I Feel Like A Hero And You Are My Heroine O2.



Autora: Mandy Prado
Beta-Reader: Sweet Caroline




Capítulo 1 - Two is better than one

A chuva lá fora ia aumentando gradativamente. estava terminando de arrumar as malas e eu estava sentado na beira da cama só observando.
- Vai ser por pouco tempo, tá? - Ela se virou para mim sorrindo meio triste.
- Eu sei, mas eu não queria que você fosse. - Eu bufei e me levantei, indo abraçá-la.
- Amor, é o meu trabalho. E eu vou falar com você sempre que possível. - Ela sorriu.
- Se eu pudesse, ia com você... - Eu a encarei sério.
- Mas não pode, você tem que animar esse país com musicas e matar as garotinhas do coração. - Ela riu com uma carinha de safada muito linda.
- Eu só quero matar uma garota do coração. - Eu lhe dei um longo selinho.
- Hm, ela deve ser uma garota de sorte! - Ela sorriu e escondeu o rosto na curva do meu pescoço.
- Eu é que tenho muita sorte. - Sussurrei e a apertei mais forte no meu braço. Era estranha a sensação que eu tinha, era como um sexto sentido de que algo ia dar errado e eu não queria que nada acontecesse com a minha pequena.
- Vem, vamos dormir que eu tenho que levantar hiper cedo amanhã. - Ela me puxou pra a cama e se aconchegou bem perto de mim.
- Como o Judd reagiu? - Eu questionei depois de um tempo.
- A me disse que ele brigou com ela e foi pra casa do Dougie, depois voltou todo mal humorado e dormiu sem falar com ela. - Ela suspirou.
- Mas se eu bem o conheço, à essas horas eles já estão se resolvendo. - Eu ri pervertido.
- Aham, ele deve estar dançando no queijo para a . - Ela gargalhou do próprio comentário.
- Certo, senhorita pervertida, melhor dormir porque se não amanha você já sabe, não consegue levantar. - Eu sorri e a beijei.
- Boa noite, grandão. - Ela se virou de costas e entrelaçou nossas mãos.
- Boa noite, minha pequena. - Eu sussurrei e comecei a fazer cafuné em seus cabelos. Consegui dormir com as lembranças do dia em que recebi aquela noticia.

Flashback


Saí da gravadora ansioso para chegar em casa. Era o primeiro dia em semanas que eu saia cedo. Assim que abri a porta de casa e cheguei na sala, vi no tapete, brincando com Marvin. A TV estava ligada, passando algum canal de desenhos. Sorri e me aproximei rápido.
- Oi, meu amor! - Eu a abracei e a levantei do chão
- Tom? Amor, chegou cedo! - Ela ficou surpresa. Sua voz estava esquisita, eu a encarei e vi seu nariz um pouco vermelho e os olhos brilhando mais do que o normal.
- , você está chorando? - Eu a encarei - Amor, o que aconteceu? - Ela recomeçou a chorar e me abraçou forte. Senti minha camiseta ficar úmida e Marvin estava sentado olhando nós dois.
- Amor, você lembra do trabalho que eu estava fazendo no Hospital St. Mary? - Ela estava soluçando um pouco, seu rosto estava molhado e tomando uma cor avermelhada.
- Lembro sim, amor. O que tem? - Eu sorri e sentei no sofá com ela em meu colo.
- Eles gostaram bastante do meu trabalho com as crianças e querem que eu continue, mas também querem que eu faça em outro lugar. - Ela limpou os olhos e me encarou triste
- Mas isso é bom, eu tenho certeza de que você vai conseguir. - Eu a encorajei.
- Mas o trabalho é ficar três meses na Uganda. - Ela despejou tudo de uma vez só e logo voltou a chorar. Eu fiquei estático, processando tudo aquilo. Fazia um ano e meio que estávamos namorando e apenas cinco meses morando juntos e agora ela ia ter que ir embora. - Tom, você está bem?
- Hã? Ah, estou sim, amor. Só tô processando a notícia. - Eu sorri triste.
- Me desculpa por ter que te falar isso. - Ela saiu do meu colo e pegou Marvin, se sentando novamente no tapete para brincar com ele.
- Amor, eu fico feliz com o seu trabalho, só não queria que você saísse daqui. - Eu me sentei ao seu lado,e a abracei.
- Mas se eu passar um mês lá, eu posso ajudar bastante e vou ter muitos voluntários lá e assim posso voltar e ficar com você. - Ela fungou e me encarou.
- Isso é ótimo! Eu vou morrer de saudades de você, amor. - Eu sorri e lhe dei um selinho
- Eu também vou. - Ela deitou sua cabeça no meu ombro.

/Flashback

Acordei e ela ainda dormia tranquilamente. Levantei sem acordá-la e fui para a cozinha, arrumei um café da manhã bem reforçado pra ela e voltei pro quarto. Ela dormia abraçada com o meu travesseiro. Eu sorri e coloquei a bandeja no chão para ir acordá-la.
- Bom dia, minha polarzinha. - Eu sussurrei e a enchi de beijos.
- Hmm, acordar assim todos os dias fica difícil ir para a Uganda! - Ela despertou e sorriu. - Bom dia, meu star boy!
- Se eu pudesse, te trancava aqui comigo, mas não posso. - Eu ri e peguei a bandeja, colocando em seu colo.
- Que horas são? - Ela esfregou os olhos e se ajeitou na cama.
- Quase nove, está cedo ainda... - Eu me sentei na beira da cama.
- Ainda tenho tempo. - Ela sorriu e encarou o café. Depois que comemos, tomamos um banho relaxante e proveitoso, nos arrumamos e fomos para o aeroporto. Encontramos Harry e sentados praticamente dormindo um ao lado do outro. Nos aproximamos em silêncio, mas logo Danny chegou fazendo barulho.
- Bom dia, pessoas! - Ele pulou me mim e acordou Harry, que não tinha uma cara nada boa.
- Danny, não precisa fazer escândalo! - Lu deu um cutucão nele.
- Oi, gente. - Dougie apareceu bocejando. - Ah, meninas, vamos sentir falta de vocês! - Lu e deram um abraço grupal em e e eu me sentei ao lado de Harry.
- E aí, dude, tá tudo bem? - Ele questionou, cruzando os braços.
- Tô levando, né, é duro pensar que ela vai ficar um mês lá. É perigoso! - Eu me encostei na cadeira e ajeitei minha touca.
- Eu sei, também não gosto da ideia da , mas eu não posso forçá-la a ficar. - Ele bufou
- Eu bem que tentei, mas não tem jeito. - Eu sorri tristemente. - Tomara que passe rápido.
- Vai passar, dudes. - Danny se sentou, entrando na conversa.
- Você diz isso porque a sua namorada trabalha num restaurante perto da sua casa. - Eu o encarei. - E ela não tem mania de fazer coisas diferentes sempre.
- Mas eu sei como é duro ficar sem ela, quando ela vai nessas convenções de comida. - Ele riu e deu de ombros.
- Eu sei que é difícil ficar longe delas, mas não vai demorar. - Dougie se manifestou. - Eu também já passei por essas viagens longas. - Nosso diálogo foi interrompido pela vozinha irritante da mulher do aeroporto.

"Última chamada para o vôo 713 para Uganda, África." (n/a: Uia, número do cofre do Dumbledore, Harry Potter 1. ^^)

- Essa mulher tem voz de motel. - Dougie riu.
- É verdade. - Danny caiu na gargalhada, assim como eu e Harry. Logo vi Lu e se sentando, me levantei e puxei para um abraço forte.
- Promete que vai me chamar se qualquer coisa acontecer? - Eu sussurrei.
- Prometo sim! - Ela começou a chorar.
- Eu vou atrás de você nem que seja nadando, andando, do jeito que for. - Eu a beijei com carinho, ela me apertava forte e ia ser difícil soltá-la.
- , tá na hora! - se aproximou com o rosto vermelho.
- Tchau, star boy, se cuida! - sorriu e me deu um selinho.
- Assim que chegar, me dê notícias, amor. - Eu a ajudei a levar as malas para o check-in.
- Eu prometo! - Ela sorriu e acenou para todos.
- A gente cuida deles pra vocês. - Lu sorriu para as duas, que já entravam na fila do embarque.
- Valeu, gente. - Elas sorriram. Fiquei ali com Harry ao meu lado, observando as duas sumindo de vista. Me despedi deles e fui pra casa, precisava ficar um pouco sozinho. Marvin veio ao meu encontro assim que abri a porta, ele tinha ficado bem amoroso depois que tinha vindo morar aqui.
- Sinto muito, garoto, ela viajou. Somos só nós dois de novo por um tempo. - Eu sorri e fui andando até o jardim, com ele atrás de mim miando feito louco. - Eu também estou com saudades, mas é só por um tempo!

’s POV


Eu e a entramos no avião e fomos para nossos lugares. Ela ainda soluçava baixinho. Meu coração estava muito apertado de saudades do Tom e imagino que ela estava do mesmo jeito pelo Harry.
- Será que ainda dá tempo de sair daqui? - quebrou o silêncio entre nós.
- Own, amiga, eu também tô querendo desistir, mas pensa pelo lado de que logo a gente vai estar de volta. - Eu sorri e me virei para ela.
- Eu não sei se consigo ficar muito tempo longe do meu tigrão. - Ela sorriu safada.
- Eu também não consigo ficar longe do Tom, mas a internet existe para matar a saudade. - Eu sorri.
- E também para fazer outras coisas... - Ela piscou pervertida.
- Isso eu não sei, sou um anjo! - Fiz minha melhor cara de santa.
- Anjo? Sei, sei, viu, dona ? - Ela riu. Tudo estava sendo tranquilo. tinha pego no sono fazia uns dez minutos. Eu não conseguia dormir, só pensava em tudo que estava acontecendo, eu era uma pessoa que odiava rotina, sempre inventando algo novo para fazer, mas não eram coisas sem propósitos. Recentemente eu adquiri um gosto por fazer serviços sociais, comecei em uma clinica veterinária, em um canil, depois eu comecei a fazer isso em hospitais, visitava as crianças e passava parte da minha tarde com elas, eu gostava de ajudar as crianças com câncer e AIDS do lugar, elas eram as que mais precisavam. Foi nesse hospital onde eu conheci a , ela fez faculdade de biomedicina e estava com alguns projetos no hospital, nos encontrávamos sempre e a partir daí ficamos amigas, e foi por minha causa que ela conheceu o Harry. Eu já namorava Tom bem antes de ir fazer serviço voluntário no hospital, então tudo ficou mais fácil para os dois se conhecerem. Olhei no relógio e ainda faltava algum tempo para chegarmos na Uganda, onde ajudaríamos uma vila. O hospital já tinha uma espécie de filial lá, e nós duas fomos escolhidas para ajudar, pois eles estavam precisando urgente. Eu tive que abrir mão de muitas coisas, de passar tempo com o Tom, do meu trabalho, que era como fotógrafa, mas se eu conseguisse ajudar, em um mês eu voltaria para casa, e não precisaria ficar os dois meses restantes.
A aeromoça se aproximou e informou que já havíamos pousado.
- Obrigada. – Eu sorri e fui acordar a . – , acorda!
- Hã? Que? Harry, dança no queijo pra mim. – Ela acordou falando tudo ao mesmo tempo.
- Wow! Calma aí, fofa, eu não sou o Judd, não. – Eu ri – Depois eu que sou safada, né? – Me levantei.
- Ah, você é uma estraga sonhos. Tava tão bom meu tigrão dançando pra mim! – Ela sorriu safada.
- Ok, me poupe dos detalhes sórdidos. Vamos descer, aí você conversa com seu Tigrão! – Eu a puxei pra fora do avião, ela ainda resmungava de como eu era chata em atrapalhar o sonho dela.

Capitulo 2 - Your voice was the soundtrack of my summer
Harry’s POV


Cheguei em casa assim que consegui convencer o Jones de que eu não estava no clima para ir na casa dele comer pizza com os casais. Tom já devia estar na casa dele, enchendo a cara e conversando com o Marvin, aquele gato é bem estranho, também com um dono como o Tom ele teria que ser no mínimo bem diferente.
Peguei uma cerveja e me sentei no sofá, olhando os porta retratos espalhados por toda a sala. Fiquei olhando para um porta retrato especificamente, era uma foto de todos nós, numa festa surpresa que o Tom fez pra , era aniversário dela e foi nesse dia que eu conheci minha tigresa.



Flashback


Já era a décima vez que o Thomas me ligava pedindo para comprar os balões verdes que faltavam. Assim que desliguei o celular e paguei à moça do caixa, saí rapidamente em direção ao meu carro, dei a partida e fui em direção a casa dele. Estava virando a esquina da rua, já podia avistar o carro dele parado em frente à casa, quando Sex On Fire começou a tocar. Bufei e peguei o celular, nem me dando ao trabalho de ver quem era, já imaginava que era aquele psicótico gritando no meu ouvido.
- HAROLD MARK CHRISTOPHER JUDD, ONDE VOCÊ ESTÁ?! –Tom berrou assim que apertei o botão verde, suspirei e contei até três, eu não poderia perder a calma com ele, o McFly não poderia ficar sem um vocalista. – CADÊ VOCÊ? – Ele berrou novamente, bom talvez o McFly sobrevivesse sem ele.
- Já tô chegando! Quer parar de paranóia?! Que saco, tenho pena da por ter de te aguentar! – Aliviei todo o estresse que estava dentro de mim naquela frase, parece ter surtido efeito, ele ficou resmungando baixo. – Nesse exato momento estou parando em frente ao seu manicômio!
- HEY! – Ele exclamou.
- Tchau! – Desliguei antes que ele começasse com mais um discurso inútil de como eu era irresponsável, e que eu não sabia nem comprar balões de festa. Desci do carro e liguei o alarme. Eu mal tinha colocado um pé dentro da casa e aquele gato maluco veio miar e se esfregar em mim.
- Sai, Marvin! – Eu bufei e dei um empurrão nele. Fui andando até a sala, que estava um zona, o Fletcher andava berrando com alguém no telefone, enquanto Dougie e Danny enchiam balões azuis, o resto já estava todo dentro de uma rede imensa na sala, e só faltava uma cor: o verde, o qual fui encarregado de comprar.
- Hey, Judd! – Danny falou com uma voz fina, eu levantei uma sobrancelha. Ele parecia aquele esquilo do filme, foi então que eu vi que ele tava enchendo o balão com gás hélio.
- Oi! – Eu ri e me aproximei, me sentando em uma poltrona vazia que tinha ali.
- NÃO SENTA AÍ! – Ouvi a voz de Tom bem atrás de mim, eu me assustei, tropecei cai em cima dos balões que o Dougie terminava de amarrar. Resultado? Eu estourei os balões, o Dougie ria feito uma hiena, o Danny engasgou com o gás e o Tom teve outro ataque neurótico.
- Tom, relaxa tá?! Tá tudo sob controle! – Uma voz feminina e muito linda interrompeu o nosso momentos “Loucuras que só o McFly apronta!”
- É, Tom, parece até que nunca teve uma festa de aniversário na vida. – Danny se recuperou e riu da cara de indignação dele.
- Eu só quero que tudo saia perfeito. – Ele respondeu calmamente, me levantei meio dolorido. A bipolaridade do Fletcher me assustava, ainda bem que eu não teria nunca que acordar com ele do meu lado.
- É só você relaxar e fazer tudo com calma. – A voz da garota soou novamente, me virei e encontrei os olhos castanhos mais lindos do mundo, e não eu não falava do Fletcher, era a garota ao lado dele, cabelos castanhos, iguais aos olhos, presos em um rabo de cavalo, vestia uma roupa bonita e que me deixava uma bela visão de suas pernas.
- Oi, eu sou a , mas pode me chamar de . – Ela sorriu para mim.
- Harry! – Eu pisquei e fiz minha melhor cara de galã, então essa era a amiga da , ela devia ter me apresentado antes.
- Trouxe as bexigas que eu pedi? – Tom se aproximou e pegou violentamente a sacola da minha mão.
- Eita, tá precisando de dar uma, hein? – Eu sorri maroto.
- Vai se ferrar. – Ele bufou e começou a fuçar a sacola.
- É, Tom, a cuida de você depois da festa! – Dougie riu voltando da cozinha comendo algo. Eu nem tinha visto ele sair da sala, qual é? Eu tinha coisa melhor pra olhar, quer dizer alguém melhor pra olhar do que reparar no Dougie.
- Eu quero! – Danny levantou e pulou em Dougie.
- SAI, É MEU! – Ele berrou e começou a correr em círculos.
- DEVOLVE, É DA FESTA! – Tom berrou e jogou a lacosinha na minha cara e começou a correr atrás dos outros dois, e logo vi Marvin os seguindo. Eu sempre soube que aquele gato era meio retardado.
- Quer comer algo? O Tom comprou coisas pra um batalhão de gente! – sorriu.
- Não! É melhor não abusar, quando ele fica pirado desse jeito, é perigoso. – Eu ri.
- É, eu já percebi. – Ela riu e pegou a sacolinha pra ver as bexigas. – Acho que você comprou o verde errado. – Apontou as bexigas verde escuras. Eu bati a mão na minha testa, o Tom tinha pedido verde pistache.
- Ele nem vai perceber! – Ela comentou depois de ver minha cara.
- Eu espero que não! – Sorri.
O celular do Tom começou a tocar, uma musica que eu não conseguia identificar, ele rapidamente pegou e fez sinal de silêncio pra todos.
- Oi, amor.... hã? Já? Tá bom então... também te amo! – Ele desligou e nos encarou com os olhos arregalados e mais branco do que ele já era. - Ela tá saindo da sessão agora!
- Ok, fica calmo e não surta. – pegou sua bolsa e foi andando até a porta. - Eu pego ela, levo pra algum lugar e fico enrolando um pouco, digo que vou dar o presente dela antes, ou sei lá, vocês arrumam tudo, a e a já estão vindo pra ajudar. – Ela sorriu, deu um tchau com a mão e saiu.
- Melhor a gente terminar logo. – Dougie pegou os balões cheios e começou a colocá-los na rede, que eu ainda não entendia a finalidade; Danny o ajudava e já começa a arrumar a sala e afastar os móveis restantes.
- Harry, ajuda eles, eu vou ver se tá tudo bem lá na cozinha, e quando o bolo chegar, pega pra mim. – Tom saiu meio passado da sala, acho que ele tinha pirado e não tinha volta.
- Pra que esses balões? – Eu me virei para Dougie e Danny.
- Idéia do Tom, pra quando ela entrar, soltar todos eles. – Dougie respondeu subindo em uma escada para prender os balões no teto.
- E por que ele teria uma idéia dessas? – Eu ri.
- É um balão pra cada vez que ele pesou nela. – Danny fez uma voz afeminada e sorriu piscando os olhos lentamente com cara de bobo apaixonado.
- Ah, entendi, é a cara dele. – Eu sorri e ouvi a campainha tocar. Fui até lá e encontrei um carinha magricela, segurando uma caixa grande demais para o tamanho dele.
- Você é o Thomas Fletcher? – Ele me encarou sorrindo estranhamente.
- Não, mas eu vou receber o bolo. – Eu tentei sorrir simpático, mas ele era estranho e ficou olhando pra bunda do Danny que tava de quatro, procurando algo que tinha derrubado no chão.
- Aqui. – Ele me entregou o bolo e ficou olhando o Dougie, que agora se abaixava para ajudar Danny.
- Pode ficar com o troco. – Lhe entreguei uma nota de 100 euros e fechei a porta com o pé. Fala sério, eu tava quase sendo assediado pelo entregador.
- Ah, chegou, finalmente. – Tom apareceu correndo e pegou o bolo das minhas mãos.
- Me deve 150 euros! – Eu o encarei sério.
- Mas o bolo não era tudo isso. – Ele me olhou espantado.
- Não era mesmo, mas além do entregador ficar com o troco, ele me secou. – Eu revirei os olhos.
- Pode ficar sossegado, a pode te pagar. – Ele piscou maroto e foi para a cozinha. Sorri pervertido, pelo menos alguma coisa boa eu tinha ouvido da boca dele.

/Flashback
’s POV


Assim que saímos do aeroporto, um carro branco com um emblema do hospital estava parado na frente da porta. Um rapaz alto e com um uniforme branco estava encostado na porta, olhando para os lados. Ele era bem bonito, alto e com porte atlético, olhos verdes e cabelos loiros quase castanhos, ele nos encarou assim que paramos perto dele carregando duas malas cada uma.
- Vocês devem ser as novas médicas. – Ele se aproximou sorrindo, ele era bonito mas eu só conseguia pensar no meu tigrão.
- Na verdade, ela é médica, eu só sou voluntária. – respondeu dando um meio sorriso, era visível que ela também estava desconfortável. Ele pegou nossas malas e as colocou no porta-malas. se sentou na frente e eu fui atrás, o silêncio era constrangedor, mas eu sabia que precisávamos ficar sozinhos com nossas pensamentos.
- Eu sou o Will! – O rapaz quebrou o silêncio. – Sou pediatra.
- Legal. – Eu sussurrei desinteressada, como se isso tivesse mudado minha vida. Eu só queria a minha casa, a minha cama e meu Juddão. estava com a cara colada no vidro, parecia que ia se fundir nele, eu entendia como ela se sentia. Ela e o Tom tinham dado um passo importante no relacionamento deles, e ela mal teve tempo de aproveitar. Comecei a me perder em pensamentos quando Will começou a tagarelar com ela, não sei se ele notou, mas tem uma aliança de namoro ali na mão dela.



Flashback


Saí da casa do Tom e da e peguei o meu carro. Tom estava surtando, isso era mais que um fato, mas eu e Harry já tínhamos explicado pra ele que não tinha necessidade de fazer tanto drama. Mas ele é meio problemático e não nos escuta, minha missão agora era pegar a na sessão de fotos da Vogue (minha amiga é poderosa, fotógrafa das mais famosa revista do mundo), então eu levaria ela pra minha casa e daria o seu presente, enrolaria mais um pouco, pedindo ajuda para roupa de um encontro que não existia, já que a festa dela era uma surpresa. A coitadinha achou mesmo que ela ia jantar sozinha com o Tom? Doce ilusão. E foi ele mesmo que deu idéia da festa. Assim que parei em frente ao estúdio, vi minha amiga saindo pela porta conversando com uma modelo. Eu soltei uma risadinha disfarçada, já que minha amiga se vestia melhor que a modelo. Buzinei, ela viu meu carro e veio quase correndo.
- Oi, amiga. – Ela sorriu.
- Oi, fofa, parabéns! – Eu dei um abraço desajeitado nela.
- Ai, valeu. – Ela sorriu – Tô ficando velha.
- Ô, claro que sim, 21 anos, um fóssil, vou te levar pra ficar com o Ben Stiler no “Uma Noite no Museu 3”. – Eu revirei os olhos e ela gargalhou.
- Então por que veio me buscar? Eu liguei pro Tom e avisei que tava indo. – Ela murmurou mexendo na bolsa, procurando algo.
- É que eu queria te dar seu presente e pedir sua ajuda numa coisa. – Mordi meu lábio fazendo uma cara de pidona, eu sabia que ela não ia resistir. Primeiro, porque ela ficaria curiosa pelo presente, e segundo, porque ela adora ajudar os outros.
- Bom, eu posso te ajudar, só não posso demorar. Eu e o Tom vamos sair hoje. – Ela sorriu com seus olhos brilhando. Se ela já estava assim só de pensar que ia jantar com o Tom, imagina se soubesse a surpresa que ele preparou.
- Eu prometo que não demora. – Sorri e arranquei com o carro. Fomos até minha casa ouvindo Girls Do What They Want do The Maine, cantando e gritando iguais loucas. Nós duas simplesmente éramos apaixonadas por The Maine (n/a: Ahh, amo *- * e John Ohh, hein, ? ? ? Hehe). Paramos em casa e entramos.
- Não olha a bagunça, hein? – Eu ri.
- Imagina, meu quarto é pior que isso! – Ela sorriu, deixou a bolsa no sofá e me seguiu até meu quarto. Joguei minha bolsa na cama e comecei a procurar o presente no meu closet, achei o embrulho verde e quadrado.
- Olha, espero que você goste. – Eu sorri, quando abriu o pacote com um cuidado enorme, eu sabia que ela ia amar o papel de presente. Quando viu o livro “Must Be Dream”, ela sorriu, deu um berro e pulou em mim, me apertando num mega abraço.
- Aah, que lindo! AMEI, AMEI, AMEI! – Ela pulava, me abraçava e olhava o livro.
- Esse é o segundo exemplar, porque o primeiro é meu, claro. – Eu sorri.
- Ah, isso era óbvio, mas mesmo assim amei. – Ela sorriu, abriu o livro e leu a dedicatória.
- Agora me ajuda a arrumar uma roupa pro meu encontro. – Eu sorri.
- É mesmo. – Ela colocou o livro na cama, foi até meu closet e começou a fuçar tudo. Eu me sentei e deixei ela escolher, confiava nela pra escolher a minha roupa. Alguns minutos depois ela apareceu segurando várias coisas.
- Aqui está sua roupa. – Ela jogou tudo em mim. – Agora vai tomar banho que eu te ajudo a se arrumar.
- Sim, general! – Eu bati continência e corri pra o banheiro. Tomei um banho rápido, lavei meu cabelo, já que eu já tinha tomado banho, saí e ela me esperava sentada na cama. As maquiagens e roupas, tudo pronto, me troquei e me sentei para que ela fizesse a minha maquiagem. Mais meia hora e eu estava pronta.
- Uau! Vou seduzir geral. – Eu sorri.
- Vai sim. – Ela sorriu e olhou no relógio. – MEU DEUS, VAMOS, TENHO QUE ME ARRUMAR PRO JANTAR!
- Eu te levo! – Sorri e peguei minha bolsa e a chave do carro. Ela pegou o presente e fomos para meu carro, chegamos na frente da casa dela e tudo estava apagado, sorri por dentro. O plano tinha funcionado.
- Droga, acho que o Tom ficou bravo! – Ela bufou e abriu a porta.
- Eu vou com você, ainda tenho tempo até meu encontro! – Sorri e a segui. Ela abriu a porta e andou pelo corredor escuro, foi meio cambaleando até a sala, assim que acendeu a luz, os balões do teto foram soltos e todos gritaram um sonoro “SURPRESA”.
- AHHHH, SEUS BANDIDOS! – Ela berrou e começou a gargalhar, Tom o foi o primeiro a se aproximar. Ela pulou em seu colo, o apertando forte e, pelo o que pude notar, ela chorava.
- Uau, tá sexy, hein?! – se aproximou com , elas seguravam copos com alguma bebida vermelha.
- Vocês também! – Eu sorri. – , o Danny vai ter A noite, hein!?
- Como se ele não tivesse isso todo dia. – riu.
- Olha quem fala, eu vi bem seus olhos no Dougie! – riu e corou.
- Ah, ele é gato e tá solteiro, então tenho que aproveitar. – Ela sorriu com cara de safada.
- Preciso de um homem lindo, sexy e solteiro. – Eu sorri. – Hoje me arrumei para matar!
- Hm... – Elas fizeram um coro com as caras mais pervertidas do mundo. – A gente pergunta pra se o Tom tem algum amigo com esses atributos!
- Por favor. - Eu sorri. Nossa conversa foi interrompida por Tom, que pedia silencio. Eu já começava a ficar ansiosa por essa parte, o coitado ensaiou a semana toda.
- Por favor, um minuto de atenção. – Tom pediu. O DJ, que era ninguém menos que James Elliot Bourne, parou o som imediatamente. – , meu amor, minha pequena, eu sei que é inusitado e que seria o correto uma chuva de pétalas de rosas, mas escolhi os balões porque eles simbolizam a alegria, e cada um corresponde aos momentos de alegria que passamos juntos e o quanto eu penso em você cada segundo da minha vida. Eu te amo muito. – Ele mal tinha terminado a fala e já o abraçava chorando.
- Agora beija, né? – Danny berrou já meio alegre pela bebida, os dois riram e deram um beijo digno de Hollywood.
- Own! – Eu, e fizemos um coro com caras de apaixonadas. Jimmy logo soltou o som novamente e todos voltaram as bebidas conversas e alguns até arriscavam dançar.
- Gente, vou me trocar. – apareceu ao nosso lado sorrindo.
- Vai lá, a gente te espera. – sorriu.
- Hey, Fletcher, pode esperar aqui embaixo. – O amigo do Tom, o tal do Harry, o segurou, impedindo ele de ir pro quarto com a .
- É, Tom, fica com a gente. – riu e Tom fez cara de ofendido.
- Eu não ia fazer nada.
- Ok, a gente finge que acredita. – Danny apareceu e puxou para dançar uma música que me era muito familiar.
- AH, NÃO CREIO, O JIMMY TÁ TOCANDO FUNK! – berrou ao meu lado e saiu correndo pra pista improvisada.
- Então, quer me ensinar a dançar? – Harry se aproximou sorrindo. Tom já tinha saído há algum tempo dali.
- Bom, eu posso pensar no seu caso. – sorri e peguei uma taça do mesmo liquido vermelho da bandeja de um garçom
- Ah, por favor. – Ele sussurrou perigosamente perto da minha boca.
- Certo. – Tomei o resto da bebida e o levei pra perto das pessoas que dançavam. e Danny estavam se atracando em um canto, dançava com um cara desconhecido e Dougie não estava por perto. Colei meu corpo ao de Harry e comecei a dançar. Ele tentava me acompanhar e até que tinha jeito pra dançar. A música mudou para 3, da Britney. Ele sorriu tarado e continuou colado comigo, me virou de frente e me encarava com uma cara de pervertido que eu simplesmente amei, a coisa começou a esquentar e quando dei por mim, estava sendo amassada numa parede e dando o beijo mais quente da história.
- Hey, imãs, o Tom falou pra entregarmos os presentes agora. – se aproximou e cutucou Harry.
- Tá. – Falei meio ofegante. Ela riu e saiu de perto, Harry deu mais um selinho demorado e uma leve mordida no canto da minha boca.
- Vamos?! – Ele sorriu e estendeu sua mão para mim, segurei e fomos para perto da muvuca.
- Certo, eu quero começar! – Danny empurrou algumas pessoas e se aproximou de , segurando um envelope roxo, de tamanho médio. – Espero que você goste. – Ele sorriu maroto e piscou para Tom, que estava ao lado de .
- Hm, vamos ver. – Ela riu e abriu o envelope, tirando um papel branco dobrado ao meio. Quando abriu, começou a rir, Tom fechou a cara e Danny pulava feito louco. – Um vale presente de "Passe Um Dia Com Danny Jones".
- Quando quiser, meu bem, eu e você. – Danny sorriu maroto. se acabava de tanto rir, aposto que foi idéia dos dois de zoar o Tom.
- Obrigada, Dan! – o abraçou.
- Certo, agora o meu. – Dougie empurrou Danny e entregou para uma caixa quadrada e outra retangular.
- Uau! – Ela riu e abriu. A caixa maior era um box com todos os CDs e DVDs do The Maine, com autógrafos e fotos. A outra, era uma camisa oficial deles, também com autógrafos e dedicatórias. – Dougie, você é o melhor! – o abraçou apertado.
- Viu? Eu sou o melhor! – Dougie mostrou a língua para todos nós.
- JOHN, OH! – Eu, e gritamos e rimos.
- Safadas! – sorriu.
- Certo, já que todos os homens estão dando os presentes, eu sou o próximo. – Harry soltou minha mão e se aproximou de . – É quase um presente pros dois! – Ele piscou safado e entregou à um envelope vermelho sangue.
- Hm, vindo de você, Harry, dá medo. – Ela sorriu e abriu o envelope, tirando um vale motel de lá. – Tarado! – corou.
- Hm, eu adorei o presente, foi o melhor de todos! – Tom sorriu e fez cara de safado.
- Pode parando! – riu e abraçou Harry. –Obrigada!
- Imagina, façam um ótimo proveito. – Ele piscou e voltou ao meu lado.
- Agora o meu! – correu e abraçou . – É uma coisa mega fofa.
- Vocês são pobres, ficam dando envelopes. – Dougie resmungou. – Tem que ser igual ao meu.
- Quieto, anão. – bufou e esperou abrir o envelope.
- UAU! Ingressos VIPS pro show do Boys Like Girls! – Ela pulou. – Valeu, !
- AGORA O MEU! – se aproximou com uma caixa quadrada.
- Viu? A deu um presente decente. – Dougie murmurou novamente.
- Ele quer algo com ela. – Harry sussurrou no meu ouvido, com aquela voz sensual seduction.
- Com certeza! – Eu ri.
- AH! PASSE UM DIA COM O SIMPLE PLAN, COM DIREITO A ACOMPANHANTE! – berrou e pulou em . logo se juntou a elas e eu não podia perder essa oportunidade.
- Credo! Por que não um "Passe o dia com o McFly"? – Danny bufou.
- Será que é porque ela já passa o dia todo com a gente? – Harry se intrometeu.
- Certo. E o meu. – James apareceu no meio.
- Claro, ninguém esquece o gambá. – Dougie riu.
- Não sou mais gambá! – James bufou e deu um pedala em Dougie.
- O que tem aí pra mim, Jimmy boy? – o encarou sorrindo.
- Um striptease! – Ele piscou e começou a levantar a blusa e rebolar.
- OPA! PODE PARAR, SÓ EU POSSO FAZER ISSO PRA ELA! – Tom logo se pronunciou.
- Continua! – Eu e gritamos.
- Não! – Danny se intrometeu.
- Tô só zoando, Tom, eu já tenho a minha. – James riu. – Agora, , meu presente é uma câmera filmadora nova pra você. – Ele sorriu e pegou uma caixa grande.
- Vai ser útil pro meu presente. – Tom a abraçou e mostrou outro envelope.
- Credo, é a festa dos envelopes?! - Dougie se estressou.
- Tá triste porque tem coisa menor que você aqui, né? – Harry zoou.
- Hm, e o que é seu presente, Tom? Achei que tinha sido o colar. – pegou o envelope.
- É um dos presentes. – Ele sorriu.
- Uau! Uma semana romântica em Veneza. – Eu sorri quando mostrou as passagens.
- Lindos! – e sorriram.
- Obrigada, amor! – deu um selinho demorado em Tom.
- Se vocês quiserem continuar a festa particular, podem ir, a gente finge que nem ouve. – Danny sorriu maroto.
- Ok, vamos continuar com a festa! – empurrou Danny e todos começaram a dançar.
- Arrasou na roupa, hein, amiga!? – Eu sorri.
- Tomzinho vai querer te levar pro quarto já já! – riu.
- Imagina, a noite passada a gente nem dormiu, só hoje de manhã que tiramos um cochilo de 5 minutos. – Ela sussurrou corada.
- Ui! – Gritamos e rimos.


/Flashback


Depois de sair do meu pequeno transe, percebi que andávamos devagar por ruas de terra. Pela janela eu podia ver crianças correndo, pessoas passando com baldes de água quase vazios e se olhasse bem, até poderia ver algum animal morto perto de algum “rio”. estava quase dormindo no banco e Will finalmente tinha parado de falar.
- Já chegamos? – Eu perguntei.
- Quase, o alojamento e o hospital são meio longe. – Ele sorriu pelo retrovisor. – Você namora o baterista da banda que ajuda o Comic Relief, não é?
- É sim. – Eu sorri. – Como você sabe?
- Eles têm uma parceria com o hospital. – Ele deu de ombros.
- Ah, entendi. – Eu sussurrei.
- Já estamos chegando. – Ele apontou um prédio médio e todo branco.
- Graças a Deus, não agüentava mais! – Eu me ajeitei melhor no banco, minha bunda estava dolorida de ficar sentada.
Ele estacionou o carro e eu acordei a . Descemos e o Will nos ajudou com as malas, nos levando para um quarto do alojamento dos médicos. Era um quarto pequeno, com duas camas de solteiro, uma escrivaninha, uma TV pequena e um banheiro menor do que uma caixa de fósforo.
- Bom, vou deixá-las sozinhas, se quiserem qualquer coisa me procurem lá embaixo. – Ele sorriu e saiu fechando a porta.
- Eu quero voltar pro meu namorado! – Eu bufei e me sentei na cama.
- Eu também gostaria. – se deitou na cama, fitando o teto.
- O pior é que eu nem sei se aqui tem internet. – Eu me joguei na cama, ficando na mesma posição da . Ela mal abriu a boca pra responder e ouvimos batidas na porta, me levantei já reclamando e abri.
- Oi. . . erm, será que vocês podiam se trocar? – Will apareceu meio constrangido.
- Trocar pra quê? – Eu questionei.
- Bom, é que estamos um pouco cheios de serviços. – Ele sorriu.
- Já vamos! – Avisei e sorri. Ele não tinha culpa se eu estava na TPM.
- Antes, isso é um presente. – Ele me entregou duas camisetas do Red Nose Comic Relief.
- Obrigada, Will. – Eu sorri e peguei as camisetas. Ele despediu com um aceno e saiu. Fechei a porta e já estava sentada.
- Toma, veste uma e vamos ajudar. – Eu sorri.
- Você é bipolar. – Ela riu e pegou a camiseta. Entrei no banheiro e troquei de roupa, fiz um rabo de cavalo alto e saí. estava arrumada, terminando de fazer um coque.
- Roubou o óculos do Tom? – Eu sorri.
- Não, ele que falou pra eu trazer só pra me lembrar dele. – Ela sorriu e abriu a porta.
- Vamos que vamos! – Eu sorri e saímos. Logo encontramos Will, que nos levaria a um lugar, que, segundo ele, iríamos gostar.

’s POV


Não fazia nem um dia que a e a tinham ido e eu já sentia falta delas. Eu não sei se agüentaria ficar longe do meu pudinzinho. Mas eu sabia que elas estavam com saudades assim que entraram no aeroporto, mas era por pouco tempo e talvez eu ligasse para elas.
- Amor! – Dougie berrou do quarto. Parei o filme que estava vendo e fui até lá, me deparando com uma cena inusitada. Dougie, sentado no chão do quarto, com milhares de fotos espalhadas pelo chão.
- O que você tá fazendo? – Eu falei pausadamente para não perder a calma.
- Sei lá, tava com vontade de ver fotos e achei essa. – Ele ergueu a foto, eu me aproximei, tomando cuidado para não pisar em nada, e vi melhor a foto. Era a foto do nosso primeiro encontro, que foi meio desastroso, mas mesmo assim ele conseguiu fazer ser fofo. – Lembra disso?
- Claro que sim! Como poderia me esquecer? – Eu sorri e me sentei ao seu lado. – Nosso primeiro encontro.
- Eu me lembro até hoje.
- Claro, você derrubou molho de tomate na minha roupa. – Eu ri e encarei a foto, nós dois abraçados e rindo.



Flashback


Eu batucava incessantemente no volante do carro,.Estava quase chegando à casa da , ela estava de folga, e as meninas tinham ido lá me ajudar a me preparar para meu encontro. Estacionei o carro e desci, carregando uma mala com várias roupas, acessórios e sapatos para elas me ajudarem. Toquei a campainha e abriu a porta.
- Entra, chuchu, as meninas estão no meu quarto. – Ela sorriu e deu passagem para mim.
- Ah, você chegou finalmente. – apareceu logo atrás. – Já preparamos um banho de diva.
- É, anda logo. – pegou a mala de minha mão e saiu andando.
- Thomas, sai logo daqui! – bufou assim que Tom apareceu no corredor da entrada.
- Por quê? Eu quero ajudar. – Ele fez bico.
- Porque você tem que ajudar o Dougie. Vai logo, amor! – Ela deu um selinho nele e foi o empurrando pra fora.
- À noite você me paga por me colocar pra fora. – Ele piscou malicioso.
- Ok, amor, agora tchau, te amo. – Ela sorriu e fechou a porta assim que ele entrou no carro. – Ufa! Agora sim podemos começar a festa.
- Vai, amiga, tira essa roupa de dormir e entra na banheira. – me puxou para o banheiro.
- Nem pensar, eu não vou tomar banho onde a faz coisas com o Tom! – Exclamei assustada.
- E nem eu deixaria você tomar banho lá, é exclusivo. – riu. – É no banheiro do quarto de hóspedes, vai logo.
- Então tá. – Eu sorri e fui.
- Lava bem as partes, hein? Quem sabe o que vai rolar nesse encontro... – sorriu pervertida.
- Safada! – Eu ri e entrei no banheiro. A banheira estava cheia de espuma e sais, a água estava quentinha, fiquei uns bons 10 minutos ali. Se eu soubesse que tomar banho na casa da era bom, teria vindo antes.
- Vai logo! Morreu aí?! – Ouvi esmurrando a porta.
- Não estraga a porta, porra! – resmungou. –, amoreco, anda logo, você tem que ficar diva pro Poynter.
- Já tô indo! – Saí da banheira e me enrolei no roupão. Abri a porta e as duas me esperavam com sorrisos tipo o Coringa e os olhos brilhando mais do que pisca-pisca.
- Vocês me assustam! – Eu sorri.
- Vamos, não temos tempo a perder. – me arrastou ao quarto de , já tinha arrumado todas as minhas roupas e sapatos na cama, meus acessório também.
- Assim fica mais fácil de escolher. – Ela piscou, pegou o secador e o ligou na tomada.
- Por onde começamos? – Eu sorri e me sentei na poltrona em frente a cama.
- Primeiro vamos para o cabelo. – sorriu.
- Isso, e eu e a vamos vendo as roupas. – começou a olhar minhas roupas cuidadosamente. começou a secar meus cabelos, depois pegou o babyliss e começou a fazer leves cachos nas pontas, logo se aproximou e começou a arrumar minha franja.
- Vocês vão arrancar minha cabeça assim. – Resmunguei.
- Quieta aí, você tem que ficar muito linda hoje. – riu.
- Claro que sim, tem que seduzir o Dougie. – sorriu e piscou para mim com cara de pervertida.
- Não, Danny, você não pode vir aqui! – brigava com Danny do outro lado do telefone. – Eu já tirei o Tom, agora você. . . A tá ótima, ela nem quer te ver. . . Pára de fingir choro. . . - bufou e olhou para cima, ela estava perdendo a paciência com o Danny. Era duro quando ela ficava de TPM, ela nunca perde a calma, mas quando tá nesses dias, sai de baixo.
- Tá, eu falo, tchau! – Ela desligou o telefone e se virou para . – O Danny mandou um beijo, disse que o Dougie tá passando mal e ele quer ficar aqui, porque não gosta de ficar perto do Dougie assim.
- Wow, o pequeno tá mesmo ansioso! – riu.
- Acabei. – sorriu e finalmente me deixou ver meu cabelo, tinha ficado ótimo.
- Adorei! – Eu sorri.
- Tinha que gostar mesmo. – fez bico. – Vamos trocando, porque senão você se atrasa.
- Isso aí! – pulou e eu comecei a me trocar, enquanto conversava com as meninas e elas arrumavam a bagunça do quarto. Fiz uma maquiagem bem simples e bonita.
- Tá diva. – As três falaram e riram.
- Ai, gente, valeu mesmo. – Eu sorri. – Será que vai dar certo?
- Claro que sim! – sorriu e foi até o criado-mudo ao lado da cama, abriu a gaveta e tirou um pacotinho quadrado de dentro.
- O que é isso? – Eu ri.
- Uma caminha. O que mais seria? – Ela pegou minha bolsa e guardou. – Nunca se sabe.
- É verdade, mesmo que você não faça nada, não custa levar. – concordou.
- Ok, eu tô indo. Beijos! – Eu me despedi e saí, encontrando com Danny, Tom e Harry na porta.
- Tá linda. – Danny fez voz afetada.
- Pega o pequeno de jeito. – Tom piscou maroto.
- E usem camisinha! – Harry gritou assim que saí da porta.
Não demorei muito para chegar ao restaurante, entrei e logo avistei Dougie, que veio me receber. Ele estava de jeans um pouco larga, um tênis preto e branco e uma camisa social preta com a manga dobrada até o cotovelo, os cabelos bagunçados com uma tentativa de moicano, muito lindo.
- Oi. – Ele sorriu e me deu um beijo na trava.
- Oi. – Eu sorri e o segui até a mesa. Ele puxou a cadeira para mim e se sentou ao meu lado.
- Gostariam de pedir? – O garçom se aproximou com o menu. Dougie olhou rapidamente e pediu um vinho Chardonnay branco e uma lagosta, eu amava frutos do mar.
- Você tá muito bonita hoje. – Ele sorriu.
- Obrigada, você também. – Eu senti minhas bochechas esquentando.
- Olha, sobre o que o Jones disse pra , é mentira. – Ele se apressou em dizer.
- Não se preocupe. – Eu sorri. – Mas me fale mais sobre você.
- Ah, eu só sou o baixista e membro mais lindo do McFly. – Ele sorriu.
- A discorda e a também. – Eu ri.
- É que elas não conhecem o Poder Poynter! – Ele piscou fofo.
- Hm, e o que seria esse poder? – Eu sorri e o encarei.
- Você vai ter que descobrir. Posso te dizer que não há Fletcher, Jones ou Judd que chegue aos meu pés. – Ele riu. – Agora me fale de você.
- Eu trabalho em uma empresa de Propaganda e Publicidade. – Eu sorri.
- Uau! – Ele piscou. – Isso é muito legal, vou te contratar para divulgar minha imagem.
- Pode me contratar. – Eu sorri. Depois dessa nossa conversa, o garçom se aproximou com a comida. Estava indo tudo tranquilo quando Dougie bateu a mão no pote de molho em cima da mesa e derrubou quase tudo em meu vestido.
- Ai, me desculpa! – Ele se apressou a limpar, mas eu sabia que aquilo só sairia em uma boa lavagem na lavanderia perto de casa. Ou não sairia.
- Calma. – Eu sorri. O garçom também se aproximou para ajudar.
- Eu te compro outro vestido, não se preocupe. – Ele se desculpava feito louco, pediu e conta e saímos. Dougie resolver me levar para dar uma volta no parque ali perto, comprou sorvetes e sentamos num banco perto de um lago. Alguns casais passeavam por ali, fazia uma noite bonita e fresca.
- Quero tirar uma foto. Sabe, pra mostrar pros dudes que eu não estraguei o encontro. – Ele sorriu.
- Tá. – Eu sorri e ele pegou o celular no bolso e tirou a foto. Ficamos ali mais um tempo, até que resolvemos ir embora. Voltamos ao restaurante para pegar nossos carros.
- Eu te ligo pra sairmos de novo. – Ele sorriu. – Amanhã?
- Por mim está bem. – Eu sorri. Ele se aproximou e me beijou. No começo estávamos tímidos, mas depois fomos nos acostumando um com o outro, e o beijo foi encerrado com dois selinhos demorados.
- Até amanhã. – Ele sorriu.
- Até! – Eu entrei no meu carro e voltei pra casa sorrindo e me lembrando de tudo.



/Flashback


- Mas no fim eu te dei outro vestido pra você. – Ele sorriu.
- É, amor, você deu. – Eu concordei e lhe dei um selinho.

Continua...

N/A: Ok depois de um momento de #oisoudepressiva a Kakis me chamou de louca e pediu para eu não tirar a fic do site,então cá estou eu,o cap 3 ta quase pronto e o 4 a caminho,mas não ngm comentar eu vou achar que ngm lê,ai não vou ter motivos pra por aqui,pq eu só escrevo movida aos meus leitores,então me façam feliz e descubram o fim dessa fic,agradecimentos agora para a Kakis,sempre ali rindo comigo das coisas mais noias que a gente fala,da Lah que me ajuda com outras fics que possivelmente entraram aqui,a Lu e Gi que tbm me inspiram *--*
Obrigada a todos que lêem tbm
beeijos com baTom no coração de vocês