Amizade de Desejo.
Autora: Gaby Jones
Beta-Reader: Annie Brissow
Capítulo 01
Peguei o meu lindo iphone e disquei aquele número que era bem conhecido desde que... Eu me conheço por gente, sim, somos amigos até hoje, eu sei que ele virou um astro do pop/rock, mas ele não me esquece não ok. Sim, estou falando de , o guitarrista da banda mais conhecida mundialmente. O McFly. Enfim.
Eu tinha que dar essa notícia para ele, eu estava muito alegre, e fiz questão que ele seja o primeiro a saber.
- Alô?
- ?
- Sim, quem é?
- Tá se esquecendo da minha voz, ou o que? Palhaço.
- , amor da minha vida, a que devo a honra da sua ligação?
- Acho bom tratar bem mesmo. - E ri.
- Como sempre exigente.
- Uma exigente que você ama, e morreria por ela. - Falei convencida.
- Sempre amor, mais e ai? Tá ligando por quê?
- Bom, eu estou muito alegre, eu terminei a minha faculdade de música, e estou me mudando para Londres, vou prai hoje mesmo, vou pegar o avião das 09h00min, da manhã, é claro.
- O que? Você vem pra cá? Que ótimo! Ah, eu quero ir te buscar no aeroporto, que horas você chega? Mas que grande merda, você vai demora umas 11hs pra chegar.
- Calma , pode ter certeza que quando eu estiver chegado eu te aviso!
- NÃO, eu quero já estar lá quando você chegar. - Ele falou firme.
- Ok, olha, eu chego ai por volta das 08h00min da noite, ok.
- Ok, estarei lá te esperando. Estou morrendo de saudades de você.
- Won, seu fofo, também estou morrendo de saudades de você.
- Onde você está agora, amor?
- Estou entrando no saguão de embarque, e a moça está mandando eu desligar o celular.
- Ok amor, vai lá. E olha quando você chegar estarei te esperando, vem com Deus, e boa sorte. Ele disse, e deu uma gargalhada gostosa.
- Ok amor, vou com Deus sim, e se caso for umas 8h10mim e eu não tiver aparecido, tente me ligar ok, talvez você não me reconheça, pois aquela garotinha cresceu. - Falei com voz sedutora.
- Ok amor, ligarei, agora vai lá, um grande beijo, te amo.
- Também te amo. - E desliguei.
’s POV
A minha pequena vai chegar, ah, como eu estou com saudade dela, ela nem imagina o quanto, agora eu tenho que arrumar essa bagunça, minha empregada está de folga e me deixou abandonado nessa bagunça, bom, é bom eu começar logo, se não minha pequena vai achar que eu ainda sou aquele lambão de sempre, ah, que saudade daquela época que brincávamos. Lembro-me até hoje de quando nos conhecemos.
Flashback On.
- Mamãe, olha lá uma nova menininha que mudou pra cá.
- Vai lá conhecer ela, filho.
- Tá bom, mamãe.
- Oi, menininha.
- Oi, menininho.
- Como você chama?
- Chamo , e você?
-Chamo , mas eu não gosto que me chamem assim, eu gosto que me chamem de .
- E eu gosto que me chamem de .
- Então tá , quer brincar?
- Quero sim, vamos brincar de quê?
- Vamos brinca de pega-pega?
- Vamos sim, tente me pegar. - E ela saiu correndo.
- Vou pegar sim. - Sai correndo atrás dela.
Até que ela tropeçou e caiu.
- , , você tá bem? - Perguntei chegando perto dela.
- Não, meu joelhinho tá dodói. - Ela disse chorando.
- Calma, eu vou cuida de você sempre, fica calma. - Eu disse e enxuguei as lágrimas que corriam no rosto dela.
- Promete pra mim? - Ela me perguntou com a voz tremula.
- Prometo sim, palavra de .
- Então tá, você é meu melhor amiguinho. - Ela disse e me abraçou.
- Você também é minha melhor amiguinha. - E eu a abracei também.
Depois disso brincamos o dia inteiro, todo dia nós brincávamos, até que quando eu tinha mais ou menos meus 17 anos eu fiquei sabendo que eu teria que me mudar para Londres com meus pais.
- , err... Eu não tenho uma boa notícia.
- ? O que aconteceu?
- Bem, meus pais vão se mudar para Londres e eu vou ter que ir junto!
- Meu Deus , eles não podem nos separar assim. - Ela disse e me abraçou, ela tinha razão, eles não podiam fazer isso, a conexão era tão forte entre eu e ela que poderíamos morrer, mas estaríamos juntos, mesmo em espírito.
- , calma. - Eu disse isso afogando meu rosto em seus cabelos.
- Mas , você me prometeu que iria cuidar de mim para sempre, lembra?
- Como eu poderia me esquecer, foi palavra de .
- Mas , nós vamos estar muito longe, você estará um oceano de distância de mim.
- Ei, calma, eu cuidarei de você para sempre, nem que eu esteja morto, eu cuidarei de você.
- Promete?
- Palavra de .
Nós dois rimos e passamos o dia inteiro juntos, pois no outro dia eu iria partir para Londres.
Até que escureceu e eu tinha que ir embora.
- Ei, , vou ter que ir, eu vou partir para Londres amanhã.
- , eu vou sentir muito a sua falta. - Ela disse isso e começou a chorar.
- Ei, minha pequena, não chore, eu sempre estarei do seu lado, eu prometo.
- Eu quero ir com você amanhã até o aeroporto.
- Então vai dormir lá em casa, que tal?
- Sim, seria uma ótima ideia, até porque meus pais não estão em casa, se eles perguntarem eu falo que dormi na casa de alguma amiga.
- Então vamos. - Puxei-a pelo braço e fomos para minha casa.
Nós dois conversamos e depois dormimos, claro que ela dormiu na mesma cama que eu, até porque era de casal, mas não rolou nada. Pena. Até porque nós nem éramos namorados.
Na manhã seguinte...
- Ei, pequena, acorde, está na hora de levantar. - Quando eu disse isso ela levantou assustada e me abraçou.
- Eu não quero que você vá.
- Pequena, você sempre estará no meu coração, mas agora a gente tem que se arrumar. - Falei isso com um grande aperto no coração.
Arrumamo-nos e fomos para o aeroporto, foi muito difícil a despedida de nós dois, parecia que eu iria partir e nunca mais nos veríamos, até que a aeromoça chamou nosso voo.
Eu entrei no avião, e pude perceber a quão arrasada ela ficou, ninguém sabe, mas durante o voo eu chorei muito, foi como se uma parte de mim tivesse ficado no Brasil, a minha parte, a minha pequena garotinha.
Flashback Of.
Acordei de meus pensamentos antigos e terminei de arrumar minha bela mansão, até que quando olhei no relógio era 6h30mim.
Meu Deus minha pequena está chegando, preciso me arrumar.
Tomei meu banho, me arrumei e olhei novamente no relógio, ele já marcava 7h30mim.
Peguei as chaves de minha mansão e a chave do meu , e fui para o aeroporto, cheguei lá faltando cinco para as 8h.
Quando o voo dela chegou, meu coração pulou de alegria, não consegui me segurar e liguei pra ela.
Of. ’s POV
- Eu disse que se passassem dez minutos de atraso você me ligaria, lembra senhor ?
Quando aquela voz invadiu meu cérebro uma corrente elétrica passeou pelo meu corpo.
Quando me virei, vi a linda , e sim, ela cresceu e muito, não hesitei e corri para abraçá-la.
- Minha pequena, você volto pra mim. - Eu disse em seu ouvido.
- Voltei sim. - Ela disse entre seus choros.
- Eu disse que eu cuidaria de você para sempre.
- Oh , você não sabe quanta falta eu senti de você.
- Eu também senti sua falta, mas vamos para minha casa, vai que alguém fã meu nos vê aqui, ai já viu né.
- É, vamos.
Eu peguei as malas dela e fomos para minha casa, rindo e contando tudo o que aconteceu enquanto estávamos separados.
Chegando na mansão...
- Ual, , a vida em Londres fez bem para você.
- É, mas e ai, eu quero saber de tudo o que aconteceu enquanto eu estive longe de você, minha pequena.
- Ah , aconteceram tantas coisas, mas eu quero tomar um banho primeiro, onde vai ser meu quarto?
- Bom, você escolhe, pode dormir comigo, ou dormir em um quarto separado.
- Ah seu safado, vou fazer cócegas em você agora. - E sai correndo atrás de .
- AAAAH, para, chega, eu to sem ar, para, para.
- Tá parei, eu vou dormir no mesmo quarto que você, ok? Mais pelo menos me mostra onde é. - E fiz cara de sapeca.
- Vem. - Ele puxou meus bracinhos e corremos até o quarto, e ele era lindo, amei tudo, é eu estou falando nos dois sentidos. Se é que me entende.
- Hó meu Deus , que quarto divo, amei tudo.
- É, ele fica mais bonito com você aqui.
Senti minhas bochechas arderem, e pude perceber um riso de canto nele.
- Até hoje eu causo esse efeito em você né.
- Qual, senhor ? - Perguntei fazendo uma careta.
- Esse, de te deixar corada. - Ele falou num ar vitorioso.
- O seu convencido, mentira, ok? Tá, é, você causa. - Falei com uma voz divertida, e nós dois rimos.
- Sabia.
- É, mas , eu vou tomar banho, e vou tirar a roupa, a menos que você queira me ver tirando a roupa. - E ri.
- Eu quero. - Ele falou batendo palmas.
- Eu já disse que você é muito safado?
- Acho que já.
- Ah, que bom, porque você é.
E rimos, era incrível como nos divertíamos juntos.
- Ok, agora é sério, eu vou tomar banho.
- Ok, eu te espero lá em baixo.
- Tá bom.
Ele saiu e eu tirei as minhas roupas e fui para o banheiro, que era muito chique, enchi a banheira com a água morna e entrei, tomei um banho calmo e aconchegante, mas o mais engraçado é que depois que eu conheci o McFly, porque eu fui uma das primeiras a conhecer, óbvio, eu tomo banho escutando eles, e eu acho que escutou, talvez sim, ou talvez não, bem, só quando eu dessese que eu iria saber.
Escoei a água da banheira e fui me trocar, coloquei meu sutiã roxo, minha calcinha, e meu shortinho, eu chamava aquele shortinho de “shortinho de puta”, porque ele era tão pequeno, que mostrava um pedaço da minha bunda, mas ele era muito lindo, ele era roxo também, estava escrito atrás nele “Lovely Butterfly”, enfim, eu estava procurando o meu roupão de cetim roxo também, até que entrou no quarto, eu estava virada de bunda pra porta e ele deu de cara com ela.
-Oh My Good, bem err, eu, err, sabe, err. - Cada vez que ele falava “err” ele abria e fechava a porta.
- É, desculpa , bem eu, é, ah, você deveria ter batido. - Falei ficando de pé na cama.
- É desculpa, é há, desculpa.
- Estou vendo que eu causo ainda efeito em você.
- Que efeito?
- De te deixar sem graça, você sabe. - Falei me aproximando.
- É, causa. - Ele falou com uma voz quase imperceptível.
Ele ficou olhando fixamente para os meus seios, sem desviar nenhum pouco deles.
- O que foi ? Perdeu alguma coisa nos meus seios?
- Oi? Há, não, nada, nada, eu subi aqui pra pergunta se você estava escutando McFly, tipo, é porque eu acho que escutei, ai eu vim aqui. - E ele deu um sorriso de canto.
- Ah é, eu sempre escuto McFly enquanto tomo banho.
- Ah, bem, é, então tá né. - E deu outro sorriso de canto.
- , fiquei sabendo que você está namorando, a Georgia. - Falei com uma voz de nojo.
- É, mas eu não gosto mais dela, ela é muito ciumenta, chata, metida, nojenta e totalmente desprezível.
- Deus, , se você acha tudo isso, porque você ainda namora com ela?
- Eu, não tenho argumentos para acabar com ela.
- , tive uma ideia.
- O que?
- Olha apenas me de seu iphone.
- Ok, mas pra que?
- Você não gosta da , e nem eu gosto dela, então, eu vou fazer vocês se separarem. - Falei com ar vitorioso.
- É por isso que te amo. - E ele me deu um selinho. - Err, desculpa.
- Que nada, agora deixa eu acha o número da baranga. - E rimos.
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- Alô, Georgia?
- Sim, quem é?
- É a , olha eu liguei pra te fala, que você e o acabaram, se você quiser vir nos ver pelados, você venha, e ah, ele nunca te amou, e mais uma coisa, eu dou mais tesão pra ele do que você dava, sabe, eu transo melhor.
- O que?
- Tchau chifruda.
E desliguei.
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Quando desliguei o celular, ficou me olhando com cara de quem não entendeu nada.
- Oi?
- Hã?
- E ai?
- O que?
- Você ficou em choque ?
- Não, é que agora ela vai vir aqui.
- É eu sei, e ah, vamos ter que ficar pelados.
- Hã?
- Ah , para de ficar em choque, agora se você ainda quiser ficar com a , você fica de roupa, se você quiser se separar dela, fique pelado.
- Opa, péra ai, tirando a roupa agora.
- Deixa que eu tiro. - Sussurrei em seu ouvido, e pude perceber que ele se arrepiou.
- Ok. - Ele disse simples.
E comecei a putaria, fui desabotoando a blusa devagar, depois desabotoei a calça, mas sobrou aquela boxer chata, ele me pegou, me jogou na cama e começou a me beijar, ele tirou o meu shortinho, fiquei só de sutiã e calcinha, ele tirou meu sutiã e começou a lamber meus seios, depois ele foi me lambendo até chegar a minha calcinha, ele mordeu minha calcinha e começou a tira-lá com a boca, eu não podia deixar isso em branco, dessa vez eu tiraria aquela boxer chata dele, rolei e fiquei por cima dele, peguei a boxer e fui tirando bem devagar.
- Você sabe me provocar, hein garota.
E dei um sorriso, quando eu tirei e nós dois já estávamos pelados a campainha tocou, com muita certeza era aquela idiota da , a garota ridícula.
- Deve ser a sua namoradinha querida. - Sussurrei em seu ouvido.
- Ah não, ela sabe atrapalhar hein.
Ele me pegou no colo e fomos até a porta da sala, eu peguei e abri, demos de cara com uma estática na porta. Não acreditando no que via.
- Eu falei, meu bem. - Eu disse e dei um sorrisinho.
- Senhor , está tudo acabado entre nós, entendeu? ACABADO. - disse com aquela voz irritante, e virou as costas, quando ela estava já sumindo do nosso campo de visão gritou.
- VAI TARDE AMOR. - E ele deu uma gargalhada, eu fechei a porta, e já que estávamos nus, aproveitamos fazendo um sexo bem gostoso.
No dia seguinte...
Capítulo 2
Acordei sorrindo, não sabia se era sonho ou realidade, minha pequena voltou para mim, está na minha casa, meu quarto, e transamos. Perfeito. Pensei enquanto abria meus olhos.
- Não é sonho, é realidade. - Sussurrei. – Obrigado Deus! – Olhei para o teto.
- Bom dia. - Aquele som entrou nos meus ouvidos e sorri ainda mais.
- Bom dia, meu amor. - Falei dando um selinho em .
- Dormiu bem?
- Melhor impossível. - Falei beijando seu pescoço. – E você?
- Otimamente bem. - E deu um sorriso.
- Que bom. - Falei e comecei a descer os beijos, comecei desde seu pescoço, até sua barriga, e que barriga.
- Amor, vou tomar um banho, pode preparar o café da manhã? - Ela perguntou e fez bico.
- Ah, não.
- Nossa amor, por quê? - Ela fez outro bico.
- Porque eu vou dar banho em você, e vamos sair para tomar café da manhã num lugar muito especial. - E dei outro selinho nela.
- Ai meu Deus, mas que coisinha mais linda que eu já vi. - E começamos a nos beijar, até que ela interrompeu o beijo.
- Vamos tomar banho logo então.
- Vamos. - Peguei-a no colo e a levei até o banheiro, coloquei-a no chão e enchi a banheira de água morna, do jeito que gosta.
Peguei-a no colo novamente e entrei na banheira, e comecei a dar banho nela, eu a ensaboava, ela me ensaboava. Nós riamos o tempo inteiro, cada segundo que eu passava com minha pequena era motivo de estar cada vez mais feliz.
Enfim, terminamos de tomar banho, eu a peguei de novo no colo.
- Amor, me deixa andar. - Ela me deu leves tapinhas.
- Nada disso, eu quero pagar todo esse tempo longe de você.
- Nossa, que cavalheiro, então sinto muito em lhe dizer, você vai ter que me aguentar por muito tempo.
- Eu não me importo, eu fico com você nos braços até a eternidade, porque é você que importa.
- Ai meu Deus, mas esse menino é muito fofo.
E começamos a nos beijar, até que ela cortou o beijo.
- Amor, eu estou com fome. - Falou fazendo bico.
- Ok, vamos nos trocar. - Levei até o quarto, onde eu e ela nos trocamos, colocou um short branco, uma blusa azul e uma rasteirinha, eu coloquei uma bermuda beje, uma camisa preta e tênis.
- Vamos? - Perguntei dando a mão para .
- Vamos sim. - ela pegou nossos óculos escuros e fechou a porta.
Entramos dentro do meu , passamos em um pub, compramos algumas coisas, e fomos para o meu “lugar especial”.
No caminho eu e fomos cantando, rindo, era sempre assim, com nunca tinha tempo ruim.
- Chegamos. - Falei.
- Ué , aqui é só uma floresta.
- É ai que você engana minha pequena, aqui é A floresta, mas espere, ainda não chegamos no lugar certo, venha, desça do carro, agora vamos andar.
Assim ela fez, desceu do carro, e fomos para o “lugar especial”, seguimos uma trilha que havia no meio das árvores gigantes conversando e escutando os barulhos da natureza, sempre amou andar pela natureza, eu lembro quando fazíamos trilhas com nossos pais.
- . - Ela me chamou e eu acordei de meus pensamentos.
- Fale, meu amor.
- Eu estava lembrando quando nós íamos caminhar com nossos pais. - E deu um sorriso de lado.
- É, era muito bom, falando nisso, até agora você não me falou de seus pais.
Quando falei isso pude notar sua face mudar completamente, ficou triste, com lágrimas nos olhos.
- O que aconteceu, meu amor? - Parei em sua frente e ergui seu rosto com minhas mãos.
- Sabe , esses tempos que nós ficamos longe muitas coisas aconteceram, principalmente com meus pais.
- Meu amor, pode falar para mim, você sempre me contou tudo, pode me contar. -Falei isso acariciando seu rosto.
- Bom ... Lembra quando seus pais... Mudaram-se para a Escócia?
- Sim amor, como posso me esquecer, meus pais morreram no acidente de avião. - E sem querer deixei uma lágrima escorrer pelo meu rosto, a limpou com a maior delicadeza.
- Então... Meus pais depois de dois meses do acidente dos seus pais, foram para a Escócia, e lá, eles... Eles... , meus pais... Meus pais, , eles morreram. E comecei a chorar. – Enquanto eles estavam... Andando pela cidade... Um homem alcoolizado... Atropelou eles... Eles foram para o Hospital ainda com vida... e eles pediram para os médicos me ligarem... Eles conversaram comigo, falaram que me amavam muito... E depois pude escutar os médicos tentando reanimar eles... E depois... A linha caiu, depois de meia hora os médicos me ligaram novamente, constatando a morte de meus pais, ah , foi muito difícil sem você lá, eu morei uns tempos com meus avós, depois comecei a morar com minhas amigas, até eu terminar de fazer a faculdade, assim que eu terminei eu vim para cá, eu já não aguentava mais a sua ausência. - E me abraçou.
- , por favor, não chore, eu estou aqui, tudo vai ficar bem, fica calma, ok? - E limpei as lágrimas que corriam em seu rosto.
- Olha, viemos aqui para ficarmos felizes tá, agora vamos parar de chorar, e vamos seguir em frente. - Falei pulando e começou a rir.
- Viu , só você consegue me alegrar. Vamos, vamos sim.
falou, pegou minha mão e começamos novamente a andar pela trilha, até que chegamos onde era O lugar. Tapei os olhos de .
- Ué , eu preciso ver onde eu estou indo, né?
- Calma amor, deixa que eu te levo, ok?
- Pronto. Agora pode olhar. - E destampei seus olhos.
Quando abriu os olhos foi uma reação muito linda e sem palavras.
- , mas isso é tão perfeito, eu estou realmente surpreendida, e eu nem sabia que existia um lugar tão perfeito e inspirador nessa cidade cheia de carros e congestionamentos. E, e... - olhou para mim e corou, eu estava sorrindo todo bobo com sua reação.
- Falei que aqui era especial, e fica mais especial com você aqui. - E dei um beijo nela.
- Ná, aposto que você fala isso para todas que você traz aqui. - Sentei no chão, cruzei os braços e fiz bico.
- Nossa , eu venho aqui, te trago no MEU lugar especial, e você fala isso? Fique você sabendo que eu nunca trouxe ninguém aqui, eu estava esperando uma pessoa especial para trazer aqui, viu? - Eu cruzei os braços.
- Sério, ? Não! Sério? Sério mesmo?
- Sim. - Respondi simples.
- Awn, que lindo. – Se levantou e veio me dar um selinho, fiz um charminho, mas depois a agarrei. - , eu ainda continuo com fome. - E dei outro selinho nela.
- Então vamos comer!
- Vamos.
Comemos as coisas que nós compramos no Pub, conversamos, tiramos muitas fotos e ficamos lá até o por do sol. Ficamos olhando o sol sumir sorrindo que nem dois bobos.
- Vamos , já está tarde.
- Ah, mas tava tão bom! - E fez seu biquinho.
- Já falei que esse seu biquinho é muito, muito sexy?
- Acho que já.
Rimos e nos beijamos. Ah, como era bom tê-la perto de mim.
Continua!
Nota da beta: Deixei passar alguma coisa? E-mail ou twitter.
AnnieB.