Difference
Por:Mandy
Beta-Reader: Carol Silver
1º capítulo:
Abri a porta de casa a trancando logo depois. Afrouxei a gravata e joguei a maleta em qualquer lugar. Baguncei meus cabelos e me dirigi à cozinha. Encontrei Samantha com um roupão de seda e sorri malicioso ao pensar que ela podia estar com um lingerie bem sexy.
- Oi amor. - Abracei Samantha por traz e comecei a beijar seu pescoço ouvido um suspiro da mesma. A virei de frente pra mim abrindo seu roupão e vendo a lingerie preta que ela usava. Aproximei nossos lábios e a beijei fortemente. O beijo dela estava diferente ou eu to pensando merda? Ele estava... Melhor. Desci minha mãos ate sua coxa descoberta e levantei um pouco sua perna pra se encaixar a minha e apertei sua coxa. Ela jogou a cabeça para trás e eu comecei a beijar seu pescoço.
- ? - uma voz conhecida me chamou atrás de mim e eu virei meu rosto para trás. Era Samantha? Virei minha cabeça pra frente e avistei outra Samantha. Arregalei os olhos e soltei a pessoa na minha frente.
- Quem é você? - Eu disse ainda assustado e com os olhos arregalados. Logo aquele ser na minha frente começou a rir e Samantha também. – Do que você ta rindo Sam? Quem é ela?
- , ... - Samantha entrou em meu campo de vista negando com a cabeça. - Eu nunca mais te conto uma coisa enquanto você vomita na privada de tanto beber.
- Ãn? – Fiquei confuso e Samantha riu.
- , você pode não lembrar. Mas naquele dia que a gente saiu com seus amigos e você ficou com uma belo porre, eu te contei que eu tinha uma irmã gêmea, e te contei que ela estaria vindo pra cá! - Ela disse apontando pra mulher na minha frente e eu franzi a sobrancelha.
- Você me contou que tem uma irmã gêmea enquanto eu estava bêbado? - Eu disse olhando incrédulo pra ela e ela riu.
- Sim. - Ela disse. - Eu tive a doce ilusão que você ia escutar.
- Oi, meu nome é . - A mulher disse estendendo a mão, eu apertei ainda surpreso. Elas eram idênticas. Mas aquela tal de era diferente... Por mais que fossem iguais, ela conseguia ser mais bonita. E o corpo dela.... Bem ela era bem mais gostosa que Samantha, e eu achei que isso fosse meio impossível.
- Por isso que... O beijo estava diferente. - Eu disse e Samantha arqueou uma sobrancelha.
- Diferente como? - Ela disse divertida.
- Melhor. - Escapou.
- Melhor? - Ela disse ainda com uma sobrancelha arqueada.
- Não! - Eu neguei com a cabeça. - Só diferente. - Corrigi e ela riu.
- Bom, eu vou subir. - disse. - Foi bom te conhecer . - Ela disse saiu andando subindo as escadas em seguida.
- Tenta não me confundir com minha irmã de novo ok? - Ela disse fazendo bico e eu sorri.
- Ela sempre vai andar de lingerie pela casa? - Eu disse e ela riu.
- Bom ai depende. - Ela disse pensando. - Quando tiver visita não. - Ela riu e eu também.
- Então eu já vou saber quem é quem. - Eu disse puxando Samantha e a beijando.
. .
Ok, ver uma mulher gostosa só de lingerie andando sozinha na sua própria casa faz mal para todos os hormônios dos homens heterossexuais. Até mesmo os casados, que estão casados, mas não mortos. Tipo eu. E eu odeio admitir, que a visão é bem excitante. Ainda mais quando ela senta pra ver TV na poltrona do seu lado com as pernas cruzadas. Mas infelizmente nessa hora você esta abraçado com a sua mulher no outro sofá.
- Oque vocês estão vendo? - perguntou tomando um gole de coca-cola no seu copo e meu olhar se dirigiu até a sua boca. Eu daria tudo para ser aquele copo nessa hora. Mas no que eu estou pensando? Eu tenho uma esposa linda que é completamente igual a outra que eu estou olhando. Não faz sentido.
- Sei lá... É um filme de piratas que o colocou. - Ela disse e eu ri.
- É piratas do caribe amor. - Eu disse sorrindo.
- Ah! Eu gosto desse filme! - disse sorrindo.
- É Legalzinho. - Samantha disse e eu rolei os olhos.
- Legalzinho? - Falei e ela olhou pra mim. - Você não tem cultura Sam.
- Sou obrigada a amar um filme por acaso? - Ela disse indignada e eu sorri.
- Wathever. - Eu disse e ela riu. Dirigi meu olhar a novamente, agora ela estava com seu roupão de seda fechado e estava vidrada no filme. Depois de longos minutos o filme acabou e Samantha rolou em cima de mim.
- Amor, eu vou subir. Vai também? - Ela disse se levantando.
- Agora não. Eu vou ver uma coisa na TV. - Eu disse e ela me deu um selinho subindo em seguida. Ouvi a porta do quarto bater e relaxei meus músculos jogando a cabeça pra trás no sofá e fechando os olhos. Virei minha cabeça pro lado da poltrona onde estava sentada e não encontrei ninguém. Suspirei de alivio. Alivio que durou muito pouco. Fechei meu olhos de novo e fiquei na mesma posição. Depois de alguns segundos e senti um ar batendo em minha orelha.
- Está me procurando? - disse no meu ouvido o mordendo logo depois. Estremeci. Não respondi apenas soltei o ar. - Isso foi uma pergunta. - Ela disse descendo seus lábio por minha orelha indo ate o pescoço.
- Não. - Menti. Ela deu risinho abafado e deu um selinho em meu pescoço.
- Sua mãe não te ensinou que mentir é feio? - Ela disse passando as mãos sobre meus ombros e pousando elas no meu peito o arranhando em seguida. Soltei um gemido baixo e ela sorriu.
- É um interrogatório? - Eu disse sem mexer um músculo.
- Depende. - Ela disse beijando meu pescoço. - Sim ou não?
- Sim. - Eu disse.
- Então porque você não segue o conselho dela? - Ela disse em meu ouvido.
- Estou seguindo. - Eu disse.
- Eu sei que sua boca esta formigando de tanto querer se encontrar com a minha. - Porque ela não errava uma? Ela tirou seu rosto de perto do meu, e seus braços também. Pude perceber que ela não estava mais perto de mim e suspirei aliviado. Senti o sofá afundar ao meu lado e eu olhei para o lado. Era . Ela sorriu pra mim e se levantou ficando de frente a de mim. Ela abriu seu roupão deixando sua lingerie a mostra. Olhei pra baixo e percebi que ela estava de salto. Ela levantou uma perna e colocou em cima da mesinha que tinha de frente pra TV e passou suas mãos por ela de uma maneira provocante. Acompanhei suas mão e mordi meus lábios fechando meus olhos. Ouvi um risinho abafado dela e logo depois senti um peso sobre minhas pernas. Abri meus olhos e pude ver que estava sentada em cima dela. Ela ajoelhou pondo cada perna em um lado do meu corpo. Chegou seu rosto perto do meu e mordeu meu queixo, por impulso levei uma mão ate sua cintura e outra ate sua coxa a apertando. Ela aproximou seus lábios do meu e os encostou. Ela arranhou meu peito e eu pedi passagem com minha língua que foi facilmente concedida por ela. Eu explorava sua boca com minha língua e ela apertava suas mãos em meu cabelo. Foi ai que o mundo caiu sobre minha cabeça. Eu estava beijando a irmã gêmea da minha esposa enquanto a mesma estava apenas alguns metros de distancia. Virei minha cabeça fazendo com que ela beijasse minha bochecha e ela me olhou confusa.
- Sai de cima de mim. - Eu disse com os dentes trincados e ela se levantou se jogando ao meu lado no sofá. Levantei-me e andei em direção a escada. - E nunca, nunca mais faça isso. - Eu disse com raiva e subi as escadas marchando. Entrei no meu quarto batendo a porta e bagunçando meu cabelo em sinal de desespero.
- Esta tudo bem amor? - Ouvi Samantha perguntar e engoli a seco.
- Sim, esta tudo bem. - Eu disse caminhado ate a cama e sentando na borda de costas para Samantha.
- Não parece. - Senti suas mãos tocarem meu ombro. - Você esta estressado. - Ela disse massageando meus ombros e beijando meu pescoço. Eu estava com nojo de mim.
- Impressão sua. - Sorri fraco e me levantei e me dirigi ate o banheiro entrando e fechando a porta em seguida. Fui ate a pia e joguei água no meu rosto. Levantei meu rosto olhando meu reflexo no espelho. O que eu tinha feito? Porque eu tinha feito? Não isso não podia continuar assim. Ela era a irmã da minha esposa porra! Com certeza ela ia continuar tentando a me seduzir... Como pode? Sendo que a irmã dela está no quarto a poucos metros de nós. Nem que tivesse a 1800 km! Tirei minha roupa e entrei no box abrindo o chuveiro logo em seguida. A água caiu sobre meus cabelos me trazendo um alivio ótimo. Depois de alguns minutos terminei meu banho e saí do banheiro, deixando uma onda de fumaça para trás. Samantha dormia e eu agradeci mentalmente por isso. Coloquei qualquer roupa que estava jogada no guarda roupa e enxuguei meus cabelos com a toalha largando ela em cima da cadeira depois. Eu tinha que resolver isso. Abri a porta do quarto com cuidado para não acordar Samantha e sai fechando em seguida. Desci as escadas tentando fazer o mínimo de barulho e me dirigi ate a porta da cozinha onde avistei já de roupa de costas pra mim pegando algo na geladeira. Ela pegou uma garrafa de refrigerante e fechou a porta da geladeira, se virando e se assustando comigo na porta.
- ! Que susto. - Ela disse se virando e pegando um copo. Virou novamente pôs o copo na mesa e abriu o refrigerante. Eu só a olhava com a testa franzida. Ela olhou pra mim com uma cara confusa. – O que está olhando? - Ela disse pondo o refrigerante em seu copo.
- Por que você age como se nada tivesse acontecido? - Eu disse ríspido e ela riu. Riu?
- ... - Ela disse bebendo um gole do líquido em seu copo. - Você veio falar sobre isso? - Ela disse arqueando a sobrancelha mantendo o ar cínico e irônico.
- Bem, você beijou o marido da sua irmã gêmea com a mesma só alguns metros de distância. - Eu disse sorrindo irônico e ela sorriu.
- Mas eu sei que o marido da minha irmã gêmea gostou, e cedeu. - Ela disse olhando pra mim e eu senti uma raiva dominar o meu corpo.
- Como você pode? - Eu disse. - Eu tenho hormônios masculinos! - Eu disse e ela riu novamente.
- Ainda bem né? - Ela disse pegando o refrigerante e colocando dentro da geladeira.
- Mas você veio pra cima de mim. - Eu disse.
- Pare de me culpar . - Ela se virou pra mim. - Não sou só eu por aqui que tem culpa no cartório.
- Eu, pelo menos, me sinto mal por isso! Arrependido! - Eu disse ríspido novamente.
- Woun! Coitadinho! - Ela forçou uma cara de pena. Depois riu. - Pára de se fingir de santo . - Ela disse andando em minha direção. Parou bem perto de mim, e eu já pude sentir o ar que saía da sua boca bater em meu queixo. - Admite que você ficou louco com tudo aquilo. - Ela disse mordendo meu queixo e passando sua mão pelo meu tórax. Fechei meus olhos e respirei fundo. Levei minhas mãos até os seus braços e os segurei com força a afastando de mim.
- Eu só não te expulso dessa casa, porque não quero que Samantha desconfie de nada. - Disse ainda segurando seu braço com força.
- Ponto pra mim. - Ele sorriu cínica e eu a soltei a empurrando. Subi as escadas com raiva e entrei no meu quarto.
2º capítulo:
- Amor, já alugou o salão de festas? - Samantha perguntou escrevendo algo na caderneta.
- Sim senhora. - Eu disse.
- O buffet? - Ela perguntou.
- Sim senhora. - Eu disse novamente sorrindo.
- Já mandou os convites para os convidados? - Ela perguntou me olhando.
- Sim senhora. - Repeti e ela riu.
- Assim espero. - Ela se levantou pondo a caderneta na cama e tirando seus óculos. – Quero que tudo seja perfeito. – Ela disse com os olhos brilhando. Levantei-me andando até ela.
- Quem sabe, depois da festa, eu não possa deixa tudo mais perfeito em? - Eu disse beijando seu pescoço e ela riu.
- Hum... Quem sabe? - Ela disse se fazendo de difícil e eu ri.
- Eu quero te dar um ótimo presente de aniversário. - Eu disse sorrindo malicioso e ela riu.
- , você poderia deixar de ser safado pelo menos no meu aniversário? - Ela disse brincalhona se virando e tirando a blusa andando até seu armário.
- Eu? Safado? Que isso... - Eu disse indo até ela e a abraçando por trás e beijando seu pescoço. – Você que tem judiado muito de mim ultimamente. Estou carente.
- Eu quero que você acumule toda sua luxúria pra fazer direito da próxima vez. - Ela disse e eu a soltei a olhando.
- Está falando que eu fiz errado da última? - Eu arqueei uma sobrancelha e ela riu.
- Nunca. - Ela disse me dando um selinho. - Só quero que seja melhor. - Ela disse se soltando de mim e tirando seu short indo em direção ao banheiro.
- Isso é possível? - Eu disse e ela riu já dentro do banheiro.
- É isso que eu quero ver. - Ela disse pondo a cabeça pra fora e depois voltando.
- E até lá você me faz sofrer? - Eu disse andando até a porta do banheiro e entrando no mesmo, onde ela procurava alguma coisa na gaveta.
- Tecnicamente sim. - Ela disse e eu rolei os olhos.
- Eu não agüentarei até lá. - Eu disse apoiando na pia.
- Só mais dois dias. - Ela disse sorrindo.
- Já falei que você é muito má? - Eu disse e ela rolou os olhos.
- Credo , parece um desesperado por sexo. - Ela disse passando leite de colônia no rosto.
- Huuum vem cá... - Eu puxei sua mão a trazendo pra perto de mim. - Não faz isso comigo. - Fiz bico e ela sorriu me dando um selinho.
- Você não vai me convencer . - Ela disse desafiadora e eu arqueei uma sobrancelha.
- Não? – Disse. Ela concordou com a cabeça. - Não mesmo? - Eu disse começando a beijar seu pescoço e levando minha mão até sua cintura, arrastei um pouco pra trás fazendo a mesma encostar-se à bunda dela, apertei a região e sorri.
- Ainda não me convenceu . - Ela disse em meu ouvido o mordendo logo em seguida.
- Você é muito má sabia? - Disse subindo minhas mãos e fazendo as mesmas chegarem aos feixos de seu sutiã. O abri e o mesmo escorreu pelos seus ombros. Aproximei nossos lábios e a beijei explorando toda sua boca. Ela levou sua mão até a barra da minha blusa a levantou e eu sorri vitorioso. Desci minhas mãos ate o elástico sua calçinha e quando já estava prestes a tirá-la ouvi uma voz feminina me chamando.
- !- Era , com certeza. Rolei os olhos bufando e Samantha se afastou de mim rindo.
- UAU! Quase caí na sua ! Você é bom em? - Ela disse piscando e tirando sua calçinha entrando no box em seguida. Ignorei o chamado de e andei até o box, o abrindo, entrando e o fechando em seguida. Puxei Sam pela cintura a beijando fortemente, ela passou os seus braços sobre os meus ombros e...
- ! VEM AQUI! - Mais uma vez ouvi a voz de me chamar e soltei um palavrão alto. Samantha se afastou de mim.
- Vai ver o que ela precisa. Eu já disse, só mais dois dias. E por favor, não me seduza, terá vingança. - Ela piscou e me empurrou para fora do box. Bufei e saí do banheiro fechando a porta em seguida.
- O QUE É CARALHO? - Berrei procurando e encontrei-a na cozinha, com um short curto, uma blusa com uma manga caída, estava de tranças e chinelos.
- Você poderia... UOU! - Ela olhou pra mim com os olhos arregalados. - Está molhado, parece suor ... - Ela pensou um pouco e começou a rir. - Acho que já entendi! - Ela disse e riu mais e eu apenas rolei os olhos.
- Não é o que você está pensando. Mas poderia ser, se você não tivesse interrompido. - Eu disse com uma cara irônica e ela riu mais. - Mas o que é tão importante pra você interromper os meus amassos debaixo no chuveiro com Sam? - Eu disse.
- Bom, eu vou ignorar a ultima frase. - Ela riu. - Mas eu não consigo alcançar aquela prateleira. - Ela disse e eu bufei alto.
- Você interrompeu os meus amassos debaixo no chuveiro com Sam pra isso? - Eu disse com os dentes trincados e ela fez uma cara pensativa.
- Hum, acho que sim. - Ela deu de ombros. Andei em sua direção e peguei facilmente o objeto que ela queria na prateleira, entreguei e ela sorriu.
- Belos músculos. - Ela piscou pra mim andou um pouco para trás de mim e chegou sua boca perto do meu ouvido. - Adoooro homens musculosos. - Ela disse e mordeu o lóbulo de minha orelha fazendo meu corpo eletrizar. Virei-me ao tempo de ver sair rebolando mexendo seus quadris. Uau, como será aquilo na cama? Balancei minha cabeça afastando meus pensamentos nada puros e sai da cozinha.
- Amooor! - Quando havia posto meus pés pra fora da cozinha vi Samantha descer as escadas me chamando e logo depois seu olhar veio para mim.
- Fala meu amor. - Eu disse.
- Eu vou ir ao salão de festas, resolver algumas coisas da festa. - Ela disse pegando a chave me dando um selinho rápido e saindo pra fora de casa; ri do desespero dela e fui até a piscina de casa. Sentei nas bordas pondo meus pés dentro da água, joguei minha cabeça para trás fazendo com que todo o peso do meu corpo fosse descarregado todo em meus braços. Senti alguém dar um selinho em meu pescoço e abri os olhos rapidamente vendo sentada do meu lado também com os pés na água. Ignorei sua presença e voltei à posição de antes.
- Você já fez sexo em uma piscina? - Ela disse e eu abri os olhos a fitando com uma sobrancelha arqueada.
- Não. - Eu disse e ela riu. Ah com certeza ela já tinha feito. Não me importo. Voltei a posição de antes.
- Gostaria de fazer? - A ouvi falar, mas continuei na mesma posição.
- Sim. - Eu disse. - Mas acho que Sam não. - Eu disse e a ouvi bufando.
- Não estou falando da Sam. - Ela disse e eu ri. - Com qualquer outra garota.
- E por acaso essa garota seria você? - Eu joguei minha cabeça pro lado abrindo os olhos e a olhando. olhava pra mim como se pudesse me perfurar com seu olhar. Senti os olhos dela penetrarem os meus e ela não se importou em responder a pergunta.
- Seus olhos... São lindos. - Ela disse ainda me olhando com uma expressão que eu não pude(não queria) identificar. Eu ri novamente desviando seu olhar do meu.
- A Sam fala isso toda hora. - Eu disse e a ouvi bufar novamente.
- Pare de falar da Sam. - Ela disse olhando para a piscina.
- Por que? - Eu perguntei desafiador.
- Porque agora você está comigo. - Ela disse.
- Estou? - Falei e ela suspirou.
- Não desse jeito animal. - Ela rolou os olhos.
- De que jeito então? - Eu disse olhando para a piscina balançando de leve meus pés fazendo com que a água se movimentasse sobre eles.
- Você está conversando comigo. Não com ela. - Ela disse.
- Sim, mas qual é o problema? - Eu disse e ela rolou os olhos.
- Nenhum. - Ela disse e levantou sua blusa deixando a mostra o biquíni azul que ela usava. Depois tirou o short. - Vai entrar? - Ela disse se levantando e eu neguei. Ela riu e pulou de ponta dentro da água nadando até a outra borda. - A água está boa. Entre.
- Não estou com a roupa apropriada para a ocasião. - Eu disse e ela riu maliciosa.
- Quem disse que precisa da roupa adequada para a ocasião? Ao contrário, você pode ficar sem elas - Ela disse ainda sorrindo maliciosa. - Se você quiser, posso tirar as ultimas peças que me faltam para te acompanhar. - Ela disse e eu ri malicioso.
- Não seria uma má idéia, aliás... - Eu disse a olhando de cima a baixo, mesmo dentro da piscina. - Séria uma ótima idéia.
- Então por que não aproveitar em? - Ela disse andando lentamente em minha direção, na borda da piscina onde eu estava.
- Porque eu não vou tirar a roupa pra você. - Eu disse a olhando aproximar. - Eu não posso ver você tirando a roupa. Peça isso para outro homem, faça isso pra outro homem. - Ela já estava perto o bastante, se debruçou na borda e deu impulso pra cima da mesma, ficando de frente pra mim. Ela subiu em mim pondo a sua perna de cada lado do meu corpo e se aproximou de meu ouvido.
- Mas eu quero tirar a roupa pra você, e quero que você tire a roupa para mim. - Ela disse e depois mordeu o lóbulo da minha orelha. Fechei meus olhos ficando sem reação, ela me empurrou para trás fazendo com que eu me deitasse e aproximando seu tronco ao meu, e seu rosto ao meu pescoço. Ela começou a beijá-lo e eu fechei os olhos mais forte ainda soltando um suspiro. Levei minha mão até sua coxa subindo a mesma pelo seu corpo até encontrar seu pescoço, puxei seu rosto pra cima e a beijei fortemente, ela passou sua mão pelo meu tronco e por minha nuca até chagar ao meu cabelo, onde embolou seus dedos lá. O tempo se passou e as coisas começavam a ficar mais quentes, a minha excitação já estava visível, levou suas mãos a barra da minha blusa a levantando um pouquinho e unhando a região a baixo no meu umbigo me fazendo gemer baixo. Desceu mais as suas mãos adentrando-as em minha boxer, sorri com a tempestade de prazer que estava por vir, mas não veio. tirou as suas mãos de minha boxer recebendo um gemido de reprovação. Ela riu e depois levou suas mãos até a barra de minha blusa novamente, a levantou e nós nos separamos para tirá-la. desceu novamente a mão por meu tronco e minha barriga ate encontrar o zíper de minha calça, então ela o abriu.
- Amor, cheguei! - Ouvi a voz de Samantha e fiquei estático na mesma hora.
3º capítulo:
- Amor? Cadê você? – Ouvi a voz de Sam novamente e a realidade veio a tona. – Ta ai? – Ouvi sua voz aproximar de onde eu estava e na hora tomei reação empurrei pra trás sem nem me importar onde ela cairia, me levantei rapidamente e abotoei minha calça. Olhei para a “minha parte íntima” e vi que ela estava inchada. Merda! Decidi sentar de novo e pus minha blusa em cima do lugar. Vi que estava dentro da piscina, claro, imaginei a cena dela caindo do meu colo de costas na piscina e dei um riso abafado que sumiu na hora quando ouvi a voz de Samantha atrás de mim. – Aqui está você!
- Aqui estou eu! – Brinquei tentando esconder o nervosismo e ela riu.
- O que faz aqui fora? – Ela disse se sentando ao meu lado.
- Tomando ar fresco. – Eu disse sem olhar pra ela.
- Hum ta. – Ela disse olhando pro céu, depois senti um olhar confuso em mim. Senti as mãos gélidas de Samantha se encostarem ao meu pescoço e o esticarem como se quisesse ver algo, senti ela aproximar seu olhar tentando decifrar algo em meu pescoço. – . – Ela me chamou séria.
- Oi? – Falei ainda sem conseguir me mexer, eu estava sem reação, eu sabia o que vinha em seguida.
- O que é esse roxo no seu pescoço? – Ela perguntou ainda séria e eu engoli a seco.
- Que? Q-que roxo? – Eu me levantei e andei para dentro de casa, como eu esperava, ela veio atrás de mim.
- Esse roxo! – Ela me puxou pelo braço até o banheiro onde me obrigou a olhar no espelho.
-Ah! E-esse r-roxo? – Minha voz tremia e eu não sabia realmente o que dizer.
- Sim , esse roxo. – Ela disse ainda séria.
- Não sei como foi parar ai. Talvez você quando estávamos nos amassando no banheiro ou é um pernilongo ou algo do tipo me picou. Você sabe que eu tenho alergia a pernilongos. – UOU! Não quero me gabar, mas essa resposta foi convincente, tanto que Sam sorriu e me abraçou.
- Vamos pro quarto então? – Ela falou em meu ouvido o mordendo depois e eu fechei os olhos suspirando.
- E para fazer o que eu estou pensando? – Sorri malicioso e ela apenas riu.
- Deixa de ser safado ! – Ela disse me puxando para dentro do quarto. – Claro que não, ainda não voltei atrás com o que eu disse ok? Depois do meu aniversário. – Ela disse balançando levemente o meu nariz e depois se dirigiu até o banheiro entrando e trancando a porta em seguida. Joguei-me em minha cama e tudo girava em minha cabeça. Por que eu tinha feito isso de novo? Por que eu sou um homem com muitos hormônios que não consigo resistir? Por um triz Sam não me pegou. Na próxima vez eu tenho que tomar cuidado... O que eu falei? Não vai ter próxima vez! Eu não vou deixar!
. .
Acordei com o sol que refletia na janela e ia direto para meu olhos, espreguicei e tateei a cama a procura de Sam, mas não a encontrei. Sentei na cama forçando meus olhos e logo depois baguncei meu cabelo bocejando em seguida. Não me importei de colocar uma roupa decente, desci só de boxer mesmo. Aliás Sam não teria saído sem me falar nada. E ouvi falar que ia sair pela manhã. Ouvi barulhos na cozinha e me dirigi até a mesma. Vi Sam com uma roupa casual fazendo panquecas sorri indo até ela.
- Eu quero viu? – Eu disse a abraçando por trás e olhando pras panquecas fazendo ela rir.
- Não. Eu vou comer tudo. – Ela disse irônica.
- Bom dia pra você também. – Dei um selinho em seu pescoço e sai sentando-se à mesa em seguida. Ela terminou as panquecas e comemos em silencio. Quando terminou se levantou pôs a louça na pia e andou pra trás de mim começando a massagear meus ombros.
- Sabe , eu estive pensando... – Ela falou bem perto do meu ouvido o que me fez arrepiar. – Por que esperar ate depois da festa, se a gente pode fazer “a festa” agora? – Ela disse e eu sorri malicioso me levantando e a puxando pela cintura deixando nossos corpos bem perto.
- Concordo plenamente. - Eu disse aproximando nossos lábios e a beijando. Eu precisava daquilo. Mas em uma coisa não deixei de reparar... O beijo de Sam estava melhor? Ela havia praticado? Ri com a idéia e ela se afastou de mim.
- Do que está rindo? Encontrou algum objeto abstrato dentro de minha boca por acaso? – Ela disse e eu ri.
- Não amor, só estou me perguntando uma coisa. – Eu disse e ela arqueou a sobrancelha.
- E o que está se perguntando? – Ela perguntou.
- Você tem praticado se beijo? Ta ótimo! Não que seja ruim antes... Ah você me entendeu! – Eu disse e ela fez uma cara séria.
- Não, não entendi. – A voz ainda era séria e senti um frio percorrer meu corpo, logo depois disso Samantha começou a rir e eu relaxei meu corpo. – Você precisava ver sua cara! – Ela riu mais e eu rolei os olhos. – Mas ok, depois de você ter comparado meu beijo com o da minha própria irmã, decidi tomar uma atitude. – Ela disse e eu sorri de lado.
- Seu beijo sempre foi e sempre será o melhor beijo ok? – Eu disse beijando o seu rosto inteiro e ela riu.
-
Bom saber. – Ela disse e me puxou pelo pescoço me beijando novamente. A puxei para mais perto e pus minhas duas mãos em suas cinturas. Ela embolou seus dedos em meu cabelo e os puxou levemente fazendo eu gemer fraco entre o beijo. Subimos aos tropeços até nosso quarto e eu fechei a porta com o pé. Ela me jogou na cama e tirou sua blusa subindo em mim em seguida e me beijando novamente. Ela unhou toda a extensão de meu tronco o que fez com que eu encolhesse o mesmo e a virasse ficando em cima dela. Comecei a beijar seu pescoço fazendo com que minha mão percorresse todo o seu corpo, ela arranhou minhas costas e eu gemi baixo. Deixei seu pescoço e direcionei meus lábios ao seus novamente a beijando. Desci minha mão até seu short e o desabotoei o descendo, depois de descer seu short passei minha mão por sua coxa e a puxei para cima, ela roçou suas pernas em volta da minha cintura e mordeu meu lábio. Subi minhas mãos pela sua barriga até encontrar seus seios o massageando e escorregando minha mão até o fecho do sutiã. Comecei a beijar seu pescoço dando leves chupões pelo caminho, ela suspirou em meu ouvido fazendo com que eu ficasse cada vez mais excitado, desci minha mão para sua calcinha brincando com o elástico da mesma, ela gemeu baixo e eu me preparei para tirar sua última peça. Ouvimos um grito vindo de baixo, mas não me importei, com certeza era gritando porque viu uma barata. Comecei a beijá-la novamente e tirei sua calcinha, passando minhas mãos por sua pernas em seguida, estava pronto pra tirar a minha boxer quando...
- ! VEM CA AGORA! JÁ NÃO DISSE PRA VOCÊ NÃO DEIXAR ROUPA ESPALHADA NO SOFÁ? – Arregalei meus olhos na mesma hora e me afastei da pessoa em minha frente. Só Samantha fica com raiva quando eu deixava roupa no sofá, só Samantha grita comigo desse jeito, só Samantha... TINHA SAÍDO! ENTÃO AQUELA ERA ! Afastei-me ainda com os olhos arregalados e olhei incrédulo para a menina completamente nua em minha cama, não que isso não fosse atraente... ARGH! O que eu estou falando?! Baguncei meus cabelos e me levantei da cama ainda bagunçando meus cabelos com uma expressão de desespero.
- Caralho, caralho! – Eu disse me virando pra ela. – Vai embora daqui! – Trinquei os dentes. Corri para o banheiro e bati a força com força chutando a primeira coisa em minha frente, que foi um banquinho de plástico, fazendo o mesmo cair no chão causando um grande barulho. Não me importei, eu queria me matar, eu queria matar por ter me enganado daquele jeito... Se eu pudesse eu matava mil!Ok, isso não é horas para brincadeirinhas. Tirei minha boxer e entrei no chuveiro deixando com que a água gelada caísse sobre mim causando um leve choque pela mudança de temperatura repentina. Não liguei, tinha mais coisa para me preocupar. Fiquei longos minutos dentro do chuveiro, quando tomei a realidade que daqui a pouco toda a água do mundo estaria descendo pelo meu ralo. Fechei o chuveiro e peguei minha toalha bagunçando meus cabelos com a mesma, a amarrei em volta da cintura e peguei minha escova de dente escovando eles logo em seguida. Depois de escovar enxuguei minha boca na toalha e olhei meu pescoço a procura de qualquer chupão que poderia existir, agradeci mentalmente quando não vi nenhum roxo na pele do meu pescoço.
- Amor? – Ouvi a uma voz conhecida atrás da porta e batidas na mesma. – Ta ai?
- T-to. – Não tinha coragem de encarar Samantha agora. E se fosse atrás da porta que queria me enganar novamente?
- Deixa eu entrar? – Ela perguntou e eu engoli a seco.
- N-não. – Eu disse. – Eu j-já estou s-saindo.
- Esta tudo bem amor? Sua voz ta estranha... – Ela disse ainda atrás da porta.
- Impressão sua. – Tentei manter a voz firme. Não ouvi mais nada depois. Debrucei na pia e esperei um tempo. Abri a porta torcendo para que Sam não estivesse no quarto. Pois é, minha torcida não foi muito forte, Samantha estava deitada na cama lendo seu livro.
- Amor, está pálido. – Ela disse fechando o livro e tirando os óculos. – Me fala o que aconteceu, por favor.
- Não aconteceu nada Sam. – Eu disse pegando uma boxer no armário.
- Eu te conheço . – Ela se levantou da cama e veio andando em minha direção parando ao meu lado e encostando-se à porta do armário. – Me fale.
- Já disse que não aconteceu nada meu amor. – Ataquei minha toalha na cama e pus a boxer em seguida. Virei pra ela e levei uma de minhas mãos ao seu rosto, acariciando a bochecha dela.
- Ok... Agora desce e pega aquelas roupas no sofá! – Ela disse e eu dei um sorriso de lado.
- A sua irmã ta lá em baixo? – Perguntei, não queria olhar para cara de agora.
- Não, ela saiu... Lembra que ontem ela não disse que ia sair? – Ela disse e eu concordei com a cabeça. Pus uma bermuda e desci as escadas. Peguei minhas roupas e subi novamente colocando-as no armário, desci novamente. Joguei-me no sofá e fiquei longos minutos assistindo qualquer porra que passava na televisão. Não estava com cabeça para nada disso. Eu nunca perdoaria por aquilo! Ela fingiu se Samantha para eu fazer sexo com ela! Isso é um absurdo! Eu e nem nos conhecíamos direito! Esse foi o cúmulo. Queria tanto expulsar ela da minha casa... Deixar ela na rua como um cão sarnento! Já que ela gosta tanto de fazer sexo com homens casados quem sabe ela não vira prostituta e ajuda velhinhos sem companhia? Seria a única boa ação que ela já teria feito em sua vida. Por que ela veio me atormentar? Por que ela veio pra me tentar? Eu amo Samantha, não sinto nada por ! Desliguei a TV e subi para meu quarto. Abri a porta e as cortinas estavam fechadas, Sam estava dormindo na cama feito um anjo. Dirigi-me até ela e ajoelhei no chão ao lado. Fiz carinho em seu rosto e dei um selinho na mesma.
- Eu te amo. – Disse por fim e me levantei. Peguei meu celular, eu estava pronto pra desabafar com alguém. Disquei o número e esperei a chamada ser completada. – Alô, ?
4º capítulo:
- O que? – falou, nós estávamos sentados no sofá de sua casa e ele me olhava incrédulo. – Você traiu Sam? Explica-me isso!
- Isso mesmo que você ouviu ! Eu traí a Sam com sua própria irmã gêmea! – Eu disse.
- Trair a Sam é uma coisa, trair a Sam com a própria irmã dela é outra coisa, agora trair Sam com a própria irmã gêmea dela é uma coisa TOTALMENTE ANORMAL !– Ele berrou e eu concordei com a cabeça.
- Eu sei ... Mas eu também sou homem pô! Meus hormônios são ativados quando ela fica rebolando só de lingerie na minha frente! – Eu disse e ele arqueou uma sobrancelha.
- Ela dançou só de lingerie na sua frente? – Ele disse e eu concordei com a cabeça e ele riu. – Porra cara, você tem muita sorte!
- Não é hora de brincar ! – Eu berrei e ele tentou manter a voz seria.
- Elas não são iguais? Por que você não pede pra sua esposa dançar só de lingerie na sua frente? Porque cá entre nós, Sam é a mulher mais gostosa que eu já vi na minha vida. – Ele disse e eu ataquei uma almofada na cara dele.
- Propriedade de ok? – Eu disse e ele riu irônico.
- Mas pelo visto não é mais propriedade de Samantha . – Ele disse e eu rolei os olhos.
- E melhor eu ir pedir conselhos a minha vizinha! – Levantei e ele riu.
- Aquela gostosa da frente da sua casa? Já sei que conselhos você vai pedir... – Ele disse e eu rolei os olhos atacando outra almofada na cara dele.
-Com certeza seriam mais úteis que o seu. – Eu disse e deu um sorriso malicioso.
- Com certeza né? – Ele disse ainda com um sorriso malicioso. – Vai pedir conselhos eróticos para a tal de .
- Você merece morrer . – Eu disse me jogando ao sofá enquanto se levantava para ir pra cozinha.
- Se suas pragas pegassem , eu já teria sido atropelado, estaria com lepra, câncer, teria gripe suína, dengue, eu seria virgem, seria feio, já estaria sem perna e sem braços, não pegaria mulher... E já estaria morto. – Ele disse rindo e eu ri também.
- Merda. – Falei enquanto ele voltava com duas latinhas de cerveja e atacou uma em mim.
- Mas ainda estou sem entender... Se elas são iguais, por que toda a atração pela a irmã de Sam? – falou tomando um gole de sua cerveja.
- Não sei bem... Talvez porque mesmo sendo iguais, consegue ser mais bonita, mais gostosa, e beijar melhor que Samantha. – Eu disse e arregalou os olhos.
- Isso é possível? – Ele falou e eu ri.
- Hey, você nunca beijou Samantha pra saber! – Eu disse e ele sorriu malicioso.
- As coisas nunca são o que parecem ser... – Ele disse e eu peguei a almofada do seu lado e enterrei na sua cara e ele começou a rir. – To zoando cara!
- Bom mesmo. – Eu disse me sentando e parou de rir.
- Mas eita, eu quero conhecer essa tal de ... – Ele disse e eu ri.
- Seria bom ver ela longe de mim. – Eu disse.
- Mas se ela estaria longe, como você veria ela? – perguntou confuso e eu rolei os olhos.
- Você entendeu . – Eu disse o olhando com cara de tédio.
- Não, não entendi. – Ele disse.
- Então, foda-se. – Eu disse e ele riu. – Mas as coisas estão tensas. Hoje eu quase transei com ela.
- Perai, você transou com ela? – falou e eu rolei os olhos.
- Eu quase transei com ela. Ta surdo ? – Eu disse e o queixo dele quase chegou no chão.
- AAAAAAAH DANADINHO! – Ele berrou rindo e eu rolei os olhos.
- Eu pensei que fosse Sam! Ela tentou me enganar! – Eu falei e ela parou de rir me olhando.
- Mas você não disse que ela era mais bonita e mais gostosa? – Ele perguntou confuso.
- Sim, mas na hora eu nem reparei nisso, porra já faz um mês e meio que eu não faço sexo! – Eu disse e riu.
- Puta que pariu! Vida de casado não deve ser fácil... – Ele disse e nós rimos. – Ainda mais com uma Samantha tirando a roupa na sua frente todo dia pra ir tomar banho.
- , que obsessão é essa com minha mulher cara? – Eu disse e ele riu.
- Mudando de assunto... E o beijo? – Ele perguntou.
- Nisso eu reparei. – Eu disse e arqueou uma sobrancelha. – Ela me disse que tinha praticado depois que eu falei que beijava melhor.
- E com quem havia praticado? você é uma anta. – Ele disse rolando os olhos.
- Não deu pra pensar direito ok? – Eu falei indignado. – Ela deu uma brecha e eu entrei, pensando que era Sam!
-Ela me deu uma brecha e eu entrei, pensando que era Sam!- imitou minha voz e depois riu. – Essa frase soou meio estranha para pessoas pervertidas como eu.
- Cala boca você só fala merda. – Eu disse e ele riu.
- Ai, ai . Continuo sem entender... Por que não faz com Sam? – Ele perguntou e eu rolei os olhos, consegue ser bem burro às vezes.
- O inteligência humana! – Dei um peteleco em sua cabeça. – Só mais dois dias! – Fiz uma voz fina, tentando imitar Sam e riu.
- Hum, agora entendo. – Ele disse rindo.
- Tenho que ir, Sam já deve ter acordado. – Disse me levantando.
- E já deve ter chegado. – Ele disse e eu rolei os olhos.
- Vou te ignorar . – Eu disse e ele riu.
- Obrigado. – Ele disse por fim e eu rolei os olhos.
..
Entrei em casa e não encontrei ninguém na sala. Também não havia ninguém na cozinha. Subi as escadas e não havia ninguém no corredor. Suspirei aliviado. Não tinha dado de cara com . A última pessoa que eu ia querer ver em todo esse mundo. Andei calmamente até a porta do meu quarto e quando eu fui girar a maçaneta...
- Oi . – Ouvi uma voz feminina atrás de mim o que me fez morrer de susto virando pra trás e encostando minhas costas na porta.
- Deus! Assombração! – Eu disse me recuperando do susto.
- Vou considerar isso um elogio. – disse rolando os olhos.
- Preferia ver uma sombração ao ver sua cara. – Eu disse abrindo a porta, se Sam estivesse no quarto ela me deixaria em paz.
- Sam saiu . – FUCK! Por quê?
- E daí? – Eu disse entrando no quarto.
- Se seu plano era entrar e ficar com Sam pra eu não ficar na sua cola, acho que deu errado. – Ela disse rindo de lado vitoriosa.
- E quem disse que meu plano era esse? – Tecnicamente sim, mas vamos fingir que não.
- Então admite que tinha um plano. – Ela sorriu mais ainda e arqueou uma sobrancelha.
- Não! Não te interessa! Sai daqui. - Eu disse me jogando na cama de cara no travesseiro.
- Me obrigue. – Ouvi a voz dela mais perto e virei meu corpo pra cima vendo encostada na parede do quarto.
- Por que fechou a porta? – Eu perguntei.
- Por que deixar a porta aberta? – Ela disse arqueando uma sobrancelha.
- Por que deixar fechada?
- Por que deixar aberta?
- O que você quer? – Perguntei rolando os olhos.
- Se eu disser você, vale? – Ela disse e eu rolei os olhos novamente.
- Não. Sabe o que eu quero? – Falei e ela negou com a cabeça. – Que você sai do meu quarto agora.
- Não me importo pelo o que você quer. Importo pelo o que eu quero. – Ela disse vindo em minha direção.
- E eu não importo pelo o que você quer. – Me levantei da cama antes que ela chegasse na mesma.
- Importa. Você também quer. – Ela disse com um sorriso malicioso, mudando de caminho em minha direção.
- Não quero. – Saí do lugar onde eu estava indo pra perto da porta do banheiro.
- Sabe que quer. – Ela sorriu mais ainda, agora vindo na mesma direção que eu.
- Por que eu iria querer? – Eu disse voltando ao lugar que eu estava de primeiro do lado da cama.
- Porque você me quer. – Dessa vez ela foi na direção contrária do outro lado da cama. Subiu na mesma ajoelhando, tirou a blusa e jogou em mim que segurei, ela novamente sorriu maliciosa e andou ajoelhada sobre a cama até o outro lado onde eu estava. Ela desceu na cama dando passos em minha direção, eu apenas fui andando para atrás até sentir a parede em minha costas. Merda. Ela chegou mais perto até juntar nossos corpos.Desceu suas mão pelos meus braços até encontrar minhas mãos, pegou as mesmas e pôs em sua cintura. Senti seu ar bater em minha boca me hipnotizando por completo. Ela passou os dedos pelos meus lábios e mordeu meu queixo em seguida. Fechei meus olhos suspirando.
- Não adianta fugir de mim né? – Ela disse em meu ouvido o mordendo logo em seguida.
- Não. – Eu disse com a voz rouca. Ela riu e depois se afastou de mim.
- Bom saber. – Ela disse se virando pronta pra sair mais eu a puxei pela cintura a trazendo pra perto de mim novamente.
- ... – Eu a olhei nos olhos e aproximei nossos lábios os selando. Passei minha língua contornando sua boca e ela abriu a mesma, dando passagem para minha língua entrar. Nossas línguas se juntaram dando um leve choque sobre meu corpo. O que eu estava sentindo? Eu explorei toda sua boca com minha língua andando para frente e a levando junto. Quando vi que chegamos até a cama a deitei e deitei em cima dela tirando minha blusa e a beijando novamente. Fique por cima dela debruçando meu cotovelo na cama para não largar todo o meu peso por cima dela. Desgrudei meus lábios de sua boca e os levei até seu pescoço onde selei meus lábios começando a beijar seu pescoço, ouvindo suspiros da parte de . Ela subiu suas mãos arranhando minhas costas, gemi baixo, ele embolou seus dedos no meu cabelo os puxando para cima, fazendo com que eu desgrudasse meus lábios de se pescoço e minha cabeça fosse pra cima. Ela começou a beijar meu pescoço soltando meu cabelo. Suspirei pesadamente e fechei meus olhos. Ela fincou as unhas em minhas costas, me fazendo gemer baixo. Levei minhas mãos até sua barriga fazendo pequenos círculos na mesma. Ela parou de beijar meu pescoço jogando a cabeça pra trás ofegante. Sorri e dei vários selinhos em seu tronco. Desci mais as minhas mãos até o zíper de seu short o abrindo. Desci seu short com dificuldade e depois o ataquei em qualquer canto do quarto. Nos beijamos fortemente enquanto ela abriu o zíper de minha calça a tirando em seguida. Ela tinha me enfeitiçado. Foi quando ouvi o barulho do meu telefone tocar do meu lado na cama que a realidade voltou com força sobre minha cabeça. Arregalei os olhos, e ainda com os mesmo arregalados tirei de cima de mim atendendo o celular em seguida, me encolhendo na cama.
- A-alô? - Atendi o celular sem olhar quem era gaguejando.
- Hey amor! – Fiquei estático. Era Samantha.
- O-oi amor! – Eu disse me levantando da cama e andando de um lado pro outro.
- Aqui, amanhã você trabalha né? – Ele perguntou. É eu ate tinha esquecido que a palavra “trabalho” existia.
- S-sim. – Eu disse tentando conter a gagueira.
- Tudo bem? – Ela perguntou preocupada.
- Claro que sim. – Consegui conter a gagueira.
- Bom mesmo. Mas continuando... Então, como amanhã é meu aniversario, eu liguei pro seu trabalho e pedi para eles te darem folga por uns três dias... E adivinha? Eles aceitaram! – Ela deu um gritinho.
- Que legal amor! – Eu disse sem muita animação.
- Não parece animado. – Ela disse com uma voz decepcionada. – Fiz errado?
- Claro que não! Fez certo amor! Eu to animado, sério! Onde você foi? Podia ter me avisado... – Eu disse preocupado.
- Eu to na casa da . Como você tava na do não quis te incomodar ligando. – Ela disse.
- Ok então. Que horas você chega? – Perguntei.
- Não sei... Lá pras oito, quem sabe. – Ela disse.
- Está bem... Pede pra alguém te trazer. Essa hora já vai estar escuro, pode ser perigoso. – Eu disse e ela riu do outro lado da linha.
- Tudo bem amor! Não precisa se preocupar. – Ela disse.
- Ok. Tchau então. Beijos. Te amo muito muito mesmo ok? Não se esquece disso. – Eu disse com as sobrancelhas franzidas.
- Beijos. Também te amo. – E desligou. Fechei meu celular e pus em cima do criado mudo. Encostei minhas costas na parede jogando minha cabeça pra trás, escorreguei até sentar no chão. Fechei os olhos. Levantei meu olho para que estava sentada em minha cama olhando pro chão.
- Me... Desculpe. – Eu disse e ela levantou a cabeça me fitando com um olhar confuso.
5º capítulo:
- Te desculpar? Por quê? – falou me olhando confusa.
- Porque a culpa é minha! – Eu berrei e ela rolou os olhos.
- Por ser gostoso? – Ela disse como se fosse óbvio e eu sorri de lado.
- Não... Você ia sair só que eu te puxei. – Eu disse com os flashbacks que passavam na minha mente.
- Pelo amor de Deus ! É claro que eu sabia que você ia me puxar! – Ela disse rolando os olhos.
- Mesmo assim!Wathever! – Eu disse bagunçando meus cabelos.
- Ela vai chegar que horas? –Ela perguntou simplesmente.
- Oito. Oito horas. – Eu disse olhando para o chão.
- Huum. – Pude ver se levantando e indo a minha direção, pegou a sua blusa que estava joga no chão e vestiu logo depois pegou seu short e começou a vesti-lo.
- O que você esta fazendo? – Perguntei incrédulo.
- Me vestindo para ir pro meu quarto? – Ela disse como se fosse óbvio.
- Não! – Me levantei rapidamente por impulso e ela arqueou a sobrancelha.
- Não? Pensei que você quisesse ficar sozinho. – Ela disse terminando de por o short e fechando o zíper de sua calça e a abotoando.
- Quer dizer... Eu não sei o que dizer. – Olhei pra baixo mordendo meu lábio e franzindo a sobrancelha. – Só não quero ficar sozinho agora. – se espantou me olhando surpresa pela minha reação.
- Pen-pensei que não quisesse mais olhar para a minha cara nunca mais. – Ela arqueou a sobrancelha e eu ri irônico.
- , a gente quase transou! – Eu disse ainda sem acreditar em minhas palavras. – Mas... Eu nunca traí Sam. Durante esses seis anos que eu estive com ela, nenhuma vez. E agora você chegou e... Eu não sei! Muitas meninas já deram mole pra mim, muitas já deram em cima de mim, mas... Eu nunca estive nem ai. Só que com você... É diferente. Não consigo acreditar até agora que traí Sam! – Me joguei na cama deitando de barriga pra cima. mordeu seu lábio e se sentou na borda da cama ao meu lado e me olhou.
- Talvez porque... – Eu olhei pra ela. – Eu seja igual a ela.
- Não vejo sentido nisso. – Eu olhei pro teto.
- Mas tem! Tem sentido. Você ama Sam, e talvez porque você esta carente da atenção dela... Deu bola pra mim, que pareço com ela. – Ela disse mordendo o lábio novamente.
- Então você não sentiu nada? – Eu perguntei e ela riu sarcástica.
- Mas é claro que não ! – Ela me olhou divertida. – Mas, por quê? Você sentiu algo? – Ela arqueou a sobrancelha e eu continuei calado. Não sabia decifrar o que tinha passado por mim, como eu tinha deixado aquilo acontecer, algo estava errado.
- Não. – Disse por fim.
- Sabe , é só uma atração. Por você ser gostoso mesmo. – Ela piscou e eu senti uma onda de raiva penetrar meu corpo.
- Pois você quer destruir meu casamento porque eu sou gostoso? – Eu disse incrédulo. – Me poupe . – Disse me levantando da cama.
- VOCÊ NÃO ESTA PIOR QUE EU, ! – Ela berrou do nada e as lágrimas desceram pelo seu rosto, ela passou por mim correndo saindo pela porta. Eu estava estático, sem entender nada, o que foi aquilo? Alguém me explica o que ela disse? Só ela poderia me explicar. Saí pelo meu quarto indo até o seu onde a fresta da porta estava aberta. Por ela eu pude ver de costas fungando. Suspirei. Bati na porta do quarto já entrando, continuou na mesma posição como se eu não estivesse ali.
-... – Sentei ao seu lado na cama e ela me fitou.
- O que faz aqui? – Ela perguntou.
- Quero entender o que disse pra mim, e porque choras. – Eu disse e ela me olhou desconfiada.
- Meu namorado. – Namorado? WTF? namorava? – Quer dizer... Ex-namorado.
- Namorado? – Perguntei confuso.
- É que já faz muito tempo... Mas ficou uma marca profunda em mim. Não sei se devo te falar. – Ela disse mordendo o lábio.
- Fale. – Eu insisti e ela bufou.
- Há um tempo atrás, eu namorava um cara que eu amava mais que tudo em minha vida, a gente ia até casar sabe? Mas um dia, descobri que ele estava me traindo... Com Samantha. – Ela disse e eu arregalei os olhos.
- Sam-Samantha? – Engoli a seco.
- Uhum. E eu só insisti com você pra poder me vingar. – Ela disse isso com a maior normalidade?
- Peraí! Pra se vingar? Quer dizer que você vai contar para Sam? – Eu olhei incrédulo para .
- Não. Eu sei que você ama muito ela, por mais que ela não mereça. – Ela mordeu os lábios. – Só precisava ficar com você para poder me sentir melhor, para que toda essa raiva fosse embora, para realizar minha vingança.
- Mas você já conseguiu ! – Ela me olhou. – Por que ainda insiste? Não gosto de trair a Sam!
- Não é desse jeito que eu estou falando . - Ela desviou o olhar para o chão e eu arregalei os olhos.
- N-não! Você quer dizer sexo?- Eu disse incrédulo e ela balançou a cabeça positivamente. – Não vou transar com você !
- Eu sei disso... – Ela disse e mais lágrimas desceram pelo seu rosto. – Eu só queria poder ter o gosto da vingança.
- Me desculpe, não terá. – Mordi meu lábio. – Não se deve guardar mágoas .
- Eu não consigo perdoá-la por isso . – Ela enxugou suas lágrimas com a mão.
- ? – Arquei a sobrancelha a olhando ela não mostrou diferença.
- Me desculpe. – Ela disse e eu ri.
- Está se desculpando por me chamar pelo meu apelido? – Ri e ela deu um pequeno sorriso.
- Sim. – Ela disse e eu rolei os olhos. Levei minha mão até seu rosto o virando pra mim acariciei sua bochecha enquanto ela me perfurava com seus olhos. Olhei pra baixo franzindo os lábios.
- Não fique com raiva de Sam. – Eu pedi.
- Não me peça isso . – Ela disse e eu suspirei.
- ? – Ouvi outra voz vindo da porta e tirei minhas mãos do rosto de virando minha cabeça em direção a porta.
- Sam? – Eu arregalei os olhos.
- O-oque faz aqui? – Ela olhava para mim, espantada.
- Ele está me consolando. – se levantou ficando de frente pra Sam. – Do meu ex-namorado de sete anos atrás. – disse e Sam arregalou os olhos olhando pra mim e para . Olhou para baixo e mordeu seus lábios começando a estalar seus dedos, fazia isso quando ficava nervosa.
- Te consolando de boxer? – Ela me olhou com a testa franzida e eu engoli a seco.
-Eu cheguei e fiquei só de boxer amor, você sabe que eu sempre faço isso! Eu estava indo no banheiro no final do corredor e vi chorando. Só isso.
- ... Vamos pro quarto. – Ela disse e olhou pra mim. Levantei-me suspirando e me direcionei até meu quarto com Samantha logo atrás. Cheguei no quarto e me joguei na cama. Samantha fechou a porta e entrou no banheiro ainda com a porta aberta jogando água no rosto.
- Qual era o nome dele? – Perguntei.
- De quem?
- Dele.
- Dele quem ?
- Do ex namorado de há 7 anos atrás. – Falei e ela ficou estática.
- Por que quer saber? – Apoiou na pia me fitando. Talvez pensasse que não tinha me contado completamente.
- Porque, pelo visto, ele não teve um caso só com . – Eu disse e ela suspirou jogando a cabeça pra baixo, ainda apoiada na pia.
- ... Foi há muito tempo. – Ela disse.
- Mesmo assim Sam! Você ficou o com o namorado da sua própria irmã gêmea! – Eu disse e ela bufou.
- As vezes eu fico pensando se ela não está fazendo o mesmo. – Ela me olhou, quase me furando com o olhar e eu engoli a seco.
- O-oque? – Falei. Sam não podia saber! – Você está duvidando da minha fidelidade Samantha?- E com razão. Sentia-me um lixo por estar enganado Sam daquele jeito. Com as sobrancelhas franzidas levantei da cama e fui até Sam.
- Desculpe-me . – Samantha virou seu corpo inteiramente para mim. – Ela ainda está ressentida com isso. Às vezes sinto que ela seria capaz de fazer de tudo pra me fazer sofrer como ela sofreu. Tipo roubar você de mim. – Ela deixou uma lágrima descer. – Não suportaria te perder .
- Você não vai me perder Sam! De jeito nenhum. – Puxei seu queixo com minhas mãos e selei nossos lábios. Limpei suas lagrimas. – Eu te amo. Eu só amo você! Mais ninguém. – Eu disse e ela sorriu.
-Eu também te amo amor! – E me puxou para um abraço.
6º capítulo:
- Agora é só dar um nó aqui e... Prontinho! – Sam sorriu depois de ajustar minha gravata. – Você está um gato! – Ela piscou fazendo cara de safada e eu ri malicioso.
- Um gato que é todo seu depois da sua festa de aniversário. – A puxei pela cintura falando isso em seu ouvido a ouvindo rir.
- Me sinto lisonjeada. – Ela sorriu e eu também.
- Vou ir pro começo da festa já querendo que ela acabe. – Eu e Samantha rimos.
- Pelo amor de Deus ! – Ela riu. – Vamos logo, não quero chegar atrasada na minha própria festa de aniversário.
- Ok. – Descemos as escadas de mãos dadas.
- ... Chama a lá em cima? – Ela perguntou e eu rolei os olhos.
- Você espera eu descer pra me falar isso? – Falei divertido e ela riu.
- Vai logo homem de Deus! – Ela deu um tapinha em minha bunda e eu ri subindo as escadas em seguida. Bati na porta de .
- Quem é? – Ouvi a voz abafada de atrás da porta.
- É o . - Eu disse.
- Espera um minutinho. – Ouvi e alguns segundos depois a porta se abriu mostrando uma incrivelmente linda e gostosa na minha frente. estava com um vestido vermelho, tomara que caia grudado nos seios, e solto pra baixo, que amarrava atrás. Ela estava com um scarpin preto e seus cabelos estavam presos em um coque com alguns fios soltos. Babei por alguns segundo, nem Samantha estava tão linda daquele jeito. Mas o que eu estou falando? Elas são iguais! Wathever.
- O que é? – Perguntou e eu voltei a realidade.
- Sam e eu já estamos indo. Ela disse para te apressar. – Eu disse.
- Ok espera. – Ela correu até seu espelho passando um batom vermelho. Logo depois pegou sua bolsa apagou a luz do seu quarto passando por mim e descendo as escadas. Logo depois fui atrás dela.
¬
- Então, vamos? – Sam sorriu. não disse nada, apenas olhou com cara de tédio para Samantha e saiu pela porta a fora. Sam suspirou. – Não sei até quando guardará magoas.
- Acalma-se meu amor. – Abracei Sam por traz, dando um selinho em seu pescoço.
- Ok... Vamos? – Ela perguntou e eu a soltei concordando, entrelaçamos nossas mãos e saímos.
..
- Ai minha diva ta ficando velha! – abraçou Sam.
- UAU ! Ótima frase para se dar pra uma aniversariante! – Ela disse irônica e as duas riram.
- Foi com carinho ok? – disse se virando pra mim. – Hey !
- Oi ! – Eu disse a abraçando. – Achei que você iria me ignorar.
- Tem como? Uma estátua parada do lado de Sam só ouvindo o que eu e ela falávamos... – Ela deixou a frase no ar e nós rimos.
- Oi Sam! – chegou.
- Oi ! – Samantha o abraçou. – Como vai você?
- Estou ótimo! Oi , oi . – Ele disse e eu o cumprimentei. – Sam, importa se eu roubar seu marido por alguns segundos?
- Essa frase soou meio gay, mas... Ok. – Ela disse e nós rimos. me puxou deixando Samantha e sozinhas.
- O que foi ? – Eu berrei.
- Hey, espera ai! Quero que você me mostre a gata da tal de . – Ele disse e eu ri.
- ! Pelo amor de Deus! – Eu disse rindo.
- Não vai me mostrar é? Vai ficar com ciúmes caso eu dê uma boa pegada nela? – Ele disse arqueando a sobrancelha e eu rolei os olhos bufando em seguida.
- Está bem ... Vem comigo. – Eu disse e saí andando pelo salão procurando pelos cantos. Avistei a mesma sentada em uma mesa, sozinha tomando um drink e viajando na maionese.
- ! – Eu cheguei na mesa e ela me olhou assustada.
- O que é ? – Ela arqueou sua sobrancelha sem entender o motivo de eu estar falando com ela no meio da festa de Sam.
- Eu quero te apresentar um amigo. – Eu disse e puxei , que comia com os olhos.
- Oooi. – Ele disse dando um sorriso malicioso.
- Oi. – sorriu.
- Bom, , este é . , essa é . Pronto já se conhecem, tchau. – Eu disse e quando eu já ia saindo me chamou.
- Hey . – Ela me disse e eu rolei os olhos parando onde eu estava. Ela se levantou e veio até mim. – Está me entregando seu amiguinho pra eu não ficar mais na sua cola?
- Não seria uma má idéia, mas admito que não tinha pensado nisso. –Eu disse e ela riu.
- Bom saber, ainda bem que você pegou um bem gostoso. – Ela piscou e voltou pra onde estava.
..
A festa já tinha uma longa duração, muitas pessoas estavam bêbadas e outras ainda estava sóbrias o bastante para se esfregarem na pista de dança, e outras como e para ficaram se engolindo no canto do salão de festas. Rolei os olhos. Não era algo com que eu me importava.
- Amor... Vamos dançar? – Sam perguntou.
- Claro! – Sorri e ela me puxou para a pista de dança. Na hora começou uma música mais calma, onde todos se juntaram para dançarem grudados, inclusive eu e Sam. Ela encostou sua cabeça em meus ombros fechando os olhos enquanto dançávamos conforme a música tocava. Depois de algum tempo, virei minha cabeça pro lado para procurar e . Avistei conversando com outra menina, e não encontrei . Ignorando o sumiço dela, voltei a minha posição até a musica terminar.
- Hm, agora vou falar com ok? – Sam disse e eu concordei com a cabeça, ele selou nossos lábios e saiu. Me dirigi até a mesa onde estava, agora sozinho, e me sentei na cadeira em sua frente.
- Cadê ? – Perguntei.
- Por que se importa? – Ele arqueou uma sobrancelha sorrindo de lado e eu rolei os olhos.
- Cadê ela? – Perguntei e ele rolou os olhos também.
- Enquanto a gente se pegava ela deu um surto me empurrou e saiu andando. – Ele disse.
- Hãn? – Falei incrédulo.
- Isso mesmo que você ouviu. – Ele disse despreocupado bebendo sua bebida.
- Quando isso? – Perguntei.
- Alguns minutos atrás. – Ele disse.
- Que menina estranha. – Eu disse dando de ombros.
- ! – Samantha chegou perto de mim e de e nós a fitamos. – Leve pra casa. Está dando um sermão lá fora, está escrito na testa dela que está bêbada. Leve-a antes que apronte um escândalo. Por favor!
- Eu? – Arregalei os olhos, droga.
- Você! Anda! – Ela me puxou até a porta. – Por favor. – Ela pediu manhosa e selou nossos lábios. Rolei os olhos e concordei. Sai pela porta e pude ver falando embolado e algumas pessoas a olhando assustadas. Rolei olhos. Corri até na hora que ela estava prestes a cair e a segurei, enquanto ela tinha todo o seu peso em cima de mim e ria escandalosamente.
- Pelo amor de Deus ! Por que bebeu tanto? – Perguntei e ela se virou ficando de frente pra mim ainda com seu peso no meu corpo.
- Porque eu quis! É proibido por acaso? – Ela disse embolado e eu rolei os olhos novamente.
- Venha, vou te levar para a casa. – Eu disse enquanto andava e a levava até o carro.
- Não! – Ela puxou seu braço. – Não quero ir embora!
- Mas você vai ir! Não vai atrapalhar a festa de Sam! – Eu disse com raiva e ela riu.
- AAH! Entendi! É tudo por causa da festa da Sam! Por que estariam preocupados comigo? – Ela disse irônica e ainda rindo. Ignorei o que disse.
- Entre no carro. – Falei com os dentes trincados e ela tirou o sorriso de deboche.
- Não precisa se preocupar comigo ! – Ele disse ainda no deboche e depois fechou a cara. – Garanto que se eu morrer agora, vocês não vão ter que se preocupar se eu vou estragar a festa ou não. – correu até o meio da rua onde vinha um caminhão. Arregalei os olhos.
- ! – Corri até ela e a puxei, na hora o caminhão passou rápido e buzinando. apenas riu. – Você está louca?
- Sim, eu estou! Me solta! – Ela me empurrou, mas eu a puxei de novo com brutalidade.
- Você vem comigo agora! – A puxei com força e ela gemeu. A empurrei para o banco de carona pondo seu cinto e fechei a porta com força. Andei rapidamente até o banco de motorista e entrei pondo o cinto e ligando o carro, saindo rapidamente dali. Dirigi rapidamente cruzando todos os carros. Apareceu um sinal vermelho e eu bufei ajeitando a marcha e parando. me olhou e eu ignorei. Ouvi um barulho de cinto se destravando e uma porta se abrindo virei rapidamente a cabeça e tentava sair do carro com pressa.
- ! MAS QUE SACO! – A puxei pela cintura de volta pro carro e fechei a porta ponde seu cinto novamente. – DEIXE DE SER LOUCA GAROTA! ESTOU APENAS QUERENDO TE AJUDAR!
- NÃO! VOCÊ NÃO QUER ME AJUDAR! VOCÊ ME ODEIA, SAMANTHA ME ODEIA, MEUS PAIS ME ODEIAM, TODOS ME ODEIAM! NÃO TEM MOTIVOS PARA SE PREOCUPAR COMIGO! – Ela berrou e começou a chorar.
- Eu não te odeio ! -Franzi a sobrancelha e ajustei a marcha assim que o sinal abriu. Dei a partida, me ignorou. Depois de um tempo parou de chorar e ficou falando algumas coisas esquisitas e sem sentido. Ela ainda estava bêbada. Chegamos em casa, e eu não dei o trabalho de guardar o carro na garagem, pois voltaria para a festa de Sam. Saí do carro e fui até onde estava, abri a porta do carona e puxei enquanto ela ria de alguma coisa que tinha ouvido no rádio. Ela cambaleou debruçada em mim enquanto andávamos até a porta. Abri a mesma e entrei pra dentro de casa fechando a porta em seguida. ria baixinho algumas vezes e rolei os olhos. Não podia deixar ela bêbada assim sozinha em casa, sei lá, quem sabe ela não podia por fogo na casa? A puxei tendo dificuldades de subir as escadas com um corpo debruçado em mim. Entrei no banheiro do quarto de fechando a porta em seguida. Ela se se encostou à parede enquanto eu tirava seus sapatos. Tirei seu vestido e a levei até o Box, e tirei a parte de cima do meu terno ficando so com a camiseta de baixo e a gravata, pus minhas mangas pra cima e afrouxei minha gravata. Fechei o Box e liguei o chuveiro pondo debaixo do mesmo. A mesma gemeu pela temperatura da água e eu bufei rolando os olhos.
- Ta fria! – Ele resmungou se remexendo tentando sair dali.
- Está mesmo. – Eu disse e ela bufou.
- Mas está muito! – Ela me puxou pela gravata me fazendo entrar para de baixo do chuveiro, fazendo meu corpo levar um choque com a diferença de temperatura. Abraçou-me. – Você está quente.
- Que droga ! Como vou voltar para a festa de Sam molhado desse jeito? – Eu disse bufando.
- Não precisa voltar para a festa de Sam. – Ela roçou seu nariz no meu fechando os olhos e eu fiz o mesmo. – Você pode ficar por aqui mesmo. – Selou nossos lábios.
- ... – Eu disse virando meu rosto. Ela pôs a mão sobre o mesmo o virando em sua direção novamente e me olhou como se tentasse me hipnotizar ou algo do tipo, se era isso mesmo, conseguiu. Selou nossos lábios novamente, e eu passei a língua em torno dos seus lábios pedindo passagem para nossas línguas se encontrarem, foi facilmente concedida, aprofundando o beijo. Pus minha mão em sua cintura e ela embolou seus dedos no meu cabelo. Ela desceu suas mãos por minhas costas fincando as unhas na mesma me fazendo suspirar. Depois as subiu novamente e pôs elas em meu tronco. Começou a abrir os botões da minha camisa rapidamente, descendo a mesma pelos meus braços. Logo eu comecei a beijar seu pescoço explorando cada pedaço do mesmo. Ela passou as unhas pelo meu tronco o que me fez gemer baixo e fazer com que minhas mãos explorassem todo o seu corpo. Subi meus beijos pela sua nuca até sua orelha mordendo a mesma levemente fazendo suspirar. Ela desceu suas mãos pela minha barriga indo diretamente ate o meu cinto o tirando com um pouco de dificuldade. Aproximou nossos lábios novamente e os juntou, voltamos a beijar e eu pus as minhas mãos em suas costas a envolvendo em meu braços. Ela abriu o fecho da minha calça que desceu sobre minhas pernas, e eu a joguei pra trás com meus próprios pés. Ela subiu suas mãos e as envolveu em meus cabelos molhados o puxando levemente. Levei minhas mãos até o fecho de seu sutiã o abrindo, fazendo com que o mesmo deslizasse sobre os seus ombros. Ela voltou a me beijar. Puxou-me pela gravata para o lado fazendo com que ela se encostasse à parede gelada do banheiro e eu ficasse em sua frente. Eu desci minhas mãos pela sua cintura, até chegar na barra de sua calcinha a descendo. Envolvi sua cintura e a puxei para mais perto de mim. Ela desceu seus beijos até meu pescoço começando a beijar o mesmo o que me fez suspirar. Desceu suas mãos até o elástico da minha boxer, e a desceu com um pouco de dificuldade. Parou de me beijar e tirou minhas mãos de sua cintura fazendo com que eu a olhasse confuso. Ela apenas sorriu e agachou até minha calça, tirando minha carteira de lá. Fuçou a mesma até tirar um pacote de preservativo da mesma. Abriu o preservativo e o pôs em mim. Voltou em minha frente voltando a me beijar. Eu me posicionei em e encostei minha testa na dela. Ela gemia baixo e suspirava algumas vezes chamando meu no nome. Levei minha boca até a dela e comecei a beijá-la novamente. Eu me movimentava lentamente dentro de enquanto, agora, beijava seu pescoço. Ela mantinha as unhas fincadas em meu ombro. Ela gemeu mais alto anunciando seu orgasmo e eu relaxei suspirando em seguida. Nós dois tínhamos a respiração ofegantes. Ela olhou nos meus olhos e sorriu, selando nossos lábios em seguida. Me puxou, me abraçando.
- Obrigada. – Disse em meus ouvidos e eu franzi a sobrancelha.
- Por quê? – Eu disse e ela suspirou.
- Por tudo isso, Samantha não será, mas um problema pra mim. – Suspirei. Então era por causa da vingançinha dela? Ao ouvir o nome de Samantha senti meu estômago revirar e engoli a seco.
- Não fiz isso, por isso . Infelizmente. – Eu disse e a ouvi rir baixo.
- Mesmo assim. – Ela sorri e selou nossos lábios novamente. Nos separou e saiu do Box pegando uma toalha e saindo do banheiro. Nessa hora senti meu corpo formigar implorando pelo dela. Suspirei e me joguei pra trás, fazendo com que a água gelada batesse pelo meu corpo. Pus meu cabelo pra trás e deixei a água caindo sobre meu corpo.
..
Saí do banheiro com uma toalha enxugada em minha cintura, abri a porta do meu quarto e sem pensar duas vezes me joguei na cama. Rolei sobre ela e peguei meu celular pra olhar as horas, era tarde, muito tarde. Duas horas da manhã. Suspirei e digitei os números que eu já tinha decorados em minha mente. Levei o telefone ate meu ouvido esperando Sam atender. Ouvi um barulho de celular ecoar pelo quarto.
- Atende amor! – Ouvi uma voz abafada saindo da porta do banheiro. Era Sam. Engoli a seco. Então ela já tinha chegado? Desliguei o celular. – Amor ta ai? Me responde! – A mesma voz abafada saiu d aporta.
- To s-sim. – Minha voz saiu fraca e rouca.
- Daqui a pouco estou saindo daqui. – Ela disse. Bufei. O que eu ia fazer? Passaram-se alguns minutos e eu não estava com a mínima vontade de me levantar e vestir uma roupa. Foi quando ouvi um barulho de porta destrancando e meus olhos foram parar direto no banheiro. Onde Sam estava encostada na soleira da porta, com os cabelos um pouco bagunçados, com uma lingerie preta e vermelha, e com uma meia calça cheia de furos, estava de salto e sorria maliciosa. – Está na hora de comemorar meu aniversário de um jeito adequado não acha? – Ela disse e veio andando em direção a cama. Subi sobre ela, subindo em cima de mim pondo uma perna de cada lado do meu corpo. Começou a beijar meu pescoço, e automaticamente levei minhas mãos para sua cintura. Ela deu algumas mordidinhas pelo meu pescoço. Ela levou sua boca em direção a minha, me beijando ferozmente. Levou suas mãos até minha toalha, e a desamarrou tirando a em seguida. Passou sua unha por todo o meu tronco e puxou meus cabelos de leve. Suspirei.
- Samantha você poderia... – entrou no quarto e na hora Sam parou de me beijar e pôs a toalha em cima da “minha parte íntima” se é que você me entende. Olhou pra trás onde estava aparada de olhos arregalados. Prendeu o riso.
– Desculpem-me. – E saiu. Samantha rolou os olhos e aproximou seu rosto do meu, mordendo meu queixo. Desceu suas mordidas para meu pescoço. Nessa hora o flashback de eu e no chuveiro passou pela minha mente. Eu tinha traído Sam, isso eu já sabia, mas eu me sentiria ainda mais sujo e falso, se logo depois que eu tivesse traído ela, beijar ou fazer qualquer coisa do mesmo gênero com ela.
- Sam... – Eu disse a afastando devagar que me olhou confusa.
- O que foi? – Ela perguntou. Eu não sabia o que dizer.
- Erm... Hoje não. – Eu disse.
- O que? – Ela perguntou incrédula.
- Por favor, meu amor... Entenda-me. Eu estou cansado e... morrendo de dor de cabeça. – Inventei uma desculpa qualquer e Samantha franziu as sobrancelhas.
- T-ta. – Ela gaguejou e saiu de cima de mim.
- Não fique triste comigo. – Me sentei na cama olhando pra baixo, sem dar conta da burrada que eu estava fazendo.
- Não vou. – Ela não me olhou, apenas se levantou e entrou no banheiro novamente. Bufei. Levantei-me e andei até o armário. Pus uma boxer qualquer e me joguei na cama atacando minha toalha em qualquer lugar. Depois de alguns minutos, finalmente dormi.
7º capítulo:
Abri os olhos e a luz já iluminava meu quarto. Esfreguei meus olhos e me revirei na cama dando de cara com Sam dormindo docemente. Sorri. Bocejei e me levantei da cama. Pus uma bermuda e desci até a cozinha. Peguei uma jarra de água e bebi na mesma. entrou na cozinha sem me olhar.
- Bom dia. – Ela disse ainda sem me olhar e foi até o armário. Eu a fitava.
- Bom dia. – Eu disse também. Um clima tenso ficou no ar enquanto preparava algo na frigideira e eu apenas a olhava parado.
- Quer panquecas? – Ele perguntou ainda sem me olhar.
- Sim, obrigado. – Eu disse, mas não parei de olhá-la. Como se ela tivesse um imã que atraísse meus olhos.
- Vai ficar ai me olhando é? – Ela falou e virou seu rosto para fitar o meu.
- Não sabia que era crime, me desculpe. – Eu disse desviando o olhar de e eu a ouvi dar um riso abafado.
- Se olhou por tanto tempo é porque gostou. – Ele disse ainda rindo.
- Pense o que quiser. – Eu dei de ombros indo até a mesa e sentando na mesma.
- Cadê Sam? – Perguntou enquanto punha as panquecas em um pratinho.
- Ainda está dormindo. – Eu disse fazendo desenhos abstratos nos pano que cobria a mesa.
- Uau! A noite deve ter sido boa em? – Ela riu e eu a olhei sem expressão. Não ia contar a ela. Não devo satisfações a ela.
- É. – Eu disse pegando as panquecas do prato, quando ela o pôs em cima da mesa. Sentou em minha frente.
- Estranho... Dez minutos, ou menos, que eu entrei no quarto de vocês, ela desceu. – Ela disse e eu fechei minhas mãos em punhos. Por que eu estava tão estressado? Será que era pelo fato dela não estar nem ai de eu transar com Sam depois de fazer o mesmo com ela? Não! Isso não importa, não pra mim.
- Tanto faz. – Eu disse. Mordendo a comida em minha mão.
- Deu pra ver que você está bem humorado hoje. – Ela disse sarcástica e eu rolei os olhos.
- Deu pra ver que você está bem legal hoje. – Revidei também sarcástico e deu um risinho abafado.
Silêncio.
- Pelo amor de Deus . Você vai mesmo ficar assim? – Falou bufando. – Vou deixar você em paz, o que eu queria já consegui. Não podemos pelo menos ser amigos? – Ela disse e eu ri irônico.
- Ser amigos? Ser amigos ? Depois disso tudo!? – Falei.
- Disso tudo oque? Não aconteceu nada! – Ela berrou.
- Não finja que nada aconteceu ! Porque você sabe que aconteceu! SABE MUITO BEM. - Eu disse me debruçando na mesa e me olhou assustada.
- E o que aconteceu? – Ouvi a voz de Samantha na porta e meu rosto virou rapidamente pra ela.
- Sam... Desde quando esta ai? – Falei assustado.
- Desde a parte: “Ser amigos? Ser amigos ? Depois disso tudo!?”. – Ela disse tentando imitar minha voz e eu engoli a seco. – Depois de tudo o que? O que aconteceu?
- Sam... Eu... – Não sei o que dizer. Meu telefone começou a tocar e um alivio percorreu o meu corpo. O peguei e o atendi. – Alõ? ? Oi... Agora? Está bem... – Desliguei. – está me chamando para ir ate a casa dele. – Eu disse.
- ? Vou junto. – se levantou e eu arqueei uma sobrancelha.
- Por que te levaria junto? – Falei e ela rolou os olhos.
- Quero falar com ele, não posso? –Disse. Sei muito bem oque ela queria dizer com “conversar”. Rolei os olhos.
- Ok... Então vou subir para por uma roupa decente. – Eu disse e subi rapidamente. Pus uma calça jeans e uma camisa pólo preta. Desci. – Cadê ? – Perguntei para Samantha que estava sentado no sofá.
- Já saiu. – Ela disse.
- Ok, então vou indo também. – Sorri e quando fui fechar a porta da sala Samantha me chamou.
- ! Espera... – Ela se levantou e correu até mim me abraçando. – Não precisa me falar aquilo se você não quiser está bem? Eu confio plenamente em você! E sabe por quê? Porque eu te amo muito ouviu? – Ela disse e uma onde de culpa e remorso invadiu o meu corpo.
- Eu também te amo Sam. Te amo muito! – Eu disse selando nossos lábios e ela sorriu.
- Então agora pode ir. – Ela sorriu e eu forcei um sorriso. Fechei a porta e andei até a garagem. Ela não deveria confiar tanto em mim se... Nem eu confiava em mim mesmo.
...
Toquei a campainha e alguns segundo depois abriu a porta sorridente.
- !
? – Olhou para confuso.
- Não me pergunte, ela que quis vir. – Eu disse dando de ombros.
- Espero que não tenha problema... – sorriu e também.
- Mas é claro que não! Entrem! – Ele disse dando espaço para entrarmos e nós entramos.
- Então , por que me chamou aqui? – Eu perguntei enquanto secava descaradamente e ela tinha as bochechas coradas. Rolei os olhos.
- Não sei... Algo me disse que eu precisava te ligar naquela hora. - disse.
- Realmente precisava... Erm, que gay! – Fiz uma careta.
- Você sabe que eu te amo, e que sinto quando coisas ruins vão acontecer com você. O que aquela vadia fez? – disse com uma voz e uma pose gay que fez prender o riso.
- ... Você tem visitas em sua casa. – Eu disse rolando os olhos.
- E que visita em... – Em ele disse sorrindo malicioso fazendo uma cara safada. As bochechas de coraram. Rolei os olhos.
- Eu posso ir embora numa boa se você quiser... – Eu disse.
- Seria bom, mas você teve todo o trabalho de vir até aqui... – disse e eu rolei meus olhos.
- Argh ! Para de ser gay ok? Vou voltar pra minha casa, que é o melhor que eu faço. – Eu disse e olhei para . –
Vai ?
- Não falei com ele ainda. Talvez essa conversa demore um pouquinho... – Ela piscou pra e eu bufei.
- Mas espera
- Acho que não é o momento certo pra falar . – Olhei pra e ele acompanhou me olhar.
- Como se eu não estivesse presente na hora. – Ela disse rolando os olhos.
-Pra contar isso, tenho que contar tudo. – Eu disse a perfurando com os olhos.
- Adoro uma boa história, ainda mais quando envolve a mim. Seria bom saber sua opinião. – Ela se sentou no sofá cruzando as pernas como se esperasse algo.
- Não falarei nada na sua presença. – Eu disse.
- Paciência então. – Ela disse olhando as unhas e eu bufei.
- Mais tarde volto aqui para conversar com você . – Eu disse.
- Mas por que a pressa? – disse e eu fiquei confuso. – Não seria melhor se você viesse amanhã? – Ele deu uma olhada significante para que arqueou as sobrancelhas e sorriu malicioso.
- Tanto faz. Tchau. – Eu disse e saí da casa de deixando para trás.
.
Abri a porta de casa e uma escuridão inundou. Vi Samantha e mais algumas pessoas vendo algo na TV com todas as cortinas fechadas e um balde de pipoca no colo.
- Hey! Pra que toda essa escuridão? – Falei e dois pares de olhos vieram em minha direção.
- Cala boca . – Ouvi a voz de e um par de olhos se dirigiu pra TV, outro ficou em mim.
- Oi amor! – Sam disse.
- O que vocês estão vendo? – Larguei a chave e a carteira na mesinha de centro e me joguei no sofá, do lado de Sam passando os braços pelo ombro da mesma.
- Compramos todas as temporadas de friends! – Ela disse animada.
- Todas as temporadas? – Eu disse abismado. – Mas não são umas vinte?
- Não... São dez. – Ela corrigiu.
- Hm ta, isso é... Bom? – Perguntei.
- É, agora silencio. – Ela disse voltando sua atenção para a TV. Rolei os olhos.
- É se eu não quiser em? – Eu disse passando meu nariz pelo seu pescoço.
- Pára ! Cala sua boquinha cala? – Ela disse e eu sorri.
- Vem calar então. – Eu disse baixinho em seu ouvido o mordendo de leve depois.
- Você e insuportável sabia? – Ela disse virando seu corpo e seu rosto me olhando. Passou a mão pelo meu rosto e selou nossos lábios. – Ta bom assim? – Ela perguntou arqueando uma sobrancelha.
- Você ta brincando comigo não é? – Eu disse e a puxei selando nossos lábios. Passei a língua em volta de seus lábios pedindo passagem que foi facilmente concedida. Minha língua explorava sua boca e as duas se acariciavam. Ela puxou de leve meus cabelos e minhas mãos entraram em sua blusa apertando sua cintura. Afastamo-nos para respirar e direcionei meus lábios para seu pescoço depositando alguns beijos ali.
- Hey! Vocês ainda têm visitas em casa. – Ouvi a voz de e sorri.
- Desculpa . – Sam se ajeitou no sofá e arrumou a blusa.
- Volta um pouco o capítulo. Não consegui prestar atenção em nada com um casal quase transando do meu lado no sofá. – Ela disse fazendo careta e Sam mordeu um lábio, corando. Eu apenas ri.
- Não seja exagerada ! – Sam disse pegando o controle e voltando um pouco o capítulo.
8º capítulo:
já havia ido embora e já estava muito tarde. Devia ser quase meia noite. Não me importava, eu estava ali com o meu celular na mão ligando pro para perguntar se eu podia ir em sua casa dele. Depois de varias tentativas inúteis de ficar ligando pra ele, ele atendeu.
- Alô? – atendeu. Sua voz estava cansada e ofegante.
- ? – Perguntei arqueando sobrancelha.
- Claro né .! Por que ta me ligando? – Ele disse ainda ofegante e respirando fundo.
- Posso ir ai? – Perguntei.
- Não! Hoje não... Amanhã eu vou ai ok? – Ele disse e eu pude ouvir a voz de o chamando.
- Ta... – Eu disse, mas fui interrompido.
- Agora tenho que desligar . . Tchau. – E desligou na minha cara. Ofegante, voz cansada, o chamando com uma voz melosa... Argh! Meu estomago revirou. Arqueei uma sobrancelha e segurei minha barriga.
- Pornque você deu essa volta? – Perguntei pra mim mesmo, ou melhor, pro meu estomago (?). Pra mim que se danem os dois, que eles transem a vontade. To pouco me fudendo. Eu estava com raiva? Vai tomar no cúu . .
- Quem no telefone? – Samantha chegou beijando meu ombro.
- ... – Rolei os olhos.
- Hm ta. – Ela me largou e se jogou no sofá. Joguei-me ao seu lado. A puxei mais pra perto e dei alguns beijinhos em seu pescoço.
- Me perdoe por ontem. – Disse realmente arrependido. Samantha suspirou.
- Não tenho o que te perdoar ... – Ela disse olhando pra TV ligada.
- Eu sei que está magoada comigo. – Eu suspirei. Ela continuou olhando para TV sem me responder. Bufei. – Sam... Por favor, me desculpe. Eu fui um idiota ok? – Sem respostas. Ela ainda fingia prestar atenção na TV. Talvez esperasse que eu justificasse. Mas eu não poderia chegar e falar: “Sabe por quê? Porque fiz amor com sua irmã.” Merda. – Eu queria te recompensar. Em dobro. – Sorri malicioso. Um sorriso de lado brotou em seu rosto, mas ela ainda não me olhava. Comecei a beijar seu pescoço e adentrei minha mão em sua blusa.
- Pára ! – Ela se remexeu rindo.
- Me obriga então. – Eu parei de beijar seu pescoço pra olhá-la.
- Pare de fazer isso agora mesmo . – Ela fez bico e eu dei um selinho no mesmo.
- Não, não paro. – Imitei o bico dela e ela riu.
- Já que é assim, serei obrigada a me retirar. – Ela disse séria e formalmente se levantou.
- Adoro você assim, séria. Fica sexy. – Sorri malicioso e ela se virou pra mim arqueando uma sobrancelha. – Principalmente em uma daquelas fantasias bem apertadas de policia. – Ela riu.
- Continua pensando assim. – Ela piscou, mas quando foi sair eu puxei seu braço fazendo com que ela caísse em cima de mim.
- Vamos Sam... – Eu disse fazendo um carinho em seu rosto. – A gente quase não ta tendo tempo só pra nós. Depois de amanha eu volto a trabalhar! – Eu falei e ela suspirou mordendo o lábio em seguida.
- , e se chegar? – Ela perguntou e eu rolei os olhos.
- Que se dane a ! Mas ela não volta hoje. – Eu disse sorrindo malicioso e Samantha arqueou uma sobrancelha.
- Como assim “não volta hoje”? – Ela disse ainda com a sobrancelha arqueada.
- disse que não. – Pisquei e ela riu jogando a cabeça pra trás revelando seu pescoço. Sorri, só queria sentir o gosto dele. Aproximei meus lábios do pescoço de Samanta e dei algumas mordidinhas ali e comecei a beijá-lo. Sam suspirou.
- Não é assim que você vai me convencer. – Samantha disse de olhos fechados.
- Eu já te convenci. – Eu sorri subindo meus beijos para sua orelha.
- Cafajeste. – Ela riu.
- Pense oque quiser. – Eu disse aproximando nossos lábios.
- O cafajeste mais lindo e fofo desse mundo! – Ela sorriu me dando um selinho.
- WOW! Não sabia que “cafajeste” e “lindo e fofo” podiam ficar na mesma frase. – Eu fiz uma cara pensativa e ela riu.
-Poisé... Você consegue me surpreender . . . – Ela sorriu.
- Literalmente? – Fiz uma cara safada.
- Literalmente! – Ela disse e eu sorri.
- Então me deixe te surpreender mais ainda. – Aproximei nossos lábios e os rocei. Ela passou seus braços pela minha nuca e aprofundou o beijo dando passagem para minha língua explorar sua boca. Segurei fortemente sua cintura e mordi seu lábio. Ela desceu seus lábios até meu pescoço e começou a beijá-lo. Suspirei. Samantha desceu suas mãos ate meu tronco e as deixou ali. Desci minhas mãos por sua cocha a apertando. Ela desceu ainda mais suas mãos até a barra da minha blusa a subindo e a tirando do meu corpo. Parou de beijar meu pescoço e logo seus lábios se uniram aos meus novamente. A deitei no sofá ficando por cima dela, apoiando meus braços no sofá para não jogar todo meu peso em Samantha. Ela passou as unhas por toda a extensão das minhas costas e eu gemi baixo suspirando em seguida. Minhas mãos entraram por sua blusa encostando minhas mãos em sua barriga. Subi a blusa de Samantha, a tirando em seguida. Minutos depois todas as peças de nossas roupas já estavam no chão. Peguei minha carteira dentro de minha calça, e tirei um pacote de preservativo. Coloquei em mim em seguida. Movimentei-me lentamente dentro de Samantha enquanto ela gemia baixo. Depois de algum tempo Samantha gemeu mais alto anunciando seu orgasmo. Continuei ate sentir uma tempestade de prazer inundar meu corpo e o cansaço me dominar. Joguei-me ao lado de Samantha no sofá e a puxei pra perto de mim, devido ao pequeno espaço que nós tínhamos no sofá. Nós dois respirávamos ofegantes. Dei alguns selinhos no pescoço de Samantha e puxei a coberta que tinha no sofá nos cobrindo. Juntei ainda mais nossos corpos a abraçando. Fechei os olhos e deixei o cansaço me dominar.
.
Ouvi um barulho de chaves ecoar no local e abri os olhos rapidamente. Uma luz bateu nos meus olhos fazendo com que eu os apertasse. Vi entrar despreocupada e arregalou os olhos olhando pra mim, e erm Sam.
- Eu realmente não esperava ter que ver uma cena dessa essa hora da manhã. – Ela riu. Samantha se remexeu abrindo os olhos e encarando .
- ! – Ela berrou assustada.
- Eu! – Falou rindo. – Bom eu vou subir. – Ignorou subindo as escadas.
- Viu ! – Ela olhou pra mim e eu a olhei confuso.
- Vi o que? – Perguntei.
- Você é tão desesperado que nem esperou pra que a gente subisse até o nosso quarto. – Ela fez cara de emburrada e eu ri. – Agora te viu sem roupa! – Ela falou e eu rolei os olhos. Tecnicamente já me viu sem roupa de verdade. Mas Sam não precisa saber disso.
- Amor, tem uma coberta em cima de mim não esta vendo? – Eu sorri e ela rolou os olhos.
- Mesmo assim. Sinto-me incomodada. – Ela disse. A puxei para cima de mim.
- Para com isso! já subiu. Agora nós temos que subir para trocar de roupa. – Eu disse. – E para tomar um banho. – Eu disse percebendo que eu estava melado.
- É melhor se vestirem. está aqui. – passou por mim e Samantha indo para a cozinha. Nós dois arregalamos os olhos. Na hora entrou e olhou a cena assustado.
- OMG! Desculpa... Erm... Eu... Vou entrar de novo. – Ele disse e saiu fechando a porta. Rolei os olhos.
- Vamos subir logo. – Me levantei pondo minha boxer. Samantha enrolou- se no cobertor e nós dois subimos juntos.
.
Silêncio. Eu, Sam, e almoçávamos. O único barulho que tinha era dos talheres batendo nos pratos. Todos terminaram. O silêncio ainda inundava o local.
- Hm . Vamos lá pra casa? Tenho que te mostrar alguns CDs novos que eu comprei. – falou me fitando.
-Erm, claro. – Eu disse e ela e levantou.
- Te espero no carro. – disse. – Tchau Sam. –A abraçou. – Tchau . – Beijou os lábios de e saiu. Olhei a cena com uma sobrancelha arqueada. Senti uma pontada de raiva repentina ainda olhando pra porta onde tinha acabado de sair. Mas, erm, por quê? Raiva? Por quê? Argh sei lá. Senti uma pele em contato com minha mão e vi que Sam a segurava.
- Não vai amor? te espera. – Disse.
- Sim, claro. – Me virei e selei os lábios de Samantha. – Volto mais tarde. Tchau . – Disse para que acenou com a mão.
- Que CDs são? – Falei quando entrei na casa de .
- Não existe CD nenhum ! – Ele fez cara de tédio rolando os olhos. – Burro. Ontem você disse que queria me falar algo.
- Pois é ... – Joguei-me no sofá. Suspirei. – Acho que você não vai gostar muito de saber oque é. – Eu disse o fitando e arqueou um sobrancelha. Sentou na poltrona na minha frente.
- Oque é? – Perguntou.
-Erm... Eu e ... Eu e ela... A gente... – Disse sem saber exatamente oque dizer e me interrompeu.
- Fala logo essa porra! – Ele disse entediado.
- Ok, você que pediu. Eu e ela transamos. – Eu disse simplesmente e o queixo de quase foi a o chão. Não literalmente claro... Argh vocês entenderam.
- O que?... Erm... Como?... Quando?... – Ele não sabia as palavras e manteve uma expressão confusa com os olhos arregalados.
- É isso mesmo que você ouviu. Infelizmente. – Bufei olhando para o chão.
- Quando? – Repetiu mais calmo.
- Antes de ontem. – Eu disse suspirando.
- Mas foi o... – Ele ia dizendo assustado e eu o interrompi.
- Aniversário de Sam. Eu sei. – Eu fechei os olhos respirando fundo.
- Porra... – Ele disse ainda sem acreditar. – Uau. Não sei nem oque dizer. Aonde foi? Na festa? – Arregalou os olhos.
- Não... Foi lá em casa mesmo. No chuveiro. – Eu disse e os flashbacks da noite passaram em minha mente.
- Puts, você tomou banho com ela? – Perguntou confuso.
- Erm, sim, eu acho. Ela tava bêbada. Ai eu apenas pus ela debaixo da água gelada. Só que ela me puxou e começou a me beijar e me provocar, ai... Aconteceu. – Eu suspirei. não tinha reação.
- No dia do aniversário de Sam cara? – Ela falou.
- É... Não queria que acontecesse isso. E agora que ela está com você... Eu me sinto aliviado. Sei la. – Eu disse respirando fundo.
- Eu e não estamos, assim, bem juntos. Eu acho que a gente ta ficando só, sei la. – Ele disse e eu senti um alívio no meu corpo. Mas que porra de alivio é esse? Eles deviam ficar juntos mesmo, pra ver se larga do meu pé.
- Mesmo assim. – Suspirei.
- Mas me explica essa história direito . – Ele disse.
- Toda a história? – Perguntei e ele concordou. – Tudo começou quando...
Continua...
N/A: Hey povinho bonito! Como vocês vão? Eu to mais ou menos, e eu não sei bem o porque, hm. Bem talvez porque eu tenha certeza que eu vá pegar algumas recuperaçoes essa etapa. Poisé! :( Nunca ficam lendo um livro na aula enquanto o professor explicar materia, fato. Por mais que o livro seja bom. Aliás, TODOS os livros da meg cabot são bons e viciantes... Não consegui me conter! haha Enfim, talvez por causa disso e por falta de idéias vou demorar a att um pouco. hehe Assim que att esse cap. vou mandar o 9 e a partir dai eu vou demorar um pouco mais. Aliás, gostaram de party girl? I'll be your man? Bom, pra falar a verdade não gostei de party girl. :/ Mas gostei de i'll be your man, só acho que faltou um pouco a voz do jonão! *--* haha Enfim, tudo de bom pra todos e eu fico por aqui! E ah! COMENTEM! Obrigada e beijos! ;*
N/B: Comentem muito meninas! *-*
E qualquer erro, avisem SOMENTE em siilver@live.co.uk/@CarolinaDonahue