A Dream Realized
Autor: Beatriz Dias
Beta-Reader: Any

1: Bailarina.

Eu era uma bailarina super famosa no mundo todo e estava saindo de um show que havia me deixado nervosa a semana toda; O maior show que eu havia feito. Esqueci de me apresentar, meu nome é .
Meu medo da apresentação mais difícil que eu havia feito chegou ao fim quando a cortina se abaixou e ouvi aplausos; Isso significava que havia sido um sucesso.
- Como foi no palco? - perguntou minha melhor amiga.
Ela era um tipo de assistente, tudo que acontece comigo ela sabe, me apóia em tudo e assim vivemos juntas.
Moramos juntas já que eu pago ela e preciso da ajuda dela para muitas coisas, mas seus pais moram em Londres e sempre os visitamos. Todos os dias fugimos de meus ensaios para ir à casa de .
- Foi ótimo, não cai nenhuma vez - respondi a pergunta interrompendo meus pensamentos.
- Que maravilha! - disse ela me seguindo para o camarim.
- Temos o resto da noite livre para fazermos o que quisermos... - abri um sorriso - O que vamos fazer? - perguntei.
- Que tal uma balada para comemorarmos?! - ela me devolveu uma pergunta enquanto eu abria a porta do camarim.
- Pode ser. - eu fui em direção ao banheiro tirar a roupa da apresentação - Mas teremos que sair pelos fundos, se não quiser enfrentar os fãs com todas aquelas canetas e cadernos. Isso aqui estava lotado e com certeza terão muitos esperando por nós. - falei saindo do banheiro.
- Eu não me importo, - falou ela - Quem sabe a gente não arruma um namorado no meio deles? - nós rimos juntas.
- Ok, vamos sair logo. - peguei minha bolsa, suspirei e fui em direção à porta que daria com a multidão louca por um autógrafo.
- , um autógrafo, por favor - alguns fãs diziam e eu dava.
- Uma foto - eu parava e tirava.
E entre outras frases que eu sempre escutava.
Eu amava meus fãs, eles eram minha vida. Eu pelo menos sabia que eles amavam minhas apresentações e eu dava amor para eles aonde quer que eu estivesse.
Uma hora depois só com a ajuda de alguns policiais consegui sair do lugar. Eram tantas pessoas que apareciam que eu não dava conta, mas mesmo assim fui forte e fiquei ali.
- Nossa, isso que é ser fã de - disse .
- Pois é, vamos para festa agora! - falei.
- Esqueceu que não estamos em Londres ainda? - perguntou .
- Por isso mesmo, vamos explorar a cidade! - pisquei para ela.
- Ok, senhora! - rimos juntas.
A cidade estava toda iluminada, estávamos na Birmingham e era tudo maravilhoso. Fomos pedindo informações e dando autógrafos, e chegamos em um barzinho super animado.
- O que desejam? - perguntou um garçom quando entramos e sentamos.
- Champagne, por favor! - falei.
- O mesmo! - Falou .
- , esquecemos de ligar para , ela deve está surtando - falei.
era uma outra amiga minha, nós três éramos grudadas quando meus shows eram em Londres, mas ultimamente eu tenho feito turnês por vários países e não nos vemos muito.
- Temos que ligar para ela antes que ela ligue gritando - falou e rimos.
- Tarde de mais. - meu celular começou a tocar e passei para a ; Sabia o que vinha pela frente: milhões de gritos por termos esquecido de ligar.
- Não vou atender, ela vai me deixar surda. - me devolveu o celular.
- Tá, eu atendo. - atendi e...
- ! Como você pode esquecer de me ligar? Me esqueceu né?! Vocês duas me pagam. - gritos - E aí, como foi? - mais gritos.
- Não esquecemos de você, uma multidão de fãs me prendeu no estádio. - suspirei - Foi ótima a apresentação, não cai nenhuma vez e estou muito feliz! - disse rindo.
- Que bom, amiga! - falou ela - Já pegaram alguém? - ela riu.
- , que horror! Não sou você. - debochei dela.
- Claro! Fala logo... - Sua voz era de nervosa.
- Não... - parei - Ainda. - minha voz maliciosa apareceu.
- Quero falar com a - disse ela.
- Ok - passei o telefone para a .
- Oi , - disse . Eu havia ouvido os gritos de no telefone - To ótima. Para de gritar, vai me deixar surda - rimos - Ok, tchau! - passou o telefone para mim.
- , que dia você volta para Londres? Está tendo umas festas aqui que você iria amar.
- Não sei, . Acho que amanhã de noite eu volto - respondi.
- Ok, eu vou esperar - falou ela.
Ouvi falarem "aquela é a ? " e responderem "Parece que sim".
- , vou desligar... Já sabe porquê! - falei sabendo que canetas apareceriam para mim.
- Ok, Tchau - desligamos.
- Oi, você é ? - perguntou um menino que parecia ter 15 anos.
- Sou! - respondi com um sorriso.
- Você poderia me dar um autógrafo? - perguntou o outro.
- Claro! - abri um sorriso e eles em entregaram canetas e papéis.
- Obrigada, - disseram os dois juntos.
O garçom chegou com nosso Champagne e brindamos.
- Ao seu sucesso! - disse .
- A nossa amizade! - falei.
Ficamos ali até cansarmos de comemorar e fomos para o hotel aonde eu estava hospedada.
Estávamos cansadas e fomos dormir.

2: Celular.

Acordamos e tomamos café, nos arrumamos, preparamos as malas e fomos para o avião. Eu e chegaríamos mais cedo em Londres.
- Pronta? - perguntei para subindo no avião.
- Mais do que pronta! Por mim eu já estaria lá. - nós duas rimos de seu comentário.
Quando o avião saiu do chão, já estava dormindo. Como ela conseguia pegar tão rápido no sono?
Fiquei mexendo no meu MP15 e twittando.
Quando vi, já havíamos chegado em casa. Eu mal podia esperar para descer, não aguentava mais.
- Senhores passageiros, chegamos ao fim. Obrigado por viajarem conosco - falou o piloto e as pessoas começaram a descer.
- Chegamos! Graças a Deus, não aguentava mais - falou .
- Você pelo menos dormiu, mas e eu? Fiquei twittando sem humor - falei revirando os olhos.
- Vamos descer logo para abraçar a - disse .
- Ela não tá aqui, falei que chegaríamos de noite. - falei.
- Eu liguei para ela antes de sair - riu.
Pegamos nossas malas e saímos do aeroporto.
Encontramos toda sorridente do lado de fora, nos aguardando.
- Meninas, que saudade! - nos esmagou com aqueles abraços dela.
- Também estávamos. - eu eu dissemos juntas.
- Vamos sair logo daqui, antes que os fãs descubram que desembarcou. - disse em um tom auto.
- Shiiii - falei.
- Desculpa! - sussurrou - Entrem no carro.
Entramos no carro e foi na frente, só para ninguém me enxergar atrás e fechar a passagem; Ser famosa não é fácil.
e cantavam enquanto eu twittava, eu era simplesmente viciada.
Chegamos em casa e todas nós entramos. A casa parecia estar vazia e as luzes estavam apagadas.
- Nossa, minha mãe esqueceu que eu chegaria - falei choramingando.
- Surpresa! - várias pessoas saíram de traz dos móveis quando acendi a luz.
- Ah... Que lindo! - lágrimas de felicidade desceram por meus olhos.
- Achou que eu tinha esquecido, filha? Eu nunca faria isso! - minha mãe me abraçou e sorri para não concordar.
Meus tios vinham em minha direção.
- Parabéns! Vimos tudo pela TV. - falou minha tia.
- Estava linda! - meu tio completou.
- Obrigada! - falei - Se me derem licença, eu vou tomar um banho. A viagem foi longa.
- Tudo bem, meu amor - minha tia me abraçou.
Subi as escadas e me seguiu.
- Meu Deus, quanto amor! - comentou .
- Pois é - sorri.
- Vamos sair? - ela me perguntou.
- Pensei que nunca fosse me perguntar - nós rimos juntas.
- Vou me arrumar. Aproveita e chama a , eu perdi ela quando entrei dentro de casa no meio da multidão - A porta se abriu no mesmo instante.
- , que isso lá em baixo? Eu me perdi na sua sala! - nós rimos juntas.
- Para você ver. - falei.
Entrei no banheiro e fui tomar um banho. Uns quinze minutos depois sai e escolhi uma roupa sem falar nada; As meninas estavam no meu computador no msn.
- Vamos? - perguntei interrompendo o silêncio que tanto me irritava.
- Já estava na hora! - começou .
Descemos as escadas e já não tinha mais ninguém em casa. Provavelmente minha mãe estaria dormindo e não se incomodaria com minha saída.
Abri a porta de casa e estava tudo mundo calmo, nenhum fã enlouquecido ainda havia notado minha presença na rua.
Entramos no carro de e seguimos para uma balada de Londres.
Chegando lá estava totalmente lotado e estava super escuro. O melhor era que nenhum fã me reconheceria tão cedo.
Seguimos para uma mesa e o garçom chegou. Pedimos uma cerveja e começamos a beber.
- Quanto tempo eu não venho aqui, hein - gritei para as meninas, a música estava alta de mais e era quase impossível se comunicar.
- Verdade - gritou para mim.
- Vamos dançar? - perguntou .
- Sim! - respondi aos gritos.
Nos levantamos e fomos para a pista de dança. Eu amava aquele lugar, mas já fazia um mês que eu não ficava em Londres por conta de meu trabalho. Então agora eu me iria me divertir.
Eu estava dançando quando alguém me cutucou. Me virei e constei que era alguém que eu não conhecia.
- Você é ? - perguntou.
- Sim - respondi o mais simpática que eu consegui.
- Me dá um autógrafo? - me pediu.
- Claro. - peguei a caneta que estava em sua mão e o guardanapo.
- Obrigado - falou - me deu um autógrafo. Nem acredito! - O menino gritou e todos olharam para mim. Uma multidão começou a se formar e não consegui mais nem me movimentar.
- Calma, gente. Calma! - gritava - paga a cerveja e vamos embora.
saiu correndo e pagou a cerveja. Todos me empurravam e pediam autógrafos, eu sorria tentado disfarçar minha raiva.
Só consegui sair daquele lugar com ajuda de policiais.

Pov

Eu estava com os meninos em uma balada comemorando minha volta para Londres, quando ouvi alguém gritando.
- me deu um autógrafo!
Depois dessa frase, todos foram para cima dela.
Eu e fomos melhores amigos de infância até a sua fama começar e eu me mudar. Eu sabia que ela estava morrendo de raiva daquilo e eu queria ir lá ajudar, mas ela poderia não lembrar de mim.
Suas amigas tentavam ajudar, mas só pioravam as coisas. Ela só conseguiu sair com ajuda de policiais, eu estava quase me aproximando quando ela saiu dali.
A pressa foi tanta que seu celular caiu na porta e eu peguei-o.
- Hey, dude, aquela não era a nossa amiga ? - me perguntou .
- Sim... Ela está tão linda. - falei.
- Concordo, mas a é gostosa - falou.
- E a ?! Nem se fala nisso - acrescentou .
- Prefiro ficar com a minha - tentou entrar na conversa.
- Coitada dela, ela odeia essa agitação - falei me lembrando dos gostos de .
O melhor era que eu sabia de tudo dela; Sabia que ela só dançava porque sua mãe queria que ela fosse alguém na vida, diferente dela.
Como eu devolveria seu celular? Essa era a única pergunta que se passava em minha cabeça.
- , está me ouvindo? Terra chamando ! - me tirou de meus pensamentos.
- Voltei! - nós rimos - Vou pegar uma bebida.

/ Pov


3: Mudança de vida.

Eu estava extremamente nervosa com o que havia acontecido, queria me divertir e por culpa de um fã eu estava indo para casa dentro do carro de minha amiga e cercada de viaturas.
- , você está bem? - meu pensamentos foram interrompidos por entrando no carro.
- Ah... Se eu falar que sim estarei mentindo - bufei - Eu queria uma vez na vida poder sair e me divertir sem acabar sendo levada para casa cercada de viaturas.
- , calma! Foram só alguns fãs. - tentava me acalmar.
- Alguns fãs? Você viu aquilo direito? Não foram alguns fãs, foram todas as pessoas que estavam naquele lugar - bufei novamente.
- Vamos esquecer isso - disse.
- Vamos - falei - Vou twittar - me movia no carro tentando achar meu celular - Não acredito! - Comecei a soar frio - Perdi meu celular.
- E agora? - perguntou .
- Dever ter sido quando eu saí correndo. - tentava me lembrar aonde poderia estar.
- Não se preocupa, amanhã eu vejo o que faço. Você está estressada de mais - colocou as mão em meu ombro.
- Obrigada, . Por isso eu te amo - abracei-a.
- , você vai ficar na sua casa? - perguntou tentando entrar na conversa.
- Vou sim - respondi.
- Ok, então esta salva - nós rimos juntas.
- Descansa porque amanhã você tem aquela entrevista no jornal - me lembrou que quando eu chegasse em Londres, havia uma entrevista marcada.
- Já tinha até esquecido, obrigada por me lembrar - dei um beijo nela e sai do carro - Tchau, - acenei.
Essa noite eu dormiria sozinha em meu quarto, pois dormiria em sua casa.
Entrei e subi para meu quarto. Fui para o banheiro e fiz minha higiene, estava cansada e resolvi dormir.

Pov

Acordei de manhã com o celular da ao meu lado.
Eu sabia o que eu poderia fazer, eu poderia devolver e ficava por isso mesmo ou fazer algumas mudanças na vida dela, já que eu sabia de tudo sobre ela.
- Vou ficar com a segunda - falei para mim mesmo em meu quarto.
Desci minhas escadas, tomei meu café e fui buscar o número de em seu celular. O que era fácil, porque estava ", melhor amiga" e liguei para ela.
- Alô? - disse com uma voz de sono.
- Olá, estou com o celular da - eu disse calmo.
- Como? Me devolva, por favor. Eu faço qualquer coisa - sua voz assustada espantou todo o sono que ela parecia estar.
- Vou devolver - parei - Mas antes eu farei algumas mudanças - eu ri comigo mesmo.
- Não faça nada, apenas me devolva - disse ela assustada.
- Já falei que vou devolver, mas depois de algumas mudanças - desliguei o celular e ele voltou a tocar, mas não atendi. Era .
Eu encarava o celular enquanto pensava no que poderia fazer. O mundo de estava em minhas mãos.
odeia dançar, mas ama cantar. Se ela se apresentasse em algum lugar sua vida mudaria.
Peguei o celular e olhei na agenda que dizia: "Sábado". Estava marcado cabeleireiro para às 14:00 e uma entrevista para às 16:00.
Liguei para o número que dizia cabeleireiro.
- Bom dia, em que posso ajudar ? - uma moça atendeu.
- Bom dia. Aqui é o assistente de - Falei.
- Diga, senhor. O que deseja fazer hoje no cabelo? - perguntou a moça.
O cabelo de estava na bunda e aposto que ela se incomoda com isso.
- Corte o cabelo dela na altura do peito - Falei e ri comigo.
- Certo senhor, mais alguma coisa? - perguntou ela.
- Sim - Parei para pensar. amava chocolate e deveria estar sem comer há alguns meses - Deixe chocolate no balcão aonde ela sentará .
- Estarão lá senhor. Tenha uma boa tarde - a moça falou e desliguei o celular.

/ Pov

4: Lembranças.
(n/a: Coloque para carregar Why - Avril Lavigne)

Acordei de manhã e fui direto tomar café, desci as escadas e fui para a cozinha.
Tomei café sozinha, pois minha mãe não estava em casa.
Depois disso subi para meu quarto, o relógio marcava 12:00 e eu teria cabeleireiro às 14:00 horas.
Escolhi uma roupa para a entrevista e fui direto tomar banho; Eu demorava de mais para me arrumar.
Acabando o banho vesti as roupas e fui para o quarto, peguei meus brincos que estavam em cima da cama e um caiu em baixo dela.
- Droga - sussurrei comigo mesma.
Quando olhei em baixo da mesma, havia um violão. Peguei-o e uma foto estava grudada nele.
Era de , meu melhor amigo - ou ex. Quando minha fama começou nos separamos e ele se mudou. Desde então não tive mais notícias suas.

Flashback ON
Eu estava com meu melhor amigo no parque que ficava do lado da casa dele, quando ele veio com uma flor para mim.
- , quer ser a minha amiga para sempre? - perguntou ele.
- Sim - falei pegando a flor.
- Espero que a gente seja amigo para todo o sempre - ele fez cócegas em mim.
- E vamos ser! Vou pedir para minha mãe e para a sua se você pode morar na minha casa - falei levantando do banco.
- Vamos! - me deu a mão e seguimos para sua casa.
Flashback Of

(n/a: Coloque para tocar)
Why, do you always do this to me?
(Por que você sempre faz isso comigo?)
Why, couldn't you just see through me?
(Por que você não pode apenas ver através de mim?)
How come, you act like this
(Como você pode agir dessa maneira)
Like you just don't care at all
(Como se você não se importasse totalmente)
Do you expect me to believe I was the only one to fall?
(Você espera que eu acredite que eu fui a única a cair?)
I can feel I can feel you near me,
(Eu posso sentir, eu posso sentir você perto de mim,)
even though you're far away
(mesmo você estando muito longe)
I can feel I can feel you baby, why
(Eu posso sentir, eu posso sentir você , por quê?)
It's not supposed to feel this way
(Isto não era para ser assim)
I need you, I need you
(Eu preciso de você, eu preciso de você)
More and more each day
(Mais e mais a cada dia)
It's not supposed to hurt this way
(Isto não era para machucar desta maneira)
I need you, I need you, I need you
(Eu preciso de você, eu preciso de você, eu preciso de você)
Tell me, are you and me still together?
(Me diga, eu e você ainda continuamos juntos?)
Tell me, do you think we could last forever?
(Me diga, você acha que poderíamos durar para sempre?)
Tell me, why
(Me diga, por quê?)
Hey, listen to what we're not saying
(Hey, Escute o que nós não estamos dizendo)
Let's play, a different game than what we're playing
(Vamos jogar, um jogo diferente deste que estamos jogando)
Try, to look at me and really see my heart
(Tente, olhar pra mim e ver o meu coração de verdade)
Do you expect me to believe I'm gonna let us fall apart?
(Você espera que eu acredite que eu vou deixar nós nos separarmos?)
I can feel I can feel you near me, even when you're far away
(Eu posso sentir, eu posso sentir você perto de mim, mesmo que você esteja muito longe)
I can feel I can feel you baby, why
(Eu posso sentir, eu posso sentir você , por quê?)
It's not supposed to hurt this way
(Isto não era para machucar desta maneira)
I need you, I need you, I need you
(Eu preciso de você, eu preciso de você, eu preciso de você)
Tell me, are you and me still together?
(Me diga, eu e você ainda continuamos juntos?)
Tell me, do you think we could last forever?
(Me diga, você acha que poderíamos durar para sempre?)
Tell me, why
(Me diga, por quê?)
So go and think about whatever you need to think about
(Então vá e pense sobre o que quer que você precise pensar)
Go ahead and dream about whatever you need to dream about
(Vá e sonhe com o que quer que você queira sonhar)
And come back to me when you know just how you feel, you feel
(E volte para mim quando você souber como você sente, você sente)
I can feel I can feel you near me, even though you're far away
(Eu posso sentir, eu posso sentir você perto de mim, mesmo que você esteja muito longe)
I can feel I can feel you baby, why
(Eu posso sentir, eu posso sentir você , por quê?)
It's not supposed to hurt this way
(Isto não era para machucar desta maneira)
I need you, I need you, I need you
(Eu preciso de você, eu preciso de você, eu preciso de você)
Tell me, are you and me still together?
(Me diga, eu e você ainda continuamos juntos?)
Tell me, do you think we could last forever?
(Me diga, você acha que poderíamos durar para sempre?)
It's not supposed to hurt this way
(Isto não era para machucar desta maneira)
I need you, I need you, I need you
(Eu preciso de você, eu preciso de você, eu preciso de você)
Tell me, are you and me still together?
(Me diga, eu e você ainda continuamos juntos?)
Tell me, do you think we could last forever?
(Me diga, você acha que poderíamos durar para sempre?)
Tell me, why
(Me diga, por quê?)

- Eu ainda te amo, - Sussurrei para mim mesma olhando para a foto.


5: O cabelo.

Eu não podia ficar ali parada o dia todo, resolvi acabar de me arrumar. Logo, logo chegaria para me buscar e ela é meio que... Estressada.
Depois de me arrumar para a entrevista, chegou em casa.
- Pronta? - perguntou.
- Sim! - respondi.
- Conseguiu achar meu celular? - minha preocupação com o celular me deixava mais estressada do que eu estava naquele momento com a noite passada.
- Sim. - me deu um celular, que era um pouco estranho, mas mesmo assim tive que pegar. Eu não vivia sem twitter.
- Você tem que ir no cabeleireiro primeiro, - me lembrou .
- Verdade, estou toda confusa hoje. - nós rimos juntas.
Depois disso seguimos em silêncio para o cabeleireiro.

Chegando lá, entrei e uma moça chamada Letícia me atendeu.
- , vou ver aonde vai ser a entrevista. Quando acabar, me ligue. - falou saindo do salão e concordei com a cabeça.
- Bom dia, senhora . - falou Letícia.
- - parei - Bom dia.
- Sente-se aqui, , desculpe... - ela me mostrou uma cadeira e me sentei.
- Já te falaram o que vou fazer em meu cabelo? - perguntei.
- Sim. - respondeu ela - E aqui estão alguns chocolates para a senhora - Ela me deu uma caixa de bombom, eu sorri falso.
Fazia anos que eu não comia um chocolate. Para não me desfazer da compra, comi alguns. Minha consciência ficou pesada, pois teria que correr bastante para manter o peso depois. Mesmo assim, aqueles chocolates estavam deliciosos.
Fechei os olhos tentando relaxar.
Eu sentia a tesoura atravessar minha cintura, mas não liguei e continuei de olhos fechados.

Flashblack On

- , eu ouvi falar que existe ET - corria em minha direção no parquinho da escola.
- Sério? - fiquei surpresa - eu tinha apenas cinco anos - e olhei para o céu. - Quando ele vem para a terra? Quero brinca com algum deles!
- Não sei, mas a gente pode preparar uma cama para eles, porque quando ele chegarem vão estar cansados da viagem longa! - estava totalmente concentrado, também olhando para o céu.
- Verdade! Quando a gente sair da escola vamos para a sua casa e pegar muitos colchões para eles! - olhei para o relógio de brinquedo em meu pulso.
- O que será que eles comem? - perguntou.
- Não sei... - eu disse colocando a mão na cabeça.
- Vamos pergunta para a professora? - disse estendendo a mão.
- Ta! - concordei pegando em sua mão e saímos cantarolando.

/Flashblack

6:

's Pov

Estava na hora da entrevista da e eu estava ansioso para ver como ela estaria com o seu novo cabelo.
Liguei a TV e lá estava ela, linda como sempre. Muito melhor com aquele novo corte, mostrando mais seu sorriso e destacando melhor seu rosto.
Estava orgulhoso de mim mesmo por ter feito aquilo.
No meio da entrevista da , o celular dela tocou e atendi.
- Sim? - falei.
- Você está louco? Olha o que acabou de fazer com ela! Estragou o cabelo todinho! - falava tanto que eu comecei a me irritar.
- Não estou louco, sempre fui... Principalmente por ela - ri com minha ignorância.
- Devolve logo o celular dela, por favor. - suplicava.
- Quando eu tiver tempo, eu devolvo - desliguei o telefone na cara dela e comecei a rir sozinho.
A campainha tocou quando acabei de rir.
- Entra - gritei.
- Olá, dude - os meninos entraram em minha sala, todos felizes.
- Viu quem está na TV? - me perguntou .
- Pois é, eu vi sim - respondi em tom de malícia.
- Está todo felizinho, seu verme! - se pronunciou pela primeira vez.
- Cala a boca - joguei uma almofada nele e começamos todos uma guerra.
- Silêncio! - gritei para eles erguendo o volume da TV.
- , você sente saudade de alguma coisa do passado? - perguntou a repórter.
- É... - parou e suspirou - Eu gostava muito de brincar, com meu melhor amigo, , ele foi uma das melhores pessoas que já cruzaram meu caminho - respirou - Mas minha fama nos separou e nunca mais nos falamos; É dele que eu sinto mais falta - Vi se emocionar na frente das câmeras.
- Que lindo! - a repórter comentou e ela apenas sorriu.
- Olha o , fazendo falta na vida das pessoas... - falou.
- Calado, dude! - tentei continuar a ouvir a .

/ pov

- Podemos ver que você ficou emocionada, – a repórter sorriu.
- Sim – sorri junto.
Continuamos a entrevista até o minuto final do programa.

Saindo do estúdio encontrei me esperando.
- Ainda bem que ela não fez nenhuma pergunta comprometedora! – riu.
- Verdade, eu entrei em pânico quando ela falou do meu cabelo - continuei a rir.
- Vamos para casa? – perguntou.
- Vamos – concordei e sorri.

Fomos para casa, e chegando lá minha mãe estava no sofá, com uma cara de quem está prestes a explodir.
- O que você fez com seu cabelo? – ela me perguntou ainda com a aquela cara.
- Cortei! – falei como se fosse normal.
- E isso é normal? – me devolveu uma pergunta.
- Vou para a casa de meus pais, amanhã eu passo aqui – falou saindo com uma cara de medo.
- Mãe, cortar um cabelo é super normal! – falei.
- Não para você! – ela se levantou do sofá.
- Como assim, não para mim? – rolei os olhos.
- O seu sonho era ter um cabelo até o pé.
- Meu sonho? – parei – Esse é o SEU sonho - Falei mais alto a palavra SEU.
- Eu não pude ser bailarina, e você está com todo o sucesso em suas mãos, e joga tudo para o alto! – uma lágrima rolou de seus olhos.
- A senhora sabe muito bem que meu sonho sempre foi ser cantora, mas nunca deixou seguir meu sonho, sempre colocou esse negócio de balé em minha cabeça, você sabe muito bem que eu odeio isso! – minha raiva começava a aparecer em meu rosto.
- Não era para você cortar essa porcaria desse cabelo! – ela berrou.
- Se fosse uma porcaria, eu não deixaria crescer. Quer saber de uma coisa? Eu vou começar a seguir o meu sonho, não o seu! – Fui em direção à porta e ela me puxou.
- Volta aqui, menina!
- Eu já cresci há muito tempo, diferente de você.
- Cala a sua boca – ela deu um tapa em minha boca.
Balancei a cabeça e saí andando.
- Volta aqui, ! AGORA – ela continuava a gritar da porta e fingi não ser comigo.

Eu realmente não sabia para onde ir, então, resolvi ir para o parquinho que eu passava com quando estava mal.
Chegando lá estava tudo realmente igual os bancos, os escorregadores, e entre outros brinquedos; A única coisa que estava diferente era o mato. Estava maior e sem flores rosas, como antigamente.
Sentei em um banco qualquer e coloquei a cabeça entre os joelhos.
- Está chorando por quê? – alguém me cutucou.
Virei e encarei dois olhos , que me pareciam familiares.
- Problemas – sorri falso.
- Se eu fosse chorar por todos os problemas que tenho, eu estaria com meus olhos roxos agora – ele falou sorrindo.
- Mas não acha que é pressão de mais seguir um sonho que não é seu? – perguntei fitando o balanço que estava em frente ao banco que eu estava sentada.
- Acho! – ele parou – Por que olha tanto para aquele balanço? – ele me perguntou rindo.
- Eu costumava brincar com meu amigo nesse balanço, só nesse – enquanto eu falava nem percebi que eu sorria.
- Quer voar? – o ser que eu ainda não sabia o nome me perguntou.
- Ele falava essa mesma frase – eu ri – Quero!
Me levantei e sentei, en~tãoele começou a me empurrar.
- Qual seu nome? – perguntei.
- Amor – ele me respondeu e eu ri.
- E aonde o amor mora? – perguntei enquanto eu ia mais alto.
- Na rua da paixão, esquina com desejo, bairro da Esperança – sim, foi isso que ele respondeu.
- Engraçado eu não sabia que essas ruas existiam aqui em Londres – falei rindo.
- Talvez você nunca tenha procurado. – ele fitou o chão e fez careta.
Saí do balanço e olhei para ele.
- Ou talvez você esteja com medo de dizer aonde mora e quem é por saber que eu te conheço de algum lugar. – olhei dentro de seus olhos.
- Se fosse você eu não pensaria assim – ele sorriu de leve e seu celular tocou – Já volto.
- Tá – falei sentando no balanço.
- Tenho que ir embora, princesa – ele falou me balançando pela última vez.
- Ok, mas não vai me dizer seu nome? – perguntei.
- Amor; Como eu havia falado antes. – ele saiu correndo.
- Engraçado, eu conheço esses olhos de algum lugar – fiquei tentada no balance e depois voltei para casa.
Estava tudo escuro, então eu fui para meu quarto e dormi.

Continua...

[N/a]: Meus amooooores, milhões de desculpas pela minha ENORME demora para att a fic. Reconheço meu erro, mas vocês tem que ver que eu estou em uma fase super difícil da minha videnha! Brigas em família; trabalhos e provas da escola, briguei com minha melhor amiga e, pior, minha imaginação está cada vez menor. E vocês não me ajudaram NE, mocinhas! Mas tudo bem, estou tendo uma ajuda com minhas amigas. Se quiserem me falar QUALQUER coisa, é só mandar e-mail: beatrizdgoncaves@hotmail.com que eu, como sempre, estarei respondendo.
Vamos dar uma ENORME bronca na Any se ela não comentar, certo? Eu amo vocês.

N/b.: Opa, opa! Sem broncas, sem broncas! Estou aqui comentando! HAHA Eu adorei esse capítulo! Agora me diz, o "Amor" que mora na rua da paixão, esquina com desejo, bairro da Esperança é o meu lindo&amado Harry Judd? *-*