendo a mão na
cintura de .
- Err... Não era nada não! Eu achei que ela tava sozinha – o estranho
disse.
- Vem cá, eu não te conheço de algum lugar não? – Danny perguntou
olhando bem pro cara.
- Err... Acho que não, cara! – o estranho, não tão estranho assim, se
afastou e em poucos segundos sumiu da vista de Danny e .
Danny se virou para , meio preocupado.
- Ele fez alguma coisa com você, ? – ele perguntou a ela.
- Graças a Deus não! Mas eu acho que se você tivesse demorado mais um
pouco ele teria me agarrado aqui – ela disse entre uma golada e outra que
dava em seu refri.
- Dude, quando eu vi aquele cara aqui com a mão na sua cintura, falando
no seu ouvido me subiu uma raiva! Vim o mais rápido que pude – Danny
dizia enquanto cerrava os punhos de raiva ao se lembrar do que vira.
- Relaxa, Dan! Graças a você nada aconteceu! – olhava para Dan.
- Ainda bem, minha linda! Desculpa por ter demorado tanto – ele a
abraçou e fez carinho em seu rosto. A fila andou e eles logo foram na Torre
do Terror.
Ao saírem de lá foram direto para a Roda Gigante, mais uma vez
enfrentaram fila, mas dessa vez menor, entraram na cabine e ficaram
olhando a vista que tinham dali. Realmente era linda a visão que eles
tinham ali de cima, estava anoitecendo e eles puderam ver o crepúsculo
(n/a: so cute *-*) e sentiram um pequeno tranco e a cabine deles ficou no
ponto mais alto da Roda Gigante.
- Nossa, que linda é a vista daqui – disse com os olhinhos brilhando.
- Não tão linda quanto você! – Danny disse.
- Ain Dan! Pára com isso! – ela disse envergonhada.
- Estou falando a verdade, ! – ele se aproximou dela, segurou em seu
queixo e o levantou, olhando em seus olhos.
- Pára, Dan! Assim você me deixa sem graça – estava mais vermelha
que um pimentão, e ao olhar para Danny mergulhou naqueles profundos
olhos azuis, se esquecendo de tudo e todos por um momento, era como se
o mundo parasse.
- Você fica mais linda ainda assim envergonhada! – ele se aproximava
dela, logo suas respirações se misturavam e fechava os olhos. Em
questão de segundos os lábios de Danny e já estava colados e ele
pedia passagem com sua língua para que aprofundassem o beijo, e
abriu um pouco sua boca dando-lhe passagem. Ficaram se beijando e nem
notaram a cabine se movimentando novamente e parando.
- Caham! – ouviram um pigarro e se separaram. – A volta de vocês já
acabou – disse o funcionário do parque que controlava a Roda Gigante.
- Foi mal aí moço! – disse envergonhada e puxou Danny para fora da
cabine.
- Aonde vamos agora, amor? – Danny perguntou a enquanto
caminhavam pelo parque. olhou para Dan ao ouvi-lo a chamando de
amor, e o mesmo sorriu a ela.
- Eu quero algodão doce, Dan! – ela disse ao avistar o vendedor de algodão
doce – Do rosinha! – os olhinhos dela brilhavam, tanto por ver o algodão
doce, quanto pelo que ocorrera há pouco.
- Tá bom, eu compro pra você! – Danny disse indo em direção ao vendedor,
deixando uma feliz batendo palminhas.
Ele voltou com o algodão doce de e foram caminhando de mãos dadas
pelo parque, e quando se cansaram, sentaram num banquinho.
- Gostou do passeio, ? – ele perguntou a ela que ainda se deliciava com
o algodão doce.
- Ameii, Dan! – ela disse dando um pouco do doce a ele.
- Que bom! Eu também amei! – ele falou enquanto comia o algodão que
lhe dera.
- Obrigado Dan! Por tudo! Pelo passeio, por me defender do tarado, por
comprar o algodão doce e por ser tão lindo e fofo comigo – disse
olhando nos intensos olhos azuis de Danny (n/a: e que olhos *-*) e
sorrindo.
- Que isso ! Eu que tenho que agradecer pela sua companhia! – Danny
sorriu para e lhe deu um selinho.
- Ahh! Pára com isso, Dan! – ela dizia envergonhada.
- , pode parecer meio precipitado da minha parte, mas eu queria saber
se você não quer namorar comigo? – Danny olhou nos olhos dela enquanto fazia o pedido.
- E-eu não sei o-o-oq-o que falar, Dan! – gaguejou.
- Diz que sim! – ele disse e sorriu para ela.
- Sim, Dan! Eu quero! – ela disse e o abraçou, beijando-lhe sem pressa,
num beijo calmo e apaixonado.
Capítulo 20
For a walk in the sun!
Tom’s P.O.V.
Acordei bem disposto hoje, também depois de sonhar com a não tinha como não acordar bem. Ontem à noite eu fiquei
aqui a pensar com os meus botões no quanto a e as meninas estão fazendo bem pra gente. Pode parecer estranho, mas eu sinto que elas
não apareceram por acaso nas nossas vidas. Eu acho que era pra nós estarmos todos tristes e talz, afinal eu, Dougie e Harry levamos
chifre das nossas namoradas de longa data.
Acho que de nós três, o Dougie é o que mais tá sofrendo, poxa a Frankie era a garota dos sonhos dele desde sempre, ela que chegou nele e
tudo mais, meu único medo agora é que ele iluda a , porque tá bem obvio que ele ainda gosta da Frankie. Mas enfim deixa eu parar de
pensar nos outros um pouquinho e pensar em mim, vou ligar pra , tomara que ela queira sair comigo hoje.
Combinei direitinho com a que pegaria ela as 13h30, ela perguntou aonde iríamos e eu disse que era surpresa, mas na verdade eu não
tenho a mínima idéia de que lugar eu posso levá-la. Liguei pros caras, menos pro Dougie, e o Harry disse que ia levar a no Hyde, uma
opção a menos, e o Danny disse que ia chamar a pra ir num parque de diversões, bem a cara do Jones mesmo. Ainda não sabia pra onde
levar a e decidi ir tomar meu banho e quem sabe não ter uma idéia.
Durante o banho várias idéias surgiam em minha cabeça, mas nenhuma me agradava muito, até que uma foto no mural do meu quarto me deu a
melhor das idéias até então, vou levar a pra praia! Abri o closet e peguei numa prateleira do alto uns cobertores que usaríamos para
nos sentar e os separei em cima da cama, levaria também meu violão pra tocar pra ela. Separei minha roupa e só de boxer fui pra cozinha
preparar meu almoço. Acho que vou fazer um Tomelette de novo, porque além de prático e rápido, e muito gostoso.
Fiz o Tomelette, lavei a louça que sujei e fui me arrumar, tava dando 13 horas e se eu demorasse muito ia me atrasar. Vesti minha calça
jeans, peguei uma camiseta do Star Wars preta, a vesti e calcei meu all star preto de couro. Penteei o cabelo e arrumei meu topete
(n/a: so sexy your hair Tom! *-*) e passei um perfume não muito forte.
Peguei os cobertores, o meu violão, a carteira e as chaves de casa e do carro, saí trancando tudo e fui até a casa das meninas.
’s P.O.V.
Assim que o Tom desligou, fui à caça da roupa perfeita e depois de muita bagunça e muita roupa jogada no chão, achei
a perfeita. Passei a manhã me preparando psicologicamente pra esse passeio, não poderia surtar na frente do meu covudo, né!
Depois de almoçar decidi tomar banho e me arrumar, sequei o cabelo e o deixei solto, peguei uma presilhinhas prendendo a franja, fiz uma
maquiagem leve, com sombra meio laranjada bem clarinha e um blush pra dar uma corzinha e um gloss rosinha. Passei meu perfume preferido
e fui colocar o vestido e calçar minha sandália. Peguei uma bolsinha e coloquei meus documentos, o celular e algum dinheiro, peguei
também um casaquinho para o caso de esfriar. Fiquei no quarto esperando dar o horário combinado com o Tom, aproveitei pra dar uma ultima
olhada no visual e mudar alguma coisa.
Quando fui pegar meu celular e ele tocou, era o Tom, achei que ele ia cancelar, mas era pra avisar que ele tinha chegado.
Desci e me despedi das meninas, encontrei com a na porta me despedi dela e rumei até o carro de Tom.
- Oi Tom! – disse entrando no carro. Dei um beijo na bochecha dele assim que me sentei.
- Oi ! Preparada pro nosso encontro? – ele sorriu e deu um beijo na minha bochecha também.
- Claro! E muito curiosa pra saber aonde o senhor vai me levar! – sorri e olhei pros lindos olhos castanhos dele.
- Ahh, isso é surpresa! Espero que você goste! – ele sorriu e deu partida no carro indo ao lugar secreto onde seria nosso encontro.
End of ’s P.O.V.
O caminho até a praia mais próxima de Londres foi um pouco longo, mas e Tom foram todo o caminho conversando,
insistindo em saber para onde iam e Tom se recusando a contar e estragar a surpresa.
Depois de mais ou menos 2 horas dirigindo, Tom chegou a uma praia que, pelo horário, ela não estava muito cheia, mas mesmo assim Tom
resolveu arriscar ficar por ali.
Desceram do carro e Tom pegou os cobertores e o violão, e juntos caminharam até uma parte mais vazia da praia. estendeu os
cobertores na areia e eles se sentaram. Ficaram conversando por um tempo, Tom ainda estava receoso sobre o lugar que havia ido com
.
- Espero que não tenha te decepcionado, – Tom disse meio apreensivo.
- Que isso, Tom?! Aqui é lindo! – ela disse com os olhinhos brilhando.
- É que eu não tive idéia melhor do que essa. Mas então, está a fim de escutar música? – ele perguntou se sentando direito, pegando o
violão e o colocando no colo.
- Hmmm, deixa eu ver... – ela fez uma cara pensativa – The heart never lies! – ela disse sorrindo.
- Ok, ! – ele começou a tocar a introdução da música no violão.
Some people laugh,
Some people cry,
Some people live,
Some people die
Some people run,
Right into the fire,
Some people hide,
Their every desire
But we are the lovers,
If you don't believe me,
Then just look into my eyes,
'cause the heart never lies
Tom cantava olhando pro violão, ainda não tinha achado coragem para olhar , essa era uma música muito significativa e muito bonita.
por sua vez balançava a cabeça no ritmo da música. Aquela sempre foi a sua preferida e agora com Tom cantando para ela com toda
certeza iria marcar a vida dela para sempre.
Some people fight,
Some people fall,
Others pretend,
They don't care at all
If you want to fight,
I'll stand right beside you,
The day that you fall,
I'll be right behind you,
To pick up the pieces,
If you don't believe me,
Just look into my eyes,
'cause the heart never lies
Tom criou coragem e enfim olhou para , um sorriso surgiu em seu rosto ao ver a garota com os olhos fechados, mexendo a cabeça no
ritmo da música, ela tentava acompanhar a letra, cantando baixinho. Conforme cantava, Tom sentia que aquela música tinha a ver com eles
e com o que eles estavam vivendo.
Whoa,
Whoa
Another year over,
And we're still together,
It's not always easy,
But I'm here forever
We are the lovers,
I know you believe me,
When you look into my eyes,
Because the heart never lies
Yeah we are the lovers,
I know you believe me,
When you look into my eyes,
'cause the heart never lies
Whoa,
Whoa
Another year over
And we're still together,
It's not always easy,
But I'm here forever
Yeah we are the lovers,
I know you believe me,
When you look into my eyes,
Because the heart never lies,
'cause the heart never lies,
Because the heart never lies
abriu os olhos e o seu olhar cruzou com o de Tom, que tocava olhando para ela. A garota abriu um sorriso e ao ouvir Tom cantar o
ultimo verso, bateu palmas.
- Muito lindo, Tom! – ela batia palmas freneticamente, e seus olhos brilhavam.
- Ahh, que isso ! – ele disse modesto. (n/a: modesto, sei... tsc tsc)
- É sério, Tom! Foi muito lindo – ela sorria.
- Olha , o sol ta se pondo! – Tom disse colocando o violão de lado e se aproximando da garota.
- Nossa, que coisa mais linda! Era o que faltava pra ficar perfeito – ela disse olhando para o sol que estava quase que "tocando" a água.
- Só está sendo perfeito porque tenho você aqui comigo, – Tom disse olhando pra ela, que tinha um brilho intenso no olhar.
- Ahhh Tom, pára com isso! – ela se virou para ele e encontrou novamente o olhar dele sobre ela, só que dessa vez mais perto.
Automaticamente corou e baixou um pouco o olhar, direcionando-os para suas mãos em seu colo.
- Tô falando sério , estar com você aqui hoje deixou tudo mais perfeito – ele se aproximou dela, colocou a mão em seu queixo e
levantou seu rosto, fazendo seus olhos se encontrarem.
- Assim você me deixa envergonhada, Tom – disse tímida.
- Você fica linda de qualquer jeito , envergonhada, nervosa, concentrada... – Tom olhava pros olhos de e às vezes seu olhar
caía sobre os lábios dela.
- Aiiin Tom... – disse manhosa.
- É sério, ... – ele disse aproximando o rosto do dela e logo as respirações de ambos se misturaram e de leve Tom colou seus lábios
nos dela e pediu permissão para aprofundar o beijo, que era calmo.
Curtiram mais um pouco do anoitecer ali na praia e em seguiram para casa.
Capítulo 21
Read between the lines!
*recomendo colocar pra carregar: http://www.youtube.com/watch?v=0bTy2fnhonY
’s P.O.V.
Assim que a saiu de casa, suspirei aliviada e me joguei no sofá.
- Ain, a casa todinha só pra mim! – disse e peguei o controle da TV.
Fiquei deitada ali por um tempo, zapeando os canais à procura de algo decente. Na MTV passava uns clips, mas ao passar um do McFLY
rapidamente eu mudei o canal, a ultima coisa que eu precisava agora era olhar pra cara do Dougie.
Olhei pro relógio e eram 16 horas. Desliguei a TV e liguei o som, aumentei o volume e tocava Muse, Supermassive Blackhole. Aumentei
ainda mais o volume e fui até a área de serviço, peguei vassoura, rodo, um balde e desinfetante, ia fazer uma mini faxina ali.
Comecei pela cozinha, levantei todas as cadeiras e varri a cozinha, misturei um pouco de desinfetante na água e joguei no chão da cozinha,
esfregando com a vassoura e depois jogando pra sala com o rodo, vamos economizar água né people, tirei todos os tapetes da sala e subi
as cadeiras jogando um pouco mais de água com desinfetante e esfregando. Nessa hora começou a tocar Read Between the Lines das
meninas do KSM, me empolguei e comecei a cantar junto com elas. (n/a: pode dar play na música)
Everything used to be simple with you and me
A picture perfect world
I don't know what changed, but you're not the same
You sure know how to confuse a girl
We were all about hanging out
Never had a single doubt
We would be forever more
But lately you're so distant, almost somebody
different
That I never met before
You say it's all right, but something's wrong
I can see it in your eyes
If I turn around, will you be gone
Are we running out of time?
I'm not stupid I see through it
I can read between the lines
Ooh (Ooh)
Ooh, Oh
Cantava junto com as meninas e de certa forma senti que a música lembrava um pouco esse meu rolo com o Dougie, nós nos dávamos bem,
ele era um fofo e tudo mais, mas depois da nossa conversa ele meio que ficou mais distante, não sei.
You used to call to say you miss me
Now I guess you're way too busy
It isn't hard to tell
What we had is fading and
I hear what you're saying
But I don't believe it myself
If it's all good, then I should
Feel better and I could pretend that
Everything's okay
Call it intuition or a premonition
But I can feel you walking away
O fato dele não ter me ligado hoje, sendo que ontem passamos quase que o dia todo juntos me fez ter um pouco mais de certeza disso. O
fato de ele ser o meu McGuy preferido e minha paixão platônica por ele estar mais aflorada esses dias também não tem ajudado em nada, dá
pra ver nos olhos dele que ele ainda é apaixonado pela Frankie, mesmo depois de tudo que ela fez pra ele.
You say it's all right, but something's wrong
I can see it in your eyes
If I turn around, will you be gone
Are we running out of time?
I'm not stupid I see through it
I can read between the lines
Ele podia dizer que estava tudo bem e tudo mais, mas no fundo ele ainda estava muito abalado com tudo isso. Afinal a Frankie era a garota
dos sonhos dele desde sempre. Eu sempre disse pras meninas que, pra mim, o namoro deles era puro interesse, por parte dela, ela tava
começando com a banda, o McFLY já estava firme no mercado da música e faziam cada vez mais sucesso, ela quem deu em cima dele e o chamou
pra sair e até parece que ele ia recusar, né? Solteiro, lindo, cobiçado e ela linda, solteira e a garota dos sonhos dele o chamando pra
sair, nem pensar duas vezes o Poynter pensou. Creio que essa história dela o estar chifrando há meses serviu pra confirmar essa minha
teoria.
Guess I've been wasting time
I couldn't read the signs
But don't you worry 'cause
I know how to say goodbye
Por mais que eu sentisse que quanto mais tempo perto do Poynter ficasse, mais o sentimento que eu nutria por ele cresceria, e chegaria
uma hora em que não saberia como me afastar dele, pelo menos nesse um mês e meio aqui em Londres. Quando voltar pro Brasil vai ser mais
fácil "esquecer" o Poynter, pois eu tenho certeza de que depois de um mês ou menos ele nem vai se lembrar mais de mim.
Continuei minha faxina e passei o pano pela cozinha e pela sala, coloquei os móveis no lugar de volta e assim que terminei subi pra
tomar um banho. Olhei no relógio e já estava dando 17h30, eu sabia que as meninas não iriam voltar tão cedo e decidi dar uma volta pelo
bairro.
’s P.O.V.
Muita gente deve me achar maluco por ficar seguindo os caras do McFLY por aí, já me chamaram de gay e o escambal
(n/a: é assim que escreve escambal?) mas ninguém sabe o porquê de eu realmente os seguir.
Mais uma vez, eu estava de tocaia na McFLY Village, esperando algum deles sair, vi o Tom e o Harry saírem quase que ao mesmo tempo e
indo na mesma direção. Os segui, é claro, e vi os dois parando em frente a uma casa, nenhum dos dois saiu do carro o que me fez crer que
eles estavam esperando alguém.
Vi duas meninas saindo da casa e cada uma indo em direção a um carro, me lembrei de já ter seguido o veadinho do Dougie até aquela casa,
lembro que ele ficou o dia todo aí e, à noite, os outros McGays apareceram também. Isso significava que eles já estavam seguindo em
frente depois dos chifres que eu coloquei neles, bom saber disso.
Decidi voltar pra Village, pra ver se o Dougie ou o Danny também iriam sair. Chegando lá vi certa movimentação na casa do Danny e nada
na casa do Poynter. Tomara que ele não tenha saído por que senão ferrou! Fiquei mais um tempo vigiando a Village e vi o carro do Danny
sair do estacionamento, pra variar o segui e pra minha surpresa ele foi até a mesma casa que Tom e Harry. Ele também ficou no carro e
uma outra menina, tão bonita quanto às outras duas, saiu e foi até seu carro, os segui até um parque de diversões e na primeira
oportunidade dei em cima da garota do Jones.
Me aproximei dela aos poucos, sem antes esquecer de ver se o Jones já estava longe.
- O que uma gatinha linda como você faz aqui sozinha? – perguntei à ela e vi que a mesma se assustou.
- Eu não estou sozinha! Meu namorado foi comprar um refrigerante pra mim, só isso – ela disse meio nervosa e assustada. Então quer dizer
que o Jones tá namorando e não divulgou pra imprensa.
- Mas eu tô te observando há um tempo e não vi nenhum namorado com você. Qualé gatinha?! Não mente pra mim não, não vou te machucar, pelo
contrario, só vou fazer coisas gostosas contigo – menti e me aproximei falando no ouvido dela que me olhou assustada e se afastou.
- Olha, você acredita em mim se quiser ou não, o problema é seu! Eu vim com o meu namorado e quando ele chegar não vai gostar nada de
saber que você estava me enchendo o saco aqui – me segurei pra não rir na cara dela, até parece que o Jones ia fazer alguma coisa.
- Calma gatinha, no stress! Não vou fazer nada que você não queira – continuei jogando charme pra cima dela e a segurei pela cintura.
Quando eu menos esperava o bundão do Jones apareceu.
- Ele tá te incomodando, amor? – o Jones falou e meio que confirmou minhas suspeitas de que eles estavam realmente juntos.
- Na verdade ele tava sim, amor! – ela se afastou de mim, o abraçou pela cintura e pegou o refrigerante da mão dele, então foi isso que
ele foi fazer - Obrigada, amor! – ela disse e selou os lábios nos do Jones.
- De nada, minha linda! – o Jones sorriu, merda já vi que essa vai ser difícil de conquistar – E então cara, o que você queria com a
minha namorada? – ele perguntou olhando pra mim, sem tirar a mão da cintura da namorada.
- Err... Não era nada não! Eu achei que ela tava sozinha – disse tranquilo olhando pro casal.
- Vem cá, eu não te conheço de algum lugar não? – Jones perguntou olhando pra mim. "Merda! Fodeu!" pensei.
- Err... Acho que não, cara! – disse antes de sair rapidinho de lá.
Entrei no meu carro de resolvi voltar pra tal casa das garotas, se eu estiver certo e os McGays estiverem de caso com elas, o Poynter
deve aparecer por lá.
Parei meu carro ali perto e fiquei vigiando a casa, ouvi uma música alta, mas nada do Poynter aparecer, ele não poderia já estar lá,
pois seu carro não tava parado na porta. Liguei na casa dele pra ter certeza e no segundo toque ele atendeu, desliguei e continuei a
vigiar a casa. Já tinha um plano em mente. Se o pequeno Poynter era o único que não tinha ido ver a sua garota essa seria a minha
primeira vítima. Já tinha tirado a garota dos sonhos dele e agora iria tirar mais uma garota do Poynter.
’s P.O.V.
Assim que saí do banho, fui até o closet procurar uma roupa pra vestir, peguei uma calça preta, uma camiseta rosa com
o desenho do Snoop e uma sapatilha rosa. Prendi o cabelo num rabo de cavalo alto e deixei os cachinhos do rabo soltos, passei lápis e
rímel nos olhos e um gloss cor de boca nos lábios, um pouquinho de perfume e pronto. Peguei o celular e um pouco de dinheiro e coloquei
no bolso da calça. Desci até sala e peguei um papel e caneta.
“Meninas,
Fui dar uma volta pelo bairro e espero não me demorar muito!
Quem chegar primeiro e estiver com fome prepara a comida.
Não se preocupa em preparar pra mim pq eu vou comer na rua.
Qualquer coisa é só ligar no meu celular!
Xx, ”
Coloquei o bilhete na mesinha onde a gente joga a chave, peguei a chave da porta e saí trancando a casa. Passei pelo portão e o tranquei
também.
Caminhei pela rua tranquilamente, mas tinha a sensação de estar sendo seguida. Virei-me algumas vezes pra trás e não vi ninguém, dei de
ombros e continuei caminhando. Andei mais alguns minutos e parei ao ver que estava perto de um parque. Fui até ele e me sentei num dos
bancos de onde eu tinha vista pro laguinho do parque. Fiquei ali observando as pessoas e vendo o que elas faziam, algumas crianças
brincavam no parquinho que lá havia, alguns casais passeavam de mãos dadas, com toda certeza o que mais me doeu de ver, e algumas
famílias passeando juntas nesse finalzinho de tarde.
Estava tão distraída pensando na vida e no que estava acontecendo comigo nos últimos dias, que nem notei que haviam sentado ao meu lado.
Virei-me pra olhar pra ele e não teve como não olhar duas vezes, o cara era lindo! Ele era moreno, com o cabelo curto meio arrepiadinho,
tinha olhos verdes, estava com um casaco e uma camiseta pretos da Hurley, calça jeans escura e um Adidas preto com listras brancas nos
pés. E o perfume? Meu Deus, que homem mais cheiroso! Como eu sei? Deu um ventinho e o cheiro dele veio na minha direção. Acho que ele é
alto, não tenho muita certeza porque eu e ele estamos sentados.
- Oi! – ele disse me fazendo despertar dos meus pensamentos, que estavam começando a ficar impuros, com relação a ele.
- O-oo-oi! – tentei dizer sem gaguejar, mas não deu, como vocês perceberam. Patética, eu sei.
- Desculpa ser meio direto, mas o que uma gracinha como você faz sozinha aqui no parque uma hora dessas? – ele me perguntou e sorriu. Q
ue sorriso! Babei!
- Ahh! Sabe o que é? Minhas amigas saíram com os peguetes delas e eu fiquei sozinha em casa, não tinha nada pra fazer, fiz uma mini
faxina e ainda assim não tinha mais nada pra fazer, tomei banho e decidi caminhar pelo bairro e cá esto. – terminei de falar e suspirei.
Ele começou a rir e eu corei. Merda falei demais.
- Nossa, que amigas essas suas hein?! Arranjam peguetes e te deixam sozinha – ele disse olhando pra mim.
- Pois é né, colega – disse cruzando as pernas – Aliás qual seu nome, hein colega? – perguntei sorrindo.
- Verdade! É e o seu, colega? – ele riu, meio que entrando na brincadeira do colega.
- Encantada, ! Eu sou , mas pode chamar de – disse estendendo a mão a ele, que a pegou e deu um beijinho.
- Encantado estou eu, ! – ele disse chegando mais perto e eu corei.
Ficamos conversando por mais um tempo, quando vi, já havia anoitecido e eu estava começando a ficar com frio. como um bom inglês,
gentleman que é, me emprestou seu casaco e me acompanhou até em casa. Chegando à porta eu devolvi seu casaco e o abracei
agradecendo.
- Obrigada, ! O finalzinho de tarde foi muito agradável com a sua companhia.
- Eu que o diga, – ele foi se aproximando e quando vi que ele ia me beijar, virei o rosto, o fazendo beijar o canto da minha boca.
- Tchau, ! Até outro dia – me despedi dele e fui abrindo o portão pra entrar.
- , espera! Me dá seu telefone? – ele pediu dando aquele sorriso que me faz babar.
- Ah tá. Peraí – peguei meu celular e entreguei pra ele, enquanto ele me entregava o dele. Anotei meu número e o devolvi.
- Agora sim, tchau! – dei um beijo no rosto dele e entrei.
- Tchau, ! – ele disse e foi na direção oposta a do parque.
Entrei em casa e ainda estava silenciosa, olhei no relógio e ia dar 21 horas. Como tinha comido na Starbucks com na volta pra
casa, não estava com fome, subi pro meu quarto e deitei em minha cama, um sorriso surgiu em meu rosto ao lembrar do tempo que passei com
, e vi que durante todo o tempo que passei com ele nem por um minuto pensei em Dougie Poynter.
Cara, isso é bom! Muito bom! But, anyway, vamos ver no que vai dar esse lance com ele.
Capítulo 22
Things that you say!
Dougie’s P.O.V.
Pra variar acordei tarde, a Frankie ainda povoava meus pensamentos, mas dessa vez ela tinha companhia. Foi bom acordar
pensando na baixinha, mesmo sem saber ainda, ao certo, o que eu sinto por ela. É estranho, não me pergunte por que, mas é! A baixinha é
diferente de todas as garotas que eu já conheci, e isso inclui a Frankie. Ela é diferente, tem um jeitinho todo meigo e único, é simples,
pé no chão, enfim ela é encantadora.
Apesar de ela ser isso tudo, eu não consigo sentir por ela nada mais do que amizade e vendo os dudes ficando com as amigas dela, decidi me
afastar um pouco pra que ela não pense que eu quero o mesmo com ela. Mesmo ela sendo uma baita de uma gata, e sendo o meu número não
consigo a enxergar dessa forma.
Depois de ficar um bom tempo deitado na minha cama refletindo sobre isso, resolvi me levantar e ligar pros guys pra fazermos um programa
de macho.
Liguei pro Harry e ele disse que ia sair com a , liguei pro Danny e ele ia sair com a , liguei pro Tom já imaginando que ele fosse
sair com a e apenas confirmei isso com a minha ligação.
Ouvi meu estômago roncar e desci pra cozinha a fim de procurar algo pra comer e vi que minha geladeira estava quase vazia.
Sem ter o que comer, sem amigos pra curtir a fossa comigo, não me sobrou muita coisa a fazer a não ser pensar na vida e no belo par de
chifres que levei. Fui pra sala e me joguei no sofá, estava disposto há passar o dia vegetando em casa.
Não sei em que momento, mas eu acabei adormecendo ali no sofá e tive um sonho muito estranho. Sonhei com o dia que passei com a .
Mais precisamente com uma das conversas que nós tivemos. Essa é outra coisa que eu gosto na , ela estava atenta a tudo que eu falava,
ouviu todos os meus problemas durante um bom tempo e ainda tentou me ajudar.
FLASHBACK ON
Eu e estávamos na sala conversando sobre o meu namoro com a Frankie.
- Ahh , eu não sei dude! Por mais que eu sinta um ódio tremendo por ela, eu também a amo muito, sabe? – disse olhando pra que
me encarava enquanto eu falava, o que me deixou um pouco desconfortável nos primeiros 15 minutos de conversa, mas agora depois de
algumas horas já não me assustava mais.
- Ai Doug, é complicado mesmo. Vocês ficaram juntos um bom tempo e o que ela fez foi muito desleal – ouvi a baixinha dizer, ela
mantinha um tom meigo em sua voz, o que de certa forma me confortava.
- Eu sei! Além de ter partido meu coração, ela feriu meu ego, ! Po, nenhum homem gosta de levar chifres – disse um pouco alterado,
reação comum, pois reajo assim todas as vezes que falo do chifre.
- Verdade, Doug! – ela riu um pouco, mas logo voltou a ficar séria – Bem, pra mim, uma pessoa só trai a outra quando não existe mais
amor entre elas. Porque pra mim, quem ama não trai. E desculpa toda a minha sinceridade, mas eu nunca achei que a Frankie estivesse com
você só pelo amor e pela pessoa que você é – ela abaixou a cabeça assim que terminou de falar isso.
FLASHBACK OFF
No meu sonho essa conversa se repetia várias e várias vezes, e essas últimas palavras da tinham bastante ênfase. Ela não foi a
primeira pessoa a me falar isso e com certeza não será a ultima. Minha própria mãe falou isso, e bem eu não dei muito ouvido a ela, pois
fiquei com a Frankie por muito tempo. Mesmo muita gente tendo me falado isso, foi só quando a falou que meio que caiu minha ficha.
Ela me chamou pra sair na mesma época que o The Saturdays estava começando a aparecer na mídia.
Quando começamos a namorar, ela quem falou primeiro pra imprensa que estávamos juntos. Ela me fazia de gato e sapato! Desde motorista a
carregador. Cara, como eu pude ser tão otário! E ela bem que se deu bem com isso tudo! Ganhava presentes caros, graças a minha fama a
banda dela ficou famosa, e mesmo assim a vadia me colocou chifres!
Levantei apressado e olhei no relógio, ainda tava cedo, ia dar 17 horas, com certeza a devia estar sozinha em casa como da outra
vez. Fui correndo pro banheiro e tomei um bom e demorado banho. Me arrumei, peguei as chaves de casa e do carro e saí em direção a casa da
.
Cheguei à casa da e olhei no relógio, já passava das 18h30. Notei que a casa estava escura e silenciosa, parecia estar vazia e ao
notar isso me bateu um pouco de arrependimento por ter tentado me afastar da .
Da outra vez que vim aqui e ela estava sozinha em casa dava pra ouvir da esquina o som alto e hoje além de não ouvir nada, as luzes estão
todas apagadas.
Peguei o celular e liguei pro telefone da casa, chamou até cair na caixa postal, resolvi não deixar recado e quando fui ligar pro celular
da , a bateria do meu celular acaba. Maldita hora pra acabar a bateria!
Fui até a porta e toquei a campainha várias vezes, mas ninguém atendeu. Com certeza a deve ter saído e nenhuma das meninas deve ter
voltado ainda.
Voltei pro carro e fui em direção a Starbucks que tinha ali perto, olhei ao redor e não vi ninguém parecido com a , fui novamente pro
carro e decidi dar uma volta ali pelo bairro pra ver se via a por ali. Não tive muita sorte e parei em frente ao um parque maneiro
que tinha lá no bairro.
Como estava à noite, não vi perigo algum em ser atacado por fãs, caminhei até um banco com vista pro laguinho do parque e me sentei nele.
Fiquei olhando para o lago, vendo o reflexo dos prédios ali perto nele e a lua que estava meio encoberta por algumas nuvens, mas ainda
assim dava o ar de sua graça.
Algo naquele sonho de certa forma me fez rever a minha decisão de me afastar da , mas não mudou ainda o fato de que eu não podia me
envolver com ela. Não porque não gostasse dela, mas sim porque não estou pronto pra me envolver com alguém de novo, não por pelo menos
alguns meses.
Acho que por pensar tanto na , senti o perfume dela ali, naquele banco, como se ela tivesse ido no parque e se sentado naquele mesmo
banco. Sorri com o meu pensamento e fui pro carro, por já ter escurecido, a ou alguma das meninas já deve ter voltado pra casa.
Quando estava chegando perto da casa das meninas, vi um casal parado em frente à porta delas, e estacionei um pouco afastado. Tentei
forçar um pouco a vista pra ver se era alguém conhecido e ao ver a garota se afastando do cara eu tive certeza que era a , só a
baixinha tem aquele jeito de andar e todo aquele estilo. Senti um aperto no peito ao ver que a minha baixinha não era só minha. (n/a:
Agora ela é sua, né? i.i)
Fiquei olhando pro cara que sorria alegremente e ia em direção a um carro parado perto da casa da . Aquele carro não me era
estranho... E ao passar ao meu lado, pude olhar bem pro motorista e ele definitivamente não me era estranho. Esse veado ia me pagar, já
não bastava ter me tirado a Frankie, agora ele vai querer também me tirar a baixinha? Ahhh, isso eu não vou deixar!
Esperei mais um tempo antes de ir à casa das meninas. Toquei a campainha e esperei ansioso para que a minha baixinha fosse abrir a porta.
Pude ouvir um "Não acredito que alguém saiu e esqueceu de levar a chave!" e logo a porta foi aberta, revelando uma sorridente que ao
me ver mudou de sorridente para surpresa.
- Do-Do-Dou-Dougie?
Capítulo 23
Here we go again!
Frankie’s P.O.V.
FLASHBACK ON
Depois de passar a noite algemada à cama como Poynter havia me deixado, eu acabei adormecendo e acordando no dia seguinte com o sol
batendo em meu rosto. Pra minha infelicidade, eu tinha dispensado a empregada, pois achava que iria ficar mais tempo com o Dougie e não
ia ser nada legal ela me ver com ele, sendo que ela me vê mais com o aqui do que com ele.
Meus braços já estavam doloridos quando eu ouvi a porta sendo fechada. Tinha me esquecido que todas as manhãs o vem aqui em casa,
ele vai ser a minha salvação!
- É VOCÊ? – gritei do quarto, torcendo pra que tenha sido alto o suficiente para
que ele tenha escutado.
Para minha sorte, ele ouviu! Algum tempo depois ele chegou até aqui e ao ver o que o veado do Dougie escreveu na porta e olhar pra mim
presa na cama, nua e com alguma coisa escrita na testa o desgraçado riu. Riu não, gargalhou.
- Eu sei que a cena deve estar muito engraçada, mas dá pra você me tirar daqui?! Estou ficando sem circulação nas mãos – disse já muito
irritada e agitando um pouco as mãos.
- Tá bom, tá bom! Já estou indo, nervosinha – ele disse se aproximando e pegando as chaves das algemas na mesinha de cabeceira.
- Obrigada! – disse assim que me soltei.
- Isso foi obra do Poynter? – ele perguntou, me olhando.
- Foi sim. Não sei como, mas ele descobriu sobre a gente – falei enquanto massageava meus pulsos. Olhei para e vi que ele
empalidecer.
- Como assim ele sabe sobre a gente? Ele sabe quem sou eu? – ele se alterou, estava nervoso e com medo?!
- Parece que ele viu a gente juntos – disse, e minha voz saiu quase como um sussurro, já sentia o cansaço tomar conta do meu corpo.
- Hey amor, relaxa ok? O que importa agora é que nós vamos poder ficar juntos sem ninguém pra nos atrapalhar – disse me abraçando
e me deitando calmamente na cama.
- Obrigada, amor – disse baixinho e sentindo meus olhos pesarem.
FLASHBACK OFF
Depois daquele dia, eu só encontrei o mais uma vez e bem rápido. Parecia que ele estava me evitando, as marcas em meus pulsos já
estavam sumindo e eu não precisava mais passar tanta maquiagem para escondê-las.
Como o Dougie havia me pedido eu não o procurei mais, fui a casa dele pegar minhas coisas, mas me certifiquei que ele não estaria lá. Já
não gostava dele há um tempo, e sendo bem sincera nunca gostei muito dele, não da mesma forma que ele gostava de mim. Basicamente comecei
a sair com ele pra pegar carona em sua fama e divulgar a minha banda, coisa que deu super certo por sinal.
Mas eu nunca senti nada por ninguém, como o que eu sinto pelo . Ele me faz tão bem. Mas enfim, tá muito estranho esse sumiço dele.
Nem atender as minhas ligações ele atende mais.
Ainda encucada com o sumiço dele, resolvi o seguir por uns dias. No primeiro dia, chamei a Vanessa pra me acompanhar, daí fomos no carro
dela, que ele não conhecia. Sorri ao vê-lo saindo de casa e indo até o carro, carro aquele que eu ajudei a pagar, o seguimos e vi quando
ele parou em frente à casa da Giovanna. Fiquei em choque quando a vi entrar no carro e o beijar, senti as lágrimas escorrendo pelo meu
rosto, mas ainda em choque não conseguia ao menos mover os braços e as enxugar. Vanessa viu o estado em que me encontrava e rumou de volta
a minha casa, senti quando o carro parou e ela me abraçou bem apertado.
- Não fica assim, amiga. Ele não merece uma lágrima sua sequer – Nessa disse me abraçando bem apertado.
- Eu sei amiga. Mas eu queria saber o porquê disso tudo. – disse pra ela, já recuperada do choque e soltando-a do abraço.
- Se ele usou você e a Giovanna, com toda certeza usou a Izzy também, o que me leva a crer que ele quer atingir a banda, Frankie –
Vanessa disse séria.
- Será, Nessa? – ainda um tanto quanto incrédula saí do carro e caminhei até a porta de casa.
- Vai ficar bem, amiga? – Vanessa me perguntou e eu sorri de lado.
- Vou sim! Só preciso ficar sozinha um pouco e pensar em tudo que aconteceu – disse abrindo a porta. Da porta joguei um beijo para
Vanessa e entrei.
O que será que o tem contra o McFLY? Com essa pergunta ecoando em minha cabeça, peguei meu laptop
e comecei a pesquisar sobre ele e tentar achar alguma ligação dele com a banda. Não iria descansar enquanto não descobrisse algo.
Capítulo 24
Nothing compares to you!
’s P.O.V.
Tava toda distraída deitada, com um babydoll e um par de havaianas rosa, em minha cama, quando ouço a campainha.
- Não acredito que alguma das lesadas esqueceu as chaves! PQP, viu?!
Desci as escadas sorrindo e já gritando e ao abrir a porta, eu esperava ver qualquer pessoa menos a que estava a minha frente.
- Do-Do-Dou-Dougie? – disse mais do que surpresa e olhando pra ele, que sorria lindamente.
- Minha baixinha! – ele disse entrando, me olhando de cima a baixo e me abraçando em seguida. Deus! Ele tava tão cheiroso e tão lindo!
Tava com uma calça jeans com cara de surrada, uma camisa xadrez e um vans vermelho.
- Dougie, eu preciso respirar! – disse num sussurro e o senti afrouxar o abraço e vi que ele estava arrepiado. Não sabia que tinha esse
poder sobre o Poynter.
- Desculpa, baixinha! – ele me soltou e riu – Como você tá, minha linda? – ele me perguntou sorrindo e já dentro da casa.
- Pode entrar, Poynter! Sinta-se em casa – disse meio irônica – Eu tô bem e você? – fechei a porta e fui até a sala onde o Poynter já
havia se instalado e se jogado no sofá.
- Tô muito bem, baixinha! Você passou o dia dormindo foi? Eu liguei umas 3 vezes aqui e ninguém atendeu – ele disse olhando pra tv, que
a essa altura tinha sido ligada pelo próprio.
- Eu saí. Assim que as meninas saíram eu fiz um faxina básica aqui e depois saí pra dar uma volta. Você deve ter ligado na hora que eu
estava fora – me acomodei na poltrona e fiquei olhando pro Poynter e pra folga dele.
- Saiu sozinha, baixinha? – ele olhou pra mim.
- Saí! Fui caminhando por aqui, pra conhecer as redondezas e acabei parando no parque. Fiquei um tempo lá, olhando pros patinhos no lago.
Conheci um cara lá e depois fui lanchar na Starbucks – disse olhando também pra ele.
- Legal! Mas porque não me ligou, baixinha? – ele fez uma carinha de cachorrinho sem dono e eu não resisti e sorri.
- Ah! Depois da nossa ultima conversa eu achei que seria melhor te deixar um tempo sozinho. E também vocês estão de férias, tem que
descansar não serem as babás de 4 brasileiras perdidas em Londres – disse rindo.
- Eu não me importo de ser sua babá, ! – ele olhou nos meus olhos e sorriu.
- Oun Dougie! Se você queria passar à tarde comigo de novo era só ter ligado – disse olhando pra ele e sorrindo de lado.
- Ahhh! Eu pensei que você ia fazer que nem aquele dia. Achei que você ia passar o dia em casa. Mas eu liguei! Só que você não tava em
casa! – ele disse sério.
- Eu fiquei sozinha em casa por um bom tempo, você que ligou justamente na hora em que eu saí – olhei pra ele séria também.
- Tá bom, ! Eu não vim aqui pra brigar com você, muito pelo contrário – ele sorriu e veio até a poltrona, se sentando no braço dela
e me abraçando meio de lado. – E aí, o cara do parque era legal? – ele me perguntou ainda ao meu lado.
- Er... Era sim! Bem legal! E bonito – disse a ultima parte bem baixinho, torcendo pra que ele não tivesse ouvido.
- Que bom! Ele era mais legal que eu? – e eu fiquei surpresa.
- Er... – não sabia o que falar – Que pergunta é essa, Dougie? Claro que ele não é mais legal que você! Você ainda é meu rockstar
preferido! – disse rindo meio nervosa, de certa forma tinha me saído bem. Não era bem uma mentira, pois o não era tão legal
quanto o Poynter, nem tão bonito, mas tinha que agradar o meu rockstar, né!
- Bom mesmo! – ele riu e se sentou no meu colo.
- Dougie! Você é pesado! – disse de forma manhosa e arrastada.
- Repete! – ele me olhou sorrindo e eu juro que vi um brilho no olhar dele.
- Repetir o quê? Que você é gordo e pesado? – disse sentindo minhas pernas doendo.
- Não, baixinha! Repete meu nome daquele jeito que você falou – ele olhava nos meus olhos e o brilho ainda estava lá – E eu não sou
gordo! Tô até que gostoso!
- Dougie! Saí, por favor! – disse manhosa e vi um sorriso malicioso no Poynter, o que por um lado me preocupou, mas por outro me fez
pular de alegria, por dentro é claro.
- Pronto, baixinha manhosa! – ele se sentou no sofá, e me puxou com ele, me fazendo sentar em seu colo.
- Baixinha manhosa, Dougie? Tinha coisa melhor não? – ele sorriu e me deu um beijo na trave. Ok! É oficial! Dougie Poynter
definitivamente tirou o dia pra me confundir!
- Ainda não consegui pensar em coisa melhor, – ele disse rindo.
- E nem vai pensar né? – disse e tomei um tapa na coxa – Que abuso é esse, Dougie? – perguntei esfregando onde ele havia batido.
- Uai abuso nenhum, ! Eu não sou seu rockstar favorito?! Eu posso tudo! – ele disse e o sorriso
malicioso voltou a aparecer em menos de meia hora.
- Nem tudo, pequeno Poynter! – disse saindo do colo dele.
- Aonde você pensa que vai, mocinha? – ele disse me puxando de volta e me apertando num abraço, fazendo com que nossos rostos ficassem
bem próximos.
- Eu ia me sentar no sofá, Dougie. Não posso fazer isso mais não? – disse olhando pra ele e me surpreendendo com tamanho autocontrole da
minha parte.
- Poder até pode, zinha! Mas aqui tá tão bom! – ele dizia, olhando ora pros meus olhos, ora pra minha boca.
- Tá bom é? – disse já mandando o autocontrole pra bem longe e aproximando mais meu rosto do dele quando...
- ! Cheguei!
Capítulo 25
Oops! I did it again!
’s P.O.V.
- ! Cheguei! – disse entrando em casa e pegando
e o Dougie no maior clima. Merda! Hora errada!
- O-o-oi, – disse se levantando e arrumando a roupa dela. Tadinha
tava toda vermelha.
- A tá aí, ? – o Tom entrou perguntando – E aí Doug! Não pensei
que te encontraria aqui hoje. Não depois da tua ligação – Tom disse despreocupado, se sentando na poltrona. É ele não percebeu o clima.
- Ahh! Mudei de idéia depois de um tempo – o Dougie disse passando a mão nos cabelos, demonstrando nervosismo.
- Ah tá! E aí , tudo bem? – Tom perguntou e olhou para minha amiga – Já ia dormir,
? – ele franziu a testa olhando pra ela e eu ri.
- Mais ou menos, Tom! É que quando o Dougie chegou eu já estava me preparando para deitar – disse
ainda vermelha e sem olhar pro Poynter.
- Ah tá! Vamos nessa, Doug? – Tom chamou o amigo.
- Vamos sim, Tominus! – ele se levantou e deu um beijo no rosto da – Dorme bem, baixinha.
- Você também, baixinho! – disse sorrindo e olhando pro Dougie.
- Tchau , até mais! – Tom disse dando um beijo no rosto da também.
- Tchau, Tommy! – ela disse sorrindo.
Levei os meninos até a porta e me despedi deles.
- Até mais, ! – Dougie disse me abraçando e indo até seu carro em seguida.
- Tchau, Little Poynter – disse acenando pra ele.
- Adorei a nossa tarde, ! – Tom disse me abraçando pela cintura e colando a testa na minha.
- Eu também, Tom! Muito obrigado pela tarde de hoje! – disse sorrindo e olhando em seus olhos, me segurei quando o vi sorrir e deixar
aquela covinha à mostra.
- Boa noite, minha linda! – ele disse e me deu um selinho demorado.
- Boa noite, Tom! – eu respondi e dei alguns selinhos nele antes de entrar e fechar a porta.
Entrei em casa e vi a ainda sentada no sofá.
- Okay dona , eu vou tomar banho e me trocar e você vai me explicar direitinho o que tava rolando
quando eu cheguei – disse olhando séria pra ela.
- E você vai me contar como foi seu passeio e como foi sua pegação com o Tominus! – ela disse rindo e se deitou no sofá.
- Feito! Mas você vai começar! Já volto! – disse jogando um beijo pra ela e subi as escadas.
Cheguei ao meu quarto e fui até o armário separar uma roupa, peguei uma blusa azul e um shortinho branco, peguei minhas havaianas brancas e
coloquei em cima da cama junto com a lingerie.
Entrei no banheiro e tomei um banho demorado, mas não lavei os cabelos.
Saí e me vesti, penteei os cabelos os deixando soltos.
Desci e vi a cochilando no sofá, aproveitei e fui à cozinha beber água. Notei a sala e a cozinha mais
limpas e com um cheiro bom, provavelmente a deve ter feito uma faxina enquanto o Dougie não apareceu.
Voltei à sala e acordei , me sentando na poltrona logo em seguida.
- Pode começar a contar tudo, zinha! – falei e olhei pra ela que ainda se espreguiçava.
- Ain, nem tem muito que contar – ela disse e se acomodou no sofá – Todas vocês saíram e eu aproveitei pra limpar a cozinha e aqui, a
sala, daí terminei umas quatro e pouco da tarde e decidi ir dar uma volta no quarteirão. Descobri um parque muito fofo aqui perto. Nesse
parque conheci um cara muito lindo e legal, fiquei conversando com ele até umas sete e meia e ele me deixou aqui –
continuou.
- Ele era gato? – perguntei curiosa – Qual o nome dele?
- Era gato sim! Muito gato e muito cheiroso! Ele se chama ! Lindo de morrer ele! – ela disse e
sorriu – Mas continuando, voltei pra casa e me despedi do , entrei, subi pro quarto, me troquei e
deitei na cama pensando no que tinha rolado de tarde, daí a campainha tocou e eu pensei que era uma de vocês e quando eu abri era o
Dougie.
- Isso explica sua roupa – disse rindo – Mas me conta, como vocês foram parar no sofá e naquela posição.
- Ah, isso começou quando o folgado do Dougie sentou no meu colo, daí eu disse que ele era pesado e fiz manha. Ele me chamou de gatinha
manhosa, saiu do meu colo e me puxou pro colo dele, daí ele ficou me provocando, eu tentei resistir, juro que tentei
, mas tava difícil – ela disse olhando pra mim – E você chegou na hora que eu ia mandar meu
autocontrole de volta pro Brasil! E foi isso! – ela disse sorrindo.
- Que paia! Atrapalhei o primeiro beijo de vocês! – falei meio cabisbaixa.
Tinha conversado com Tom sobre a e o Dougie, e ele disse que acha que a
vai fazer muito bem pro Poynter, e eu concordo plenamente.
- Então, e você mocinha? Como foi sua tarde com o Mr. Dimple? – me perguntou rindo e eu contei a ela
como tinha sido meu passeio com Tom e como rolou nosso primeiro beijo.
sorria e batia palmas nos momentos mais fofos, estilo foquinha.
Depois de contar tudo a , ficamos conversando por mais um tempo, até que ela se levantou dizendo que
ia dormir.
Despedimo-nos e ela subiu. Fiquei na sala vendo TV até que a chegou. Contei tudo a ela, inclusive o
episódio e Dougie que eu interrompi e ela me contou seu passeio com o Judd. Conversamos mais um pouco
e subimos, eu fui dormir e ela tomar banho. Com isso acabamos nem esperando pela .
Capítulo 26
Aunque Sea El Motivo De Mi Delirio!
’s P.O.V.
OMG! Posso surtar agora?
Daniel Alan David Jones me pediu em namoro e eu aceitei!
OMG! Parece sonho! *-*
Assim que saímos do parque, fomos a um restaurante e em seguida o Dan me levou a casa dele dizendo que tinha uma surpresa pra mim lá. Tá vou
surtar mesmo agora! Será que ele vai querer algo comigo? Ai meu Deus! Será que ele vai querer transar comigo? OMG! Melhor não! Claro que
quero que minha primeira vez seja com ele, mas não tão rápido assim!
Ok, respira ! Respira e se acalma! O Danny não vai querer te levar pra cama na primeira noite!
Ao chegarmos a casa do Dan vimos as luzes acesas e por um momento esqueci que o Antony morava com o Danny. Respirei um pouco aliviada e
relaxei mas ao entrarmos fiquei em choque, pois a mãe e a irmã do Danny estavam lá!
- Mãe? Vicky? O que fazem aqui? – Danny perguntou, tão surpreso quanto eu.
- Eu não acredito que você se esqueceu que viríamos passar uns dias aqui enquanto nossa casa é dedetizada? – Kathy, a sogrinha, disse e ela
parecia meio irritada.
- Er... Esqueci, mãe! – Dan disse e coçou a cabeça – Você sabe como eu sou esquecido! E por que vocês não me ligaram avisando?
- A gente ligou, mas seu celular dava fora de área direto! – Vicky disse – Quem é essa, Danny? É a ? – é mais do que obvio de que eu
choquei quando ela disse meu nome.
- É ela mesmo! Mãe, Vicky, essa é a , minha namorada! – ele me apresentou a elas, sorrindo – Amor, essa é a minha mãe, Kathy, e
minha irmã, Vicky.
- Muito prazer! – disse estendendo minha mão a Kathy e em seguida à Vicky – É um prazer conhecê-las.
- O prazer é todo nosso, ! – Kathy disse sorrindo. – É bom conhecer a garota que tem feito o meu menino sorrir desse jeito – achei
que ela fosse apertar as bochechas do Dan agora.
- Ah, pode ter certeza de que ele me faz sorrir bastante também! – disse envergonhada.
Ficamos conversando os quatro por um bom tempo, perdemos a noção da hora. Só nos tocamos quando eu bocejei pela terceira vez seguida e Kathy
olhou as horas.
- Deus, como está tarde! – Kathy exclamou. – Vai dormir aqui, ? – ela me perguntou.
- Nossa, é mesmo Kathy! Está bem tarde! – disse me espreguiçando – Não tenho nenhuma roupa e também não avisei as meninas que dormiria fora,
então não vou dormir aqui hoje, Kathy! – sorri.
- Não, amor! Fica aí! Amanhã cedinho te levo – Dan falou.
- Acho melhor não, Danny! Um outro dia eu venho dormir aqui, ok? – disse e dei um selinho nele que fazia bico.
- Tá bom, né?! – ele se levantou e foi até as escadas. – Espera só eu trocar de roupa rapidinho, tá?
- Tá bom, amor! – disse ainda sentada.
Alguns minutos depois o Danny voltou já de roupa trocada. Me despedi de Kathy e de Vicky e ele me levou em casa.
Ainda nos amassamos um pouco na porta da minha casa e nos despedimos.
- Boa noite, namorada – ele disse me beijando de leve.
- Boa noite, namorado! Durma bem! – disse abraçada a ele.
- Com toda certeza dormirei bem! Vou sonhar com você – ele disse sorrindo e eu dei um selinho demorado nele – Amanhã eu te ligo, ok?
- Tá bom, amor! – respondi a ele – Vai com Deus! – disse vendo-o entrar no carro.
- Brigado, amor! Beijos – ele disse já no carro.
Entrei assim que ele arrancou com o carro dali. Como esperado, as meninas já dormiam e em silêncio caminhei até a cozinha, bebi água e subi
para o meu quarto. Só tirei minha bota e deitei na cama com roupa e tudo. Fiquei pensando em tudo que tinha acontecido, o pedido de namoro,
a ida a casa dele, conhecer a Kathy e a Vicky.
Meu Deus é muita informação pra uma só pessoa!
OMG! Eu sou a namorada do Danny Jones! Eu conheci a mãe e a irmã dele e elas me adoraram! OMG!
Danny’s P.O.V.
Po! Achei que ia ter uma ótima noite com a , se é que vocês me entendem, e quando chego em casa dou de cara com a Vicky e com a minha
mãe.
Ficamos conversando e tudo mais, e foi até bom minha mãe e a Vicky terem gostado da , coisa rara de se
acontecer elas gostarem de alguma namorada minha, mas beleza, daí ficou tarde e a decide ir pra casa,
acabou comigo, dude! Tava todo crente que ia dormir agarradinho com a minha . Aff! Melhor ir logo pra
casa e dormir, amanhã vou ligar pra ela, pra minha , minha namorada!
Capítulo 27
Don’t Mess With My Girl!
Danny’s P.O.V.
Acordei bem, afinal agora tinha uma namorada linda e divertida. Com certeza estaria melhor se ela estivesse ali ao meu lado, mas acho que
ela ficou um pouco intimidada ao ver minha mãe e minha irmã aqui.
Olhei no relógio e eram onze e meia da manhã, me levantei, tomei banho, fiz minha higiene matinal e fui até a cozinha ver o que tinha pra
comer.
- Bom dia, mãe! – disse ao entrar na cozinha e ver minha mãe lá.
- Bom dia, meu filho. Dormiu bem? – ela me perguntou enquanto mexia em alguma coisa na panela.
- Muito bem, mas poderia ter dormido melhor – disse.
- Gostei da . Ela me parece ser uma boa garota – minha mãe disse e eu sorri.
- Que bom que gostou dela, mãe! Eu também gosto muito dela – sorri tímido.
- Meu maninho tá apaixonado! Que lindo! – Vicky disse e eu corei.
- Vão ficar quantos dias aqui? – perguntei tentando mudar um pouco de assunto.
- Acho que até amanhã, filho – minha mãe disse ainda cozinhando.
- Ah tá! Achei que fossem ficar mais – disse bebendo um pouco de suco.
- A casa vai ser liberada hoje a tarde maninho, mas a gente só volta amanhã – ouvi o que Vicky disse e dei um beijo nela e em minha mãe, indo
para a sala.
Liguei pra naquele mesmo dia, a tarde, e ficamos por horas no telefone, os dias passaram rápido e
minha mãe e Vicky já haviam voltado pra casa.
Tava de bobeira em casa e resolvi ligar pros caras, tinha ligado pra mais cedo e ela me disse que
ia sair com as meninas, pois aquele dia elas tinham reservado para passarem juntos, era um Girl’s Day, então combinamos de passar o dia
juntos também e aproveitar pra colocar o papo em dia.
Ouvi a campainha tocar e fui atender era a bicha do Tom.
- E aí Danny, beleza cara? – ele disse alegrinho, acho que já superou o par de chifres da Gio.
- Beleza cara, e você? – disse dando passagem a ele.
- Também! As outras bichas chegaram já? – Tom perguntou.
- Ainda não, dude! Devem... – nem terminei e a campainha tocou.
Abri e eram Dougie e Harry.
- Estávamos falando de vocês agora – Tom disse.
- Bem ou mal, docinho? – Dougie perguntou fazendo uma voz afetada e alisando o rosto do Fletcher.
- Mal! – eu disse e ele fechou a cara.
- É brincadeira, Dougie. Eu só estava perguntando se vocês tinham chegado e quando o Danny tava terminando de falar vocês chegaram –
Fletcher disse e Dougie se jogou no sofá.
- E então o que vamos fazer, já que as nossas garotas nos abandonaram por hoje? – Harry perguntou e eu sorri.
- Não sei, quando eu liguei pra hoje, ela disse que só amanhã que elas vão estar livres pra gente –
Dougie disse e os outros dois assentiram.
- A me disse a mesma coisa – disse olhando pros 3 – Tô com vontade de festar, o que vocês acham? –
disse depois de um tempo.
- Não sei, Danny. Não gosto de sair sem a – Tom disse.
- Eu disse que queria festar, não disse que seria sem elas. Vamos fazer uma festa. Uma festa pra elas! – disse sorrindo.
- E não é que o Jones pensou? – Harry disse e eu dei um pedala nele.
- Mas que tipo de festa? – Dougie perguntou.
- Um baile de máscaras! – falei.
- É, pode ser! Mas quando? – Tom perguntou.
- O mais rápido possível, tem que ser antes da baixinha ir embora – Dougie disse meio triste.
- Ainda não conseguiu o emprego pra ela, dude? – Harry perguntou ao Dougie.
- Não! E mesmo que consiga, é só pra daqui há 3 meses, e ela vai embora daqui 1 mês – ele disse mais triste ainda.
- Que chato, dude! Mas curte esse 1 mês com ela, po! – Harry falou e eu assenti.
- É, Poynter! Aproveita enquanto ela tá aqui – disse – E a gente pode fazer a festa no fim de semana antes da ir, de boa pra vocês? – sugeri.
- Por mim tá ótimo! Vai ser corrido, mas tá de boa! – Tom disse.
- Onde vai ser? Vai ser coisa grande ou só pros mais chegados? – Harry falou depressa.
- Pode ser aqui em casa e só pros chegados – disse – Não quero que muita gente conheça as meninas, e vai ser a primeira festa em que levo
a – sorri e lembrei que não tinha contado aos caras que tava namorando a .
- De boa então. Amanhã a gente avisa as meninas e começa os preparativos – Tom disse – Tô com saudades da – ele assumiu.
- E eu da ! A gente se viu ontem, mas mesmo assim tô com saudade dela – Dougie disse.
- Dougie, tu não ia se afastar da baixinha? - Harry perguntou.
- Ia, mas mudei de idéia. Tive um sonho com ela e vi que não dá pra ficar longe – ele sorria ao falar da
e eu gostei de ver ele assim – Por enquanto a gente só tá na amizade, mas se rolar uns beijinhos vai ser bom também.
- Ah! Eu e a nos beijamos no passeio daquele dia – Tom disse.
- Eu e a também! – Harry sorriu.
- Eu pedi a em namoro no dia do passeio – falei e esperei pela reação deles, que não demorou.
- Sério, dude? E ela aceitou? – Dougie.
- Aceitou! Eu a trouxe aqui depois do jantar, mas minha mãe e a Vicky estavam aqui e não rolou nada – disse meio cabisbaixo.
- Você achou que ia rolar alguma coisa? – Dougie perguntou rindo e eu não vi graça nenhuma.
- Achei! Po, ela é minha namorada! – disse meio bravo.
- Ela não te contou né? – ouvi a voz do Dougie a me perguntar.
- Contou o quê? Por acaso ela é virgem e só vai dar depois de casar? – ri.
- É! Mas se ela só vai liberar depois do casamento, eu não sei. Aliás, todas são virgens – Dougie disse e eu choquei.
- Como você sabe disso tudo? – Tom perguntou ao anão.
- ! Como a gente tá na amizade a gente conversa sobre tudo, um dia fizemos tipo um jogo de perguntas
e respostas e eu perguntei da primeira vez dela, daí ela disse que era virgem e que as meninas também – ele disse calmo.
- Eu sabia que a é virgem – Harry disse – Descobri no dia do passeio quando subi um pouco a mão – ele
corou, é outro que tá apaixonado.
- Ah tá – disse simplesmente. Então foi por isso que a não quis dormir aqui.
- Mas mudando um pouco de assunto – Dougie começou – Eu vi o desgraçado que tava com a Frankie com a baixinha – ele disse com raiva.
- Lembrei! – disse ao me lembrar de onde conhecia o cara do parque, era o cara que tava com a Frankie, a Izzy e a Gio.
- Lembrou de que, Jones? – Harry indagou.
- Eu vi esse cara dando em cima da no dia do passeio. Ela não deu mole pra ele e eu também cheguei
a tempo – disse sério.
- Acho que ele tem algo contra a gente - Dougie disse sério – Primeiro foram as nossas namoradas, e agora as nossas Brazilian Girls. Assim
não dá! – ele tava vermelho, tá muito puto.
- Isso é óbvio! Ele quer ver a gente pra baixo! Conversou com a sobre ele? – Harry perguntou ao anão.
- Ainda não. Ela não sabe que eu sei. Me deu um aperto no peito quando eu os vi juntos. E ela ainda não falou nada sobre ele, vou esperar
ela se manifestar – o anão disse menos vermelho e meio triste. Com certeza ele tava gostando da baixinha mais do que queria estar.
- Isso mesmo, Doug! Espera ela falar primeiro, mas temos que descobrir quem ele é e porque ele tá fazendo isso com a gente – Tom disse
sério.
- Já sei! Vamos fazer assim... – Harry começou a nos explicar o plano.
Capítulo 28
Ladie's Night
Fomos ao shopping pela manhã e encontramos o gatinho que a conheceu no dia que saímos com os Mcguys, a ficou meio estranha quando o viu, mas eu deixei quieto.
Depois do shopping fomos ao salão, a resolveu cortar o cabelo, diminuindo um pouco o comprimento, fora isso, todas nós fizemos hidratação, unhas, sobrancelhas e afins.
Saímos do salão renovadas e fomos pra casa, botamos o papo em dia, vibramos quando a disse que o Jonão tava namorando e tudo mais. e foram comprar algo para comermos e eu aproveitei o momento a sós com a para tirar uma duvida.
- por que você ficou estranha quando viu o amigo gatinho da ? – fui direta.
- Ain, ! Lembra quando eu te disse que, no parque, um cara deu em cima de mim? – ela me perguntou e eu assenti – Então, foi o tal amigo da .
- Tá de brincadeira? – perguntei.
- Não né?! E você viu como ele olhava pra ? Tava quase que comendo ela com os olhos – ela disse meio chocada.
- Não só pra ela que ele olhou! Ele secou a nós três da mesma forma! Até pra ele olhou daquele jeito – falei meio sem jeito.
- Não gosto dele! É! – disse séria.
- Também não! Acha que devemos falar com os guys? – perguntei olhando que mexia nos cabelos.
- Acho que sim! Amanhã a gente fala com eles. Mas tem que ser com os quatro! E sem a ou a saberem! – disse se jogando no sofá.
- Por que sem a saber? – olhei pra ela confusa.
- Vai me dizer que não viu como ela olhava pra ele? Ela o adorou! – ela disse.
- Aff meu! Mas, amanhã cedo, temos que falar com os meninos! Daqui a pouco vou mandar uma SMS pro Harry e pedir pra ele e os guys nos encontrarem na Starbucks aqui perto de manhã cedinho – disse e fui até meu quarto.
Deitei em minha cama e peguei o celular, vi que horas eram e mandei o SMS pro Harry.
Recebi a resposta dele logo depois e sorri, adormecendo em seguida.
Capítulo 29
Watch This Space!
Harry’s P.O.V.
Já tava meio conformado de que não teria notícias da até amanhã e estava meio morgado no sofá do Jones, quando senti meu celular vibrar.
Dougie’s P.O.V.
Não acredito na cara de pau daquele cara! Agora, mais do que nunca, eu queria acabar com a vida dele, assim como ele acabou com a minha! Desgraçado!
A minha baixinha ele não vai tirar de mim não! Já basta o fato de ela ter que voltar pro Brasil daqui um mês.
Assim que avistei o carro dele, tirei o celular do bolso e mandei uma mensagem pra baixinha.
Capítulo 30
Taking Chances
’s P.O.V.
Acordei com o celular tocando. Saí tateando a cama atrás dele e quando o achei, vi que era uma mensagem. O melhor era o remetente da mesma: DOUGIE POYNTER! Faleci! Que fofo ele me mandando mensagem pela manhã!
Depois de a ler, não tinha como tirar o sorrisão da minha cara, fui pro banheiro começar a me arrumar, afinal já eram 9 horas! Tomei banho, fiz minha higiene matinal e fui procurar uma roupa bem bonitinha.
Olhei pela janela e o tempo até que não tava tão feio. O céu não tava aberto e parecia estar meio frio e, como não sabia aonde iria, separei uma calça jeans com a lavagem meio cinza e uma blusa azul, procurei por uma jaquetinha também azul e peguei uma sapatilha preta. Deixei os cabelos soltos e dei um jeito neles, fiz uma maquiagem leve, só passei base, um pouco de blush, gloss e lápis de olho.
Peguei minha bolsa e guardei o gloss, o celular, minha carteira e a chave de casa. Me olhei no espelho e sorri, tava linda! Peguei meu perfume e passei. Ao ouvir a campainha achei que fosse o Dougie e estranhei, afinal, ele estava um pouco adiantado.
Desci correndo as escadas e ao abrir a porta dei de cara com o .
- ? O que você tá fazendo aqui? – perguntei meio surpresa ao vê-lo ali.
- Vim te ver! Não posso? E oi pra você também, ! – ele disse sorrindo e entrando em casa. Peraí, entrando? Quem convidou?
- Er, ... Não querendo ser grossa e nem estraga prazeres, mas já sendo, você perdeu sua viagem, eu tenho um compromisso daqui a pouquinho! Vão vir me buscar as 10 – disse ainda parada na porta esperando que ele se tocasse e saísse.
- Sério, gatinha? – ele disse se jogando no sofá. Que folgado! – Vai demorar?
- Vou sim, ! Só volto amanhã! Agora se você me dá licença, eu vou terminar de me arrumar! Até outro dia! – disse apontando a saída pra ele.
- Po gatinha, tá me dispensando mesmo? – ele perguntou se aproximando de mim.
- Tô sim, ! Tchau! Até outro dia! Vê se liga antes de aparecer aqui! – disse fechando a porta na cara dele e voltando ao meu quarto pra conferir o visual.
Chequei e tava tudo no lugar. Desci de volta a sala e me sentei no sofá e fiquei esperando o Dougie.
Passado uns minutinhos vi a porta abrir e e passarem por ela.
- Aonde as madames foram à essa hora da madrugada? – perguntei rindo.
- Starbucks, comprar nosso café – respondeu.
- E a princesa, onde pensa que vai? – me deu uma olhada de cima a baixo.
- Sair com o Dougie, por que? – disse calmamente.
- Tá toda gatona, hein?! Quer mesmo seduzir o anão perdido da Branca de Neve, né? – disse e eu gargalhei alto.
- Anão perdido da Branca de Neve foi ótimo! Adorei! – disse ainda rindo – Mas não sei se o pequeno tá tão interessado assim em mim, não!
- Larga de ser boba, ! É claro que ele tá! – disse sorrindo e indo pra cozinha.
- Vem tomar café, ! Eu e a já tomamos – me chamou da cozinha.
- Quero não amiga! Obrigada! – disse ainda no sofá e ouvi a campainha tocar – Eu atendo! – disse me levantando e indo abrir a porta, dando de cara com Dougie.
- Uau! Você tá linda! – Dougie disse sorrindo.
- Ah! Brigada! – respondi corada – Você tá lindo também! – e ele realmente estava! Estava com um jeans skinny meio cinza, uma camiseta branca, uma camisa xadrez preta, um vans e um par de wayfarers pretos. Um charme e bem a cara dele.
- Valeu! Vamos? – ele perguntou.
- Claro! Só vou pegar minha bolsa e avisar as meninas – respondi a ele sorrindo – Girls! Tô indo! Beijinhos.
- Juízo, ! – as ouvi gritar da cozinha.
- Aonde vamos? – perguntei ao fechar a porta e guardar a chave na bolsa.
- Surpresa! – Doug disse abrindo a porta do carro pra mim. Um gentleman!
Sorri pra ele e entrei no carro. Ele fechou a porta e logo já estava entrando e assumindo seu posto de motorista. Pra onde íamos, não tinha a mínima idéia, mas quer saber não importa! Eu tô com Dougie Poynter! Não tô nem aí pra onde ele vai me levar!
Dougie’s P.O.V.
Cheguei em casa o mais rápido que pude e troquei de roupa mais rápido ainda. Passei um perfume qualquer, peguei minha carteira, as chaves do carro e de casa e saí. Corri pra chegar na casa das meninas a tempo, não podia deixar aquele mané roubar a minha garota de novo.
Ao estacionar na porta da casa da , olhei no relógio e ainda eram 9h50, aproveitei pra dar uma checada no visual, afinal não queria decepcionar a minha baixinha, vi que tudo tava no lugar e sai do carro, ao chegar a porta ouvi umas conversas dentro da casa: “Larga de ser boba, ! É claro que ele tá!”. Espero que esse ele seja eu e não aquele babaca! Logo em seguida, ouvi chamarem a baixinha pra tomar café e ela recusar, foi minha deixa pra tocar a campainha.
- Uau! Você tá linda! – disse sorrindo.
- Ah! Brigada! – a vi corar – Você tá lindo também! – sorri mais ainda.
- Valeu! Vamos? – perguntei.
- Claro! Só vou pegar minha bolsa e avisar as meninas – ela disse sorrindo – Girls! Tô indo! Beijinhos.
- Juízo, ! – ouvi as meninas gritarem.
- Aonde vamos? – ela perguntou.
- Surpresa! – disse abrindo a porta do carro pra ela.
A vi entrar no carro e sorrir. Dei a volta e entrei, ligando o carro logo em seguida e indo em direção a uma cafeteria que eu conhecia no centro da cidade.
- Imagino que você não tomou café ainda, né? – perguntei ao estacionar o carro.
- Acertou! Aonde vamos? – ela me perguntou sorrindo.
- Ao La Cafeteria! Lá é muito bom, espero que você goste. Depois que você tomar café, a gente vai pra outro lugar. (n/a: essa cafeteria existem msm em Londres, só não sei se fica no centro!)
- Tá bom! Tô morrendo de fome! – ela sorriu meio timida e nós saímos do carro e caminhamos até a cafeteria.
Ela tomou café e então nós voltamos para o carro e seguimos para nosso próximo destino.
Dirigi até a London Bridge e apreciamos um pouco a vista de lá, depois fomos até o Big Ben e em seguida fomos ao palácio de Buckingham, onde tiramos várias fotos com os guardas reais, e eu ri muito das caretas da .
De lá fomos pro Hyde Park e nos sentamos na grama e ficamos conversando. Tava adorando passar o dia com a baixinha, o chato é que em momento algum ela falou do babaca lá. Queria muito que ela me falasse dele.
Enquanto conversávamos o celular dela tocou, imaginei que fosse uma das meninas.
- Que foi, ? – ela atendeu meio a contragosto - Não cheguei em casa não. E nem tenho hora pra chegar, por que? – ela disse fazendo um careta e eu fui ficando mais curioso ainda - Não precisa se preocupar comigo não! Tenho companhia pra almoçar já – ela sorriu e piscou pra mim, a coisa tava boa pro meu lado, ela tava dispensando o babacão pra ficar comigo. 1 x 0 pra mim! - Não, ! Eu não quero sair com você hoje a noite! – a baixinha disse meio nervosa, que cara chato meu! – Que parte do “eu não tenho hora pra voltar” você não entendeu? – ela fica linda nervosa. Na verdade, ela fica linda de qualquer jeito, que é? É a verdade, po! Minha baixinha é linda! - Tchau, ! – ela disse e desligou o celular – Desculpa por isso – ela disse meio envergonhada.
- Quem é , ? – perguntei sério. Essa era a minha deixa de ouvir dela como eles se conheceram.
- Ain, é um cara que eu conheci no parque que tem lá perto de casa. Eu o conheci no dia em que as meninas saíram com os guys. Eu tava sentada num banquinho que tem lá no parque e ele apareceu do nada – ela disse meio envergonhada – Mas eu não tenho nada com ele, viu?! Ele tentou me beijar no dia que nos conhecemos, mas eu não quis – ela completou e eu sorri, então ela tinha mesmo ido ao parque, bem que eu senti o perfume dela lá.
- Ah tá! Se eu tivesse me tocado antes que ficar sem te ver não dava, você não teria saído sozinha e não teria conhecido ele – disse meio cabisbaixo.
- Ain, relaxa pequeno, aconteceu! Mas o bom é que você mudou de idéia e cá estamos nós! – ela sorriu e quando acabou de falar, o celular tocou. Notei que não era uma música nossa e a música era bem legalzinha até.
- Que música é essa, baixinha? – perguntei assim que ela ignorou a ligação, devia ser o tal do babacão de novo.
- É Taking Chances do Glee. Por que o interesse, pequeno? – ela perguntou.
- Gostei dela, tem ela aí no celular? – perguntei sorrindo.
- Tenho sim, peraí que já coloco pra você escutar – ela mexeu no celular e em questão de segundos a música começou a tocar.
Don't know much about your life
Don't know much about your world but
Don't want to be alone tonight
On this planet they call earth.
You don't know about my past
And I don't have a future figured out
And maybe this is going too fast
And maybe it's not meant to last
Quando começou o refrão, eu meio que senti um arrepio, tava começando a me identificar tanto com essa música.
But what do you say to taking chances?
What do you say to jumping off the edge?
Never knowing if there's solid ground below
Or a hand to hold, or hell to pay
What do you say?
What do you say?
I just want to start again
Maybe you can show me how to try
Maybe you could take me in
Somewhere underneath your skin
Quem sabe não era a baixinha a pessoa que estava destinada a ficar comigo? Não sou muito de acreditar nessas paradas de pessoas predestinadas a ficarem juntas, mas foi tão por acaso a forma com que a baixinha entrou em minha vida que até dava pra dar uma chance pra esse tipo de coisa.
What do you say to taking chances?
What do you say to jumping off the edge?
Never knowing if there's solid ground below
Or a hand to hold, or hell to pay
What do you say?
What do you say?
And I had my heart beaten down
But I always come back for more, yeah
There's nothing but love to pull you up
When you're lying down on the floor, yeah
So talk to me, talk to me
Like lovers do
Yeah walk with me, walk with me
Like lovers do
Like lovers do
Como dizia a música, só o amor pode nos levanter quando estamos pra baixo, porque não dar uma chance ao amor e tentar ser feliz com a baixinha?
What do you say to taking chances?
What do you say to jumping off the edge?
And never knowing if there's solid ground below
Or a hand to hold, or hell to pay
What do you say?
What do you say?
Don't know much about your life,
And I don't know much about your world
Por que não correr o risco? Acho que não estaria perdendo nada. A não ser que a baixinha não voltasse pra cá depois dos 2 meses no Brasil. Mas acho que, por ela, vale a pena correr esse risco.
Capítulo 31
Revenge is Sweeter Then You Never Were!
’s P.O.V.
Naquela manhã eu tinha decidido fazer uma visitinha a e suas amigas gatinhas. Putz, o encontro no shopping foi meio tenso, não imaginava que a garota do Jones fosse se lembrar de mim. Sei que ela se lembrou, porque ela ficou muito na defensiva.
Saí de casa e fui em direção a casa da garota do Jones, ao chegar lá, fui recepcionado, não muito bem por sinal, pela . Ela tava uma gata, mas me tratou mal, acho que ela tava de TPM, só pode.
Mal entrei no carro e o celular tocou, achando que fosse a atendi todo fofo.
- Tá mais calma, minha linda? – disse ao atender sem nem olhar o visor.
- Quem tá mais calma, ? – ouvi a voz irritante da Frankie.
- Minha prima, Francesca! É que minha tia brigou com ela enquanto falávamos no telefone e ela disse que me ligaria logo, daí achei que fosse ela – disse meio nervoso, torcendo pra que ela acreditasse.
- Ah tá! Saudades de você, gatinho! – ela disse e eu fiquei aliviado, a burra tinha caído nas minhas mentiras mais uma vez.
- Saudades de você também, gatinha minha! Tá em casa? Se estiver eu posso dar uma passadinha aí e matamos a saudade, o que acha? – perguntei.
- Tô sim! Pode vir aqui sim, gatinho! Vou estar te esperando! – ela disse e desligou.
Liguei o carro e dirigi até a casa da Frankie, chegando lá, fui recebido por ela com um beijão, sorri meio sem graça e entramos em casa.
Frankie’s P.O.V.
Nos dias em que o sumiu, resolvi investigar um pouco a vida dele, e acabei descobrindo que ele fez teste pra baixista no McFLY e foi reprovado. Liguei pra Gio para colocarmos a fofoca em dia e acabei descobrindo que ela e o Tom haviam terminado, a convidei pra vir aqui em casa e pudemos conversar melhor sobre isso. Ela me disse que havia se apaixonado por outro cara e traído Tom com ele, disse também que o cara com quem estava saindo se chamava e como eu tava meio encucada com algumas coisas, mostrei uma foto pra ela, que confirmou ser ele o cara com quem saíra.
FLASHBACK ON
- Gio! Acho que fomos enganadas! – disse a ela.
- Por que você acha isso, Fran? – me perguntou.
- Por que eu também saí e tenho saído com o Jus. Desde antes de sair com o Dougie. Foi ele quem me incentivou a chamar o Dougie pra sair. Disse que ele ia me ajudar a divulgar a The Sats – confessei a ela.
- OMG! Frankie, você tem noção do quanto você iludiu o Dougie? – ela me olhou meio com raiva.
- É, eu sei! E me arrependo muito disso. O Dougie não merecia nada do que o fiz passar – disse cabisbaixa.
- A Izzy também terminou com o Harry, e não sei porque mas acho que o tá envolvido nisso – Gio disse.
- Vamos ligar pra ela e chamá-la aqui – disse já pegando o telefone.
FLASHBACK OFF
Izzy apareceu lá e confirmou que também saía com o . Nesse dia, bolamos um plano pra nos vingarmos dele e hoje era o dia de pôr em prática.
Liguei para e o convidei para vir aqui, ele tava falando com outra na hora que liguei e tentou disfarçar dizendo que estava falando com a prima. Ahan! Senta lá, !
Assim que desliguei, liguei pra Izzy e pra Gio e pedi pra que viessem aqui pra casa para colocarmos nosso plano em prática.
Elas chegaram e começamos a preparar o terreno.
Assim que terminamos, ouvimos um barulho de carro e, na hora, me dirigi a porta para esperá-lo ali.
- Oi, meu amor! – disse e fui até ele, o abraçando e o beijando.
’s P.O.V.
Assim que entramos em casa, Frankie me arrastou pro quarto e me jogou na cama dizendo estar com saudades.
Fiquei meio assustado, pois ela nunca foi assim, mas não deixei de aproveitar. A Frankie é uma mulher bonita, tem um corpaço e tudo mais. Estávamos nos pegando na cama quando ela se esticou até a cabeceira e tirou de lá duas algemas. Tô começando a não gostar disso.
Frankie’s P.O.V.
Depois de prendê-lo na cama, abri a camisa dele, botão por botão, sorrindo maliciosamente e passando as unhas bem de leve por seu peitoral. Assim que terminei de abrir a camisa, peguei uma das velas que estava na mesinha de cabeceira e sorri pra ele.
- O que você vai fazer com essa vela, Francesca? – ele me perguntou nervoso.
- Só dando uma apimentadinha na nossa relação, amor! – disse e comecei a pingar a cera quente no peito dele.
- Caralho! Isso dói, Francesca! – ele berrou e ficou se debatendo e tentando se soltar das algemas.
- Dói é? Mas não é nada comparada a dor que você me fez passar, ! – vociferei e continuei jogando cera quente em cima dele.
Coloquei a vela de volta a cabeceira e comecei a tirar a calça dele e puxei junto a cueca.
Novamente peguei a vela e continuei derramando-a sobre o corpo dele. Derramei nas pernas, nas coxas, enfim, em TODO o corpo dele.
Assim que terminei, me levantei e chamei as meninas.
’s P.O.V.
CARALHO! A Francesca pirou de vez, só pode! Essa porra dói muito! Que idéia foi essa? E que dor que eu causei a ela? Ela pirou de vez!
Quando achei que estava tudo bem, ela me sai e volta com a Izzy e a Giovanna. Uma palavra pra descrever a situação: FODEU!
- Que brincadeira é essa, Francesca? – perguntei nervoso e ainda tentando me soltar das algemas.
- Brincadeira foi o que você fez com a gente e com o McFLY! – a Giovanna disse. Que gordinha mais invocada essa!
- Ah, não fiz nada demais! Além do mais, não é nada comparado com o que eles fizeram – disse ainda tentando me soltar.
- Há ha ha! Muito engraçado, ! O que os garotos fizeram pra que você tenha tanta raiva deles? – dessa vez a Izzy se pronunciou.
- Não vem ao caso! Mas eles mereceram tudo que eu fiz e ainda vou fazer! – disse resignado.
- Não vai fazer mais nada não, seu imbecil! Amanhã mesmo vamos contar pra eles quem você é! – Francesca disse e eu ri.
- Você acha que eles vão acreditar em vocês? As mulheres que eles tanto amavam e confiavam e que, no final das contas, acabaram traindo eles? – eu disse e gargalhei – Até parece né?! – finalizei e as vi se entreolharem e meio que concordarem com o que disse.
O silêncio imperou por alguns minutos e tudo o que elas faziam era se entreolharem. O clima estava mais do que tenso e eu ainda estava preso.
- Hey! Garotas! Tô quase ficando sem circulação nas mãos aqui, dá pra me soltar? – falei olhando pras três que ainda não falavam nada. Em silêncio, vi Frankie se aproximar e soltar uma das minhas mãos. Antes de soltar a outra a vi caminhar até a janela e a fechar, depois disso ela veio até mim e soltou minha outra mão – Obrigado – disse a ela enquanto a mesma se dirigia a porta, as três saíram e me deixaram ali. Ouvi o barulho de trancas e corri até a porta. Elas tinham me trancado no quarto. Ótimo!
Frankie’s P.O.V.
Assim que trancamos o no quarto, descemos pra sala.
- E aí, o que vamos fazer agora? De certa forma ele tá certo, se contarmos pros rapazes vai ser difícil eles acreditarem na gente – disse assim que nos sentamos nos sofás.
- Eu não sei! – Gio disse meio desesperada.
- Nós temos de encontrar uma maneira de eles acreditarem na gente. Não quero que o faça mais alguma coisa que prejudique os meninos – Izzy disse e todas nós concordamos.
- Temos que reunir provas que comprovem que o usou a gente pra atingir os meninos – Gio disse.
- Mas como vamos fazer isso? Nós nem ao menos sabemos o porquê do odiar tanto assim o McFly! – disse nervosa.
- Calma Frankie, nós vamos dar um jeito! – Izzy falou tentando me acalmar.
Não adiantou muito, pois não consegui me acalmar. Depois de um tempo, as meninas foram embora e eu mantive o preso no quarto, levei comida pra ele e voltei a trancá-lo lá! Ele tinha roupa e um banheiro pra que pudesse tomar banho.
Voltei pra sala e me sentei no sofá, estava anoitecendo e não quis acender nenhuma das luzes dali, quem sabe ficar um pouco no escuro me ajudaria a pensar numa maneira de desmascarar o na frente de todos.
Fiquei pensando até tarde da noite e ali mesmo no sofá adormeci.
Capítulo 32
The Investigation part 1: The Angels!
’s P.O.V.
Depois que a acordou e tomou café, eu e a fomos pro meu quarto conversar.
- Como vamos investigar o sem a e a perceberem? – perguntei a assim que fechei a porta do quarto.
- Ain amiga, não sei! O pior é que a é a quem mais tem contato com ele – disse e eu concordei.
- Só não podemos deixar o atrapalhar o lance da e do Dougie – disse sorrindo.
- Com certeza! Mas não podemos também deixar ele atrapalhar os nossos lances – disse e eu novamente concordei.
- Mas então, o que vamos fazer? – perguntei olhando pra .
- Não sei! Nem ao menos sabemos o nome completo dele – ela disse olhando pro meu note – Se soubéssemos poderíamos procurar no google alguma informação – ela concluiu.
- É verdade! Mas nem rola ligar pra agora! Ela deve tá no meio do encontro com o Anão perdido da Branca de Neve – disse já ligando o note – Não quero dar uma de – completei rindo.
- O que tem eu aí? – a entrou no quarto e assustou a mim e a .
- CARALHO! Quer me matar de susto, ? – disse levando uma das mãos ao peito.
- Estavam falando mal de mim, né?! – disse.
- Não! Só estávamos querendo falar com a e não queremos dar uma de e atrapalhar o encontro dela com o Dougie – disse sorrindo.
- Então quer dizer que a baixinha saiu com o baixinho, é? – ela disse com um sorriso malicioso no rosto – Bem que eu notei a casa meio vazia.
- É! O baixinho ligou pra ela enquanto estávamos fora. Quando eu e a voltamos da Starbucks, ela já tava prontinha pra sair – falei enquanto pesquisava no google alguma coisa sobre o novo affair da Francesca.
- Ah tá! Então vou deixar vocês duas fazendo sabe-se lá o que aí e vou dar uma saidinha – ela falou já saindo do quarto – Alguém quer algo da rua? – ela perguntou já na porta.
- Vai voltar antes do almoço? – perguntei.
- Não sei, por quê? – ela respondeu.
- Porque você bem que podia trazer algo pro almoço – disse manhosa.
- Se eu voltar até mais ou menos a hora do almoço, eu trago algo, mas se não, eu ligo avisando que vou demorar – ela disse e saiu do quarto jogando beijinhos pra gente.
- Tá bom, ! Brigada! – disse pra porta, já que a vaquinha a fechou antes que eu terminasse de falar.
Eu e continuamos a pesquisar sobre o novo affair da Frankie e só encontramos boatos e especulações, e todos os caras envolvidos não eram o .
Passamos à manhã toda pesquisando algo sobre o . Paramos na hora do almoço quando a chegou trazendo comida. Assim que terminamos, voltou a seu passeio, foi dar uma geral na casa e eu voltei pra frente do note, aonde passei boa parte da tarde atrás de alguma informação sobre o .
Tá certo que parei algumas vezes para falar com o meu namorado, mas fora isso, meu dia praticamente foi dedicado a minha pesquisa sobre o .
veio me ajudar algumas vezes, e logo após falar com Harry ao telefone, disse-me que eles também estavam investigando o .
Estava quase desistindo, quando achei uma matéria que muito me alegrou. A foto principal da matéria era uma em que Francesca estava com seu primo, O'Hanoly!
Copiei e colei o nome e joguei no google! Várias citações dele apareceram, mas uma me chamou mais a atenção... Era uma um pouco antiga, mas acho que era a explicação de tudo o que vinha acontecendo!
’s P.O.V.
Acordei e fui tomar café. Hoje as meninas capricharam! Não é sempre que temos Starbucks pela manhã! Assim que acabei, fui para o meu quarto e me troquei, notei a casa meio silenciosa e nem liguei. Ao sair do quarto ouvi uns burburinhos vindos do quarto da .
- Não quero dar uma de ! – ouvi a dizer e rir logo em seguida.
Entrei no quarto com cuidado.
- O que tem eu aí? – perguntei entrando no quarto e assustando as duas.
- CARALHO! Quer me matar de susto, ? – disse ainda assustada e eu me segurei pra não rir.
Elas estavam meio estranhas e me explicaram que tinham que falar com a , mas não queria atrapalhar o encontro dela com o Dougie. Saí pra dar uma voltinha e dar uma olhadinha nas novidades pelas lojas. Voltei na hora do almoço e levei uma lasanha para comermos, elas ainda estavam estranhas, mas deixei quieto e saí novamente, dessa vez para fazer compras. No meio do caminho, recebi uma mensagem do Tom e pedi para ele me encontrar no shopping ali perto. Se elas estavam escondendo algo de mim não importa, só sei que vou curtir muito a minha tarde com o Tomzinho!
Capítulo 33
The Investigation part 2: The Devils!
Frankie’s P.O.V.
Acordei no dia seguinte ainda sem saber o que fazer com o , não poderia mantê-lo preso no quarto por muito tempo, então tinha que pensar logo numa forma de descobrir o porquê do fazer aquilo com o Dougie e com os guys.
Peguei a carteira dele que estava jogada na sala e fucei, peguei meu laptop e abri a internet, joguei o nome dele no Google e logo vários resultados apareceram, fui abrindo cada um deles, mas nada que me interessasse, já tava ficando cansada.
No meio da minha pesquisa, meu celular tocou.
- Alô! – atendi sem nem olhar quem era.
- Frankie? Tá tudo bem por aí, amiga? – era a Rochelle.
- Tá tudo sim, amiga! Como você está? – perguntei relaxando um pouco.
- Estou bem! E aí o que tá fazendo de bom? Curtindo o bofe novo? – ela perguntou e eu ri sem graça.
- Tô sim, amiga! E você tá onde? – perguntei a ela, estava com saudade da minha amiga.
- Tô na casa dos meus tios! Minha mãe resolveu vir aqui fazer uma visitinha – ela disse e deu pra notar o tédio na voz dela.
- Que tio? – perguntei ao me lembrar que a Chelle tinha uns 3 tios.
- Aquele que tem uma empresa de investigação – ela disse meio que bufando e eu sorri, era a solução dos meus problemas!
- Chelle, tem como você me passar o telefone ou o endereço dessa empresa do seu tio? – pedi a ela – É que tô precisando descobrir umas coisas sobre uma pessoa aí – disse antes que ela me perguntasse.
- Passo sim, amiga! Vou pegar um cartãozinho com ele e amanhã te entrego, okay? – ela disse e eu sorri triunfante.
- Pode ser, amiga! Agora eu tenho que tomar um banho e ir encontrar o bofe, amiga! – disse tentando despachá-la – Curte o passeio em família aí!
- Pode deixar amiga! Curte o bofe aí também! – ela disse e desligou.
Assim que eu desliguei, procurei no celular o número da Gio e liguei pra ela dando a boa noticia. Assim como eu, ela ficou radiante, era uma forma segura de garantir aos guys que não estávamos mentindo.
Fui até meu quarto e vi que o ainda dormia, peguei uma muda de
roupa limpa e fui tomar banho no outro banheiro. Ao sair, vi que ele ainda dormia, deixei um bilhete ao lado dele e saí, já não era necessário mantê-lo preso, mas ele que esperasse, pois o pior o aguardava!
’s P.O.V.
Acordei meio dolorido ainda e, ao me espreguiçar, senti meu braço encostar em algo. Peguei o papel e vi a letrinha bonitinha da Frankie.
Frankie’s P.O.V.
Assim que sai de casa, decide ir a uma outra empresa de investigações para pedir que eles investiguem o , quanto mais informações melhor!
Peguei meu laptop e procurei por alguma empresa ali perto, sorri ao encontrar e me encaminhei até lá.
Saí de lá radiante, não iria me custar muito caro e ainda teria todas as informações da vida de , desde quando ele nasceu até agora. Ele ia pagar por ter me feito de idiota. Ahh se ia pagar!
Capítulo 34
The Investigation final part: The Boys!
Harry’s P.O.V.
Já que a bicha do Dougie tinha saído com a baixinha, sobrou pra mim, Danny e Tom - mais pra mim e para Tom - procurar informações sobre o tal lá.
Pedi pro Tom ligar o computador dele e passei a numeração da placa do cara, sabia que isso ainda ia me ser útil! Várias informações surgiram na tela, anotamos o nome completo do cara e o endereço, íamos levar essas informações a um investigador particular que contrataríamos e íamos tentar descobrir o porquê dessa implicância dele conosco.
Pouco depois da hora do almoço, recebi uma ligação da ! Fiquei feliz, po! Minha gatinha me ligando!
- Oi, minha gatinha! – atendi ao ver que era ela quem me ligava.
- Oi, tigrão! – ela disse rindo.
- A que devo a honra da tua ligação? – perguntei a ela sorrindo.
- É que eu queria saber se o Tom tá com você aí, porque eu e a estamos pesquisando sobre o e a tá meio desconfiada de algo, e então eu pensei em pedir pro Tom ligar pra ela e a levar pra sair, assim como o Dougie fez com a – ela disse e parou pra respirar.
- Tá aqui sim, a gente também tá pesquisando informações sobre ele – disse rindo.
- Então, tem como ele ligar pra e a levar pra sair? – ela perguntou.
- Peraí que vou ver com ele – disse e perguntei a Tom se ele poderia sair com a e ele disse que sim – ! Ele disse que pode sim, falou também que em cinco minutos liga pra ela.
- Ain Harry, obrigada! Não íamos conseguir fazer muita coisa com ela em casa – ela disse e eu tinha certeza de que ela estava sorrindo.
- Que isso, minha linda?! Não foi nada! – falei sorrindo – O problema agora é que vou ter que pesquisar praticamente sozinho.
- Uai! Por quê? O Danny não tá ai não? – ela perguntou.
- Tá! Por isso mesmo que vou ter que fazer praticamente tudo sozinho – disse e ela começou a gargalhar.
- Tadinho, amor! – já falei o quanto amo quando ela me chama de amor? – Conseguiu muita coisa? – ela perguntou já parando de rir.
- Algumas coisas. Hoje cedo peguei o número da placa do carro dele, e com isso consegui o nome e o endereço dele – disse.
- Me passa pelo menos o nome? Assim já facilita um pouco minha vida e da – ela pediu e, logicamente, eu não iria negar.
- Claro, amor! Espera um pouco que vou pegar aqui.
- Ok! – ela disse e eu fui até o computador.
- É O'Hanoly, ! – disse pra ela.
- Peraí que vou anotar aqui – ela disse e eu ouvi o barulho dela abrindo a gaveta, com certeza pra pegar o papel e a caneta – Prontinho, amor! Obrigada mais uma vez – ela disse.
- Imagina minha linda, é um prazer lhe ajudar! – disse.
- Agora vou desligar, amor! Vou dar um jeito na cozinha e depois ajudar a ! – ela disse e eu entristeci, por mim, ficaria ali falando com ela o dia inteiro – Ainda estou com saudades de você – ela disse e eu sorri.
- Eu também, minha linda. Eu também – falei e sabia que ela também estava sorrindo.
- Até mais, Harry! Beijos! – ela disse e desligou o telefone.
Voltei minhas atenções pra o pc a minha frente e continuei minha busca por informações desse cara.
Chamei o Danny e pedi pra que ele fosse nesse detetive particular e o pagasse pra descobrir tudo que pudesse sobre a vida do tal , dei a ele o nome e o endereço do cara, caso fosse necessário usar, e passei também alguns endereços de detetives que eu havia pegado na internet. Ele foi e eu usei um pouco dos meus conhecimentos de internet na pesquisa.
Passei a tarde toda fazendo isso e não descobri muita coisa. Fiquei tanto tempo procurando algo de interessante sobre esse cara que acabei cochilando na frente do computador.
Danny’s P.O.V.
Assim que ouvi o Harry me chamar, acordei do meu transe e fui ver o que ele queria. Tava viajando tão longe - ok, não tão longe assim - que nem percebi quando o Tom saiu.
- Danny, você poderia ir nesses lugares aqui e ver quanto eles cobram pra descobrir tudo da vida desse ? – Harry perguntar.
- Poder eu posso, dude, mas por que você não vai? – perguntei.
- Porque eu vou ficar aqui pesquisando na internet – ele disse e eu assenti.
- Me dá aí os papéis que eu vou ver isso – peguei e saí em direção ao primeiro lugar que Harry havia indicado.
Não demorei muito a chegar lá e logo fui atendido. Achei um absurdo de caro. Que é? Posso ter dinheiro, mas não preciso pagar um absurdo como esse só pra saber por que esse cara não gosta da gente!
Sai de lá e fui em direção ao próximo, lá também fui atendido rapidamente e ao sair me deparei com uma pessoa que não esperava encontrar ali.
- Olá Francesca! – disse ao chegar próximo a ela, que quase deu um pulo ao me ouvir.
- Ah meu Deus, Danny! Que susto! – ela disse.
- O que veio fazer aqui? – perguntei.
- Vim tentar me redimir com Dougie – ela disse e eu ri.
- Você vai tentar voltar com ele? – perguntei meio debochado.
- Não sei se ele me aceitaria de volta – ela disse e eu ri de novo.
- Olha aqui, garota! – disse me aproximando mais dela – Não se aproxime mais do meu amigo, ouviu bem? Agora que ele está refazendo a vida dele e gostando de outra pessoa, você não vai se meter e acabar com a felicidade dele – disse bem sério e com raiva – Ele sofreu muito por sua causa e desde que ele conheceu a baixinha, ele está sorrindo de novo, então nem pense em procurá-lo novamente, me entendeu? – disse e a olhei com raiva e desprezo.
- Mas Danny, o que eu tenho pra falar com ele é importante – ela disse e eu não dei importância.
- Não importa! Não se aproxime dele novamente! – falei e sai de lá. Estava com vontade de falar muito mais coisas pra Francesca, mas ali não era a hora e nem o lugar, mas com toda certeza sai de lá um pouco mais leve.
Capítulo 35
I'll Treasure This Memories Always!
(Se quiser, coloque para carregar)
’s P.O.V.
Ainda estávamos no Hyde Park e eu fiquei prestando atenção em Dougie enquanto a música tocava. Era notável que ele absorvia cada verso daquela música e refletia sobre ele.
No fundo eu queria que ele estivesse pensando em mim ao refletir, mas algo me dizia que era na Frankie em que ele pensava. Já estava feliz só pelo fato de estar ali com ele e que ele não havia ficado chateado com o incidente do .
Assim que a música acabou, ele olhou pra mim e sorriu.
- “What do you say to taking chances?” (Mas o que você acha de arriscar?) – ele disse olhando pra mim e eu quase morri.
- But given the choice I know I would do it all over again! (Se me derem a oportunidade eu sei que faria tudo novamente!) – disse citando uma música que adorava e vi o sorriso mais lindo do mundo brotar em seu rosto.
- Isso é uma música? – ele me perguntou.
- É sim! Uma das minhas preferidas! – falei sorrindo – É “Do it all over again”, cantada pela Sapphire Elia no seriado Britannia High – disse e ele fez uma cara pensativa que era a coisa mais linda do mundo!
- Eu me lembro de ouvir falar desse programa, mas nunca o assisti – ele falou e eu ri.
- Eu assisti alguns episódios no Brasil – disse sorrindo – E essa é uma das poucas músicas que acho que canto bem – falei um pouco envergonhada.
- Quero ouvir você cantando – ele falou meio manhoso.
- Eu canto muito mal, Dougie! – falei sentindo meu rosto esquentar.
- Por favor, ! Por mim! – ele disse e fez uma carinha muito fofa.
- Eu canto, mas não num lugar como esse. Tem muita gente aqui! – falei tímida.
- Claro, pequena! Que tal irmos lá pra casa? – ele sugeriu – Assim não teremos platéia e poderíamos ver um filme ou quem sabe outra coisa – sorri e ele também.
- Tudo bem! – disse já me levantando e limpando minha calça. Vi Dougie ainda sentado e olhando pra mim – Que foi, pequeno? Tem grama em mim ainda? – perguntei.
- Er... T-te-te-tem! – ri ao vê-lo gaguejar.
- Onde? – perguntei e o vi me secando.
- Vem aqui que eu tiro pra você! – ele disse se recompondo.
- Tá bom! – disse e fui até ele que começou a tirar a grama da minha calça.
– Tem muita ainda? – perguntei.
- Muita o quê? – ele perguntou e eu ri.
- Grama, Dougie! Vai me dizer que fez isso só pra olhar pra minha bunda mais de perto? – perguntei rindo.
- Er... Er... Podemos dizer que sim! – ele disse passando a mão pelo cabelo, meio nervoso.
- Eu não acredito, Dougie! – disse ainda rindo.
- Mas tinha mesmo grama na sua bunda – ele disse e se levantou – Agora não tem mais! – disse e começou a tirar a grama de sua calça.
- Vai uma ajudinha aí? – perguntei brincando.
- Sempre! – ele disse e sorriu safado.
- Tá bom então! – falei e comecei a dar uns tapinhas na bunda dele, assim tirando a grama – Prontinho, pequeno.
- Não sei se te agradeço ou se fico com medo - ele falou olhando pra mim.
- Por quê? – perguntei.
- Por que você tem uma puta de uma mão pesada! Tô com a bunda doendo agora! – ele disse e eu rolei de rir.
- Desculpa, pequeno! Mas tinha que ser assim, senão a grama não ia sair – disse e dei um beijinho na bochecha dele.
- Só te desculpo porque você vai cantar pra mim quando a gente chegar em casa – ele disse e segurou minha mão.
- É assim, né? – falei fingindo estar ofendida – Só me desculpou pra poder me ouvir cantar! Deixa você, Dougie Poynter! – disse rindo enquanto caminhávamos de volta para o carro.
No caminho até a casa de Dougie, ele me pediu pra ouvir a música, não entendi muito o porquê, mas coloquei pra tocar. E assim fomos a ouvindo o caminho todo. Sim, o caminho TODO! Dougie me pediu pra colocá-la pra repetir. Até que foi bom, pois assim fui me preparando pra cantá-la para ele. Assim que chegamos à casa de Dougie, ele me disse pra ficar a vontade que já voltava.
Sentei-me no sofá e procurei relaxar.
“Ain minha deusinha! Eu vou cantar pro Dougie! E uma música relativamente romântica! OH MY FUCKING GOSH! Fodeu!”
Eu estava quase amarelando quando vi o Dougie voltar com o violão na mão.
- Pra que o violão, pequeno? – perguntei.
- Pra te acompanhar oras! Você canta e eu toco! – ele disse calmo.
- Então foi por isso que você pediu pra que eu tocasse a música o caminho todo até aqui? – perguntei incrédula.
- Foi sim, pequena! Mas ainda estava um pouco enrolado, por isso dei uma pesquisadinha na internet e encontrei as cifras dela – ele sorriu me mostrando a folha com as notas – Pronta? – ele perguntou.
- Não! – disse nervosa – Eu canto muito mal, Dougie! – disse nervosa e envergonhada.
- Nada a ver, ! E daí se você não canta bem?! Isso eu só vou descobrir depois que você cantar pra mim! – ele disse sorrindo.
- Tá bom! Só espera eu me acalmar um pouco okay? – falei.
- Okay, pequena! – ele disse e se sentou ao meu lado com o violão no colo.
Sorri ao notar que ele ensaiava a música.
- Dougie! – o chamei – Você vai ter que me ajudar. – falei.
- Claro, pequena! Mas te ajudar em quê? – ele perguntou meio confuso.
- Quando for à hora de começar a cantar você me avisa, porque eu não tô acostumada a cantar assim, só com o violão acompanhando – falei envergonhada – É que eu sempre canto ouvindo a música – expliquei e ele sorriu.
- Pode deixar que eu te aviso, pequena! Então, pronta? – ele perguntou.
- Pronta! – falei um pouco mais calma e então Dougie começou a tocar e eu comecei a cantar tímida assim que ele me deu o toque.
Dougie’s P.O.V.
Assim que a entrou em casa, mandei uma mensagem pra ela. Tinha esquecido de comentar com ela que havia gravado-a cantando ontem à noite pra mim, sorri ao ler a resposta dela.
Capítulo 36
I’m in Trouble!
Harry’s P.O.V.
Com o decorrer dos dias fomos preparando as coisas pra festa, que acabou se tornando um evento maior que o esperado, e não seria mais na casa do Danny e sim em um salão de festas famoso aqui em Londres.
Não nos preocupamos muito com a decoração nem nada, pois no final das contas acabamos contratando uma empresa pra organizar tudo e só nos preocupamos com a lista de convidados, com as meninas e com o convidado de honra!
Quando informamos o tema da festa para as meninas, não preciso nem dizer que a primeira reação delas foi falar que não tinham roupa, típico de mulher! Eu e os guys combinamos de dar as roupas e os sapatos pra cada uma delas, mas que não iríamos os 8 juntos comprar, por que aí já seria demais pra gente!
Fizemos um sorteio pra ver a ordem das idas ao shopping e, pra minha sorte, fui sorteado primeiro! Sair com a não era problema algum, mas eu não sabia como ela iria agir fazendo compras!
Mas enfim, seja o que Deus quiser!
’s P.O.V.
Eu, e os meninos continuamos nossa pesquisa sobre o tal Justin, e a e a estavam bem por fora disso tudo. A festa dos meninos pra seria na sexta, e na segunda começamos a busca pela roupa perfeita.
Os meninos até falaram que nos dariam as roupas de presente, mas a não quis, no entanto, foi só o Dougie pedir com jeitinho que ela aceitou!
De acordo com o sorteio, eu e Harry seríamos os primeiros a ir às compras, e então, como combinado, na segunda cedinho o Harry me buscou em casa.
- Bom dia, minha linda! – ele disse me dando um abraço e um selinho.
- Bom dia, tigrão! – disse sorrindo – Já tem idéia de onde vamos? – perguntei entrando no carro.
- Ontem conversei com a minha mãe e com minha irmã e elas me sugeriram ótimos lugares pra te levar – ele falou e eu sorri.
Assim que ele deu a partida no carro, eu liguei o som e conversamos enquanto ele dirigia. Alguns minutos depois, chegamos à primeira loja. Olhamos alguns vestidos lindos, mas nenhum era do estilo que eu queria, a vendedora até tentou me empurrar uns, mas, argh, eram feios demais!
Saímos de lá e fomos até a loja ao lado, lá os vestidos eram até mais bonitos que os da outra loja, e eram mais baratos, mas ainda não eram do estilo que eu queria. Olhei para Harry e dei um sorrisinho sem graça e assim saímos da segunda loja.
Harry me levou a quase todas as lojas indicadas por sua mãe e por sua irmã, mas em nenhuma encontrei o vestido ideal.
Entramos na última loja indicada por sua irmã e, mal entramos, meus olhos bateram no vestido mais lindo que já tinha visto antes, mentira, já tinha visto mais bonito, mas aquele era lindo mesmo, e um largo sorriso surgiu em meu rosto.
- Acho que encontramos o vestido, né? – ouvi Harry dizer em meu ouvido e a única coisa que fiz foi acenar positivamente com a cabeça.
Estava tão encantada com o vestido que nem ouvi quando Harry pediu a vendedora para pegar o vestido pra que eu pudesse experimentar. Só me toquei quando ela foi até a arara onde ele estava pendurado e o tirou de lá.
Virei-me para Harry que ria de mim.
- Ela só tá pegando para que você possa experimentar, minha linda – ele disse e eu sorri.
- Ok! Sem pânico! – falei rindo.
- Aqui está, senhor! – a vendedora disse sorrindo para o Harry e lhe entregando o vestido.
- Você só tem esse? – ele perguntou a ela.
- Sim, senhor! É um modelo exclusivo da nossa loja! – ela disse toda metida. Aff! Já disse que odeio gente assim? Não? Então tá falado!
- Vai querer experimentar, ? – Harry me perguntou e, nessa hora, a vendedora se deu conta da minha presença ali.
- Acho que vou sim, Harry! Não quero correr o risco de comprar sem experimentar e ele ficar grande – disse a ele.
- Grande? Eu acho que vai é ficar pequeno demais! – a vendedora, inconveniente, disse.
- Como? – perguntei a ela.
- Eu disse que acho que vai ficar pequeno e não grande como a senhorita disse – ela falou me olhando com cara de nojo – E também acho difícil a senhorita ter dinheiro suficiente para pagar pelo vestido – ela concluiu e eu me segurei pra não pular no pescoço dela.
- Por que a senhora não guarda a sua opinião pra si mesma? – Harry disse sério – Só não saio daqui sem levar nada porque a minha namorada gostou desse vestido. E se você não se importa, eu gostaria que você a levasse até o provador para que ela possa experimentá-lo e, em seguida, pedir que outra vendedora venha nos atender! – ele falou e na mesma hora a vendedora colocou o rabinho entre as pernas. Adoro!
- Perdoe-me, senhor! Não quis ofender! Queira me acompanhar, senhorita! – ela disse com a voz baixa e sem olhar pra mim.
- Obrigada, querida! – disse o mais seca possível.
Experimentei o vestido e, por incrível que pareça, ele ficou perfeito! Era do tamanho certinho e o comprimento ficou perfeito! Troquei-me e sai de lá com o vestido na mão. Encontrei-me com Harry, que reclamava com uma mulher, creio eu que seja a dona da loja, e ao me ver sorriu lindamente.
- E então minha linda, serviu? – ele perguntou assim que me aproximei dele e da mulher.
- Ficou perfeito! – o respondi sorrindo.
- Que bom, minha linda! – ele disse e pegou o vestido de minhas mãos – Vamos levar este! – ele disse à mulher que estava ali.
- Ok! Acompanhem-me até o caixa, por favor! – ela disse e nós a seguimos – São duas mil e novecentas libras – ela disse calmamente e vi Harry tirar a carteira do bolso e da carteira sacar o cartão de créditos e entregar a ela.
- Aqui! Pode passar nesse – ele disse.
- Sim, senhor! – ela o respondeu e entregou o cartão a uma mulher que estava no caixa e foi embalar o vestido, colocando-o numa capa protetora.
- Estou louco pra te ver nesse vestido, ! – Harry disse em meu ouvido e sorri dando-lhe um selinho.
- Aqui está, senhor! É só assinar aqui! – a vendedora disse e Harry se virou para assinar o recibo – Muito obrigado e, mais uma vez, desculpe-nos pela inconveniência de nossa funcionária! Pode ter certeza de que ela será notificada por essa falta – ela disse entregando o cartão e a notinha a Harry e o vestido a mim.
- Espero que sim! Essa loja é muito frequentada por minha mãe e por amigas dela, torço para que isso não se repita! – ouvi a voz grave de Harry e olhei para ele, que estava sério.
- Não se preocupe senhor, isso não se repetirá! – a vendedora disse e assim nós saímos da loja.
- Achei tão bonitinho você falando todo sério com ela. E adorei o fato de você me defender! – disse caminhando de mãos dadas com Harry pelo shopping.
- Não fiz nada mais do que o meu dever como bom namorado que sou! – ele disse convencido e eu ri.
- É meu namorado desde quando, Mr. Harry Judd? – perguntei a ele.
- Desde hoje, quando disse à vendedora que você era minha namorada! – ela falou sorrindo.
- E quem disse que eu quero ser sua namorada? – falei olhando pra ele, tentando ficar séria.
- O que você quer não conta! Você é minha namorada e ponto final! – ele falou e deu-me um selinho.
- Acho que não tenho muita escolha, né? – disse rindo e ele acenou negativamente – Foi o que eu imaginei! – conclui.
- Agora vamos pra casa, né? – ele perguntou esperançoso.
- Ainda não! Temos que comprar os sapatos! Temos que achar um par que fique perfeito com essa belezinha aqui – disse mostrando-lhe o vestido.
- Então vamos começar a procura logo, pois ainda quero curtir um pouco a minha namorada! – ele me deu um selinho e caminhamos até a loja de sapatos que tinha naquele corredor.
Passamos por umas 4 lojas até eu achar o par de sapatos perfeitos! Na mesma loja em que encontrei os sapatos perfeitos, encontrei também a bolsa perfeita! já tinha ligado no salão e marcou horário para nós quatro, e pelo menos isso os meninos não iriam pagar, e na sexta iríamos passar quase que o dia todo no salão.
Saímos da loja e fomos até o carro de Harry para guardarmos as compras, para em seguida irmos comer alguma coisa.
Comemos em uma pizzaria e ao sair de lá, encontramos uma pessoa que não esperávamos.
- Oi, Harry! – ela disse.
- Oi, Izzy! – ele disse seco.
- Como você está? – ela perguntou.
- Ótimo e você? – ele falou ainda seco.
- Estou vendo o quão bem você está, Harry! – ela disse e eu senti um tom de deboche na voz dela.
- O que você quis dizer com isso, Izzy? – ele perguntou um pouco alterado.
- Fala sério, Harry! Você não precisa sair contratando acompanhantes pra tentar mostrar que superou o fim do nosso namoro. Você consegue coisa melhor que isso aí – disse e apontou pra mim. Peraí, só um instantinho. Ela me chamou de acompanhante? E disse que o Harry consegue coisa melhor que eu? Agora ela tocou na ferida!
- Olha aqui, garota! Quem você pensa que é pra falar assim comigo? – disse nervosa e quase partindo pra cima dela.
- Pode ter certeza que sou muito mais importante que você, queridinha! – Izzy respondeu arrogante.
- Ah, com certeza! É a puta que colocou um par de chifres no cara mais gostoso da Inglaterra, e que tem uma bandinha de quinta que não faz sucesso algum e que, além de ser desprovida de beleza, se acha a rainha da cocada preta! – disse quase tudo que tava engasgado há um tempo.
- AAAAAAAAAAAHHHHHHHH, SUA PIRANHAAA! – ouvi a Izzy gritar e partir pra cima de mim, puxando meus cabelos.
- PIRANHA É VOCÊ, SUA AGUADA! – dei um tapa na cara dela e tentei tirar as mãos imundas dela dos meus cabelos. Não podia mais chamá-la de loira aguada, pois a vaca tinha pintado os cabelos.
Continuamos nos agredindo por um tempo até que Harry acordou de seu transe e me segurou, colocando-me atrás dele pra que a vadia não pudesse me bater.
- ME LARGA, HARRY! EU QUERO ACABAR COM A CARA DESSA PIRANHA! QUEM ELA PENSA QUE É PRA ME CHAMAR DE PUTA?! – vociferei atrás do Harry enquanto tentava partir pra cima dela de novo.
- Tá vendo como você rebaixou seu nível, Harry! Olha o escândalo que essa vagabunda tá armando aqui? – a mocréia disse.
- A única que tá se rebaixando aqui é você, Izzy! Foi você que começou tudo insultando a minha namorada! – Harry disse ainda me segurando.
- É isso mesmo, queridinha! E não teria como o Harry se rebaixar, afinal, ele ficou com você, mais baixo que isso ele não pode chegar! – disse já um pouco mais calma, mas ainda muito descabelada – A única coisa que ele fez foi arrumar alguém melhor que você! Sua despeitada! – finalizei e tentei dar um jeito no meu cabelo, pelo menos aquela vaca não bateu em meu rosto como eu havia feito com ela, dava pra ver perfeitamente as marcas dos meus dedos no rosto branco de Izzy.
- Vamos embora , antes que essa louca queira te agredir de novo – Harry disse olhando em meus olhos.
- Tá bom, meu amor! – concordei e fui conduzida por ele até onde o carro estava parado. Ele, como bom gentleman, abriu a porta pra mim, assim que sentei, senti uma dorzinha em minhas costelas. Merda! A vaca tinha me machucado. Fiz uma careta e levei minha mão aonde doía.
- Você tá bem, amor? – Harry perguntou assim que olhou para minha cara de dor.
- Acho que ela conseguiu me atingir aqui nas costelas – disse ainda com a mão aonde doía.
- Quer ir ao médico? – ele perguntou preocupado.
- Não precisa, em casa eu dou um jeito – sorri de leve tentando acalmá-lo.
- Tem certeza? – ele perguntou ainda preocupado.
- Absoluta! Vamos pra casa! Agora eu só quero curtir um pouco meu namorado e descansar! – disse e dei um selinho nele.
- Está bem então! Pra minha ou pra sua? – ele perguntou sorrindo.
- Tem algum problema se a gente for pra minha? – perguntei sorrindo.
- Nenhum! – ele disse e dirigiu até em casa.
Chegamos em casa relativamente rápido e não foi surpresa nenhuma encontrar algum, ou alguns, mcguys lá. Não era de se estranhar encontrar o Dougie por lá por esses dias. Com a proximidade da ida da ao Brasil, o baixinho quis ficar próximo dela a maior parte do tempo.
Assim que chegamos, encontramos a e o Dougie jogados no sofá vendo tv, estavam tão longe que nem perceberam a nossa chegada. Chamei Harry para me acompanhar até o quarto que dividia com a e, quando entramos nele, vimos que a não estava e logo depois de guardamos as compras de hoje, nos jogamos na cama e ficamos namorando um pouquinho.
- Me desculpa pelas coisas que aconteceram hoje à tarde – ele disse em meu ouvido.
- Você não tem porque se desculpar, amor! – disse fazendo carinho nele – Você não tem culpa da sua ex-namorada ser uma louca – falei e ele riu.
- Eu sei, mas mesmo assim, eu me sinto um pouco culpado por isso – ele disse e fez um biquinho.
- Não se preocupe, amor! Você fez o que todo namorado tinha que fazer, me defendeu! Duas vezes! – disse e o beijei.
- Eu te amo, ! – ele disse entre o beijo.
- Eu também te amo, tigrão! – disse antes de beijá-lo com vontade. Minha vontade era de sair gritando e pulando, meu coração estava quase pra sair pela boca. Harry Judd me ama! OMG! Estava tão feliz com a declaração do Harry que até me esqueci da dor em minhas costelas, mas ao fazermos um movimento mais brusco, não tive como evitar o gemido de dor.
- O que foi, amor? Te machuquei? – Harry olhou pra mim todo preocupado.
- Não, amor! É só onde a mocréia machucou que tá doendo – disse com um meio sorriso.
- Quer que eu faça alguma coisa? – ele ainda preocupado perguntou.
- Espera aí um pouco – me levantei e fui até a minha nécessaire onde achei um Gelol – Passa isso onde tá doendo? – pedi a ele.
- Claro, meu amor! – ele disse e passou o Gelol no local indicado, fazendo uma pequena massagem.
Voltamos a nos beijar depois de Harry ter me ajudado com o machucado que a vadia me provocou e, quando vi, já estávamos NAQUELE amasso.
E então na melhor parte vimos que a porta quase foi derrubada. Adivinhem por quem? Sim, pela !
- Oops! Desculpa! – ela disse envergonhada – Relaxem, já estou de saída, só vim pegar umas roupas aqui – ela disse já pegando as roupas e saindo do quarto logo em seguida.
- A sempre acabando com os climas! – eu disse e comecei a rir.
- Como assim? Nós não somos o primeiro casal que ela atrapalha? – Harry me perguntou confuso.
- O Dougie não te contou? – perguntei a ele incrédula.
- Contou o quê? – ele ainda estava confuso.
- A atrapalhou o que poderia ter sido o primeiro beijo dos baixinhos – disse a ele que bateu a mão na testa, me fazendo gargalhar.
- Que vacilo da , sempre nas piores horas – ele falou e começou a rir.
- Dorme aqui? – pedi já me recompondo.
- Claro! Mas e a ? – ele perguntou.
- Acho que ela vai dormir no Tom, já que amanhã é o dia deles irem às compras – falei me aconchegando em seus braços.
- Já que é assim, tudo bem! – ele disse me abraçando.
- Boa noite, Harry! – disse ainda abraçada a ele.
- Boa noite, ! – ele disse e logo adormecemos.
Capítulo 37
We Are Living In a Material World!
Tom’s P.O.V.
Depois de ter passado o dia com a e ter mostrado um pouco de Londres a ela, decidi a levar para casa. Amanhã era o nosso dia de fazer as compras pra festa de sexta, e eu queria que tudo saísse perfeito.
- Tom, que horas você vem me buscar amanhã? – ela perguntou assim que parei o carro em frente a casa dela.
- Não sei, ! Que horas mais ou menos você quer ir? – perguntei.
- Ai, não sei, Tom. A gente tem que ir cedo! Aproveitar bem o dia! – ela falou e eu sorri.
- O que você acha de dormir lá em casa hoje? Porque daí a gente já vai direto pras lojas – sugeri.
- Pode ser! Vou lá pegar umas roupas então! Espera um pouco aí! – ela disse e, antes de sair, me deu um selinho.
Fiquei esperando no carro e mais ou menos 5 minutos depois vi sair da casa com uma bolsa grande.
- Suas roupas estão aí? – perguntei incrédulo.
- Estão sim, Tomzinho! Por quê? – ela sorriu.
- Tem certeza? – olhei dela pra bolsa e da bolsa pra ela – É que a bolsa é um tanto pequena pra caber suas roupas e tudo mais – disse e dei de ombros.
- Ah, Tomzinho! É que eu só vou passar uma noite na sua casa e amanhã vamos às compras e tudo mais, então coloquei meu pijama e uma roupinha básica pra amanhã. Fora isso, tem minhas maquiagens, meu perfume, minha escova de dentes, a escova de cabelo e outras coisinhas – ela disse e sorriu.
- Tá bom então! – disse e liguei o carro.
- Tomzinho, chegando a sua casa, você poderia me emprestar uma toalha? – ela perguntou e eu sorri – É que eu esqueci a minha – ela sorria tímida.
- Claro, ! Toalha é o que não falta lá em casa! – disse e continuei dirigindo.
Mais ou menos meia hora depois chegamos a minha casa.
- Chegamos, senhorita! – disse ao abrir a porta para ela.
- Obrigada, Tom! – ela sorriu e saiu do carro.
Entramos em casa e levei até o quarto onde ela pôde guardar suas coisas.
- Vai tomar banho agora, ? – perguntei sentado em minha cama.
- Vou sim, Tomzinho! Passei praticamente o dia todo na rua com você, devo estar suada – ela disse sorrindo.
- Então espera um pouquinho aqui que já volto com a sua toalha – disse e sai do quarto indo pegar uma toalha no quarto de hóspedes.
Voltei com a toalha e a vi sentada na beirada da cama olhando pro nada.
- Aconteceu alguma coisa ? – perguntei rindo.
- Não! É que tenho esses momentos de autismo mesmo – ela disse e sorriu.
- Aqui sua toalha! – disse e entreguei-lhe a toalha.
- Obrigada! – ela falou e foi pro banheiro junto com uma pequena muda de roupa que ela havia separado.
Tirei a calça jeans e o tênis e deitei na cama. Acabei pegando no sono e nem vi quando a saiu do banheiro e se deitou ao meu lado.
Acordei com o celular tocando no dia seguinte e com um monte de cabelo na cara, nem preciso dizer de quem era, né? Peguei o celular pra ver quem era e era o despertador, tinha esquecido de desligar ele. Aproveitei para olhar as horas e levantei num pulo ao ver quão tarde era.
- ! Amor! Acorda! – disse baixinho no ouvido dela e a vi se mexendo na cama.
- Bom dia! – ela disse ainda com os olhos fechados.
- Bom dia, minha linda! – eu falei e a vi sorrir ainda com os olhos fechados.
- Que horas são? – ela perguntou se espreguiçando.
- São exatamente dez e quarenta da manhã – falei e a vi se levantar da cama correndo.
- Como assim já são quase onze da manhã e a gente ainda tá aqui, Tom? – a vi entrar correndo no banheiro – Por que não me acordou antes? – ela disse de lá se preparando para escovar os dentes.
- Não te chamei antes porque eu também estava dormindo, acordei tem uns vinte minutos – falei e a ouvi resmungar alguma coisa que não entendi porque ela estava com espuma na boca.
Depois de mais ou menos 20 minutos, já estávamos a caminho do shopping, aonde aproveitaríamos e iríamos almoçar.
’s P.O.V.
Odeio fazer as coisas com pressa! Simplesmente odeio! Mas, em compensação, não tem como ficar brava com o Tom e a covinha! Nós acabamos dormindo demais e não tinha como mudar isso, agora só nos restava contar com a sorte e que eu ache uma roupa decente logo!
- , quer ver o que primeiro? – ouvi o Tom perguntar assim que saímos do carro.
- Acho que o vestido – respondi sorrindo e entrelacei meus dedos nos dele.
Caminhamos por um corredor só com lojas de renome até que, pouco antes do final do mesmo, eu achei O vestido.
- Tom, é esse! – disse o puxando pra perto da vitrine. Olhando mais de perto eu tinha a plena certeza de que era o vestido que eu queria!
- Então vamos entrar e experimentar! – ele disse calmo.
Assim que entramos na loja, uma vendedora super simpática veio nos atender, mostrei a ela o vestido e logo ela apareceu com vários do mesmo modelo, porém com cores diferentes.
- Esse modelo é exclusivo da nossa loja, nós temos uma palheta de cores, mas, a partir do momento em que o compram, nós o retiramos da vitrine e mandamos de volta para o ateliê as peças que sobraram – ela nos explicou sorrindo.
- Acho que vou ficar com o roxo, tenho um anel que ficaria lindo com ele – disse a Tom e a vendedora, que foi até a vitrine e pegou o vestido roxo.
- Aqui, senhorita – ela disse me entregando vestido.
- Já volto, Tomzinho! – disse a ele e dei-lhe um selinho, me encaminhando em seguida para o provador.
Assim que coloquei o vestido, me olhei no espelho e não teve como conter um sorriso, ele tinha ficado perfeito, além de ser lindo!
Saí de lá e fui mostrar a Tom, que sorriu lindamente, mostrando a covinha.
- Ficou lindo em você, ! – Tom disse e eu corei.
- Obrigada! – disse um pouco envergonhada.
- Ficou perfeito na senhorita! Não vai precisar fazer nenhum ajuste – a vendedora disse e eu sorri.
Voltei para o provador e me troquei, saindo de lá com o vestido na mão e entregando-o para a vendedora.
- Vai levá-lo, senhorita? – ela perguntou e eu assenti – Por favor, queiram me acompanhar até o caixa – ela concluiu e nós a seguimos.
- Vocês aceitam cartão aqui, né? – Tom perguntou.
- Claro, senhor!- a funcionaria do caixa disse e então vi Tom tirar o cartão da carteira e entregar a ela.
Pouco tempo depois, a vendedora me entregou a sacola com o vestido e a caixa devolveu o cartão para Tom e assim saímos da loja.
- E agora senhorita, o que vamos comprar? – Tom perguntou.
- Os sapatos – o respondi caminhando em direção a uma loja onde tinha visto os sapatos perfeitos.
- Acho que você já sabe bem o que quer hein? – ele perguntou brincalhão.
- Claro! Quando estávamos procurando o vestido, vi um sapato lindo aqui numa dessas lojas! – disse e o puxei pra dentro da loja dos sapatos.
Assim que entramos, uma vendedora veio nos atender, não tão simpática quanto à da outra loja, mas relevamos. Mostrei a ela o modelo de sapato que queria e disse-lhe o tamanho, sentamos num sofá que tinha ali na loja e aguardamos por ela.
Algum tempo depois ela apareceu com umas quatro caixas de sapato.
- Do modelo que a senhorita queria não tinha do seu número, então eu trouxe esses modelos pra ver se algum deles lhe agrada – a vendedora com cara de cú disse e me mostrou um monte de sapato feio.
- Não gostei de nenhum desses três – disse depois de ter visto três dos quatro modelos de sapato que ela tinha levado.
- Tem esse que chegou ontem a nossa loja. É da nova coleção – ela disse e tirou o sapato mais lindo do mundo da caixa.
- OH MY GOD! – disse com os olhos brilhando ao olhar para os sapatos – São esses sapatos que eu quero, Tom! – disse a ele após experimentá-los.
- Então vamos levá-los, ! – ele disse sorrindo.
- Somente esse, senhorita? – a vendedora perguntou.
- Sim! – falei sorrindo e a vi levar a caixa do sapato até o caixa. Eu e Tom fomos logo em seguida.
- São 1450 libras senhorita – a vendedora disse já no caixa. Tom tirou a carteira do bolso e em seguida o cartão e entregou a ela – Aqui, senhor! Muito obrigado e voltem sempre! – ela disse entregando a sacola com o sapato e o cartão de Tom a ele.
Saímos da loja e fomos até o carro guardar as sacolas. Voltamos para o shopping sorrindo e de mãos dadas, quem olhasse pensaria que éramos namorados, mas infelizmente ainda não éramos e nem sei se seríamos.
- O que acha de irmos almoçar agora e depois comprarmos o que falta? – Tom sugeriu.
- Pode ser, Tomzinho! – o respondi sorrindo.
- Então vamos! Nesse shopping tem um restaurante maravilhoso, vinha sempre aqui com a Gio – meu sorriso se desfez ao o ouvir falando da ex.
- Ah tá – disse meio desanimada e tenho certeza de que ele percebeu.
- Mas se você quiser podemos ir a outro restaurante, têm outros ótimos aqui também – ele falou e eu dei de ombros.
- Tanto faz, Tom – disse ainda desanimada.
- , olha pra mim! – ele disse parando e me virando para ele – Eu só sugeri o restaurante porque ele é realmente bom, você sabe que o que eu tive com a Giovanna foi muito intenso, nós ficamos 6 anos juntos e eu tenho muitas lembranças boas desses 6 anos, mas agora eu estou com você e é com você que eu quero ficar! – ele disse e eu sorri – Não queria fazer isso hoje e nem aqui, mas não tenho escolha, mocinha! , você quer namorar comigo? – ele perguntou e eu fiquei, literalmente, de queixo caído.
- É CLARO QUE EU QUERO, TOM! – disse e ele sorriu, me beijando em seguida.
Ficamos assim por pouco tempo e logo fomos almoçar no tal restaurante que ele ia com a Gordone. Depois do almoço, fomos procurar por uma bolsa e a encontramos numa loja perto da que compramos o sapato, além do vestido, da bolsa e do sapato, Tom me deu um par de brincos lindos, uma gargantilha com um pingente de coração e uma pulseira para usar no dia da festa, além de outras coisinhas.
Demos mais uma volta pelo shopping e decidimos voltar pra casa. Assistimos a um filme e acabei dormindo lá novamente.
Capítulo 38
I Find In You The Place Of My Own!
Danny’s P.O.V.
Quarta feira, nove e quarenta e cinco da manhã. Combinei com a de buscá-la em sua casa as dez e meia e eu tinha acabado de acordar, tô mais do que atrasado! A culpa é dela, que me fez ficar acordado até tarde conversando ao telefone!
Corri pro banheiro e tomei um banho super rápido. Escovei os dentes correndo e saí de casa sem tomar café. Ao entrar no carro chequei se não estava esquecendo nada, se por acaso esquecesse a carteira estava fodido!
Depois de conferir se estava com tudo pela segunda vez, saí em direção à casa da minha amada. Cheguei lá faltando 1 minuto para o horário combinado e a encontrei me esperando na porta. Ela estava usando óculos escuros, provavelmente deve ter se atrasado também, eu sorri e ela veio até mim.
- Bom dia, meu amor! – ela disse e deu-me um selinho.
- Bom dia, minha linda! Como está? – perguntei já abrindo a porta do carro para ela.
- Estou bem e você, meu sardentinho? – ela sorria enquanto colocava o cinto de segurança.
- Melhor agora que estou com você – disse e ela sorriu largamente.
- Isso foi brega, mas também foi fofo. Achei que você ia se atrasar – ela falou enquanto íamos para o shopping.
- Eu também achei que iria me atrasar, mas consegui chegar a tempo – me virei para ela enquanto o sinal estava fechado.
- Adoro essa pontualidade britânica! – ela disse e me deu um selinho.
Logo o sinal abriu e fomos até a loja que minha mãe tinha indicado.
Esperava que ali a encontrasse o vestido ideal.
’s P.O.V.
Acordei super atrasada! Tinha que diminuir meus papos noturnos com o Danny, principalmente se no dia seguinte eu precisar acordar cedo!
Milagrosamente, consegui me arrumar a tempo e às 10h25min eu saí de casa e fiquei a esperar o meu amor na porta. Menos de cinco minutos depois ele chegou, pontual como um legítimo inglês.
Fui até ele no carro e logo seguimos para uma loja indicada pela minha sogrinha linda.
Ao chegarmos lá fomos atendidos por um vendedor muito fofo, gay é claro, que nos atendeu muitíssimo bem!
- Bom dia! Em que posso ajudá-los? – Jean Paul nos perguntou.
- Eu queria dar uma olhada nos vestidos de festa – falei sorrindo.
- Claro, fofa! Vem comigo que eu te mostro os que chegaram essa semana – ele disse já dando pinta e eu o acompanhei até onde estavam os vestidos – Com esse corpão que você tem, vai ser fácil arrumar um vestido que fique bom, o problema vai ser ele ficar curto, já que você é alta – ele disse me olhando de cima a baixo – Qual o evento? – ele perguntou.
- É um baile de máscaras – respondi e ele me puxou para perto de uma arara mais a frente de onde estávamos.
- Prefere um longo ou um mais curtinho? – ele perguntou.
- Longo não, não é pra tanto também – disse e ele sorriu.
- Você é das minhas! O bofe escândalo é quem vai te levar a festa? – ele falou e eu ri.
- É ele sim! – falei sorrindo.
- Tá podendo hein?! – ele falou e tirou um vestido da arara – Que tal esse? – ele disse me mostrando um vestido verde.
- Lindo, mas não é bem essa cor que tenho em mente – disse sincera.
- Que cor a madame pretende usar para deixar o bofe de queixo caído? – ele perguntou e eu apontei para um vestido vermelho.
- Posso ver esse? – disse apontando para o tal vestido.
- Excelente escolha, fofa! – ele disse tirando o vestido da arara e me entregando – Vem! Vamos experimentar pra ver como fica nesse corpitcho! – ele me empurrou até o provador e saiu de lá.
Enquanto isso, fora do provador...
Jean Paul’s P.O.V.
Depois de deixar a mona escândalo no provador, fui até onde o bofe estava. Ele não me era estranho, já tinha visto aquele rostinho lindo e cheio de sardas em algum lugar. Será que foi em alguma boate? Enfim! Fui até ele, que parecia estar viajando, olhando para o nada.
- Ela já vem! – disse e ele quase pulou do sofá.
- Ah tá! Não me importo de esperar! – ele disse e sorriu. Sorriso lindo! MEU DEUS!
- Acho que ela já escolheu o vestido, está experimentando-o agora – falei chegando mais perto dele.
- Bom! Você tem sapato aqui também? Porque aí ela já compra tudo por aqui mesmo e a gente economiza tempo! – ele falou passando a mão no cabelo, meio nervoso com a minha proximidade.
- Temos sim! Tenho certeza de que sua namorada vai achar o sapato ideal aqui também! – falei torcendo para que ele dissesse que ela era apenas a irmã.
- Tomara mesmo! – ele respondeu forçando um sorriso. Que merda! Um bofe escândalo como esse, além de ser hetero tem uma namorada linda daquelas!
- Dan! Amor! Achei o vestido! – ouvi a voz da mona cada vez mais perto de onde estávamos e num piscar de olhos vi o bofe se levantar e ir pra longe de mim. Ah não! Volta, bofe!
- NOOOSSSAAA! Ficou lindo em você! – eu disse a vendo com o vestido, nada que alguns pequenos ajustes no busto pudessem ajudar, mas fora isso, estava maravilhoso.
- Obrigada! – ela disse envergonhada.
’s P.O.V.
Saí do provador e fui mostrar o vestido a Danny! Ele era perfeito e tinha ficado maravilhoso em mim, só precisaria dar uma ajustada no busto, estava um pouco apertado.
Fui até onde Dan estava e ele, quando me viu, ficou estático. Jean Paul elogiou-me e eu corei, claro!
- Dan! Amor? Tá bem? – disse já meio preocupada, ele não tinha falado nada, será que não gostou do vestido?
- OH MEU DEUS, ! VOCÊ ESTÁ LINDA! – ele disse e eu sorri.
- Obrigada, amor! – disse e lhe dei um selinho.
- ! Aqui também vende sapato, porque você já não procura um que combine com o vestido – Dan disse meio empolgado e eu sorri.
- Tudo bem, Dan! Vou me trocar e já venho para olhar os sapatos – falei voltando para o provador.
- E as bolsas também! – ouvi Danny dizer e ri.
Saí de lá um tempinho depois, já com a minha roupa e o vestido na mão, que entreguei a Jean Paul que o reservou e me levou até onde estavam os sapatos.
Meus olhos brilharam quando vi aqueles sapatos. Era cada um mais lindo que o outro.
Jean Paul me mostrou alguns que ficariam perfeitos com o vestido, mas teve um que mais chamou minha atenção.
- É esse! – disse apontando para o par de sapatos mais perfeitos que tinha visto.
- Os Louboutin’s são os meu preferidos, excelente escolha, fofa! – Jean Paul disse e eu sorri – Vamos dar uma olhadinha nas bolsas? – ele falou já separando o par de sapatos.
- Claro! – disse já o seguindo e vendo as bolsas a minha frente, uma mais linda que a outra e, com certeza, mais caras que tudo!
- Essa daqui vai ficar maravilhosa com o vestido! – Jean Paul me disse mostrando uma bolsinha preta.
- Não gostei – falei.
- Que tal essa? – ele mostrou-me outra bolsa preta.
- Também não! – disse – Que tal aquela? – apontei para uma bolsa muito fofa e ele sorriu.
- Ia te mostrar ela agora – Jean falou e a pegou – Já temos tudo que você precisa, certo? Já tem as jóias pra usar na festa? – ele perguntou e eu cocei a cabeça.
- Não tenho – disse e o senti me puxar para uma outra parte da loja.
- Já até sei quais vão ficar lindas em você! – ele disse e me entregou o sapato e a bolsa – Já venho.
- Tá né?! – olhei para ele que procurava alguma coisa em uma gaveta no balcão das jóias.
- Achei! – o ouvi falar e vir até mim com uma pulseira linda, além de um anel com uma pedra enorme e um par de brincos lindo! – Vão ficar perfeitos em você! – ele disse e me guiou de volta onde Danny estava.
- Que demora a de vocês! – o ouvi reclamar.
- Demoramos porque estávamos montando o look da sua namorada! Já vão sair daqui com tudo comprado, desde o vestido até as jóias! – Jean falou e Danny sorriu.
- Que bom! Já que está tudo aí, vamos pro caixa e ir logo pra casa! – Danny disse impaciente e eu ri.
- Venham comigo! – Jean disse e eu o segui com Danny.
Chegamos ao caixa e Jean juntou tudo, não queria nem ver o quanto o Danny vai gastar com tudo isso, tenho medo.
- Tudo deu 8750 libras – Jean Paul disse sorrindo e eu vi Danny abrir a carteira e tirar o talão de cheques de lá.
- Vocês aceitam cheque, né? – ele perguntou.
- Claro! – ele disse e Dan começou a preencher o cheque e assim que terminou o entregou a Jean.
- Aqui estão as compras de vocês! Boa festa! – ele disse entregando uma sacola média para mim e duas grandes para Dan.
- Obrigada a você, Jean! – disse e dei um beijinho nele.
- Valeu aí, cara! – Dan disse e eu ri.
Saímos da loja e fomos para o carro, de lá passamos em um restaurante e Dan comprou nosso almoço.
- Obrigado pelas compras, Dan! – disse a ele logo após almoçarmos.
- Não precisa agradecer, ! – ele falou – É só o primeiro de muitos presentes que eu vou te dar! – Tem como não ficar derretida por um cara assim?
- Obrigado mesmo, Dan! Eu adorei tudo! – disse e o beijei.
- Não tem de que, minha linda! – ele falou.
- Agora vou lavar a louça pra compensar um pouco as 8 mil libras que você gastou comigo hoje! – falei recolhendo os pratos e talheres da mesa e os levando para a cozinha.
- Eu gastaria muito mais de cem mil se fosse preciso, só pra ver um sorriso assim em seu rosto – ele falou e eu deixei as louças em cima da pia e fui até ele, pulando em seus braços e o beijando apaixonadamente.
- Eu te amo, Dan! – disse após beijá-lo.
- Eu te amo bem mais, ! – ele falou e beijou-me.
A louça? Que se exploda! Vou mais é aproveitar o meu namorado!
Ele me AMA! AH MEU DEUS! DANIEL JONES ME AMA!
Capítulo 39
It Comes Naturally!
Dougie’s P.O.V.
Já era quinta feira e amanhã seria a festa de despedida da , como ficamos de dar as roupas pra elas, hoje era meu dia de ir com a baixinha às compras.
Era foda conversar com os caras e ouvir como tinham sido proveitosos os finais de tarde após as compras deles. Por mais que eu estivesse gostando da baixinha, ela iria embora em alguns dias. Essas últimas semanas foram proveitosas pra mim e pra ela, saímos quase todos os dias e a cada nova saída eu descobria mais coisas em comum com a baixinha. E, com isso, um novo sentimento foi crescendo dentro de mim. Não vou negar que ver a baixinha indo embora está me fazendo muito mal, o que me consola é que será por pouco tempo, ela volta pra Londres nem que eu tenha que buscá-la no Brasil!
Terminei meu café e fui até a casa das meninas buscar a minha . Ela estava linda, como sempre, e logo já estávamos na loja que o Danny levou a , assim compraríamos tudo lá e poderíamos curtir o resto do dia juntos.
Chegamos lá e fomos atendidos pelo mesmo carinha gay que atendeu a e o Danny, olhei meio torto pra ele e mostrei que não daria tanta ousadia quanto Danny. Ele disfarçou e continuou conversando com a e mostrando a ela alguns vestidos.
Assim que eles sumiram da minha vista, sentei-me no sofá e comecei a pensar em tudo que aconteceu nesses dois meses e, cara, minha vida tinha mudado pra caramba!
’s P.O.V.
Estava com Jean Paul - muito bem recomendado pela - e ele me mostrava alguns vestidos. Acabei escolhendo uns quatro e levando-os para o provador, enquanto me trocava lembrei-me de que iria embora em alguns dias e nunca pensei que fosse ser tão doloroso voltar para o Brasil. Doía saber que demoraria a ver novamente as meninas, os mcguys e principalmente Dougie. Por mais que ele não sentisse o mesmo que eu, nós havíamos nos aproximado bastante nesses últimos tempos. Saiamos sempre juntos, quase todos os dias ele tinha um programa diferente para fazermos juntos e só de estar com ele, nem que fosse só para ver um filme ou qualquer besteira na TV, já me alegrava.
Deixei esses pensamentos saudosistas de lado e voltei a experimentar as roupas. Experimentei os três primeiros vestidos e todos ficaram compridos demais e horríveis em meu corpo, experimentei o último, o que mais tinha gostado, e sorri largamente, estava linda! O vestido caía perfeitamente em meu corpo e estava perfeito! Saí de lá radiante e encontrei Jean Paul, que ao me ver levou a mão a boca.
- MONA! Você tá MA-RA-VI-LHO-SA! – Jean disse e eu corei.
- Obrigada! – disse timidamente.
- Vai lá mostrar pro bofe a mulher linda que ele tem ao lado dele – ele disse meio que me empurrando na direção onde Dougie estava.
- Ele não é meu bofe – disse e ele parou na minha frente.
- Como assim? Você linda e maravilhosa como é e esse mané não tentou te dar nem um beijinho? – ele perguntou e eu assenti – Por que ele tá fazendo isso por você então? – ele perguntou novamente e eu não soube ao certo o que dizer.
- Nós somos amigos, apenas! Ele acabou um relacionamento longo e intenso há pouco tempo e o fim não foi nada amigável – disse e dei de ombros.
- Ele não sabe o que está perdendo! Se eu gostasse de mulher não te deixaria escapar! – ele falou e eu sorri.
- E também tem o fato de que estou voltando para o Brasil semana que vem! Se tivéssemos alguma coisa iria acabar semana que vem de qualquer jeito – falei e continuei indo até Dougie. Parei em frente a ele e sorri – O que acha? – perguntei dando uma voltinha e evitando olhar em seus olhos depois de ter ouvido o que ouvi de Jean Paul.
- UAU! Você está maravilhosa, ! – ele disse sem tirar os olhos de mim.
- Obrigada! – corei novamente e me virei, voltando ao provador com Jean Paul a minha cola.
- Relaxa gatinha! Estava com saudades de você, minha linda! – ele disse me abraçando.
- Algum problema, ? – ouvi Dougie dizer – Você estava demorando então vim ver se tinha acontecido algo – ele falou – QUEM É ESSE AÍ? – Opa! Acho que vai dar merda!
- E aí, cara? É você que tem roubado a minha de mim é? – falou. Ele não tem medo da morte não?
- Sua ? – disse nervosa – Eu nunca fui sua nem aqui e nem na China, ! – disse alterada.
- Que isso, gatinha?! Relaxa! – ele disse passando a mão em meu rosto.
- Tira. Essa. Mão. De. Mim! – disse ainda nervosa.
- Deixa ela em paz! – Dougie foi pra cima dele. Eu disse que ia dar merda!
- DOUGIE! DEIXA ELE AÍ! VAMOS EMBORA! – gritei para Dougie que o largou e veio em minha direção. Good boy!
- Hey, ! Me liga! – ele disse e piscou pra mim.
- Mas é muito cara de pau mesmo! – Dougie disse bufando.
- Se acalma, Dougie! Vamos pra casa que é melhor! – disse tentando acalmá-lo e me acalmar.
- Vamos! Pelo menos lá esse babaca não vai nos importunar! – ele disse e, em questão de minutos, estávamos em casa.
Entramos e eu guardei os meus “presentes” e, quando ia voltar à sala, fui surpreendida por um Dougie na porta do quarto.
- Que susto, pequeno! – disse levando a mão ao peito.
- Desculpa, pequena! Não queria te assustar! – ele disse e passou a mão pelo meu rosto.
- Ah, relaxa! – disse abanando a mão.
- O que vamos fazer agora? – ele perguntou me abraçando pela cintura.
- Não sei... – falei enquanto tentava me lembrar de como se respirava. Será que ele não percebia o que estava fazendo?
- Vamos lá pra casa? – ele pediu.
- Não, Dougie! Fui pra lá quase que a semana toda! – falei – Vamos ficar por aqui hoje! – pedi manhosa.
- Tá bom, minha gatinha manhosa! – ele disse me abraçando mais forte.
Fomos pra sala e a casa, que até então estava cheia e movimentada, ficou vazia. As meninas saíram com seus namorados e me deixaram sozinha com Dougie.
Não que esse fosse o problema - já estava cansada de ficar sozinha com ele, seja aqui ou na casa dele -, mas a questão era que eu iria embora em menos de uma semana e tinha quase que certeza de que não o veria mais, e imaginava que ele também pensava na mesma coisa, pois assim que as meninas saíram, o silêncio reinou na sala, só ouvíamos o barulho da TV que estava em um programa qualquer.
- ! – ele disse e eu me virei para olhar pra ele.
- Diga, pequeno – sorri meigamente para ele.
- Vou sentir saudades de você! – ele falou meio triste.
- Eu também. Nunca pensei que iria me apegar a alguém em tão pouco tempo quanto eu me apeguei a você! – disse – Claro que já rolava aquele amor de fã e tudo mais, mas agora o que eu sinto vai além da admiração de uma fã – falei e o vi sorrir.
- Eu nunca pensei que iria me apegar tanto a uma fã quanto eu me apeguei a você, ! – ele falou e eu sorri – Te adoro muito, ! Muito mesmo! Você vai estar pra sempre no meu coração – ele falou e me abraçou.
- Também te adoro muito, Dougie – disse abraçada a ele, confesso que esperava um “eu te amo”, mas fico feliz com o “te adoro”, melhor que nada né?!
- ? – o ouvi me chamar.
- Oi? – me virei para olhá-lo e senti a respiração dele bater em meu rosto.
- What do you say to taking chances? – o ouvi sussurrar.
Depois disso? Bem! Ele me deu um selinho, em seguida pedindo passagem com sua língua, que logicamente cedi. Eu sei que pode não ser nada e ao mesmo tempo tudo, mas naquele momento não era o que eu esperava, não a essa altura do campeonato.
Eu olhei pra ele depois do beijo, meio em choque, e ele simplesmente sorria.
- Depois você me responde tá? – ele disse e deu-me outro selinho. Saiu lá de casa e me deixou sozinha, confusa e na merda!
Por que ele fez isso dias antes da minha partida? AFF! Não podia ter feito isso pelo menos há um mês atrás?
Argh! Te odeio, Dougie Poynter!
E me odeio mais ainda por gostar tanto de você!
Capítulo 40
Foolish For You!
Por ser uma festa organizada pelo McFLY, acabou ganhando uma dimensão um pouco maior do que a esperada pelos mcguys e algumas pessoas que não deveriam estar ali acabaram sendo convidadas.
A decoração estava impecável, o dinheiro gasto com a festa não havia sido jogado fora e o serviço de Buffet não deixava nada a desejar. Podia-se notar certa sofisticação na decoração do amplo salão, longas cortinas de seda ornamentavam um lado do local, também era possível, de dentro do salão, ver a decoração feita nos jardins, que era simples, porém aconchegante.
O amplo salão fora dividido em duas partes, uma onde havia mesas, muito bem ornamentadas, e outra parte que servia como pista de dança. Um DJ fora contratado com a garantia de animar os convidados a noite toda.
Os convidados iam chegando no horário marcado e em pouco tempo o salão já se encontrava cheio.
’s P.O.V.
Depois de tanta expectativa, o dia da festa dos meninos havia chegado. Eu e as meninas havíamos passado o dia no salão e com toda certeza estávamos maravilhosas.
A festa estava marcada para as 21 horas e Danny havia dito que me buscaria as 20h45. Pra variar, acabei me atrasando no salão e quase não consigo me arrumar a tempo, porém, pontualmente às 20h45, vejo o carro do meu lindo namorado estacionar na porta de casa, me desesperei, ainda não tinha nem tomado banho.
- ALGUMA DE VOCÊS JÁ ESTÁ PRONTA? – gritei do meu quarto.
- A ! – ouvi duas vozes vindas do outro lado do corredor.
- OBRIGADA!- respondi de volta – ! – a chamei.
- Que é, ? – ela entrou no quarto, nervosinha e com cara de quem tinha acabado de acordar! Ela devia estar cochilando, e ainda faltava tomar banho, se vestir e colocar o sapato.
- Avisa ao Dan que eu não tô pronta, pleaseeee? – pedi e sorri, fazendo uma carinha digna do Gato de Botas do Shrek.
- Tá bom, coisa! O que eu não faço por você... – ela disse e saiu bufando.
- O QUE A QUERIA? – ouvi uma das vozes vindas do outro lado do corredor perguntar.
- Avisar ao amado dela que ela se enrolou toda e não tomou nem banho – ouvi a falar e em seguida descer as escadas.
Tomei um banho super rápido e, tomando cuidado com a minha maquiagem e com o meu cabelo, peguei meu lindo vestido que estava em cima da cama e me vesti. Antes de colocar meu sapato, olhei-me no espelho e sorri, eu estava linda! Ainda sorrindo, sentei-me na cama e calcei meu sapato, assim que terminei, peguei a máscara que tinha comprado pra usar na festa e a coloquei em meu rosto, olhei-me novamente no espelho, dei mais uma borrifada de perfume em mim, respirei fundo e abri a porta do quarto indo em direção as escadas. Respirei fundo mais uma vez e desci calmamente as escadas.
Chegando à sala, vi um par de olhos azuis a me encarar e, ao me verem, brilharem com muita intensidade e um sorriso lindo brotar em seu rosto.
Vi Danny levantar-se do sofá e vir em minha direção e, ao chegar perto de mim, com um largo sorriso na cara. Ele segurou minha mão e a beijou, o que me fez sorrir e corar um pouco.
- Tenho certeza que ao chegarmos à festa todos olharão para nós – ele falou ainda sorrindo.
- Por que acha isso, amor? – perguntei olhando para ele, tinha certeza de que meus olhos brilhavam tanto quanto os dele.
- Porque vou estar com a garota mais bonita da festa – ele disse e aproximou-se de mim, selando de leve nossos lábios.
- Para com isso, amor! Até parece! – disse corada.
- Mas é verdade, amor! – ele disse passando a mão de leve por meu rosto – E então, vamos? – ele perguntou ainda sorrindo.
- Vamos! Já estamos bem atrasados né? – falei olhando para ele.
- Não mais do que os outros três casais – ele disse conduzindo-me até a porta.
Fomos até seu carro e, em poucos minutos, já estávamos na porta do salão que, como era de se esperar, estava abarrotada de fotógrafos. Dan parou o carro e logo um manobrista apareceu para levá-lo, outro manobrista abriu a porta para que eu saísse e logo Danny já estava ao me lado, segurando minha mão.
Em questão de segundos, o mar de fotógrafos viraram-se para nós e logo os flashs piscavam em cima de nós quase me deixando cega. Como esperado também, milhares de perguntas foram feitas a Dan.
- Quem é ela, Danny? Sua nova namorada? – alguns fotógrafos perguntaram ao mesmo tempo.
- Acha que dessa vez vai durar, Danny? O que houve com a Miss Inglaterra 2007, não está mais saindo com ela? – outros perguntaram.
- Só vou responder duas perguntas senhores, então eu peço que se organizem – Danny disse seco e sério. Com certeza, esse era um lado dele que eu desconhecia.
- Ela é sua nova namorada, Danny? – ouvimos alguém perguntar.
- Sim, ela é a minha nova namorada, mas não vou dar mais nenhuma informação sobre ela – ele respondeu e eu apertei um pouco sua mão.
- Nem o nome dela você irá nos dar, Danny? – perguntaram e ele olhou pra mim como se pedisse minha autorização, que eu cedi.
- Ela se chama e é só isso que irão saber dela – ele disse e conduziu-me para a entrada do salão.
- Danny, e a outra pergunta? – um dos fotógrafos perguntou ao notar que entraríamos.
- Eu já respondi a duas perguntas, senhores. Disse-lhes que responderia a duas perguntas e a duas eu respondi – ele falou e sorriu.
- Mas não fizemos a segunda pergunta – outro disse.
- Claro que fizeram, ao perguntar se eu não daria ao menos o nome da minha namorada a vocês. Foi uma pergunta, portanto, respondi a duas perguntas feitas por vocês – ele sorriu novamente – Agora se me dão licença tenho uma festa para curtir – ele concluiu e logo entrávamos no salão.
- Está lindo aqui, Dan! – disse olhando para o salão e vendo sua decoração.
- Verdade! O pessoal fez um bom trabalho! – ele disse e nós fomos até uma mesa mais ou menos localizada no meio do salão. Era a maior mesa e a única que estava reservada.
- Caraca! Vocês contrataram aqueles bartenders que fazem malabarismo com as garrafas?! Que legal! – falei rindo.
- Quer beber alguma coisa? – ele me perguntou e eu sorri.
- Ainda não, amor! Acabamos de chegar, tá meio cedo pra beber – falei – Vamos esperar pelo menos os outros – falei e sentei-me.
- Tudo bem, meu amor! – ele disse sentando-se ao meu lado – Será que o nosso “convidado especial” vem? – ele perguntou e eu cocei o queixo.
- Acho que vem sim! – disse vendo o DJ se posicionar e logo uma música nova começar a tocar – Creio que ele não perderia a oportunidade de tentar humilhar o Dougie ou algum de vocês numa festa assim – conclui e encostei minha cabeça no ombro de Dan.
- Também acho! Aquele cara é doente! – ele falou.
- Com toda certeza! Ele tem que ser internado antes que faça alguma coisa pior! – disse e senti Dan entrelaçar nossos dedos, sorri.
- Mas não vamos pensar nisso por agora! À hora dele está pra chegar! – ele falou e beijou-me na testa.
Ficamos ali por mais um tempo, algumas pessoas vinham cumprimentar o Danny e ele me apresentava a elas. Mais ou menos uns 20 minutos depois de termos chegado, e Harry chegaram e vieram até nós, reclamando dos fotógrafos da entrada. Ficamos conversando e logo estávamos dançando e foi nesse momento que vi uma pessoa ali, a única pessoa que poderia atrapalhar um pouco nossos planos, a única pessoa que poderia estragar a noite da , mesmo ela estando de máscara e aquele cabelinho dela estar na moda aqui em Londres, era fácil de reconhecer a Francesca pela falta de peito.
No que depender de mim, aquela despeitada, literalmente, não irá estragar a festa de despedida da , mas não vai mesmo!
Danny’s P.O.V.
Depois de algumas semanas ansiando por essa festa, finalmente chegara o dia.
Alguns acontecimentos da noite me deixavam bastante nervoso, era
a primeira vez que ia a um evento com a , ainda nessa noite esperávamos desmascarar aquele cara que esteve de rolo com a Gio, a Izzy e a Frankie e também estava torcendo para que o Dougie se acertasse com a baixinha.
Fui até meu quarto e tirei do armário a roupa que usaria hoje à noite, coloquei o terno preto em cima da cama, peguei uma camisa branca e uma gravata escura listrada. Fui colocando tudo em cima da cama um do lado do outro, peguei o sapato social preto e uma meia, coloquei o sapato aos pés da cama e a meia do lado da gravata, olhei pra tudo ali em cima e tive a sensação de estar esquecendo algo. Cocei o queixo e, pra acabar com a minha dúvida, liguei para o Tom, queria ligar pra , mas ela e as meninas estavam no salão.
- Alô?! – Tom atendeu com a voz de quem tinha acabado de acordar.
- Tom, dude! Preciso tirar uma dúvida! – falei rápido.
- O que aconteceu dessa vez, Danny? – ele perguntou meio mal humorado.
- É que eu já separei minha roupa e a coloquei em cima da cama, mas eu sinto que estou esquecendo alguma coisa – disse e ouvi Tom bufar.
- Pegou a gravata? – ele perguntou.
- Peguei! – respondi apontando para a mesma.
- Cueca? – eu ri quando ele disse isso.
- Ainda não, mas isso eu sei que não vou esquecer – falei rindo.
- Nunca se sabe, Danny – ele disse e dessa vez eu bufei – Meia? – ele perguntou.
- Peguei também! – disse meio impaciente.
- Pegou a máscara? – ele perguntou e eu bati a mão na testa.
- Era isso mesmo! Valeu dude! – disse e desliguei o telefone.
Abri a gaveta da mesinha de cabeceira e tirei de lá uma máscara branca, que contrastaria com o meu visual quase todo em preto. Deixei as coisas ali e fui até sala, assistir TV e relaxar um pouco antes de ir me arrumar. Acabei pegando no sono e acordei as 19h30. Corri para o banho e, em pouco mais de meia hora, já tinha tomado banho, feito a barba e estava de cueca - viu como eu lembrei? - e camisa. Vesti a calça logo em seguida e deixei o paletó por último. Já tinha me vestido e voltei ao banheiro para arrumar o cabelo, depois de dar uma última passadinha de perfume, vesti o paletó, peguei a máscara em cima da cama, as chaves de casa e do carro e saí em direção à casa da .
Cheguei à casa da no horário marcado e suspirei aliviado por isso. Estranhei o fato de não vê-la me esperando na porta, saí do carro e fui até a casa dela, vi que a luz de seu quarto estava acesa, sinal de que ela ou a estavam lá, quando fui tocar a campainha, a porta se abre e a baixinha, com uma roupa comum abriu a porta.
- Entra, Danny! – ela disse – A ainda não tá pronta! Fica a vontade aí que ela ainda vai demorar um pouquinho – a ouvir dizer e sumir da minha vista.
- Valeu, – agradeci pra parede e fui até a sala, sentando-me no sofá.
Já era praticamente de casa, não mais que o Dougie, então tomei a liberdade de ligar a TV e ver se tinha algo de bom ali. Depois de um tempo, vi que não tinha nada, desliguei e fiquei pensando na minha gatinha, ouvi passos na escada e olhei naquela direção, e pude ter a visão do paraíso. estava linda! Não que normalmente ela não fosse, mas hoje estava linda demais! Com toda certeza eu era um filho da mãe sortudo! Tinha uma garota linda e maravilhosa ao meu lado!
Sorri em sua direção e a vi sorrir de volta pra mim e corar de leve. Levantei-me do sofá e fui até o pé da escada esperando pela minha princesa, dei a mão a ela e sorri mais ainda, vendo-a de perto e sentindo seu perfume.
- Tenho certeza que ao chegarmos à festa todos olharão para nós – disse a ela sorrindo.
- Por que acha isso, amor? – a ouvi perguntar e olhar pra mim, adorei ver o brilho de seus olhos.
- Porque vou estar com a garota mais bonita da festa – falei e dei-lhe um selinho leve.
- Para com isso, amor! Até parece! – a vi corar.
- Mas é verdade, amor! – disse passando a mão de leve por seu rosto – E então, vamos? – perguntei sorrindo.
- Vamos! Já estamos bem atrasados né? – a ouvi falar e olhar pra mim.
- Não mais do que os outros três casais – disse e a conduzi até a porta.
O caminho até o salão não foi dos mais demorados, dirigia tranquilamente e quando dei por mim já estávamos na porta do salão.
Não era novidade nenhuma que aquele lugar estaria abarrotado de fotógrafos e, por um momento, tive medo de como ia ser daqui pra frente pra . Não tive tempo de conversar com ela no carro, pois quando vi um manobrista já havia aberto a porta pra ela e outro estava aqui ao meu lado esperando que eu saísse, saí e rapidamente fui para o lado de , segurando sua mão e indo em direção ao mar de fotógrafos.
Logo os flashs começaram a ser disparados e fotos e mais fotos foram tiradas e perguntas eram feitas. Com calma disse aos fotógrafos e repórteres que responderia a duas perguntas, assim o fiz e respondi às duas perguntas sob protestos deles, mas respondi.
Entrei no salão com e sorri ao ver que a decoração tinha ficado além do imaginado e, junto da minha linda namorada, caminhei até a mesa principal do salão, que havia sido reservada para mim, os caras e nossas respectivas garotas.
Depois de um tempo sozinho com ali na mesa fomos agraciados pela companhia de Harry e na), conversamos um pouco e depois fomos dançar, enquanto dançava com , notei que ela ficou tensa e quando olhei, dei de cara com Francesca.
Fiquei irado! Não acreditava que ela teve a cara de pau de aparecer na festa! Ai dela se aprontasse alguma coisa, eu não pensaria duas vezes antes de colocá-la pra fora dali.
Continua...
N/A: Hey girls!
Começo essa n/a pedindo mil desculpas a vocês...
Não que eu tenha me esquecido da Living, é q tive alguns contratempos e também falta de tempo pra mandar att pra Lomah!
Estive cheia de trabalhos da faculdade para fazer (ainda tenho alguns, mas estou mais tranquila...) e mal tive tempo pra dormir...
Mas aí está o capitulo das Jones...
Alguém tem alguma idéia de um castigo bem feio pros nossos “vilões”?
Se tiver me manda pelo twitter ou como comentário aqui mesmo...
A melhor, ou melhores sugestões aparecerão na fic e a autora da idéia ganhará um brinde bem legal!
Até a próxima att.
Beijinhos
Nina!
Meu Twitter: www.twitter.com/callme_Nina
Perguntas? http://www.formspring.me/ninaninex
Leiam minha outra fic: Vou aprender que minha vida é você!